Fortaleza – CE | quarta-feira 16 de setembro de 2026 / 01:12

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Ceará lidera com investimentos via incentivos fiscais

Com aprovação R$ 675 milhões em investimentos e 6,43 mil empregos, Estado lidera com 139 projetos e alcançam 22 municípios de Cariri ao Litoral Leste

O setor calçadista emerge como o grande destaque da terceira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Condec) em 2026. Os projetos ligados à indústria de calçados somam mais de R$ 49 milhões em investimentos aprovados — número que, somado aos projetos correlatos, deve superar R$ 90 milhões — com potencial de gerar mais de 1.200 empregos diretos em municípios cearenses.

R$ 675 milhões e 6.430 vagas: o escopo total da rodada

No total, a reunião do Condec aprovou 139 novos pedidos de empresas interessadas em se instalar ou expandir operações no Ceará. O volume global de investimentos aprovados supera R$ 675 milhões, com projeção de geração de aproximadamente 6.430 novos empregos. Os projetos contemplam 22 municípios distribuídos por diferentes regiões do Estado: Cariri, Grande Fortaleza, Litoral Leste e outras áreas do interior.

Do total aprovado, 19 empresas em fase de implantação devem aportar mais de R$ 340 milhões e criar cerca de 3.111 empregos diretos — refletindo o avanço de uma carteira de projetos que vai da instalação de novas unidades à ampliação de fábricas já em operação.

Dilly Calçados chega a Pentecoste

Um dos anúncios mais impactantes da rodada é a instalação da Dilly Calçados no município de Pentecoste, no interior cearense. O empreendimento prevê investimento superior a R$ 49 milhões e simboliza a estratégia do Estado de interiorizar a geração de emprego e renda por meio da atração de indústrias intensivas em mão de obra.

Diversificação setorial como marca da rodada

Além do setor calçadista, a rodada contempla empresas de diferentes segmentos, o que reforça a política de diversificação da base industrial cearense. Com a chegada de novos projetos e a expansão das unidades já instaladas, o Ceará amplia sua capacidade de atrair capital privado e de reduzir a dependência de setores tradicionais, consolidando um modelo de desenvolvimento que combina incentivos fiscais com geração de renda distribuída pelo território estadual.

Fonte: Redação
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