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	<title>Arquivo de Equipamentos | Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Oct 2026 17:10:51 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Equipamentos | Construa Negócios</title>
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	<item>
		<title>XCMG apresenta máquinas de perfuração não destrutiva para saneamento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-para-obras-de-saneamento-xcmg-mnd-fenasan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/maquinas-para-obras-de-saneamento-xcmg-mnd-fenasan/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fabricante exibe na Fenasan 2026 modelos de pipe jacking e perfuração direcional horizontal que eliminam valas abertas e reduzem impactos urbanos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão e modernização dos sistemas de distribuição de água, coleta de esgoto e galerias de drenagem têm exigido soluções tecnológicas capazes de minimizar intervenções traumáticas na malha viária das cidades. Com esse foco, a fabricante de máquinas pesadas XCMG Brasil apresentou um portfólio de máquinas para obras de saneamento baseado em Métodos Não Destrutivos (MND) durante a feira Fenasan 2026, realizada em São Paulo.</p>
<p>As tecnologias apresentadas são projetadas para instalar, substituir ou reparar redes subterrâneas sem a abertura contínua de valas na superfície. Esse método reduz significativamente os congestionamentos no trânsito urbano, previne danos a pavimentos asfálticos recém-implantados e diminui os custos associados a recomposições de calçadas e vias públicas.</p>
<h3>Tecnologia de pipe jacking para travessias em rocha</h3>
<p>Para obras subterrâneas de grande diâmetro e alta complexidade geológica, a empresa destacou os equipamentos da família XDN, que operam pelo sistema de pipe jacking (cravação de tubos por empuxo hidráulico):</p>
<ul>
<li><strong>XDN500:</strong> Perfuratriz especializada em perfuração e assentamento de tubulações em maciços rochosos e solos duros. O equipamento é indicado para travessias críticas sob rodovias, ferrovias e canais urbanos onde valas a céu aberto são inviáveis.</li>
<li><strong>XDN1000:</strong> Desenvolvida para a execução de redes troncos de esgoto, adutoras de grande porte e drenagem profunda, oferecendo avanço subterrâneo monitorado com controle milimétrico de traçado.</li>
</ul>
<h3>Perfuratrizes direcionais para implantação de redes flexíveis</h3>
<p>No segmento de perfuração direcional horizontal (HDD, na sigla em inglês), a fabricante colocou em exposição dois modelos da linha XZ, direcionados à instalação ágil de tubulações de polietileno (PEAD), aço ou ferro fundido:</p>
<ul>
<li><strong>XZ450 Plus:</strong> Perfuratriz de grande porte equipada com motor de 194 kW de potência e força máxima de empurra-puxa de até 960 kN. O modelo é dimensionado para obras pesadas de saneamento e infraestrutura, com capacidade de realizar alargamentos prévios de furo com até 1.000 mm de diâmetro.</li>
<li><strong>XZ230E:</strong> Opção compacta concebida especificamente para intervenções em malhas municipais densas. Com peso operacional em torno de 9 toneladas, motor de 115 kW e força de tração de 230 kN, a máquina combina facilidade de transporte com flexibilidade de manobra em canteiros restritos.</li>
</ul>
<p>A ampliação do portfólio de equipamentos subterrâneos ocorre em um momento estratégico para o setor de saneamento no Brasil, impulsionado pelas metas do Marco Legal do Saneamento Básico, que exige a universalização do fornecimento de água potável e coleta de esgoto até 2033 com máxima eficiência operacional e menor impacto social nas áreas urbanas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Retração na venda de máquinas agrícolas acelera buscas por automação</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/venda-de-maquinas-agricolas-tratores-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante do encarecimento de insumos e cautela no campo, fabricantes globais reposicionam estratégias e miram inovação na EIMA International.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio mundial atravessa um ciclo de cautela e reavaliação de investimentos mecanizados. Dados recentes de mercado revelam que o desaquecimento na venda de máquinas agrícolas, com foco particular na retração das frotas de tratores, atinge polos produtores de peso internacional como Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha e Turquia. A diminuição da renda média nas propriedades rurais e o encarecimento dos custos operacionais têm levado produtores a adiar a renovação de seus ativos.</p>
<h3>Pressão sobre margens industriais e incertezas climáticas</h3>
<p>A desaceleração das compras no campo transfere forte pressão sobre as margens financeiras dos fabricantes de implementos pesados. As incertezas climáticas recorrentes e o custo elevado do crédito agropecuário limitam a capacidade de financiamento dos agricultores, desafiando a indústria a desenhar soluções mais acessíveis e compatíveis com a realidade econômica de cada região agrícola.</p>
<p>Para Mariateresa Maschio, presidente da Federação Italiana de Fabricantes de Máquinas Agrícolas (FederUnacoma), o equilíbrio entre custo fabril e viabilidade de aquisição é o grande teste atual para manter o parque global de maquinário em evolução contínua.</p>
<h3>Robótica e automação no centro da EIMA International</h3>
<p>Como resposta à acomodação do mercado, a indústria acelera o lançamento de tecnologias digitais voltadas à máxima eficiência e redução de desperdícios de insumos. Esse reposicionamento será o grande eixo da 47ª edição da EIMA International, feira programada para novembro em Bolonha, na Itália, com mais de 1.800 expositores e a apresentação de 60 mil modelos de máquinas com recursos de telemetria, pulverização inteligente e robótica autônoma.</p>
<p>Paralelamente à inovação, a abertura de novos canais comerciais na América Latina, Ásia e África, combinada com incentivos governamentais de renovação de frotas — a exemplo de pacotes fiscais adotados na Europa —, desponta como caminho essencial para restabelecer o volume de entregas e elevar a sustentabilidade do setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão preventiva reduz inadimplência em locadoras de equipamentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/inadimplencia-em-locadoras-de-equipamentos-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medidas como análise cadastral prévia, caução padronizada e régua estruturada de cobrança protegem o fluxo de caixa e evitam maquinário retido em obras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inadimplência em locadoras de equipamentos é um dos gargalos operacionais mais delicados do setor. Diferente de outros ramos do comércio em que o produto final é vendido definitivamente, no aluguel a empresa cede um ativo patrimonial de alto valor agregado — como máquinas, compactadores, geradores, plataformas elevatórias ou miniescavadeiras — que continua sofrendo depreciação física e demandando manutenção periódica. Quando a fatura atrasa e o tomador não responde, o prejuízo se multiplica: há a perda direta da receita contratada e a indisponibilidade do maquinário para atender clientes regulares da carteira.</p>
<p>Especialistas e gestores de frotas ressaltam que grande parte das pendências financeiras não decorre de imprevistos fortuitos, mas sim de lacunas nos processos internos de balcão. O segredo para blindar o fluxo de caixa e manter a operação sustentável reside em um princípio direto: <strong>a cobrança eficaz começa antes de o equipamento cruzar o portão do pátio, e não após o vencimento do boleto</strong>.</p>
<div style="background-color: #f8fafc; border-left: 4px solid #1E73BE; padding: 18px 22px; margin: 26px 0; border-radius: 4px; box-shadow: 0 1px 3px rgba(0,0,0,0.05);">
<h4 style="margin: 0 0 10px 0; color: #1e293b; font-size: 17px; font-weight: bold;">As 4 travas fundamentais antes de liberar o equipamento:</h4>
<ul style="margin: 0; padding-left: 20px; color: #334155; line-height: 1.7;">
<li><strong>Cadastro completo e auditado:</strong> RG/CPF ou CNPJ ativo, comprovante de endereço comercial e identificação precisa do canteiro onde a máquina vai trabalhar. Telefone que não atende no primeiro contato é sinal imediato de alerta.</li>
<li><strong>Checagem cadastral em birôs de crédito:</strong> Uma consulta prévia em órgãos como SPC, Serasa ou Boa Vista revela se o tomador já acumula restrições em outros fornecedores da cadeia da construção.</li>
<li><strong>Caução calibrada pelo nível de risco:</strong> Estabelecimento de garantias financeiras vinculadas ao perfil de crédito do cliente, cobrando depósitos ou garantias proporcionais ao valor do equipamento alugado.</li>
<li><strong>Formalização contratual e comprovação de entrega:</strong> Assinatura de contrato detalhado com cláusulas moratórias claras e ateste de recebimento técnico assinado pelo responsável na obra.</li>
</ul>
</div>
<h3>O tripé documental que dá respaldo jurídico à cobrança</h3>
<p>Muitas tentativas de recuperação de crédito fracassam porque a locadora tenta cobrar na conversa, sem documentos que sustentem as exigências. Para transformar uma cobrança em título executável e conferir segurança jurídica ao negócio, três peças documentais precisam andar juntas:</p>
<ul>
<li><strong>Caução (Garantia):</strong> Constitui a segurança financeira imediata contra avarias, atrasos ou retenção indevida do bem. Definir regras objetivas de garantia por tipo de máquina evita exceções motivadas por afinidade pessoal.</li>
<li><strong>Contrato de Locação Padronizado:</strong> Instrumento fundamental que estabelece prazos, taxas de diária, índices de juros de mora, multas por atraso e cláusulas de responsabilidade civil sobre danos e extravios.</li>
<li><strong>Romaneio de Entrega e Devolução:</strong> O laudo de entrega assinado no canteiro comprova a posse, a data exata em que o bem começou a operar e o estado dos acessórios, neutralizando de pronto alegações de não recebimento da máquina.</li>
</ul>
<h3>Régua prática de cobrança: como agir a cada etapa</h3>
<p>Para evitar que a sua locadora seja colocada no final da lista de prioridades de pagamento do construtor, a comunicação de cobrança deve ser previsível, automática e rigorosa, mantendo sempre o tom profissional. A tabela abaixo resume o cronograma adotado pelas principais empresas de locação do mercado:</p>
<div style="overflow-x: auto; margin: 26px 0;">
<table style="width: 100%; border-collapse: collapse; font-size: 15px; text-align: left; background-color: #ffffff; border: 1px solid #e2e8f0; border-radius: 6px;">
<thead>
<tr style="background-color: #1e73be; color: #ffffff;">
<th style="padding: 14px 16px; border: 1px solid #1E73BE; font-weight: bold;">Momento do Contato</th>
<th style="padding: 14px 16px; border: 1px solid #1E73BE; font-weight: bold;">Ação Recomendada</th>
<th style="padding: 14px 16px; border: 1px solid #1E73BE; font-weight: bold;">Canal Preferencial</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 12px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">3 dias antes do vencimento</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #334155;">Envio de lembrete cordial contendo a linha digitável do boleto ou a chave PIX facilitada.</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #475569;">WhatsApp</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc; border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 12px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">No dia do vencimento</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #334155;">Mensagem de aviso de vencimento com link de pagamento e confirmação de recebimento.</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #475569;">WhatsApp / SMS</td>
</tr>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 12px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">1 a 3 dias de atraso</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #334155;">Cobrança direta e objetiva, relembrando as cláusulas contratuais de multa diária e juros de mora.</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #475569;">WhatsApp + Ligação telefônica</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc; border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 12px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">7 dias de atraso</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #334155;">Contato direto da gestão financeira para entender o motivo do bloqueio e ofertar prazo limite para quitação.</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #475569;">Telefone</td>
</tr>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 12px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">15 dias de atraso</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #334155;">Envio de notificação extrajudicial formal por escrito, advertindo sobre abertura de negativação cadastral.</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #475569;">E-mail formal e Notificação física</td>
</tr>
<tr style="background-color: #fef2f2;">
<td style="padding: 12px 16px; font-weight: bold; color: #b91c1c;">30 dias de atraso</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #334155;">Inscrição nos birôs de proteção ao crédito (SPC/Serasa) e acionamento logístico para resgate do maquinário.</td>
<td style="padding: 12px 16px; color: #b91c1c; font-weight: 600;">Departamento Jurídico</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h3>Quando o cliente não paga: a escada de cobrança rígida</h3>
<p>Se as etapas preliminares não surtirem efeito, a empresa deve acionar sem hesitação as medidas coercitivas previstas no ordenamento legal:</p>
<ul>
<li><strong>Acordo financeiro condicionado:</strong> Propor um abatimento temporário de encargos ou parcelamento curto pode ser vantajoso, contanto que formalizado por termo aditivo e com quitação de entrada imediata.</li>
<li><strong>Negativação nos órgãos de crédito:</strong> Havendo contrato assinado e prestação de serviço comprovada, o registro nos cadastros de inadimplentes restringe o crédito bancário da construtora, forçando a regularização.</li>
<li><strong>Protesto do título em cartório:</strong> Para dívidas de maior vulto, o protesto da duplicata de serviços confere força executiva pública sem demandar abertura imediata de processo judicial.</li>
<li><strong>Retomada imediata do maquinário:</strong> O equipamento pertence à locadora e o tomador inadimplente perde o direito de uso. Interromper a operação e retirar a máquina da obra estanca o prejuízo e libera o ativo para novos contratos.</li>
<li><strong>Execução judicial de dívida:</strong> Última instância, plenamente viável e célere justamente quando a empresa reúne contrato assinado, romaneio e comprovantes de entrega válidos.</li>
</ul>
<div style="background-color: #fff7ed; border-left: 4px solid #ea580c; padding: 18px 22px; margin: 26px 0; border-radius: 4px;">
<p style="margin: 0; color: #9a3412; font-weight: 600; font-size: 15px;">⚠️ <strong>O custo oculto da frota retida em obra:</strong> Deixar um equipamento parado em um canteiro inadimplente na expectativa de receber a dívida é uma das piores decisões para a locadora. O custo do atraso não é apenas o boleto em aberto, mas as diárias que o ativo deixa de faturar com tomadores pontuais. Retomar o equipamento o mais rápido possível protege o patrimônio e a rentabilidade do negócio.</p>
</div>
<h3>Perguntas frequentes sobre inadimplência na locação (FAQ)</h3>
<div style="margin-top: 20px;">
<details style="margin-bottom: 14px; border: 1px solid #e2e8f0; border-radius: 6px; padding: 14px 18px; background-color: #fafafa;">
<summary style="cursor: pointer; font-weight: bold; color: #1e293b; font-size: 16px; list-style: none;">Qual o percentual ideal de caução para a locação de equipamentos? ▾</summary>
<p style="margin: 12px 0 0 0; color: #475569; font-size: 15px; line-height: 1.6;">Não existe uma taxa obrigatória por legislação. O mercado convencionou calibrar o valor da caução pelo nível de risco da análise cadastral e pelo valor de reposição do ativo. Em clientes habituais com histórico limpo, a garantia pode ser flexibilizada; já para clientes novos, autônomos ou com apontamentos em birôs, a exigência de depósitos equivalentes a frações do valor da máquina ou pagamento de diárias adiantadas é a prática mais segura.</p>
</details>
<details style="margin-bottom: 14px; border: 1px solid #e2e8f0; border-radius: 6px; padding: 14px 18px; background-color: #fafafa;">
<summary style="cursor: pointer; font-weight: bold; color: #1e293b; font-size: 16px; list-style: none;">A locadora pode negativar o cliente inadimplente sem protestar em cartório? ▾</summary>
<p style="margin: 12px 0 0 0; color: #475569; font-size: 15px; line-height: 1.6;">Sim. Desde que o contrato de locação esteja devidamente assinado pelas partes e acompanhado da respectiva nota fiscal e romaneio de entrega técnica, a locadora pode incluir o devedor diretamente nos serviços de proteção ao crédito (como Serasa, SPC e Boa Vista), cumprindo o aviso prévio de notificação obrigatório pelo órgão.</p>
</details>
<details style="margin-bottom: 14px; border: 1px solid #e2e8f0; border-radius: 6px; padding: 14px 18px; background-color: #fafafa;">
<summary style="cursor: pointer; font-weight: bold; color: #1e293b; font-size: 16px; list-style: none;">Vale a pena cobrar multas e juros de mora mesmo em atrasos curtos? ▾</summary>
<p style="margin: 12px 0 0 0; color: #475569; font-size: 15px; line-height: 1.6;">Sim. Além do ressarcimento financeiro, a aplicação pontual dos encargos tem efeito pedagógico sobre a carteira. Se a empresa abre mão dos juros nos primeiros dias de atraso, o tomador conclui que atrasar nessa locadora não acarreta consequências, transferindo os pagamentos pontuais para outros credores mais exigentes.</p>
</details>
<details style="margin-bottom: 14px; border: 1px solid #e2e8f0; border-radius: 6px; padding: 14px 18px; background-color: #fafafa;">
<summary style="cursor: pointer; font-weight: bold; color: #1e293b; font-size: 16px; list-style: none;">Como monitorar a carteira para transformar a gestão de risco em expansão da frota? ▾</summary>
<p style="margin: 12px 0 0 0; color: #475569; font-size: 15px; line-height: 1.6;">O segredo é registrar todas as operações em um sistema de gestão ou planilha de controle de locação estruturada. Esse histórico evidencia com clareza quais perfis de tomadores geram maior atrito, quais tipos de equipamentos apresentam maior índice de inadimplência e quais praças oferecem liquidez imediata, orientando decisões inteligentes de compra e renovação de maquinário.</p>
</details>
</div>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Volvo apresenta compactador de solo SD120 para infraestrutura</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/compactador-de-solo-volvo-sd120-infraestrutura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34353</guid>

					<description><![CDATA[<p>Equipamento de 12 toneladas aposta em menor custo operacional, sistema modular de tambor e telemetria inteligente para obras viárias.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Volvo Construction Equipment anunciou a introdução do compactador de solo SD120 no mercado brasileiro de máquinas pesadas. Projetado para atender frentes de trabalho em pavimentação rodoviária, terraplenagem, ferrovias, barragens e infraestrutura urbana, o modelo opera na classe de 12 toneladas e traz como premissa central a redução do custo total de propriedade (TCO) por meio de maior eficiência mecânica, confiabilidade operacional e menor consumo de combustível.</p>
<p>O equipamento é tracionado pelo motor Volvo D5 de 99 kW de potência, dotado de sistema de arrefecimento redesenhado com radiador independente capaz de manter a estabilidade térmica em ambientes de trabalho severos de até 50°C. Na parte hidráulica, a fabricante implementou melhorias estruturais que reduziram em até 45% o volume de óleo necessário para a operação, além de agrupar filtros e bocais de serviço para tornar mais ágeis e seguras as rotinas de manutenção preventiva. O sistema operacional inclui ainda o modo ECO automático, que analisa parâmetros operacionais e ajusta a rotação às reais demandas do terreno, otimizando o consumo energético.</p>
<p>Para garantir máxima versatilidade nas frentes de compactação, o SD120 dispõe de arquitetura modular que permite a substituição rápida entre o tambor liso e o tambor do tipo pata de carneiro, ideal para a consolidação de solos coesivos e argilosos. O sistema de vibração com dupla amplitude e altas forças centrífugas minimiza a quantidade de passadas necessárias para se alcançar a densidade especificada no projeto de engenharia, mesmo em materiais de difícil compressão. Como opcional tecnológico, a máquina oferece um assistente digital de compactação, que exibe dados de rigidez do solo e número de passadas em tempo real no painel digital de 4,3 polegadas da cabine, reduzindo retrabalhos.</p>
<p>O lançamento ocorre em um momento estratégico para o setor de infraestrutura viária e mobilidade no Brasil, no qual construtoras e frotistas buscam modernizar seus ativos para cumprir cronogramas contratuais rigorosos. A cabine do SD120 conta com isolamento contra vibrações, ar-condicionado de série, assento ergonômico ajustável e estruturas certificadas contra capotamento (ROPS) e queda de objetos (FOPS), assegurando elevados padrões de conforto e proteção ao operador durante longas jornadas de trabalho pesado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vendas de caminhões crescem 4,4% em setembro, aponta Anfavea</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/vendas-de-caminhoes-brasil-anfavea-setembro-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34332</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mercado avança 4,4% no mês com 10,2 mil emplacamentos, mas retração de 3,8% no ano leva Anfavea a rebaixar previsões da frota pesada.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/vendas-de-caminhoes-brasil-anfavea-setembro-2026/">Vendas de caminhões crescem 4,4% em setembro, aponta Anfavea</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de caminhões registrou um fôlego pontual de recuperação em setembro de 2026, impulsionado pela entrega de veículos comerciais pesados para renovação logística. De acordo com o balanço estatístico divulgado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os emplacamentos de caminhões somaram 10,2 mil unidades no mês, representando uma expansão de 4,4% sobre setembro de 2025 e um crescimento de 2,2% na comparação direta com as 10,0 mil unidades licenciadas em agosto.</p>
<p>Apesar da reação apurada no nono mês do calendário, o desempenho acumulado no ano continua operando em terreno negativo. De janeiro a setembro, o volume de caminhões novos comercializados no território nacional totalizou 80,9 mil unidades, o que corresponde a uma retração de 3,8% frente às 84,0 mil unidades absorvidas pelas frotas no mesmo intervalo do ano anterior. Trata-se de uma diferença negativa de aproximadamente 3,1 mil veículos pesados que deixaram de ingressar nas estradas e centros de distribuição do país.</p>
<p>O panorama desafiador motivou a diretoria da Anfavea a efetuar novos cortes em suas projeções econômicas para o encerramento do exercício de 2026 para todo o segmento de pesados, que congrega caminhões e ônibus urbanos e rodoviários. As três principais métricas monitoradas pelas montadoras instaladas no país sofreram revisões baixistas. A estimativa anual de emplacamentos recuou de 129,2 mil para 128,5 mil unidades, consolidando uma retração esperada de 6,5% ante 2025. Já a previsão total de fabricação de pesados foi ajustada para 139,8 mil veículos (-8,2%), ante os 143,2 mil projetados anteriormente.</p>
<p>O corte mais severo recaiu sobre as remessas internacionais de veículos comerciais. A projeção de exportações para 2026 encolheu para 27,2 mil unidades, uma queda estimada de 18,7% frente aos 33,4 mil modelos exportados em 2025, superando com folga a previsão preliminar que indicava baixa de 11,1%. A perda de tração nos embarques reflete a desaceleração econômica e a instabilidade cambial de parceiros comerciais tradicionais na América do Sul, que reduziram substancialmente suas compras.</p>
<p>No chão de fábrica nacional, as montadoras produziram 11,6 mil caminhões durante setembro. O volume situou-se 1,3% abaixo de agosto (11,8 mil unidades), mas superou em expressivos 15,0% o patamar registrado em setembro de 2025, que havia somado 10,1 mil chassis. No cômputo acumulado do ano, contudo, a fabricação fabril atinge 92,3 mil caminhões, marcando uma desaceleração de 6,4% em relação aos 98,6 mil veículos montados em igual período do ano transcorrido.</p>
<p>No front do comércio exterior mensal, os embarques somaram 2,1 mil caminhões em setembro, recuando 6,3% em relação a agosto e despencando 22,9% em base anual. De janeiro a setembro, as vendas externas acumulam 17,0 mil caminhões ante 21,6 mil em 2025 (-21,3%). Analistas do setor automotivo ponderam que a manutenção de juros elevados nas linhas de financiamento do BNDES e a inflação persistente contêm decisões de renovação ampla de frotas corporativas, indicando que os próximos trimestres definirão se setembro representou uma virada sustentável ou um respiro passageiro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CECE debate cibersegurança e regulação de máquinas na Europa</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/cece-ciberseguranca-legislacao-maquinas-construcao-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34313</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fabricantes mundiais discutem em Bruxelas requisitos de segurança digital, baterias para frotas elétricas e novas diretivas de conformidade técnica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Europeu de Equipamentos de Construção (CECE) promoveu em Bruxelas uma reunião estratégica de seu Grupo Consultivo de Política Técnica de Alto Nível (HLTPAG) para alinhar a indústria pesada às transformações regulatórias na União Europeia. O encontro reuniu os principais executivos do segmento para tratar de política industrial, segurança cibernética, descarbonização e o futuro da legislação de máquinas de construção no continente.</p>
<p>Presidido por Eugen Schobesberger (Liebherr) e com a vice-presidência de Stefan Forkert (Bomag), o comitê avaliou as diretrizes da Lei de Aceleração Industrial (<em>Industrial Accelerator Act</em>), que busca blindar a competitividade europeia e mitigar a dependência externa de matérias-primas críticas para a manufatura pesada.</p>
<h3>Proteção cibernética e frotas conectadas</h3>
<p>Com a crescente digitalização e autonomia operacional dos canteiros de obras modernos, os requisitos práticos de cibersegurança ganharam caráter de prioridade técnica. Os fabricantes cobraram das autoridades comunitárias maior segurança jurídica e normas técnicas claras para a blindagem de sistemas eletrônicos contra interferências remotas não autorizadas em equipamentos pesados.</p>
<p>A integridade de software e a proteção de dados telemáticos tornaram-se requisitos fundamentais para a homologação de maquinário nos mercados internacionais.</p>
<h3>Descarbonização e eletrificação não rodoviária</h3>
<p>A transição energética foi outro pilar central dos debates técnicos:</p>
<ul>
<li><strong>Pegada de carbono:</strong> estruturação de metodologias padronizadas para cálculo de emissões e ciclo de vida de equipamentos;</li>
<li><strong>Frotas elétricas:</strong> pesquisas de eficiência e maturidade operacional em máquinas móveis não rodoviárias eletrificadas;</li>
<li><strong>Regulamento de Baterias:</strong> adaptações nas diretrizes de resíduos e fornecimento de baterias de reposição específicas para aplicações severas de construção e mineração;</li>
<li><strong>Simplificação normativa:</strong> descontinuação do banco de dados SCIP e integração dos pacotes regulatórios Omnibus (IA e Ambiental).</li>
</ul>
<h3>A Lei Europeia de Produtos e o Regulamento de Máquinas</h3>
<p>A especialista Federica Boledi, representante da federação industrial Orgalim, apresentou o andamento da futura Lei Europeia de Produtos (<em>European Product Act</em>). A norma reestruturará o Novo Quadro Legislativo e os mecanismos de vigilância de mercado da UE.</p>
<p>A indústria alerta que alterações na definição jurídica de modificação substancial de maquinário impactarão diretamente os módulos de avaliação de conformidade previstos no Regulamento de Máquinas da UE. As resoluções do encontro servirão de base para o Congresso do CECE 2026, agendado para o final de outubro em Londres.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Komatsu usa dados de 14 mil máquinas para antecipar demanda de peças</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/komatsu-dados-telemetria-maquinas-pesadas-pecas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34297</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sistema pioneiro cruza telemetria de frotas em canteiros com plataformas em nuvem para antecipar manutenções em até dois anos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A telemetria de máquinas pesadas alcançou um novo patamar de inteligência preditiva na infraestrutura e na mineração brasileira. A Komatsu Brasil International (KBI) estruturou uma solução analítica que processa informações operacionais em tempo real de mais de 14 mil equipamentos espalhados pelo território nacional, transformando o fluxo de dados telemáticos em estimativas detalhadas de demanda por peças de reposição para os próximos 24 meses.</p>
<p>Implementado na divisão de construção e mineração em maio de 2026, o projeto foi batizado de CBC (Calculadora Baseada em Consumo). O sistema integra os dados do Komtrax — plataforma proprietária de rastreamento e telemetria — com parâmetros de engenharia mecânica e especificações de desgaste dos componentes, processando todo o ecossistema na nuvem por meio do data lake Snowflake.</p>
<h3>A mecânica do CBC: cruzamento de telemetria e desgaste</h3>
<p>O motor algorítmico do CBC realiza recálculos diários que conectam o histórico de horímetro, consumo de combustível e severidade de aplicação de cada máquina com os ciclos previstos de revisão técnica. Em escala nacional, a plataforma gerencia um acervo com mais de 44 milhões de registros analíticos, contemplando:</p>
<ul>
<li>Mais de 14 mil escavadeiras, pás carregadeiras e tratores conectados;</li>
<li>49 mil códigos individuais de componentes e peças de reposição;</li>
<li>45 linhas completas de maquinário pesado em operação nos estados brasileiros.</li>
</ul>
<p>Ao cruzar a telemetria com modelos de probabilidade de fadiga, a ferramenta projeta antecipadamente a data provável em que filtros, esteiras, pinos, bombas hidráulicas ou componentes de transmissão precisarão ser substituídos nos canteiros.</p>
<h3>Equilíbrio financeiro de estoques e redução de paradas</h3>
<p>Na gestão de equipamentos pesados, a indisponibilidade mecânica representa um dos custos mais elevados para empreiteiras e mineradoras. A paralisação não programada de uma escavadeira de grande porte compromete o ciclo de caminhões e afeta o cronograma de obras inteiras.</p>
<p>Por outro lado, manter estoques inflados de peças nobres imobiliza milhões de reais em capital de giro das concessionárias. A tecnologia do CBC mitiga esse dilema ao permitir que compras e distribuições logísticas sejam planejadas com meses de antecedência. Isso maximiza a taxa de atendimento de peças na primeira visita técnica e diminui drasticamente a necessidade de fretes emergenciais aéreos ou paradas operacionais prolongadas.</p>
<h3>Proatividade na cadeia de suprimentos e atendimento de campo</h3>
<p>A integração telemática também reformulou o relacionamento comercial com os clientes. Em vez de aguardar uma solicitação de socorro após a quebra do equipamento, a rede autorizada de distribuidores tem acesso às projeções regionais e entra em contato previamente com os frotistas para agendar as revisões antes do desgaste crítico.</p>
<p>Apresentado no evento Snowflake World Tour São Paulo 2026, o projeto prepara novas etapas de expansão, que incluirão o cruzamento automático com pedidos em aberto nas fábricas e a leitura em tempo real de códigos eletrônicos de anomalia emitidos pelas centrais eletrônicas dos tratores, elevando ainda mais o padrão de confiabilidade das frotas pesadas no Brasil.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Máquinas agrícolas usadas avançam enquanto novas recuam 22,4%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-agricolas-usadas-avanco-mercado-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34283</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com faturamento dos fabricantes novos em queda e juros elevados, produtores rurais encontram em leilões equipamentos com deságios de até 60%.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise nas fábricas de maquinário pesado gerou um efeito colateral inesperado no campo brasileiro. Enquanto as concessionárias amargam o segundo ano consecutivo de retração nas vendas de equipamentos zero quilômetro, o comércio de máquinas agrícolas usadas experimenta uma expansão acelerada em plataformas digitais e leilões especializados.</p>
<p>Dados da Sold Leilões indicam que a oferta de máquinas e implementos agrícolas usados subiu 45% entre janeiro e agosto de 2026. No mesmo intervalo, a procura pela categoria agro saltou 83%, a base de compradores ativos expandiu 60% e o valor geral de vendas transacionado avançou para R$ 52,8 milhões.</p>
<p>O fenômeno contrasta fortemente com o balanço da indústria. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o faturamento com máquinas agrícolas novas despencou 22,4% no acumulado até agosto, totalizando R$ 36,3 bilhões. Apenas no mês de agosto, as entregas de tratores para o usuário final caíram 25,5%, e as de colheitadeiras tombaram 43,1%.</p>
<h3>Grandes grupos renovam frotas e abastecem o mercado</h3>
<p>A oferta de equipamentos seminovos é impulsionada pela reestruturação de grandes conglomerados agroindustriais. Companhias como Amaggi, Atvos, BP e Louis Dreyfus Company (LDC) passaram a colocar frotas inteiras no mercado secundário.</p>
<p>Esse movimento coincide com um aprimoramento na gestão patrimonial do agronegócio. Grandes grupos adotaram programas rigorosos de telemetria e manutenção preventiva, permitindo que colheitadeiras, plantadeiras e tratores cheguem ao mercado de usados com histórico mecânico documentado e alta confiabilidade técnica.</p>
<h3>Descontos de até 60% e cuidados na avaliação</h3>
<p>Para o produtor rural, o apelo financeiro tem sido decisivo. Equipamentos seminovos ou unidades que exigem revisões simples chegam a ser arrematados com descontos de 40% a 60% em comparação ao preço de uma máquina nova de mesma especificação.</p>
<p>Especialistas do setor ressaltam, no entanto, que o preço de compra exige cautela adicional:</p>
<ul>
<li>A precificação de máquinas agrícolas usadas depende estritamente do horímetro de motor e rotor;</li>
<li>Devem ser computados custos de frete logístico interestadual e substituição de peças de desgaste;</li>
<li>O histórico de revisões em concessionárias credenciadas é a principal garantia contra surpresas na colheita;</li>
<li>A presença de laudos técnicos periciais independentes agrega valor imediato na hora da revenda e facilita a obtenção de seguro patrimonial.</li>
</ul>
<p>Além das plataformas virtuais, o mercado tradicional de balcão e os leilões presenciais no interior de estados como Mato Grosso, Paraná e Goiás também têm registrado liquidez elevada para lotes de implementos pesados.</p>
<h3>Quem está comprando no mercado secundário</h3>
<p>Mais de 60% dos compradores de máquinas agrícolas usadas são pessoas físicas, predominantemente pequenos e médios produtores rurais que buscam modernizar suas lavouras sem assumir o custo financeiro proibitivo dos financiamentos bancários atuais.</p>
<p>A abrangência é nacional: entre 30% e 40% dos negócios envolvem compradores sediados em estados diferentes daquele onde o maquinário está estocado, atraindo inclusive interessados de países vizinhos como Argentina, Chile e Paraguai. Em um ciclo marcado por juros restritivos e margens estreitas nas safras de grãos, a compra de máquinas usadas consolidou-se como ferramenta estratégica de sobrevivência financeira no campo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Setor de reboques voltam ao azul em 2026, mas carrocerias seguem em baixa</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/reboques-e-semirreboques-emplacamentos-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 17:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34247</guid>

					<description><![CDATA[<p>Anfir vê sinal de equilíbrio no mercado de implementos e aposta na Fenatran, em novembro, para fechar o ano um pouco acima de 2025.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de meses de resultados abaixo do ano passado, o segmento de reboques e semirreboques passou para o campo positivo. De janeiro a setembro de 2026, foram registrados 53.774 emplacamentos, ante 53.657 no mesmo período de 2025, uma alta de 0,22%.</p>
<p>Setembro ajudou: com 14.202 unidades comercializadas, foi o segundo melhor mês do ano, atrás apenas de julho, que somou 15.173.</p>
<h3>Carrocerias ainda puxam o resultado para baixo</h3>
<p>O segmento de carroceria sobre chassis segue em retração. Foram 55.941 unidades vendidas até setembro, contra 57.698 em igual intervalo de 2025, queda de 3,05%.</p>
<p>Somando os dois segmentos, a indústria comercializou 109.715 implementos rodoviários de janeiro a setembro, frente a 111.355 um ano antes. A diferença representa recuo de 1,47%.</p>
<h3>Expectativa para o fim do ano</h3>
<p>Para José Carlos Spricigo, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), o desempenho de reboques e semirreboques indica que o mercado caminha para o equilíbrio. &#8220;A recuperação está se consolidando&#8221;, avaliou.</p>
<p>Ele aposta ainda na Fenatran, em novembro, cujos reflexos nos negócios devem durar ao menos quatro meses. Com isso, afirmou, o setor pode fechar 2026 com resultado pouco acima do de 2025.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Máquinas agrícolas: receita cai 22,4% e piora é descartada</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-agricolas-receita-queda-abimaq/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 16:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34228</guid>

					<description><![CDATA[<p>Soja e milho pouco rentáveis, crédito restrito e inadimplência seguram as vendas; retomada só deve vir no segundo semestre de 2027, diz Abimaq.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A queda de dois dígitos na receita da indústria de máquinas agrícolas em 2026 já é dada como certa. A dúvida agora é o tamanho do tombo. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) trabalhava com uma projeção de recuo de 20% no ano, mas o acumulado até agosto veio pior: o faturamento do segmento somou R$ 36,3 bilhões, queda de 22,4% sobre o mesmo período de 2025.</p>
<p>Só em agosto, a receita foi de R$ 4,8 bilhões, 22,8% menos do que um ano antes.</p>
<h3>O pior já está no preço</h3>
<p>Pedro Estevão, presidente da Câmara de Máquinas Agrícolas da Abimaq, avalia que o quadro não deve se deteriorar muito mais. &#8220;Pode ser que termine com menos 22%, algum número parecido com isso. Mas não deve piorar muito mais do que já está, porque está muito ruim&#8221;, afirmou à coluna.</p>
<h3>O que segura as vendas</h3>
<p>Segundo o dirigente, o principal fator é a baixa rentabilidade das lavouras de soja e milho. Pesam ainda a inadimplência, a maior restrição de crédito nos bancos e a incerteza climática. A retomada, se as condições de mercado ajudarem, deve ficar para o segundo semestre do próximo ano.</p>
<h3>Avanço chinês nas importações</h3>
<p>A indústria observa também a presença crescente da China nas compras externas. No acumulado do ano, o país responde por 21% das importações de máquinas e equipamentos agrícolas, atrás dos Estados Unidos, com 30%.</p>
<p>Considerando todas as máquinas, da infraestrutura ao agronegócio, a China já ultrapassou os americanos: são 36% das importações brasileiras, contra 14,6% dos EUA. &#8220;A presença chinesa, realmente, tem sido mais agressiva no mercado brasileiro&#8221;, reconheceu Estevão.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Liebherr apresenta novos modelos de escavadeiras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/liebherr-apresenta-novos-modelos-de-escavadeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34208</guid>

					<description><![CDATA[<p>Linha da Geração 8 reúne cabine com tela de 10 polegadas, controle 2D de fábrica e sistema que promete cortar até 10% do consumo de combustível.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Liebherr ampliou sua oferta global de máquinas pesadas com as escavadeiras Liebherr R 948, R 952 e R 958, todas na classe de 50 toneladas métricas. Os modelos da Geração 8 foram pensados para movimentação de terra, extração e aplicações de trabalho severo.</p>
<h3>Ficha técnica em resumo</h3>
<ul>
<li><strong>Estrutura:</strong> aço reforçado e motores da própria fabricante;</li>
<li><strong>Cabine:</strong> emCAB, com interface Intusi;</li>
<li><strong>Hidráulica:</strong> controle Positive Control;</li>
<li><strong>Eficiência:</strong> sistema Power Efficiency, com redução de até 10% no consumo de combustível;</li>
<li><strong>Automação:</strong> Bucket Fill Assist, que automatiza o ciclo de enchimento da caçamba;</li>
<li><strong>Personalização:</strong> ajuste de parâmetros pelo Modetronic.</li>
</ul>
<h3>Tecnologia embarcada</h3>
<p>As escavadeiras saem de fábrica com controle 2D passivo e balança dinâmica. Há ainda a opção de controle 3D, com funções semiautomáticas para quem precisa de mais precisão no nivelamento.</p>
<h3>Conforto do operador</h3>
<p>Dentro da cabine, o operador encontra joysticks elétricos, tela colorida sensível ao toque de 10 polegadas, câmeras traseira e lateral, assento aquecido com suspensão a ar e ar-condicionado automático.</p>
<h3>Caçambas e desempenho</h3>
<p>Para a escavação, a Liebherr oferece caçambas com dentes autoafiáveis Z G3, quatro larguras de lâmina e três tipos de proteção contra desgaste.</p>
<p>O R 948 usa motor D 956 de 375 hp, tem peso operacional entre cerca de 48,6 e 51,2 t e caçamba de 2 a 3,50 m³. O R 952, com o mesmo motor em versão de 402 hp, pesa de 51,2 a 58,9 t, aproximadamente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caterpillar lança trator elétrico com 25% mais eficiência</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/caterpillar-d11-xe-trator-eletrico-eficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34184</guid>

					<description><![CDATA[<p>Modelo D11 XE inaugura era elétrica nos tratores de grande porte e reduz emissões em até 25%, com manutenção programada ampliada.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caterpillar respondeu à pressão do mercado por eficiência energética e menor pegada de carbono com o lançamento do D11 XE — seu primeiro trator de esteiras com acionamento elétrico da linha de grande porte. A máquina inaugura um novo portfólio da fabricante e traz, segundo a empresa, uma promessa concreta: redução de até 25% no consumo de combustível por unidade de material movido.</p>
<p>O coração do equipamento é um motor C32B de 861 cv, que aciona um gerador elétrico. Esse gerador, por meio de um inversor, distribui energia para dois motores elétricos responsáveis por transmitir potência às esteiras — uma arquitetura que resulta em <strong>60% menos peças móveis</strong> do que um trator convencional de acionamento mecânico. Menos peças significam menos pontos de falha e menores custos de manutenção ao longo da vida útil do equipamento.</p>
<h3>Produtividade ampliada e manutenção espaçada</h3>
<p>Em termos de capacidade operacional, o D11 XE consegue mover de 5% a 10% a mais de material por hora do que a geração anterior do modelo D11. O ganho, aparentemente modesto em percentual, representa volumes significativos em operações de larga escala, como mineração a céu aberto e movimentação de terra em obras de infraestrutura.</p>
<p>No âmbito de serviços, os intervalos de manutenção programada foram ampliados de 15.000 para 18.000 horas, reduzindo o tempo de inatividade e os custos de parada para os operadores. A nova proteção do radiador e melhorias estruturais na carcaça e no chassi prometem estender ainda mais a durabilidade geral da máquina.</p>
<p>Luke Fischer, especialista em aplicação de produtos da Caterpillar, resume a proposta: <em>&#8220;O D11 XE foi projetado para ajudar os clientes a obter mais de cada hora de operação.&#8221;</em> A marca ressalta que o modelo representa um avanço histórico: em comparação com o D11N original, lançado em 1986, a eficiência cresceu até 140% — uma demonstração da velocidade com que a tecnologia de tratores de grande porte evoluiu em quatro décadas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Juros altos freiam compras de máquinas e fecham 24 mil postos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/abimaq-maquinas-equipamentos-queda-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34168</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com crédito caro e demanda doméstica enfraquecida, setor de bens de capital acumula recuo de 11,6% no consumo em 2026.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O desaquecimento das vendas internas decorre dos efeitos defasados da política monetária restritiva sobre o crédito corporativo.&#8221; A frase, publicada pela Abimaq em nota oficial, resume com precisão o quadro do setor de máquinas e equipamentos no país em agosto. Com taxas de juros reais elevadas encarecendo o financiamento de bens de capital, os investimentos minguaram — e o mercado de trabalho sentiu o golpe.</p>
<p>Os dados da associação mostram que os investimentos em máquinas e equipamentos somaram <strong>R$ 33,15 bilhões em agosto</strong>, uma queda de 5,2% sobre o mesmo mês de 2025. Na comparação com julho, o recuo foi de 4,2%. No acumulado de janeiro a agosto, o consumo aparente — que mede a demanda doméstica total — caiu <strong>11,6%</strong> em relação ao mesmo período do ano passado, combinando menor procura por equipamentos fabricados no país e avanço das importações.</p>
<p>A receita do setor também encolheu. Em agosto, o faturamento líquido total atingiu <strong>R$ 22,93 bilhões</strong>, queda de 6,2% ante julho e retração de 15,5% na comparação anual. Nos oito primeiros meses de 2026, o faturamento acumulado chegou a R$ 177,6 bilhões, uma redução de 13,2% frente ao mesmo intervalo de 2025. No mercado interno, a receita de agosto foi de R$ 16,84 bilhões, com contração de 9,7% mensal e 16,4% anual.</p>
<p>O emprego foi outra vítima do arrefecimento. O segmento encerrou agosto com <strong>403.294 trabalhadores ocupados</strong>, queda de 2,6% sobre julho e de 5,6% sobre agosto de 2025. Segundo a Abimaq, isso equivale ao fechamento de aproximadamente 24 mil postos em 12 meses — um dado que contrasta com a expansão registrada em outros setores da economia.</p>
<p>No comércio exterior, o cenário foi mais positivo para as importações do que para as exportações. As compras externas somaram US$ 2,98 bilhões em agosto, alta de 1,1% mensal e de expressivos 16,7% em 12 meses. As vendas ao exterior movimentaram US$ 1,18 bilhão, com alta mensal de 4,6%, mas recuo de 6,3% na comparação anual. Com isso, o déficit comercial do setor chegou a <strong>US$ 13,39 bilhões</strong> no acumulado do ano.</p>
<p>A China segue dominando as importações: com US$ 8,0 bilhões e crescimento de 18,8%, o país asiático deteve 36% de tudo que o Brasil comprou no exterior em máquinas e equipamentos. A participação de fabricantes importados no consumo aparente doméstico subiu para <strong>47,6%</strong>, acima dos 45,3% de um ano antes, sinalizando crescente substituição da produção nacional por bens estrangeiros. Apesar do ambiente adverso, o nível de utilização da capacidade instalada (NUCI) subiu para 79,6% e a carteira de pedidos avançou para 10,1 semanas, sinais de que a retomada pode estar se aproximando.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Nova parceria facilita crédito para máquinas pesadas no Brasil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/petram-rodocap-parceria-maquinas-financiamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 16:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34122</guid>

					<description><![CDATA[<p>Acordo une financiamento especializado a equipamentos da Lovol para simplificar a jornada de aquisição de maquinário pesado no setor de construção.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso ao maquinário pesado para a construção civil ficou mais fácil com a aproximação de dois players estratégicos do mercado. A Petram Financial e a Rodocap Máquinas, distribuidora oficial da marca chinesa Lovol no Brasil, formalizaram em agosto uma parceria com foco em tornar a compra de equipamentos da chamada Linha Amarela mais acessível, tanto do ponto de vista técnico quanto financeiro.</p>
<p>A ideia central da aliança é eliminar um dos maiores gargalos do setor: a necessidade de que o comprador percorra caminhos paralelos para encontrar a máquina ideal e, separadamente, estruturar o crédito para pagá-la. Com a nova configuração, as duas pontas passam a estar conectadas desde o primeiro contato com o cliente.</p>
<h3>Como a parceria funciona na prática</h3>
<p>Pelo novo modelo, a Rodocap apresenta ao comprador o portfólio completo de equipamentos — que inclui escavadeiras, carregadeiras, retroescavadeiras, motoniveladoras, rolos compactadores e tratores de esteira —, enquanto a Petram atua em simultâneo na estruturação das alternativas de crédito. A financeira é especializada em modalidades como CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e leasing, além de soluções personalizadas de acordo com o perfil de cada operação.</p>
<p>O resultado esperado é uma experiência de compra mais integrada, na qual o cliente toma a decisão de aquisição já com o cenário financeiro mapeado, sem surpresas após o aperto de mão.</p>
<h3>Suporte técnico incluso na proposta</h3>
<p>A parceria vai além do ato da compra. A Rodocap reforça que o acompanhamento ao cliente não termina na entrega das chaves. A distribuidora mantém uma estrutura de suporte técnico, fornecimento de peças de reposição e serviços de pós-venda, garantindo que a máquina permaneça operacional ao longo da sua vida útil — fator determinante em setores como construção e mineração, onde a parada do equipamento pode comprometer o cronograma e o resultado financeiro de um projeto inteiro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Grunner investe R$ 19,5 milhões em tratores a etanol e biometano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/grunner-maquinas-agricolas-etanol-biometano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34104</guid>

					<description><![CDATA[<p>Movimento estratégico reduz dependência do diesel, fortalece a cadeia sucroenergética e promete reduzir os custos de manutenção das máquinas pesadas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O campo brasileiro está dando um novo passo rumo à autossuficiência energética nas operações pesadas. A fabricante Grunner acaba de anunciar um aporte de R$ 19,5 milhões no desenvolvimento de uma nova linha de maquinário agrícola com propulsão movida a etanol e biometano, consolidando o movimento de descarbonização do setor.</p>
<p>Os recursos foram distribuídos de forma estratégica para viabilizar um produto com forte viés tecnológico: enquanto R$ 15,5 milhões foram aportados para a engenharia dos novos propulsores ecológicos, o restante foi alocado juntamente a grandes montadoras para desenvolver uma nova plataforma bruta e moderna.</p>
<h3>Do campo para o próprio campo</h3>
<p>Os veículos lançados já estão disponíveis comercialmente e foram calibrados para enfrentar a poeira e o estresse mecânico no transbordo de cana, na aplicação de adubos e na distribuição de insumos sólidos nas lavouras.</p>
<p>A vantagem de abandonar o tradicional motor a óleo diesel vai muito além da pauta ecológica. Para as grandes usinas que já operam as caldeiras produzindo etanol ou extraindo biometano a partir dos resíduos da cana, a tecnologia permite que elas utilizem o combustível &#8220;de casa&#8221; para abastecer a própria frota pesada. Com isso, os empresários do campo ganham imunidade contra as flutuações e os altos custos do diesel no mercado externo.</p>
<h3>Plataforma reformulada para o agronegócio</h3>
<p>Além da queima mais limpa, a companhia também abandonou antigas adaptações estruturais. Antes da mudança, as máquinas utilizavam chassis rodoviários que recebiam modificações para a lavoura. Agora, a nova arquitetura nasce desenhada essencialmente para o tráfego fora de estrada, com suspensão e eixos voltados à carga máxima da colheita, prometendo elevar drasticamente a disponibilidade do equipamento e reduzir os períodos e custos com a manutenção no meio da safra.</p>
<p>A transição ambiental também beneficiará os equipamentos antigos. Segundo a marca, a engenharia local está pronta para converter e adaptar os modelos a diesel que já estão em plena operação, somando a solução renovável à frota de milhares de unidades que já circulam pelos canteiros produtivos do Brasil.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Novas máquinas compactas prometem mais segurança em obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/novas-maquinas-compactas-britanicas-seguranca-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 17:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34071</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com porta lateral e motorização sem filtros complexos, os equipamentos recém-lançados focam em produtividade diária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado europeu acaba de receber atualizações significativas no segmento de máquinas compactas. A fabricante britânica JCB apresentou oficialmente duas minicarregadeiras sobre rodas que chegam para modernizar o portfólio da marca, assumindo o espaço das antigas versões 270 e 300.</p>
<p>Batizadas de 250 e 290, as novidades foram calibradas para movimentar cargas de 1.134 kg e 1.360 kg, respectivamente. A readequação dessas capacidades nominais teve um objetivo comercial claro: posicionar os produtos de forma mais agressiva na disputa por preço contra os concorrentes diretos, atendendo desde o agronegócio até projetos urbanos de paisagismo.</p>
<h3>Design focado na proteção do operador</h3>
<p>Um dos maiores destaques do projeto é o sistema de acesso à cabine. As unidades possuem uma porta lateral exclusiva, que extingue a obrigatoriedade de o profissional escalar implementos perigosos, como garfos e caçambas, para entrar no posto de comando. Esse detalhe de engenharia, somado ao braço único vertical que abriga tubulações embutidas, confere uma ampliação expressiva do campo de visão durante o trabalho.</p>
<h3>Motorização simplificada</h3>
<p>Do ponto de vista mecânico, ambas as versões operam com propulsores a diesel capazes de gerar 74 cavalos de potência. A grande vantagem, porém, reside na arquitetura desses motores. O modelo 250 trabalha com um sistema Kohler, e o 290 utiliza a tecnologia proprietária EcoMax.</p>
<p>Em ambos os casos, as máquinas dispensam componentes complexos como filtros de partículas (DPF) e fluidos de exaustão, o que reduz os custos de manutenção a longo prazo e diminui as paradas não programadas no canteiro de obras.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Com o pé no freio, agronegócio reduz adesão a consórcios para renovação de frota</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/queda-adesao-consorcios-maquinas-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34055</guid>

					<description><![CDATA[<p>Incertezas econômicas no campo derrubam volume financeiro de negócios e revelam um produtor rural avesso a novos endividamentos neste ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apetite do produtor brasileiro para trocar de trator ou investir na modernização de suas colheitadeiras sofreu um revés notável em 2026. Optando pela segurança em meio a um cenário de instabilidade no campo, os ruralistas têm evitado assumir compromissos financeiros pesados. O reflexo imediato dessa mudança de postura explodiu nas estatísticas de adesões a consórcios.</p>
<p>Um mapeamento traçado pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) revelou uma retração de 6,6% na comercialização de cotas destinadas à categoria de veículos pesados entre os meses de janeiro e agosto. Dentro desse bolo, as máquinas dedicadas à agropecuária representam a principal fatia, abocanhando mais da metade dos contratos.</p>
<h3>Menos dinheiro na mesa</h3>
<p>A cautela na assinatura de novos negócios despencou o volume de dinheiro injetado no setor. O montante comercializado via consórcios para maquinário rural fechou os primeiros oito meses de 2026 orbitando os R$ 15,4 bilhões. Uma perda considerável frente aos mais de R$ 17 bilhões movimentados na mesma janela do calendário no ano anterior.</p>
<p>Ainda que o dinheiro circulante tenha evaporado quase 10%, o número de pessoas ativamente participando do sistema de consórcios registrou um modesto aumento de 3,8%. Isso demonstra que, embora o agricultor continue utilizando essa modalidade como um escudo contra os pesados juros de financiamentos convencionais, ele está buscando cotas com valores drasticamente menores.</p>
<h3>Caminhões seguem a mesma trilha</h3>
<p>A febre da cautela não ficou restrita ao trator e atingiu também as transportadoras. O comércio de consórcios de caminhões experimentou um declínio similar, recuando os mesmos 6,6% no número de cotas vendidas. O recuo retirou de cena cerca de 3 mil contratos e reduziu as cifras desse braço logístico para pouco mais de R$ 12 bilhões.</p>
<p>Apesar da retração nas vendas primárias, as rodadas de contemplação mantiveram a estabilidade, com milhares de produtores e motoristas recebendo, na teoria, as cartas de crédito. A associação alerta, no entanto, que ter a carta na mão não é sinônimo de compra imediata na concessionária: muitos contemplados preferem guardar o direito de saque e aguardar um momento em que a economia dê sinais mais claros de que vale a pena investir pesado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo britador da Kleemann promete menos paradas e mais produção</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/kleemann-britador-mobirex-mr130-evo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 17:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mobirex MR 130 EVO chega ao mercado europeu no início de 2027 com acionamento diesel-direto D-Drive e sistema de alimentação contínua que reduz desgaste e melhora qualidade do produto final.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta segundos. Esse é o tempo que a Kleemann afirma ser suficiente para abrir completamente a câmara de britagem do novo Mobirex MR 130 EVO — sem o uso de ferramentas. Para um operador de britador em campo, onde paradas não programadas representam perda direta de produtividade, esse número não é um detalhe de especificação técnica: é argumento de venda.</p>
<p>A fabricante alemã anuncia o lançamento do modelo para o início de 2027, inicialmente no mercado europeu. O britador móvel de impacto foi desenvolvido com foco em alta produtividade contínua, versatilidade de aplicação e facilidade de operação — três demandas que o setor de construção e mineração coloca no topo da lista ao avaliar novos equipamentos.</p>
<h3>D-Drive e alimentação contínua como diferenciais técnicos</h3>
<p>O coração do MR 130 EVO é o acionamento diesel-direto D-Drive, baseado na geração mais recente de motores da Kleemann. No conceito D-Drive, o motor diesel aciona diretamente o rotor do britador, sem transmissão hidráulica intermediária — o que resulta em melhor aproveitamento energético e menor perda de torque. Todos os acionamentos secundários, como calhas e correias transportadoras, funcionam eletricamente, o que reduz as emissões de ruído graças a um ventilador com controle dependente de carga.</p>
<p>Associado a esse sistema está o CFS (Continuous Feed System), que monitora em tempo real o uso do britador e do motor para garantir o transporte contínuo de material. &#8220;Isso otimiza o uso do britador, reduz o desgaste e oferece uma qualidade muito boa do material&#8221;, afirma a empresa. O resultado é uma operação mais uniforme e com menos interrupções por sobrecarga.</p>
<h3>Do canteiro à reciclagem: amplitude de aplicações</h3>
<p>O escopo de uso do MR 130 EVO cobre desde aplicações de reciclagem — processamento de concreto, entulho e asfalto — até rochas naturais de baixa a média dureza. Uma unidade de peneiramento final com deck duplo opcional permite produzir até dois produtos triados simultaneamente, com o material sendo dividido em dois fluxos distintos.</p>
<p>Separadores de ar completam o sistema ao isolar materiais leves — como madeira e plástico — dos agregados, uma função especialmente útil no processamento de entulho misto de demolição. A correia rotatória para agregados médios permite ainda a reincorporação ao agregado fino, otimizando o aproveitamento do material processado.</p>
<p>No lado da operação digital, o Spective Connect centraliza os dados do equipamento e permite enviar informações críticas para smartphone ou tablet diretamente do canteiro, além de oferecer suporte remoto na resolução de erros. O ajuste da abertura do britador e a determinação do ponto zero também são totalmente automáticos no novo modelo — mais um passo da Kleemann em direção a uma operação que exige cada vez menos intervenção manual do operador.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Deutz se une a Hypercraft e expande portfólio de máquinas para veículos não tripulados</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/deutz-hypercraft-ugv-razorback-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cooperação entre as empresas no projeto Razorback combina motores de combustão da Deutz com plataformas de missão definidas por software da Hypercraft para o mercado de defesa global.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fabricante alemã de motores Deutz e a americana Hypercraft anunciaram a expansão de sua cooperação na área de veículos terrestres não tripulados (UGV, na sigla em inglês) para uso no setor de defesa. O projeto conjunto, denominado Razorback, une a expertise da Deutz em propulsão com as plataformas de missão flexíveis desenvolvidas pela Hypercraft, que operam a partir de uma arquitetura de software aberta.</p>
<p>A parceria busca aproveitar as competências complementares das duas empresas. A Deutz já é fornecedora estabelecida de motores de combustão de alta performance e, no escopo da cooperação, também contribuirá com soluções de propulsão alternativas no futuro — incluindo sistemas híbridos e de bateria. A Hypercraft, por sua vez, traz sua rede de clientes do segmento militar nos Estados Unidos e o domínio no desenvolvimento de plataformas UGV adaptáveis a diferentes missões.</p>
<h3>Tecnologias que se completam no campo</h3>
<p>&#8220;As especialidades das empresas se complementam perfeitamente&#8221;, afirma Marco Herre, CEO da Unidade de Negócios de Defesa da Deutz. &#8220;Juntos, desenvolveremos soluções inovadoras e confiáveis para clientes do setor de defesa em todo o mundo.&#8221;</p>
<p>Do lado da Hypercraft, a avaliação é igualmente positiva. &#8220;A combinação das tecnologias avançadas da Hypercraft — como a arquitetura aberta Carbon definida por software e a expertise em plataformas não tripuladas — com o portfólio de produtos da Deutz em trem de força e sistemas de energia, além de soluções OEM escaláveis, oferece uma base sólida para soluções futuras&#8221;, observou Brian Bowers, CEO da Hypercraft.</p>
<h3>Do motor ao sistema: integração como diferencial</h3>
<p>A cooperação planejada posiciona a Deutz não apenas como fornecedora de componentes, mas como provedora de sistemas para arquitetura de veículos, plataformas não tripuladas e soluções integradas. Nesse modelo, a empresa contribui com conhecimento de trem de força, enquanto a Hypercraft oferece a camada de software e a interface com os requisitos operacionais do ambiente militar.</p>
<p>Atualmente, as duas empresas aprofundam o relacionamento por meio da avaliação de soluções OEM escaláveis para as plataformas UGV da Hypercraft. O desenvolvimento conjunto do Razorback representa um passo concreto na direção de um mercado de veículos autônomos de defesa que cresce em relevância global, impulsionado pela demanda por sistemas de menor risco humano em operações militares.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Valence celebra duas décadas com JCB e anuncia novas máquinas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/valence-celebra-duas-decadas-jcb-novas-maquinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33955</guid>

					<description><![CDATA[<p>A consolidação da aliança estratégica traz ao mercado brasileiro lançamentos focados em ergonomia e potência para operações pesadas.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/valence-celebra-duas-decadas-jcb-novas-maquinas/">Valence celebra duas décadas com JCB e anuncia novas máquinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de maquinário pesado acaba de receber reforços de peso. Para coroar uma aliança estratégica ininterrupta, as aguardadas retroescavadeira JCB 3CX Plus e a escavadeira JCB 205NXT foram apresentadas ao público, marcando um novo patamar tecnológico para operações de terraplenagem e construção.</p>
<p>O destaque da nova escavadeira 205NXT fica por conta do &#8220;coração&#8221; da máquina: ela chega equipada com o potente motor Cummins F4.5M de 150 cavalos de potência, trabalhando em conjunto com uma robusta bomba Kawasaki. Essa engenharia garante torque elevado e resposta imediata nas tarefas mais exigentes.</p>
<p>Já a retroescavadeira 3CX Plus foi remodelada com base no feedback direto dos operadores de campo. O resultado é um foco cirúrgico no conforto e na produtividade, evidenciado pelo novo banco ergonômico, uma bomba de pistão altamente eficiente e impressionantes 21 saídas de ar-condicionado na cabine.</p>
<h3>Um Marco Histórico no Mercado Latino</h3>
<p>Estes lançamentos não são meras atualizações de portfólio; eles celebram os 20 anos de colaboração contínua entre o Grupo Valence e a multinacional britânica JCB. A Valence ostenta o título de maior distribuidora da marca em toda a América Latina, comercializando um arsenal de quase 30 modelos diferentes.</p>
<p>A operação cobre territórios cruciais do mapa brasileiro, incluindo Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e o Distrito Federal. Para os executivos de ambas as companhias, a durabilidade dessa parceria reflete um compromisso irredutível com o desempenho das frotas brasileiras e com o pós-venda, consolidando a presença das famosas &#8220;máquinas amarelas&#8221; nos maiores canteiros de obras do país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O salto de eficiência da nova linha de tratores diesel-elétricos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/caterpillar-d11-xe-eletrificacao-maquinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33906</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao substituir as transmissões mecânicas por sistemas híbridos, equipamentos pesados prometem cortar emissões e reduzir o consumo de combustível em até 25% nas minas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O paradigma da força bruta nos canteiros de obras e operações de mineração está cedendo espaço para a eficiência energética. Com a pressão global para a redução da pegada de carbono, as grandes fabricantes de maquinário pesado estão apostando em uma mudança drástica na engenharia dos seus equipamentos. A transição não significa abandonar o diesel do dia para a noite, mas usá-lo de forma muito mais inteligente por meio da eletrificação do trem de força.</p>
<p>Um exemplo prático dessa guinada é o desenvolvimento contínuo de dozers (tratores de esteiras) com acionamento elétrico. Liderando esse movimento, novos equipamentos chegam ao mercado substituindo a tradicional transmissão mecânica por uma configuração híbrida, onde o motor a combustão trabalha apenas como um gerador de energia constante para motores elétricos.</p>
<h3>Vantagens operacionais que pesam no bolso</h3>
<p>A lógica do acionamento elétrico (Electric Drive) elimina a necessidade de conversores de torque. Segundo dados do setor, modelos robustos voltados à mineração, como o recém-lançado D11 XE da Caterpillar, conseguem operar movendo de 5% a 10% mais material por hora.</p>
<p>No entanto, o ganho real acontece no gerenciamento do combustível e na sustentabilidade:<br />
* <strong>Economia de Diesel:</strong> A eficiência gerada pelo motor trabalhando em rotação ideal reduz o consumo em até 25% por unidade de material deslocado.<br />
* <strong>Baixa Emissão:</strong> Com o menor consumo, as emissões de gases de efeito estufa sofrem uma queda proporcional de até 25%.<br />
* <strong>Menos Manutenção:</strong> Os sistemas elétricos diminuem drasticamente as partes móveis — até 60% a menos que um sistema mecânico —, simplificando a manutenção e cortando os custos a longo prazo.</p>
<h3>Ampliando a aplicação do híbrido</h3>
<p>Enquanto as gigantes da mineração lideram a adoção, a tecnologia também escala para equipamentos de médio porte, como o D8 XE, que já oferece reduções de 10% no combustível e ganhos de 6% na capacidade de deslocamento de carga. A constância no torque e a ausência de marchas trancos garantem, ainda, uma operação mais suave e confortável para os operadores, reduzindo a fadiga em turnos extensos.</p>
<p>O futuro dos equipamentos pesados caminha em direção à total eletrificação, mas a hibridização diesel-elétrica já prova que é possível obter ganhos operacionais substanciais imediatamente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O cálculo que salva sua locadora</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/o-calculo-que-salva-sua-locadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33870</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra o ponto de equilíbrio financeiro exato entre manter mecânicos na folha de pagamento ou terceirizar os reparos preventivos de máquinas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pesadelo financeiro de qualquer locador no ramo de maquinário pesado não é o valor da parcela do financiamento, mas sim o silêncio de um motor que se recusa a pegar. No competitivo mercado brasileiro, a gestão da manutenção preventiva e corretiva é frequentemente a única linha fina que separa uma empresa altamente lucrativa daquela que vive eternamente em uma corrida estressante para apagar incêndios e renegociar dívidas.</p>
<p>A grande encruzilhada que assombra os gestores operacionais do setor é clara e direta: até que ponto financeiro vale a pena manter uma oficina mecânica internalizada, e quando o melhor cenário contábil é repassar toda a responsabilidade dos reparos para uma rede de prestadores terceirizados especializados?</p>
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<figure class=quote-card>
<blockquote class=quote-text><p>Oficina própria só compensa quando existe demanda suficiente para mantê-la ocupada.</p>
<p>A conta é simples: se a sua frota não gera serviço suficiente para ocupar um mecânico durante o mês inteiro, você pode estar pagando uma estrutura que fica ociosa boa parte do tempo.</p>
<p>E o ponto principal não é apenas o custo da manutenção. É o tempo de máquina parada.</p>
<p>Porque equipamento parado não gera diária, enquanto salário, financiamento e demais custos continuam vencendo.</p>
<p>No rental, manutenção não deve ser analisada apenas como despesa. Ela precisa ser pensada como estratégia para reduzir o tempo de máquina parada e aumentar a disponibilidade da frota.</figure>
<h3>A matemática invisível do pátio cheio</h3>
<p>De acordo com especialistas em aluguel e logística, a resposta para o dilema não reside no preço da graxa ou nas horas do mecânico, mas sim em uma regra de produtividade fundamental, porém frequentemente ignorada por locadoras de pequeno e médio porte:</p>
<ul>
<li><strong>O gatilho de viabilidade:</strong> A estruturação de uma oficina mecânica dentro do próprio pátio da locadora só compensa se a sua frota rodante for volumosa o suficiente para gerar uma demanda de serviços ininterrupta que ocupe integralmente o mecânico durante os trinta dias do mês.</li>
<li><strong>O custo do ócio:</strong> Se a sua demanda técnica não atingir esse platô produtivo contínuo, a locadora estará essencialmente pagando um salário integral, impostos e encargos trabalhistas para assistir a uma máquina que simplesmente não quebrou — um dreno invisível no fluxo de caixa.</li>
</ul>
<p>Nessa balança, o que realmente determina a viabilidade do seu modelo de negócio nunca é o custo isolado de uma simples troca de peças. A variável soberana que pode levar sua empresa à falência rápida e dolorosa atende pelo nome de <strong>tempo de máquina ociosa</strong>. Um equipamento que passa dias encostado aguardando diagnóstico não emite faturamento diário, enquanto os boletos atrelados à sua aquisição continuam a vencer implacavelmente todos os meses.</p>
<h3>Conectando problemas a soluções rápidas</h3>
<p>Para eliminar o gargalo dramático do equipamento estagnado, o mercado passou a adotar estratégias de pulverização de atendimento rápido e rastreio virtual. É neste cenário de urgência e otimização que plataformas inteligentes e redes integradoras operam. A premissa básica para o empresário contemporâneo é fugir do velho caderno de anotações e digitalizar por completo o mapa da frota.</p>
<p>Em vez de contar unicamente com a força braçal de um funcionário fixo que pode não dominar todos os sistemas eletrônicos dos maquinários novos, empresas estão se conectando diretamente a hubs de serviços que localizam prestadores de manutenção qualificados próximos ao ponto de quebra da máquina. Isso permite um tempo de resposta infinitamente superior, rastreamento online das preventivas por hora de uso e, consequentemente, uma margem de lucro protegida das intempéries mecânicas no canteiro de obras do cliente final.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústrias compram máquinas novas, mas apenas 5% automatizam processos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/industrias-compram-maquinas-novas-mas-poucas-automatizam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33836</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que parque fabril está sendo renovado, mas a integração tecnológica ainda engatinha no país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria nacional tem demonstrado disposição para modernizar seus parques fabris, mas a inovação tecnológica profunda ainda avança a passos lentos. Um levantamento recente apontou que expressivos 74% das indústrias investiram na compra de máquinas e equipamentos novos, renovando sua infraestrutura física.</p>
<h3>O Abismo da Automação</h3>
<p>No entanto, o dado que liga o alerta é que apenas 5% dessas empresas aplicaram recursos na automação de processos ou na integração de sistemas baseados em tecnologias da Indústria 4.0. Isso significa que, embora os equipamentos sejam novos, eles continuam operando sob moldes tradicionais e operacionais.</p>
<h3>Competitividade em Risco</h3>
<p>A troca do maquinário garante uma atualização necessária frente ao desgaste temporal, mas não eleva o patamar de competitividade global. Sem a adoção de sistemas inteligentes, sensores e dados para tomada de decisões, o ganho de eficiência permanece limitado.</p>
<p>Especialistas reforçam que a verdadeira revolução fabril exigirá não apenas a modernização do hardware, mas uma mudança cultural e capacitação técnica voltada diretamente para a automação e inteligência de dados.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Obras de infraestrutura aquecem vendas e locação de máquinas pesadas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/obras-infraestrutura-aquecem-vendas-maquinas-pesadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 17:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33815</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projetos de rodovias e saneamento impulsionam o mercado da Linha Amarela, com expectativa de quase 36 mil unidades comercializadas no ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O destravamento de grandes projetos de infraestrutura no Brasil está provocando um efeito em cadeia positivo, refletindo diretamente no aquecimento do mercado de máquinas e equipamentos. Obras essenciais nos segmentos de rodovias, mobilidade urbana, saneamento básico e expansão na mineração exigem um alto nível de mecanização para que os cronogramas ganhem tração e saiam do papel.</p>
<p>Como resultado, os equipamentos da chamada Linha Amarela — que englobam escavadeiras, pás carregadeiras e retroescavadeiras — voltaram a registrar números expressivos de comercialização. Após as instabilidades enfrentadas em anos recentes, as projeções para 2026 indicam vendas na casa de 35,8 mil unidades.</p>
<h3>Protagonismo nas rodovias e no saneamento</h3>
<p>Um dos principais motores dessa retomada é o pacote de concessões rodoviárias federais, que deve movimentar bilhões em investimentos a curto e médio prazo. As etapas de movimentação de terra, nivelamento e pavimentação dependem fortemente da frota amarela para garantir eficiência e produtividade nos canteiros.</p>
<p>O setor de saneamento também desponta como um forte demandante. A variedade de obras simultâneas espalhadas pelo país e os vultosos recursos direcionados para o tratamento e distribuição de água exigem a mobilização de maquinário com diferentes capacidades operacionais.</p>
<h3>O crescimento estratégico da locação</h3>
<p>Outra tendência que vem ganhando consistência no setor construtivo é o modelo de locação. Com a necessidade de otimizar custos e garantir disponibilidade rápida de maquinário para frentes de trabalho temporárias, as construtoras estão alugando cada vez mais.</p>
<p>Esse segmento de aluguel deve superar a marca de R$ 52 bilhões, mostrando que, para muitas empresas, o acesso flexível à mecanização é mais vantajoso do que a imobilização de capital na compra de frotas próprias em larga escala. Esse panorama de retomada e inovação no acesso às máquinas será o grande foco dos próximos encontros e feiras setoriais previstos para o ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Divergência de dados marca balanço de negócios em feira agropecuária</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/divergencia-dados-balanco-negocios-feira-agropecuaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33793</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto organização do evento celebra crescimento recorde, pesquisa de associação industrial aponta retração expressiva nas vendas de maquinário no Sul.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fechamento de contas de uma das maiores feiras do agronegócio nacional acabou se transformando no centro de um embate metodológico e estatístico. No encerramento da Expointer 2026, realizada em Esteio, no Rio Grande do Sul, duas visões completamente diferentes sobre a movimentação financeira foram apresentadas ao público, revelando a complexidade de medir os humores do agronegócio brasileiro em tempos desafiadores.</p>
<p>De um lado, um levantamento setorial indicou retração, enquanto dados oficiais ostentaram recordes históricos, levantando dúvidas sobre os parâmetros utilizados na captação dessas informações.</p>
<h3>Visões opostas sobre as vendas</h3>
<p>Segundo dados revelados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o ímpeto de compra dos produtores rurais durante a feira esteve cerca de 25% mais tímido do que no evento de 2025. O estudo, que consultou o termômetro comercial entre as empresas associadas à entidade presentes na feira, espelhou a cautela predominante no setor primário.</p>
<p>Na contramão dessa percepção de esfriamento, a organização oficial do evento — representada também pelo sindicato gaúcho da categoria (Simers) — projetou um panorama extremamente otimista. Os organizadores divulgaram que as perspectivas de negócios atingiram expressivos R$ 5,46 bilhões. Esse salto representaria uma expansão surpreendente de 45% sobre os R$ 3,75 bilhões negociados no ano anterior.</p>
<h3>Contexto macroeconômico e o peso das metodologias</h3>
<p>Em nota para justificar o descompasso entre as cifras, a Abimaq argumentou que a discrepância pode ter raízes na disparidade de amostragem e nas abordagens de pesquisa adotadas pelas instituições. A associação ressaltou que a ausência de detalhes sobre os critérios oficiais dificulta uma comparação técnica direta entre os balanços.</p>
<p>Contudo, para representantes das indústrias, a queda detectada na feira reflete de forma mais fiel a realidade crua do campo nos últimos meses. De acordo com lideranças do segmento de maquinário, o setor acumula uma redução drástica de 26% no faturamento ao longo do ano, influenciada por margens mais espremidas dos produtores, variações climáticas e a cautela na aprovação de novos financiamentos rurais. Dessa forma, a promessa de negócios bilionários anunciada pelos organizadores foi recebida com ressalvas por parte dos fabricantes de máquinas agrícolas que operam no mercado nacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor projeta retomada na venda de máquinas agrícolas no semestre</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-agricolas-queda-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 18:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33772</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impulsionada por feiras do agronegócio e linhas de crédito como o Plano Safra, indústria busca reverter a retração acumulada no início do ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após enfrentar um primeiro semestre desafiador, a indústria de máquinas e equipamentos agrícolas concentra suas esperanças na segunda metade do ano para alavancar os negócios. Movimentada por tradicionais feiras agropecuárias e pela recente injeção de recursos via Plano Safra, a expectativa do setor é estimular o produtor rural a destravar os investimentos em renovação de frota que foram adiados ao longo dos últimos meses.</p>
<p>O clima de retomada busca mitigar o impacto de uma retração acentuada. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as vendas entre janeiro e julho registraram R$ 26,2 bilhões, o que representou uma queda de 25,8% em relação ao mesmo período de 2025. Contudo, variáveis recentes como a melhora nas cotações de <em>commodities</em> fundamentais, a exemplo da soja e do milho, sinalizam um respiro e um cenário de médio prazo mais atrativo para a aquisição de novos ativos.</p>
<h3>Envelhecimento da frota e tratores de baixa potência</h3>
<p>Um dos principais motores dessa demanda represada é a necessidade de eficiência operacional. Executivos de grandes fabricantes, ouvidos pela consultoria Safras &amp; Mercado, apontam que a prolongada baixa no volume de vendas resultou no envelhecimento dos tratores e colheitadeiras nas propriedades. Com equipamentos mais antigos, os custos operacionais disparam e o risco de atrasos durante as janelas climáticas cada vez mais curtas compromete a rentabilidade final da safra.</p>
<p>Curiosamente, o mercado não retraiu por igual. Tratores de menor porte, especialmente aqueles com potência abaixo de 80 cv voltados para pequenas propriedades e horticultura, têm caminhado na contramão da crise. Esse nicho, altamente impulsionado por linhas como o Pronaf e por um forte desejo de mecanização no campo, continua apresentando projeções robustas de crescimento, blindando parte da indústria contra as incertezas macroeconômicas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vendas de reboques ganham fôlego e setor mira recuperação até o fim do ano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/recuperacao-vendas-implementos-rodoviarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 19:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33750</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o impulso do programa Move Brasil, mercado de implementos rodoviários reverte quedas acentuadas e projeta empatar com os números do exercício anterior.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de implementos rodoviários apresentou uma melhora consistente no volume de vendas no acumulado do ano, sinalizando uma possível equiparação com os resultados do ciclo anterior. O impacto positivo de iniciativas de renovação de frota, aliado a uma demanda aquecida, ajudou a frear a retração que marcava o início do calendário.</p>
<h3>Impacto das ações de incentivo</h3>
<p>O aquecimento nas negociações recentes é atribuído diretamente à eficácia do programa Move Brasil, que estimulou transportadoras e operadores logísticos a renovarem seus equipamentos. A Associação Nacional das Empresas Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir) confirmou que as facilidades oferecidas pelo programa estancaram a curva de queda e deram novo suporte à atividade fabril, criando um cenário de otimismo para o último trimestre.</p>
<h3>Números mostram recuperação</h3>
<p>No segmento de produtos pesados, que inclui reboques e semirreboques, o intervalo de janeiro a agosto registrou a comercialização de 46.959 unidades. O montante representa uma redução de apenas 1,62% em comparação aos 47.731 itens vendidos na mesma etapa do ano passado, uma diferença inferior a 800 unidades.</p>
<p>Quando considerado o mercado geral, a indústria despachou 95.513 implementos no período, frente a 98.203 em 2025. Apesar de apontar um déficit de 2,73%, a taxa já é bem menos severa que o recuo de 4,77% que havia sido medido até o mês de julho. Na categoria de carrocerias sobre chassis, a variação foi ligeiramente maior, com queda de 3,79% após 48.554 entregas.</p>
<h3>Perspectivas para o encerramento do ano</h3>
<p>A expectativa das lideranças do setor é que a continuidade dos incentivos, somada à realização da feira Fenatran no mês de novembro, impulsione ainda mais a tomada de pedidos. Se a tendência atual se confirmar, o mercado interno poderá repetir o volume de 149 mil unidades comercializadas em 2025.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/recuperacao-vendas-implementos-rodoviarios/">Vendas de reboques ganham fôlego e setor mira recuperação até o fim do ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
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		<item>
		<title>Falta de mão de obra acelera uso de IA nos canteiros de obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/escassez-mao-obra-acelera-introducao-inteligencia-artificial-canteiros-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33696</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fabricantes globais investem em robótica e inspeções autônomas para criar gêmeos digitais, otimizando a segurança e a produtividade da indústria pesada.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crônica escassez de mão de obra qualificada na indústria pesada e na construção civil está forçando as empresas a anteciparem a adoção de tecnologias de fronteira. Para suprir a falta de profissionais e garantir o avanço dos cronogramas, o setor tem recorrido cada vez mais à inteligência artificial física e à robótica avançada diretamente nos canteiros de obras.</p>
<p>Um exemplo prático dessa revolução tecnológica foi a recente aliança firmada entre gigantes da fabricação de equipamentos pesados e startups focadas em autonomia. O objetivo central é desenvolver soluções que consigam transformar observações cruas de campo em dados estruturados, em tempo real, sem a necessidade de intervenção humana constante.</p>
<h3>Gêmeos digitais e inspeções autônomas</h3>
<p>A primeira onda dessa inovação já pode ser observada através da implementação de inspeções autônomas. Veículos robotizados estão sendo programados para mapear as instalações industriais e de construção, criando visualizações dinâmicas conhecidas como &#8220;gêmeos digitais&#8221;. Essa replicação virtual do canteiro permite que os engenheiros identifiquem riscos estruturais, atrasos ou problemas operacionais antes mesmo que eles afetem a linha do tempo do projeto.</p>
<h3>O canteiro de obras do futuro</h3>
<p>A aplicação de IA não visa substituir a força de trabalho humana, mas sim otimizar a segurança e a produtividade frente a um cenário de recursos humanos limitados. A visão para os próximos anos é a de um ecossistema conectado, onde as máquinas inteligentes assumem as tarefas repetitivas e de alto risco, deixando o monitoramento, o planejamento e a gestão estratégica para as equipes de engenharia, marcando uma nova era de eficiência no desenvolvimento da infraestrutura global.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Juros elevados mantêm pressão e vendas de máquinas agrícolas recuam</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/queda-vendas-maquinas-agricolas-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indústria de implementos sofre nova retração em julho, mas aposta em feiras e programas de crédito para recuperação no segundo semestre.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O elevado custo de captação financeira e a política monetária restritiva seguem sufocando a capacidade de investimento no campo. A falta de crédito acessível tem postergado a renovação das frotas de maquinário, resultando em um impacto direto nas esteiras de produção industrial do país, refletindo o compasso de espera do produtor rural brasileiro.</p>
<h3>Balanço negativo no mês e no ano</h3>
<p>Esse cenário restritivo foi quantificado recentemente pela associação representativa do setor. Em julho, as vendas de máquinas agrícolas e implementos totalizaram 4,86 bilhões de reais, o que representou uma contração de 2,1% em comparação a junho, e uma forte queda de 27,5% quando confrontado com o mesmo mês do ano anterior. O acumulado dos sete primeiros meses não traz alívio: os 26,2 bilhões de reais movimentados indicam uma retração expressiva de quase 26% frente a 2025.</p>
<h3>Expectativas para o futuro próximo</h3>
<p>Apesar dos números preocupantes, a indústria vislumbra a possibilidade de um alívio sazonal iminente. A aposta recai sobre o tradicional pico de negociações que ocorre no terceiro trimestre. Para reverter o viés negativo, a associação concentra suas esperanças na efetividade de programas federais de financiamento, como o Moderfrota e o Pronaf, aliados à ligeira recuperação nas cotações internacionais das principais commodities, fatores que podem destravar o apetite de compra no campo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Mineração aposta em IA para lucrar sem abrir novas minas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/mineracao-estrategia-sem-novas-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custos ambientais e regulatórios forçam o setor extrativista a adotar Inteligência Artificial para extrair mais valor das plantas já existentes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A era de cavar buracos incessantemente em busca de novos lucros está passando por uma drástica revisão estratégica. Com o licenciamento ambiental cada vez mais rigoroso, além de altos custos regulatórios e de capital, as empresas de mineração mudaram a rota: o novo ouro é a <strong>produtividade das minas que já existem</strong>.</p>
<h3>Inteligência Artificial no Canteiro</h3>
<p>Ao invés de gastar bilhões desbravando novos territórios, os gestores do setor estão investindo pesadamente em inteligência artificial, aprendizado de máquina (machine learning) e gêmeos digitais (digital twins). O objetivo? Extrair o último centavo de valor dos ativos instalados.</p>
<p>A otimização algorítmica permite que as plantas extratoras tomem decisões autônomas, balizando em tempo real a recuperação mineral com o volume processado. O Brasil tem despontado como uma verdadeira incubadora continental dessas soluções. Especialistas da Rockwell Automation destacam que o maquinário pesado já absorveu investimentos bilionários nas últimas décadas, mas os processos humanos não acompanharam a escalada produtiva. A IA atua justamente preenchendo essa lacuna operacional.</p>
<h3>Desafios da Expansão Interna</h3>
<p>Otimizar uma planta em pleno vapor, no entanto, é trocar o pneu com o caminhão andando. Modificar processos fabris enquanto a mineração opera diariamente exige manobras de extrema complexidade.</p>
<p>Além da óbvia ameaça cibernética em redes agora superconectadas, se uma falha sistêmica da nova tecnologia travar as esteiras, a planta pode perder a rentabilidade prometida pela inovação. O segredo que divide as mineradoras líderes das ultrapassadas não é apenas comprar os melhores algoritmos, mas garantir infraestrutura de dados sólida e o treinamento contínuo de equipes. Afinal, a tecnologia que não ensina o humano a operar melhor, acaba perdendo sua validade quando a tela do computador é desligada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>ALERTA: Indústria se preocupa com o aumento no preço de máquinas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/jornada-menor-pode-encarecer-maquinas-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem o necessário repasse em ganhos produtivos, a redução legal da carga horária para menos de 44 horas forçaria repasse de 6,2% aos consumidores</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate em torno do encurtamento da jornada de trabalho ganhou um balde de água fria do setor industrial. Segundo cálculos recém-divulgados pela Abimaq e pelo Sindimaq, se o Brasil aplicar o corte compulsório da semana de 44 horas e instituir dois dias de descanso remunerado sem nenhuma contrapartida de eficiência, o saldo será um aumento de <strong>6,2% nos preços</strong> dos equipamentos.</p>
<h3>A Matemática do Custo-Hora</h3>
<p>A entidade elaborou o impacto baseado na perda de 9% no tempo produtivo diário das fábricas que compõem a base nacional do setor. A matemática é simples e cruel com as finanças industriais: para uma linha de produção fabricar o exato mesmo número de máquinas trabalhando menos, será obrigatório a adesão a horas extras excessivas (+55,2%) ou a contratação de novos quadros funcionais (+9,8%).</p>
<p>A somatória resultaria no inchaço de 9% nas folhas de pagamentos, uma margem insustentável para a maioria das empresas. Como os <strong>custos fixos estruturais</strong> (manutenção do pavilhão, maquinário contínuo e aluguéis) continuam correndo a cada minuto, independentemente da carga horária do operador humano, a única saída corporativa é dissolver a despesa na ponta. O custo final do maquinário aumenta, reduzindo a margem ou ferindo o bolso do cliente.</p>
<h3>O Abismo do &#8220;Custo Brasil&#8221; e Alternativas</h3>
<p>Para a indústria de equipamentos pesados, repassar 6% ao consumidor significa cavar um fosso de competitividade perante a importação. Hoje, o temido Custo Brasil — entrelaçado na burocracia, taxas e logística deficiente — já encarece a produção nacional em 26% frente aos estrangeiros.</p>
<p>Aumentar os custos em decorrência da jornada de trabalho faria as empresas nacionais perderem licitações e orçamentos para os rivais asiáticos e europeus.</p>
<p>Ao invés da imposição imediata, a Abimaq sugere que a discussão siga outras quatro frentes vitais de <strong>produtividade</strong>: qualificar a mão de obra, inserir tecnologias inteligentes e IA nas fábricas, promover um ecossistema econômico estável e investir em gestão processual. Assim, as empresas podem eventualmente absorver a redução de carga através da eficiência que a robótica proporciona, e não por força puramente burocrática, preservando negociações focadas nas peculiaridades de cada setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Massey Ferguson lança nova linha compacta para o pequeno produtor</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/massey-ferguson-mf-2700-expointer-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33586</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desenvolvida em conjunto com o grupo europeu Same Deutz-Fahr, a série MF 2700 chega à Expointer 2026 com foco em custo-benefício e versatilidade para propriedades de menor porte</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Massey Ferguson chegou à Expointer 2026 com uma estratégia clara para ampliar sua presença entre os pequenos e médios produtores rurais brasileiros: a nova série MF 2700, linha de tratores compactos desenvolvida em parceria com o grupo europeu SDF (Same Deutz-Fahr). A escolha da maior feira agropecuária do Brasil — realizada em Esteio (RS) entre os dias 29 de agosto e 6 de setembro — para o lançamento não é coincidência. É o palco certo para alcançar o público ao qual a linha se dirige.</p>
<h3>O que define a série MF 2700</h3>
<p>Os tratores da linha MF 2700 operam com potências entre 35 cv e 60 cv, equipados com motores mecânicos de três cilindros projetados para oferecer robustez com simplicidade de manutenção. A transmissão de oito velocidades foi pensada para facilitar a operação em áreas menores e espaços reduzidos, sem exigir grande curva de aprendizado do operador.</p>
<p>Os modelos atendem aos padrões internacionais de emissão Stage 3A e incluem, dependendo da versão, sistema hidráulico com controle de descida, trava hidráulica, tomada de força independente e capacidade de levante adequada para diferentes implementos. A plataformagem em parceria com a SDF é o principal diferencial: garante escala global de produção, o que se reflete no custo de aquisição e, especialmente, no custo de peças e manutenção ao longo da vida útil do equipamento.</p>
<h3>Aplicações e perfil de produtor</h3>
<p>A versatilidade da linha é um dos argumentos centrais da marca. A série MF 2700 foi desenhada para trabalhar em horticultura, fruticultura, produção de grãos em pequena escala, pecuária e serviços gerais dentro da propriedade, incluindo transporte interno. Seu tamanho compacto permite operar em espaços onde tratores maiores não chegam — um ganho prático para quem trabalha com cultivos em fileiras ou em terrenos acidentados.</p>
<p>O lançamento reforça o movimento da Massey Ferguson de ocupar o segmento de entrada do mercado de tratores no Brasil, historicamente dominado por marcas de menor custo. Com o respaldo técnico da parceria SDF e a presença consolidada da marca no país, a estratégia é oferecer ao produtor de menor porte uma opção com credencial internacional e suporte de rede local.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Case aposta em etanol e telemetria para o futuro da construção</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/case-etanol-telemetria-maquinas-construcao-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricante apresenta pá-carregadeira a etanol em fase de testes e revela que 100% de seus equipamentos saem de fábrica com telemetria embarcada</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fábrica da CNH em Contagem (MG) recebeu em 2025 um aporte de US$ 13,8 milhões — cerca de R$ 73 milhões — para modernização de suas instalações, reforçando o papel estratégico de Minas Gerais na operação global da Case Construction Equipment. A unidade produz cinco das oito linhas de produtos da marca e é o centro mundial de fabricação de tratores de esteira. Dois terços da produção abastece o mercado brasileiro; um terço vai para exportação.</p>
<p>Foi nesse cenário de investimento que a Case revelou, entre os dias 18 e 20 de agosto, no Centro de Experiência de Construções (CEC), em Sarzedo (MG), que 100% dos equipamentos de construção fabricados em Contagem já saem de fábrica com telemetria embarcada. A tecnologia permite monitorar dados operacionais em tempo real, apoiar a manutenção preditiva, analisar desempenho e tornar mais eficiente a gestão de frotas — sem necessidade de retrofit.</p>
<p>O Case Experience, evento realizado no CEC para clientes, parceiros e imprensa, reuniu também o destaque mais aguardado da programação: a pá-carregadeira Case 721E a etanol. O equipamento é um projeto-conceito ainda em fase de testes, desenvolvido a partir da plataforma já existente do modelo 721E e adaptado às demandas do setor sucroalcooleiro. Sem previsão imediata de comercialização, a máquina foi projetada para operar com etanol produzido pelas próprias usinas, o que pode reduzir a dependência do diesel e as emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>Para atender às aplicações com materiais de baixa densidade — como o bagaço de cana —, a máquina recebeu configurações específicas: caçamba de maior capacidade e pneus adequados para garantir tração e estabilidade em superfícies irregulares com acúmulo de material.</p>
<p>Inaugurado há pouco mais de um ano, o CEC ocupa 962 m² e foi construído com investimento de R$ 12 milhões. O espaço reúne salas de treinamento, auditório, oficina conectada, recursos de realidade aumentada e campo de provas com áreas de asfalto e terra para demonstrações e validações de equipamentos.</p>
<p>&#8220;A experiência prática é fundamental para aproximar nossos clientes e parceiros das tecnologias que estamos desenvolvendo. Fazer isso em Minas Gerais torna esse encontro ainda mais especial e estratégico para a Case, pela relevância do estado para o nosso negócio e pela nossa presença produtiva&#8221;, destacou Henrique Sá, líder da Case Construction Equipment para a América Latina.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Lançamentos no setor de máquinas são destaque em evento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/lancamentos-no-setor-de-maquinas-sao-destaque-em-evento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conectividade, inteligência artificial e eletrificação estarão no centro das discussões e lançamentos da 17ª edição do Concrete Show</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 17ª edição do Concrete Show reúne, de 25 a 27 de agosto, mais de 450 marcas expositoras no São Paulo Expo para apresentar lançamentos e novidades em máquinas pesadas e equipamentos para construção civil. Entre os destaques estão novos modelos de autobombas, betoneiras e fresadoras lançados por fabricantes alemães e chineses — muitos deles inéditos no mercado brasileiro. O evento serve também como palco para o anúncio de tendências tecnológicas que os fabricantes identificam como centrais para o setor nos próximos anos: conectividade, inteligência artificial e eletrificação.</p>
<h3>Liebherr: nova linha de autobombas desenvolvida para o Brasil</h3>
<p>A alemã Liebherr escolheu o Concrete Show para apresentar ao mercado brasileiro sua nova geração de autobombas e bombas rebocáveis para concreto — equipamentos até então ausentes do portfólio local da empresa. &#8220;Desenvolvemos essa linha para atender às necessidades do mercado brasileiro e latino-americano. Com esse lançamento, ampliamos nossa atuação também na etapa de distribuição do concreto, oferecendo soluções que combinam alta produtividade, robustez e manutenção facilitada&#8221;, afirmou Gian Romano, gerente divisional de Tecnologia do Concreto da Liebherr.</p>
<p>O executivo destaca a fabricação nacional como diferencial: a estrutura local garante suporte técnico ágil, disponibilidade de peças originais e maior disponibilidade mecânica, fatores críticos para clientes que operam sob pressão de prazo.</p>
<h3>Schwing-Stetter: bomba para até 70 pavimentos e betoneiras de nova geração</h3>
<p>A Schwing-Stetter apresentará a autobomba XS10022MA, projetada para bombeamento em altura de edifícios de até 70 pavimentos — equipamento relevante diante do avanço da verticalização nas grandes cidades brasileiras. Completam o portfólio os modelos XS8010GB e XS12013GB para operações de alto volume, além das novas autobetoneiras AM8FHC e AM10FHC, desenvolvidas para rápida absorção de agregados e homogeneização mínima do concreto.</p>
<p>Para o presidente da Schwing-Stetter, Renato Torres, o cenário de juros elevados tornou os clientes mais criteriosos: &#8220;Eles priorizam confiabilidade, disponibilidade mecânica e suporte técnico especializado&#8221;. O executivo antecipa também o lançamento de autobetoneiras elétricas montadas sobre caminhões da XCMG, previsto para o final de 2026.</p>
<h3>Chinesas ampliam presença: XCMG, Zoomlion e o portfólio de lançamentos</h3>
<p>A XCMG Brasil apresentará a Fresadora XM1005H e a Vibroacabadora RP505, ampliando sua estratégia no segmento de pavimentação. Já a Zoomlion leva três novidades: a autobomba K110-13R, uma betoneira de 10 m³ para caminhões de quatro eixos e a perfuratriz modelo 255R, para aplicações com estaca hélice.</p>
<p>Completam o evento marcas como Putzmeister, Fiori e Yanmar — esta última com miniescavadeiras das séries SV e VIO e rompedor SB40. O conjunto de lançamentos confirma que o mercado brasileiro, mesmo pressionado por juros e custos operacionais, mantém-se como destino prioritário para os grandes fabricantes mundiais de equipamentos para construção.</p>
<h3>Informações do evento</h3>
<p><strong>Evento:</strong> Concrete Show 2026 — 17ª edição<br />
<strong>Data:</strong> 25 a 27 de agosto de 2026<br />
<strong>Horário:</strong> Das 13h às 20h<br />
<strong>Local:</strong> São Paulo Expo — Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 — São Paulo/SP<br />
<strong>Site oficial:</strong> <a href="https://www.concreteshow.com.br" target="_blank" rel="noopener">concreteshow.com.br</a></p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sotreq expande sua estrutura para o sistema de ferrovias</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/sotreq-expande-sua-estrutura-para-o-sistema-de-ferrovias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33516</guid>

					<description><![CDATA[<p>Representante da Caterpillar no Brasil atende Vale, MRS, Rumo, FTL e VLI com foco em motores industriais, peças e serviços para locomotivas e equipamentos de via</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/sotreq-expande-sua-estrutura-para-o-sistema-de-ferrovias/">Sotreq expande sua estrutura para o sistema de ferrovias</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sotreq Cat, representante oficial da Caterpillar no Brasil, anunciou a criação de uma equipe exclusiva dedicada ao mercado ferroviário. A estrutura tem foco na comercialização de motores industriais, fornecimento de peças e prestação de serviços especializados para operadoras de locomotivas e fabricantes de equipamentos (OEMs) que atuam na malha ferroviária brasileira.</p>
<h3>Clientes de peso na carteira ferroviária</h3>
<p>A empresa já atende operadoras de referência no setor: Vale, MRS Logística, Rumo, FTL e VLI compõem a carteira ferroviária da Sotreq. A criação de uma estrutura dedicada — com profissionais especializados e interlocução direta — busca dar mais agilidade no atendimento a um mercado onde o tempo de resposta é crítico para a continuidade das operações.</p>
<h3>Por que o setor exige especialização</h3>
<p>Wilson Junior, consultor multiproduto da Sotreq, explica que máquinas de manutenção de via — responsáveis pelo nivelamento e alinhamento dos trilhos — são ativos de altíssima disponibilidade exigida: &#8220;Quando uma dessas máquinas para, toda a cadeia logística é impactada, gerando prejuízos diretos para as operadoras.&#8221; A disponibilidade de peças e suporte técnico imediato, portanto, é tão estratégica quanto o próprio equipamento.</p>
<p>O consultor acrescenta que a nova estrutura permite oferecer &#8220;soluções sob medida para cada operação&#8221;, diferentemente do atendimento convencional, que tende a tratar o setor ferroviário como extensão do mercado de construção ou mineração.</p>
<h3>Brasil investe pouco na malha, mas movimenta volumes expressivos</h3>
<p>Segundo Wilson Junior, o Brasil ainda investe proporcionalmente pouco na expansão e modernização de sua malha ferroviária em comparação com outros países. Ainda assim, o setor movimenta volumes expressivos de cargas — especialmente minério de ferro e grãos — que dependem de equipamentos em perfeito estado para manter a competitividade das cadeias produtivas.</p>
<p>A decisão de estruturar uma equipe dedicada posiciona a Sotreq para capturar oportunidades em um segmento com perspectivas de crescimento, à medida que projetos de concessão e ampliação de corredores logísticos avançam no país.</p>
<h6>Fonte: Assessoria de Imprensa</h6>
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		<title>Deere aposta em virada do agronegócio em 2027 após dois anos de queda</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/deere-recuperacao-maquinas-agricolas-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33490</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fabricante revisou projeção de lucro para US$ 4,75 bi a US$ 5 bi no exercício, enquanto CEO aponta melhora nos estoques de usados e nos pedidos da nova frota</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Deere &amp; Company, fabricante dos icônicos tratores verdes e amarelos, projeta 2026 como o fundo do poço do atual ciclo de máquinas agrícolas e aposta em uma recuperação consistente a partir de 2027. O CEO global da companhia, John May, divulgou comunicado afirmando que os indicadores recentes — especialmente a evolução dos estoques de equipamentos usados e o ritmo dos pedidos de novos produtos — sustentam o otimismo para o próximo ano fiscal.</p>
<h3>Revisão da previsão de lucro</h3>
<p>Acompanhando a divulgação das perspectivas setoriais, a Deere ajustou sua estimativa de lucro líquido para o exercício em curso, fixando a faixa entre US$ 4,75 bilhões e US$ 5 bilhões — acima da projeção anterior, que variava de US$ 4,5 bilhões a US$ 5 bilhões. A revisão para cima, ainda que modesta, reflete a estabilização das condições do setor, com os esforços da empresa de redução voluntária de produção contribuindo para o equilíbrio entre oferta e demanda de máquinas.</p>
<h3>O que gerou o ciclo de baixa</h3>
<p>A pressão sobre as vendas de maquinário agrícola acumulou-se ao longo de vários anos. A combinação de preços relativamente baixos das principais commodities — que reduziram o poder de compra dos produtores rurais — com custos mais altos de fertilizantes e combustíveis comprimiu as margens do setor e adiou decisões de renovação de frota em diversas regiões produtoras globais.</p>
<h3>Sinais de recuperação no horizonte</h3>
<p>O cenário começa a mudar com a alta recente nos preços do trigo, que atingiu os maiores patamares desde 2024, impulsionada por ondas de calor, secas e pela escalada dos conflitos entre Rússia e Ucrânia — que geram incertezas sobre o volume de exportações pelo Mar Negro. Se os preços dos grãos continuarem em trajetória ascendente, os agricultores terão mais fluxo de caixa disponível para modernizar o parque de máquinas.</p>
<p>O setor de fabricantes, no entanto, exibe perspectivas divergentes. A CNH Industrial elevou suas projeções anuais e também aposta na retomada em 2027, citando o envelhecimento da frota como vetor de demanda reprimida. Já a AGCO manteve postura mais cautelosa, reduzindo estimativas diante da pressão contínua de insumos sobre os produtores rurais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Bamaq debuta em evento no Norte com novos equipamentos da linha amarela</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/bamaq-debuta-em-evento-no-norte-com-novos-equipamentos-da-linha-amarela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:22:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33473</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresa participará pela primeira vez da feira agropecuária do Amazonas, que espera 230 mil visitantes, 600 expositores e R$ 260 milhões em negócios</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bamaq Máquinas marca presença pela primeira vez na Exposição Agropecuária do Amazonas (Expoagro), realizada entre os dias 16 e 23 de agosto, no Parque Multiuso Dr. Eurípedes Ferreira Lins, no quilômetro 2 da BR-174, em Manaus. A participação inaugura a atuação da empresa no principal evento do agronegócio amazônico, consolidado como vitrine de tecnologia e máquinas voltadas à produção rural da região Norte.</p>
<h3>48ª edição com recordes esperados de público e negócios</h3>
<p>A 48ª Expoagro projeta a presença de aproximadamente 600 expositores e um público estimado em 230 mil visitantes ao longo dos oito dias de evento. O volume esperado de negócios alcança R$ 260 milhões, com entrada gratuita para todos os visitantes — elemento que amplia o acesso de produtores rurais de diferentes portes à programação comercial e técnica da feira.</p>
<h3>Portfólio da New Holland em destaque no estande</h3>
<p>No estande da Bamaq Máquinas, os visitantes terão contato direto com equipamentos da linha amarela da New Holland Construction, segmento voltado a maquinário de construção e terraplanagem aplicado ao ambiente agropecuário. As máquinas em exposição cobrem diferentes etapas das operações rurais, desde a preparação do solo e abertura de estradas internas até a manutenção da infraestrutura das propriedades.</p>
<p>A participação na Expoagro representa para a Bamaq uma oportunidade de ampliar sua presença no mercado da região Norte, onde a demanda por equipamentos de alta produtividade cresce junto com a expansão das fronteiras agrícolas do Amazonas.</p>
<h3>Importância estratégica do evento para o setor</h3>
<p>A Expoagro é considerada o maior vitrine do agronegócio do Amazonas e um ponto de encontro entre produtores, fabricantes, distribuidores e financiadores do setor. Edições anteriores registraram crescimento consistente em volume de negócios e no número de marcas participantes, consolidando a feira como termômetro das tendências e da tecnologia disponível para o campo amazônico.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Aporte em P&#038;D e IA eleva receita de fabricantes de bens de capital</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/inovacao-tecnologica-industria-maquinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33456</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa, inteligência artificial e soluções focadas em descarbonização impulsionam a receita de gigantes dos setores aeroespacial, médico e automotivo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de bens de capital e equipamentos de precisão consolida-se como um dos principais motores do avanço tecnológico na indústria brasileira. Dados do ranking Valor Inovação Brasil 2026 destacam empresas que transformaram o aporte contínuo em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) no pilar central de expansão de seus negócios.</p>
<h3>Foco em P&amp;D e desenvolvimento de soluções customizadas</h3>
<p>Na liderança do segmento, a Embraer destina cerca de 5% de seu faturamento anual a projetos de inovação. A estratégia tem se refletido nos resultados financeiros, uma vez que produtos desenvolvidos nos últimos anos respondem por até 50% da receita corrente da companhia no mercado aeronáutico global.</p>
<p>No setor de tecnologia médica, a Siemens Healthineers investiu R$ 15 milhões em P&amp;D no último ano, somando mais de R$ 120 milhões aplicados no país na última década. Entre os destaques estão a tomografia por contagem de fótons e sistemas de operação remota de ressonância magnética, desenvolvidos localmente e exportados para a rede global da marca.</p>
<h3>Eficiência energética e transição ecológica</h3>
<p>A refrigeração comercial e industrial também passa por transformações motivadas pela sustentabilidade. A Nidec Global Appliance (detentora da marca Embraco) direciona até 4% de sua receita líquida para pesquisa. A empresa desenvolveu compressores de velocidade variável que utilizam fluido natural R290, reduzindo o peso do equipamento pela metade e diminuindo o consumo de matérias-primas e energia.</p>
<p>No segmento de componentes estruturais para transporte pesado e maquinário agrícola, a Tupy faturou R$ 9,7 bilhões e aplicou R$ 46 milhões em novos negócios, incluindo inteligência artificial, motores a biocombustíveis e reciclagem de baterias. Já a Schulz investiu R$ 33,1 milhões em projetos de indústria 4.0 e predição veicular em tempo real para frotas de caminhões.</p>
<h3>Parcerias com universidades e ecossistema de startups</h3>
<p>Um ponto comum entre as líderes do setor é a integração com centros de excelência acadêmica, como USP, UFSC, UFC e IPT, além do ecossistema de startups. A colaboração estratégica acelera a aplicação de conceitos de inteligência de dados, descarbonização e reutilização de resíduos industriais, garantindo maior competitividade no mercado internacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Máquinas elétricas e autônomas impulsionam exportações chinesas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-construcao-china-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33428</guid>

					<description><![CDATA[<p>Setor movimentou US$ 34,3 bilhões no primeiro semestre de 2026, com carregadeiras elétricas crescendo 82% e fábricas adotando linhas de produção com inteligência artificial</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carregadeiras que dispensam combustível, escavadeiras controladas por 5G e linhas de montagem supervisionadas por câmeras com inteligência artificial. O pacote tecnológico embarcado nas máquinas de construção chinesas ajuda a explicar por que as exportações do setor saltaram 21,7% no primeiro semestre de 2026, totalizando US$ 34,373 bilhões segundo a Associação Chinesa da Indústria de Máquinas de Construção.</p>
<h3>Equipamentos elétricos lideram a transformação</h3>
<p>A eletrificação dos canteiros e das minas foi o motor mais visível dessa expansão. No acumulado do semestre, as fabricantes chinesas comercializaram 25.445 carregadeiras elétricas, crescimento de 82,4% sobre o mesmo intervalo de 2025. Para o mercado externo, foram 1.643 unidades — um avanço de 172% nas exportações dessa categoria específica.</p>
<p>A aplicação prática já acontece em larga escala. No Vietnã, uma mina opera com mais de 120 máquinas de construção chinesas elétricas fornecidas pela LiuGong, incluindo escavadeiras, carregadeiras, tratores de esteira e caminhões de mineração. O operador relata que o custo de extração por tonelada caiu pela metade após a troca de equipamentos a diesel por modelos elétricos.</p>
<h3>Baterias para condições extremas</h3>
<p>Para viabilizar a operação em ambientes de alta temperatura e umidade, a LiuGong desenvolveu sistemas de baterias adaptados às suas escavadeiras e carregadeiras. O tempo de recarga é de aproximadamente 45 minutos, com autonomia entre oito e dez horas — suficiente para cobrir um turno completo de trabalho.</p>
<p>A economia vai além do combustível. Dados apresentados pelo setor indicam que o consumo de energia pode representar de 40% a 50% dos custos operacionais de uma mina, e equipamentos elétricos consomem cerca de um terço da energia gasta por máquinas convencionais. A redução de componentes mecânicos no sistema de transmissão também diminui a necessidade de manutenção periódica.</p>
<h3>Microrredes solares abastecem operações remotas</h3>
<p>Para minas distantes da rede elétrica convencional, fabricantes chineses passaram a oferecer infraestrutura integrada que combina painéis solares, armazenamento em baterias, estações de recarga e fornecimento móvel de energia. Essas microrredes permitem alimentar frotas inteiras de equipamentos elétricos em locais onde a conexão com a rede de distribuição seria inviável ou cara demais.</p>
<h3>Vendas externas crescem em todas as regiões</h3>
<p>A demanda veio de mercados diversificados. As exportações para a União Europeia atingiram US$ 3,626 bilhões, alta de 28,9%. Os países da ASEAN absorveram US$ 5,561 bilhões em máquinas de construção chinesas, crescimento de 23,6%. Já os participantes da Iniciativa do Cinturão e Rota receberam US$ 14,723 bilhões em equipamentos, o que representou 42,83% do total exportado e um acréscimo de 9,13% frente ao ano anterior.</p>
<p>Em volume, as empresas do setor embarcaram 531,5 mil unidades no período, avanço de 25,8%. Entre 2020 e 2025, o valor das exportações quase triplicou, consolidando a China como fornecedora dominante do segmento global de equipamentos pesados.</p>
<h3>Fábricas autônomas e operações por 5G</h3>
<p>A automação também avança na ponta final da cadeia. A LiuGong planeja colocar carregadeiras autônomas em operação no Reino Unido e na Austrália até o final deste ano, além de caminhões elétricos de mineração capazes de operar sem motorista ao lado de veículos tripulados. A empresa ainda oferece controle remoto via 5G para escavadeiras de até 135 toneladas.</p>
<p>Dentro das fábricas, a digitalização redesenha a produção. Na unidade de escavadeiras da LiuGong, modelos de 13 a 200 toneladas compartilham as mesmas linhas de montagem, e sistemas de visão computacional com IA fiscalizam desvios durante o processo. Em março, a planta produziu mais de 1.500 escavadeiras, alta de 77,5% sobre o mesmo mês de 2025 e recorde mensal da instalação.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Com receita de R$ 586 milhões, empresa de locação consolida força no setor</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/com-receita-de-r-586-milhoes-empresa-de-locacao-consolida-forca-no-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33406</guid>

					<description><![CDATA[<p>A líder nacional em locação de maquinário pesado comemora o forte crescimento puxado pelos setores do agronegócio e obras de infraestrutura.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estratégia de terceirização de frotas continua demonstrando sua força no mercado nacional. A Armac, maior companhia de locação de equipamentos pesados do Brasil, anunciou um resultado histórico em seu mais recente balanço, registrando uma receita bruta que ultrapassou a marca de R$ 586 milhões no trimestre.</p>
<p>Esse salto financeiro robusto reflete a mudança de mentalidade entre gestores de grandes obras e operações agrícolas. Para evitar a descapitalização que acompanha a compra de maquinário e fugir da complexidade da manutenção, empresas estão optando por alugar suas linhas amarelas, transformando custo de capital (CAPEX) em despesa operacional (OPEX).</p>
<h3>Diversificação e capilaridade</h3>
<p>O diferencial que alavancou os números da Armac foi a diversificação de seu portfólio de clientes. Tradicionalmente forte na construção civil, a companhia investiu pesadamente na customização de equipamentos para mineração e para o agronegócio, setores que demandam alta disponibilidade mecânica em ambientes de difícil acesso.</p>
<p>Para sustentar esse crescimento, a empresa precisou ampliar drasticamente sua estrutura logística de peças de reposição e oficinas móveis. Ao garantir que o maquinário alugado não passe longos períodos parado em manutenção, a Armac consolidou a confiança do mercado, pavimentando o caminho para novos recordes de faturamento no curto e médio prazo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Tracbel apresenta inovações para operações florestais</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/tracbel-inova-operacoes-equipamentos-florestais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33298</guid>

					<description><![CDATA[<p>A fabricante amplia seu portfólio no Brasil com equipamentos pesados focados em aumentar a produtividade e a segurança na extração de madeira.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atenta à demanda crescente de um dos setores mais pujantes do agronegócio nacional, a Tracbel anunciou recentemente um pacote de novidades voltado exclusivamente para as operações florestais. A fabricante e distribuidora de maquinário pesado decidiu expandir seu leque de atuação trazendo equipamentos desenhados para suportar o rigor extremo da colheita e do processamento de madeira em solo brasileiro.</p>
<p>O segmento florestal no Brasil é mundialmente reconhecido por sua altíssima produtividade, impulsionada pelo cultivo de eucalipto para as indústrias de celulose e papel. No entanto, esse ritmo acelerado exige máquinas robustas, que não apenas suportem trabalhar 24 horas por dia em terrenos acidentados, mas que também consigam fazê-lo consumindo menos combustível e exigindo menos pausas para manutenção.</p>
<h3>Tecnologia embarcada para o campo</h3>
<p>As novas soluções apresentadas pela Tracbel trazem, como grande trunfo, uma enorme carga de tecnologia embarcada. Escavadeiras florestais adaptadas e harvesters de última geração agora contam com sistemas avançados de telemetria que permitem ao gestor da frota monitorar, em tempo real e à distância, a saúde da máquina, a produção de toras e até o comportamento do operador.</p>
<p>Além da produtividade bruta, as cabines redesenhadas receberam atenção especial no quesito segurança e conforto, isolando as severas condições climáticas e acústicas do ambiente florestal. Com esses lançamentos, a Tracbel se posiciona de forma agressiva para disputar a liderança do fornecimento em um mercado que não demonstra sinais de desaceleração nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de especialistas reacende debate na mineração</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/falta-especialistas-reacende-debate-mineracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33270</guid>

					<description><![CDATA[<p>A carência de profissionais qualificados para manutenção de frotas pesadas impulsiona o mercado de terceirização de equipamentos no setor minerário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de mineração é reconhecida pela severidade de suas operações e pela dependência de máquinas pesadas para manter a produtividade. Recentemente, um gargalo operacional tem tirado o sono de gestores: a severa escassez de especialistas e técnicos capacitados para a manutenção preventiva e corretiva de frotas complexas nos canteiros de obras.</p>
<p>Com a evolução tecnológica dos equipamentos, que agora incorporam sistemas digitais avançados e telemetria, o mecânico tradicional já não consegue atender a todas as demandas de diagnóstico. Essa falta de mão de obra qualificada resulta em máquinas paradas por mais tempo, gerando prejuízos milionários que forçaram o setor a buscar novas abordagens operacionais.</p>
<h3>Terceirização como solução estratégica</h3>
<p>A saída que vem ganhando tração entre as mineradoras é a terceirização das frotas de equipamentos (&#8220;rental&#8221;). Ao invés de imobilizar capital comprando máquinas e internalizar os custos de treinamento de equipes de manutenção, as empresas estão optando por alugar o maquinário pesado, transferindo a responsabilidade pela manutenção (e a disponibilidade da máquina) para as empresas locadoras.</p>
<p>Esse modelo de contrato, frequentemente atrelado ao nível de disponibilidade física da máquina (uptime), garante que a mineradora mantenha seu foco exclusivo na extração do minério. O aquecimento desse modelo de negócios impulsiona grandes fabricantes a investirem na capacitação de suas próprias redes de concessionários, criando um ciclo onde a prestação de serviços se torna tão importante quanto a venda do maquinário.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BB inicia financiamento integral de máquinas agrícolas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/banco-do-brasil-financia-maquinas-agricolas-move/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33249</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo formato do programa Move promete cobrir até 100% do valor dos equipamentos, facilitando a modernização tecnológica no agronegócio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco do Brasil (BB) acaba de lançar uma ofensiva expressiva para acelerar a mecanização do campo brasileiro. Através de atualizações no programa Move, a instituição financeira passou a disponibilizar linhas de crédito que cobrem até 100% do valor de aquisição de máquinas e implementos agrícolas novos, removendo a barreira da entrada financeira inicial para muitos produtores.</p>
<p>A flexibilidade inédita visa atender desde o pequeno agricultor até as grandes corporações rurais que buscam renovar suas frotas sem descapitalizar o caixa corrente. Ao cobrir o valor total das máquinas, o programa incentiva a substituição de equipamentos antigos por modelos mais eficientes, conectados e com menor emissão de carbono.</p>
<h3>Mecanização acelerada no agronegócio</h3>
<p>Especialistas em crédito rural avaliam que a medida do BB chega em um momento estratégico, em que o agronegócio demanda alta produtividade por hectare para driblar a oscilação nos preços das commodities. O acesso facilitado a tratores, colheitadeiras e pulverizadores de última geração permite uma redução imediata nos custos de operação e de colheita.</p>
<p>O programa Move também deve aquecer a indústria de equipamentos pesados no Brasil. Concessionárias e fabricantes projetam um salto no volume de vendas nos próximos meses, puxado pela segurança de uma linha de crédito sólida ofertada por um banco público. Com financiamentos estendidos e 100% subsidiados, a agricultura nacional dá mais um passo decisivo rumo à transição para o campo digital.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fabricante JCB amplia rede e alcança 71 pontos no Brasil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/jcb-expande-rede-brasil-71-pontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expansão das unidades de atendimento pelo país reflete o compromisso da marca em oferecer suporte ágil a operações de construção e agronegócio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A JCB, uma das líderes globais em maquinário pesado, acaba de consolidar uma importante etapa de seu projeto de expansão no território brasileiro. Com a inauguração de novas filiais e revendas parceiras, a marca celebrou recentemente a marca de 71 pontos de atendimento distribuídos estrategicamente por todas as regiões do país.</p>
<p>O movimento estratégico de capilarização visa garantir um suporte técnico mais rápido e eficiente para os proprietários de equipamentos. Em setores dinâmicos como a construção pesada e o agronegócio, onde máquinas paradas representam prejuízos imediatos, ter um ponto de assistência e de reposição de peças próximo ao cliente é um diferencial competitivo essencial.</p>
<h3>Foco no pós-venda e presença local</h3>
<p>A ampliação da rede de distribuição também sinaliza um investimento de longo prazo da JCB na infraestrutura nacional. Ao se aproximar dos polos agrícolas do Centro-Oeste e das grandes obras de infraestrutura no Sudeste e Sul, a fabricante consegue adaptar seu portfólio de retroescavadeiras e manipuladores telescópicos às realidades e exigências específicas de cada bioma e canteiro de obras.</p>
<p>Executivos da companhia destacam que a meta não é apenas vender novas unidades, mas estabelecer um ciclo de confiança através do pós-venda robusto. Com o mercado de maquinário cada vez mais focado na disponibilidade operacional (uptime), a presença marcante de 71 pontos coloca a JCB em uma posição privilegiada para atender à demanda crescente pela mecanização inteligente no Brasil.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Retroescavadeira da JCB inova mercado agrícola e construtivo</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/retroescavadeira-jcb-inova-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O modelo 3CX Plus promete revolucionar a produtividade no campo e nos canteiros de obras com tecnologia de ponta e maior eficiência operacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O maquinário pesado acaba de receber uma atualização significativa com a chegada da nova retroescavadeira JCB 3CX Plus. Projetada para atender simultaneamente as altíssimas exigências da construção civil e as dinâmicas do agronegócio, a máquina foi desenvolvida com o objetivo de inaugurar uma nova era em eficiência energética e conforto para o operador.</p>
<p>Diferente de gerações anteriores, que sacrificavam a economia de combustível em favor de potência, a 3CX Plus conseguiu um equilíbrio tecnológico notável. Motores otimizados e novos sistemas hidráulicos permitem que a máquina execute movimentação intensa de terra, abertura de valas e carregamento agrícola gastando menos diesel por hora de trabalho.</p>
<h3>Tecnologia no controle das operações</h3>
<p>O conforto ergonômico e a inserção de comandos digitais são outros destaques que colocam a nova retroescavadeira em evidência. Cabines mais silenciosas, com ar-condicionado aprimorado e visibilidade estendida, garantem que o operador mantenha alto rendimento mesmo após horas de atividade em condições severas.</p>
<p>A versatilidade do modelo permite uma transição rápida entre quebrar asfalto em centros urbanos e auxiliar na colheita ou manutenção de estradas rurais. Essa flexibilidade multisetorial confirma o compromisso das grandes fabricantes em entregar equipamentos cada vez mais inteligentes, capazes de reduzir custos de frota ao centralizar múltiplas funções em uma única plataforma robusta.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Escavadeiras elétricas provam força na construção pesada</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/escavadeiras-eletricas-grande-porte-viabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33198</guid>

					<description><![CDATA[<p>Testes práticos no sul do Brasil demonstram que equipamentos zero emissão podem superar o desempenho de modelos a combustão, quebrando paradigmas na mineração e construção pesada.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transição energética nas indústrias de base está avançando sobre um de seus maiores desafios: a substituição do diesel em maquinários de grande porte. Historicamente, pairava um grande ceticismo entre engenheiros e operadores sobre a capacidade de motores elétricos entregarem a mesma força de escavação e autonomia que os tradicionais modelos a combustão, especialmente em pedreiras e movimentação maciça de terra.</p>
<p>Essas dúvidas, no entanto, estão sendo derrubadas na prática. Testes recentes com escavadeiras elétricas da classe de 23 toneladas, conduzidos no Rio Grande do Sul, revelaram que a tecnologia não apenas empata, mas em certas condições operacionais supera o desempenho do diesel. A ausência de vibração constante e a disponibilidade de torque instantâneo são fatores que transformam a experiência e a produtividade nos canteiros.</p>
<h3>Autonomia e metas ambientais</h3>
<p>O mito da baixa autonomia também tem sido solucionado com estratégias de logística operacional. A recarga de oportunidade, realizada durante os intervalos das equipes de operadores, é suficiente para garantir turnos completos nas aplicações mais severas. Em regimes mais leves, as máquinas operam o dia todo sem interrupções, sendo recarregadas apenas à noite.</p>
<p>Além da eliminação imediata das emissões de gases de efeito estufa e da redução drástica da poluição sonora, a validação desses equipamentos elétricos representa um passo crucial para as metas globais de descarbonização até 2040. A adoção por empresas pioneiras no Brasil sinaliza que o mercado está pronto para unir responsabilidade ambiental com rentabilidade e alta eficiência na engenharia pesada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Venda de máquinas recua com espera por novas taxas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/mercado-maquinas-agricolas-queda-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33178</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vendas no setor amargam queda superior a 21% no primeiro semestre, refletindo a cautela dos produtores rurais frente às incertezas de crédito.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de equipamentos para o campo encerrou a primeira metade do ano em ritmo de retração. Dados recentes apontam que o volume de negócios no segmento encolheu 21,3% no primeiro semestre, um reflexo direto do comportamento cauteloso adotado pelos produtores rurais nos últimos meses.</p>
<p>De acordo com análises da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o freio nas aquisições não indica necessariamente uma crise estrutural, mas sim um movimento estratégico. O produtor tem evitado comprometer seu capital à espera das novas regras e taxas de juros que tradicionalmente acompanham o anúncio do Plano Safra.</p>
<h3>Cautela no campo e impactos na indústria</h3>
<p>O período de entressafra de crédito costuma gerar um hiato natural nas vendas, mas o impacto sentido este ano foi particularmente forte. Meses como junho e julho, que marcam a transição para o novo ciclo de financiamentos, viram muitos negócios serem paralisados nas concessionárias.</p>
<p>A hesitação dos agricultores é compreensível. Com o custo dos equipamentos em patamares elevados e margens de lucro espremidas pela oscilação no preço das commodities, garantir um financiamento com juros subsidiados faz toda a diferença na viabilidade da operação.</p>
<h3>Expectativa de retomada</h3>
<p>Apesar do tombo inicial, as perspectivas para a segunda metade do ano carregam um tom de otimismo contido. Representantes da indústria acreditam que, com a entrada em vigor das novas condições de crédito e a liberação de recursos governamentais, a demanda reprimida comece a se converter em vendas reais.</p>
<p>Ainda assim, o desafio para o setor de máquinas e implementos será acelerar o passo para compensar as perdas do início do ano, torcendo para que a liberação de crédito chegue rapidamente à ponta final e permita ao produtor investir na modernização de sua frota.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Máquinas compactas ganham espaço nos canteiros de obras via locadoras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-compactas-ganham-espaco-via-locadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas buscam agilidade e redução de despesas com o aluguel de equipamentos versáteis, atraindo a atenção de multinacionais para o Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dinâmica da construção e da infraestrutura nacional está ditando um novo ritmo para o mercado de equipamentos pesados. Ao invés de imobilizar capital com a compra de grandes frotas, construtoras estão migrando em peso para o aluguel. Essa mudança de comportamento foi um dos temas centrais durante a 4ª edição da Analoc Rental Show, que ocorreu em São Paulo, reunindo grandes nomes do setor.</p>
<h3>O foco na versatilidade</h3>
<p>A necessidade de atuar em grandes centros urbanos, onde o espaço para manobra é cada vez mais limitado, provocou uma corrida por inovação. Atentas a isso, marcas globais como a Manitou estão trazendo para o Brasil máquinas que combinam força e tamanho reduzido. O destaque fica por conta dos manipuladores telescópicos compactos, que permitem o içamento de cargas pesadas em terrenos apertados com facilidade de locomoção.</p>
<p>Segundo representantes da Analoc, associação do setor, as locadoras hoje exigem ativos que possam ser utilizados em múltiplas frentes de serviço. Essa flexibilidade é vital para garantir o retorno sobre o investimento, já que o equipamento não fica parado no pátio esperando um tipo específico de obra.</p>
<h3>Infraestrutura puxa o crescimento</h3>
<p>A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) corrobora o bom momento, indicando que a retomada de obras civis é o combustível principal desse aquecimento. Com a chegada de maquinários mais tecnológicos e eficientes, fornecidos por players internacionais, a percepção é de que o mercado de locação brasileiro está subindo de patamar e se profissionalizando rapidamente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Inovação em bombeamento e economia de combustível são apostas para a Concrete Show 2026</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/inovacao-bombeamento-concrete-show-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com foco em eficiência, fabricante alemã exibe novas linhas de maquinário que prometem corte de custos e maior rentabilidade nas operações em canteiros de obras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reduzir gastos sem comprometer o fluxo de trabalho tem sido a grande meta das empresas voltadas à construção civil e infraestrutura. Seguindo essa máxima de eficiência operacional, maquinários que aliam tecnologia e economia dominam os estandes da feira Concrete Show 2026, marcada para acontecer entre 25 e 27 de agosto no espaço do São Paulo Expo, na capital paulista.</p>
<h3>Combustível e custo-benefício em foco</h3>
<p>Uma das principais atrações da exposição responde diretamente à necessidade de barateamento das operações com maquinário pesado. A pá-carregadeira L 538 Plus será o carro-chefe entre as ferramentas de escavação por apresentar até 30% menos gasto de combustível em comparação com modelos tradicionais. Segundo os desenvolvedores da marca Liebherr, responsável pelo veículo, a economia advém da diminuição do peso operacional sem que isso comprometa o limite de carregamento.</p>
<h3>Novas bombas para concreto</h3>
<p>O transporte e manejo de argamassas também passará por modernizações através do debute de inéditas <strong>bombas para concreto</strong> das classes THS e THP. A série THS 30 — no formato rebocável com uso de pneus — se vale da facilidade de acesso a peças e lubrificação integrada, focando na flexibilidade para projetos diversos. Já a variante sobre chassi de caminhão, THP 50, chama a atenção por agregar mecanismos de segurança duplos (hidráulicos e mecânicos) e comando à distância via wireless.</p>
<p>Segundo os representantes da linha comercial da fornecedora, as novidades chegam ao território nacional justamente para blindar as concreteiras contra interrupções de manutenção, garantindo que o tempo útil no campo seja o máximo possível.</p>
<h3>Robustez nas betoneiras</h3>
<p>Para o segmento de mistura e transporte de grandes massas cimenteiras, as apostas residem nas novas opções de betoneiras HTM 804 e HTM 1004. Com volumes úteis de 8 e 10 metros cúbicos, respectivamente, as máquinas evidenciam características estruturais desenvolvidas para alongar o tempo de vida do implemento e alavancar a quantidade de cimento entregue a cada jornada, maximizando os ganhos das frotas pesadas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Máquinas agrícolas enfrentam tarifa de 37,5% nos EUA</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/maquinas-agricolas-taxacao-eua-37-porcento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cumulatividade de sanções tarifárias e leis retaliatórias estadunidenses prejudicam gravemente a competitividade do maquinário brasileiro e geram apreensão no setor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos motores vitais das exportações da indústria de base nacional sofreu um baque severo devido a uma escalada repentina na tributação norte-americana. As autoridades de Washington D.C. aprovaram taxações punitivas em efeito cascata que, ao se acumularem, atingem assombrosos 37,5% de carga para os produtos do <strong>setor de máquinas agrícolas</strong> exportados pelo Brasil.</p>
<p>A bomba tributária foi moldada por duas frentes de ação distintas e recém-ativadas. A primeira é um acréscimo tarifário de 25% ancorado na Seção 301, que alega práticas desleais de comércio. Não bastasse a primeira pesada ancoragem, o governo americano adicionou uma taxa suplementar de 12,5%, atrelada a supostas restrições na cadeia de trabalho, que enforcou totalmente a margem de negociação dos fabricantes brasileiros de tratores, plantadeiras e colheitadeiras pesadas.</p>
<h3>Efeito cascata na cadeia produtiva</h3>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) já alertou sobre o volume absurdo de mercadorias na mira dessa manobra. Aproximadamente quatro mil tipos de produtos da pauta nacional de exportação estão na zona de impacto. Para os gestores das fábricas de implementos agrícolas, absorver mais de trinta por cento de impostos novos inviabiliza a assinatura de qualquer contrato concorrencial nos Estados Unidos, que até então despontavam como parceiros estratégicos.</p>
<p>As entidades empresariais, como a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), sinalizam pânico quanto ao futuro de linhas de montagem inteiras voltadas à demanda externa, temendo paralisações e quebra de cadeias de suplementos locais.</p>
<h3>Impasse geopolítico em aberto</h3>
<p>Brasília respondeu classificando a nova onda de encargos como descabida e ilegítima. Nos corredores da diplomacia comercial (MDIC), a hipótese de retaliar o revés com as ferramentas legais de reciprocidade tem ganhado ecos, sugerindo a sobretaxação reversa aos estadunidenses. Contudo, essa estratégia preocupa as fábricas.</p>
<p>Envolver-se em uma retaliação prolongada pode cristalizar as tarifas atuais, jogando no chão os lucros das exportadoras brasileiras pelos próximos anos. Para o <strong>setor de máquinas agrícolas</strong>, o momento exige cautela extrema e uma intervenção ágil para que o aço fabricado no Brasil volte a arar, livremente, o solo exterior.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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