O metro quadrado da construção paulista ficou mais caro em setembro. O CUB paulista, calculado pelo SindusCon-SP para o padrão R8-N, foi apurado em R$ 2.238,58 por metro quadrado, após alta de 0,13% no mês. O Custo Unitário Básico acumula 5,40% de avanço em 2026 e 6,17% em 12 meses.
Os três componentes subiram
Todos os grupos que formam o índice registraram aumento em setembro:
- Mão de obra: +0,11% no mês, 5,61% no ano e 6,23% em 12 meses;
- Materiais: +0,15% no mês, 5,10% no ano e 6,07% em 12 meses;
- Despesas administrativas: +0,27% no mês, 5,66% no ano e 6,55% em 12 meses.
Obras com desoneração da folha
Para empreendimentos incluídos na desoneração da folha de pagamentos, o CUB variou 0,14% em setembro, com 7,29% no acumulado do ano e 8,08% em 12 meses. O custo médio chegou a R$ 2.162,78 por metro quadrado, distribuído assim:
- R$ 1.199,90 em mão de obra;
- R$ 900,56 em materiais;
- R$ 62,32 em despesas administrativas.
Insumos que mais pesaram
No mês, as maiores altas ficaram com o fio de cobre antichama isolante de 750 V e 2,5 mm² (1,59), a porta lisa para pintura de 3,5 x 70 x 210 cm (1,06) e a emulsão asfáltica com elastômero para impermeabilização (1,03). Apenas o fio de cobre superou o IGP-M, que subiu 1,57 no período.
Em 12 meses, os destaques foram o fio de cobre (13,87), o cimento CPE-32 em saco de 50 kg (11,15) e a marmita nº 8 (10,96). As três variações ficaram acima do IGP-M, que acumulou 3,34% no intervalo.


