
Arquitetura pós-moderna: como o estilo ganhou novos contornos em Minas Gerais e se espalhou pelo Brasil
“Éramos, antes de tudo, indisciplinados. Fazíamos uma arquitetura de surpresa, revolta e reencontro.” A análise da arquiteta Jô Vasconcellos, um dos vértices do escritório mineiro Três Arquitetos – ao lado de Éolo Maia (1942-2002) e Sylvio de Podestá – permanece precisa, embora se refira a um trabalho com mais de 40 anos de história. Brindados com o recente reconhecimento de seu legado para a cultura nacional, ela e Podestá continuam na ativa, individualmente. Carimbado com o selo de pós-moderno, o grupo peitou o modernismo vigente na passagem dos anos 1970 para os 1980, contestando algumas de suas posturas. Parece difícil reprovar a









