Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 12:05
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Engenharia

Lajes aliviadas de concreto: conheça essa tecnologia que auxilia no aliviamento de cargas estruturais

A engenharia e a arquitetura são responsáveis pela construção do mundo não natural que habitamos. Exemplos delas estão por todo o nosso redor e fazem parte do nosso dia-a-dia. Muitas das estruturas resultantes de seus trabalhos seguem sistemas já conhecidos pela maioria da população. Mas as tecnologias evoluem a todo o momento e muitas ideias novas são apresentadas constantemente como soluções para projetos desenvolvidos pelos profissionais nestas áreas. É o caso das lajes aliviadas de concreto. O que seriam as lajes aliviadas de concreto? Imagine a construção de uma grande estrutura de prédio, com vários níveis diferentes. Consegue pensar no peso que todo este conjunto de elementos teria? Será

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70% das empresas brasileiras de construção planejam usar tecnologia BIM em até dois anos

De acordo com o Mapeamento de Maturidade BIM Brasil, realizado pela Sienge, fornecedora de solução para construção civil, em parceria com Grant Thornton, 70% das empresas de construção brasileiras pretende adotar a metodologia BIM nos próximos dois anos. Atualmente, 38,4% das empresas participantes do estudo já utilizam o BIM, principalmente, nas regiões Sul e Sudeste do País. O levantamento também contou com o apoio da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e Sinduscon/CE. A sigla BIM vem do conjunto de palavras em inglês que significa “Building Information Modeling” e é a base da metodologia que envolve o processo de modelagem tridimensional durante o ciclo

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Inteligência artificial, presente ou futuro?

Quando falamos de inteligência artificial, logo pensamos em 2100, quando na verdade já estamos vivendo o futuro que tanto falávamos no passado. Sabe porque é natural pensarmos em inteligências artificiais para daqui há 80 anos? Porque somos sugeridos a pensar na historia em linha reta. Ou seja, quando imaginamos o progresso dos próximos 30 anos, olhamos para o progresso dos 30 anos anteriores como um indicador do que realmente acontecerá. Mas se analisarmos, essa ideia é errônea, pois quanto mais os anos passam, mais a tecnologia aumenta as suas “quilometragens por hora”, então quanto mais tempo, mais rápida fica. Se pararmos para pensar

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Melhoria de processos, por onde começar?

Melhoria de processos não é uma ferramenta ou uma metodologia apenas, melhoria contínua é a cultura de procurar estar sempre melhor. Muitas pessoas acabam se confundindo quando falam sobre esse tema, muitas delas relacionam a algumas ferramentas específicas e por conta disso acabam “diminuindo” toda rede de metodologias e ferramentas que podem ser utilizadas em conjunto para alcance contínuo de bons resultados. MAS QUAIS SÃO ESSAS FERRAMENTAS? Poderíamos passar por diversas páginas aqui falando sobre as ferramentas e metodologias existentes para melhoria de processos, mas nesse post quero trazer ao seu conhecimento, os principais (que são geralmente mais usados e ensinados),

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A engenharia e o terceiro setor no agronegócio brasileiro

O terceiro setor é responsável por mobilizar um grande volume de recursos humanos e materiais para auxiliar o Estado e o setor privado a suprir as necessidades da sociedade, impulsionando o desenvolvimento social e garantindo os direitos humanos. No agronegócio, o terceiro setor tem sua participação na defesa do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado voltado à produção e satisfação das necessidades alimentares. A engenharia, por sua vez, tem papel fundamental no ambiente agrícola, sendo importante para minimizar danos ao meio ambiente, otimizar a utilização de recursos e aperfeiçoar técnicas de produção. Como engenharia e terceiro setor atuam juntos no agronegócio? egundo o Relatório de Brundtland, publicado

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Ceará e mais dois estados do Nordeste receberão R$ 4,1 bi em investimentos privados em energia solar

A Furnas anunciou, nesta sexta-feira (13), a contratação de 15 empreendimentos de energia solar, para comercialização a partir de 2024. No total, serão mil megawatts de potência instalada, distribuídos entre os estados da Bahia, do Ceará e da Paraíba. A decisão foi resultado de leilão realizado na quinta-feira (12) pela estatal, para compra de longo prazo de energia elétrica incentivada de novos empreendimentos de fontes eólica e solar no Ambiente de Contratação Livre (ACL). O investimento privado estimado pelas empresas responsáveis pelos ativos é de cerca de R$ 4,1 bilhões. “O aumento da participação da energia solar e eólica na matriz elétrica é um fenômeno mundial.

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