
Falta de lançamentos empurra classe média para imóveis antigos
Com intenção de compra no maior patamar histórico, compradores da faixa de renda intermediária encontram escassez de imóveis adequados ao bolso.

Com intenção de compra no maior patamar histórico, compradores da faixa de renda intermediária encontram escassez de imóveis adequados ao bolso.

Integrar tecnologias autônomas na rotina das empresas é essencial para evitar fracassos e ampliar a competitividade.

Redução progressiva da Selic devolve poder de compra às famílias e injeta previsibilidade para que construtoras acelerem lançamentos no país.

Com juros altos e crédito restrito, empresas optam pela locação de salas comerciais, que valorizou 11,21% em agosto de 2026, ante 2,20% nos preços de venda, segundo FipeZAP.

Embora o Banco Central tenha reduzido a taxa básica, o custo dos financiamentos imobiliários continua sendo um obstáculo para o setor construtivo.

Com o crédito restrito afetando o alto padrão, o programa Minha Casa, Minha Vida se consolida como o grande motor de vendas e lançamentos na capital.

Enquanto os cancelamentos de contratos disparam por conta do endividamento, o mercado imobiliário tenta atrair bancos privados para salvar projetos populares.

Lançamentos caem pelo quarto ano seguido e representam apenas 1 a cada 5 novas unidades no Brasil.

Diante da alta taxa Selic, escolher a rua certa em metrópoles como São Paulo é mais importante do que apostar apenas na valorização geral de um bairro.

Mercado imobiliário local aquece as vendas e impulsiona faturamento bilionário na construção civil ao longo do primeiro semestre.