Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 17:43
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Imóveis

Aluguel subiu 13,5% em 2024; veja quais capitais têm preço mais alto

O preço médio do aluguel residencial no país subiu 13,5% em 2024, de acordo com o Índice FipeZap. O valor do metro quadrado (m²) alcançou R$ 48,12, de acordo com o levantamento. A alta supera a inflação oficial, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, é uma desaceleração em relação aos dois anos anteriores: 2022 (16,55%) e 2023 (16,16%). A pesquisa é parceria entre a plataforma de anúncio de imóveis Zap e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). “O levantamento acompanha os

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Mercado imobiliário no Brasil deve crescer 20% puxado por imóveis de alto padrão

O mercado imobiliário no Brasil é muito resiliente. Passou por várias crises no país e situações críticas na economia e o mercado se recuperou rapidamente. Depois veio a pandemia, o mercado despencou, mas, com a mesma rapidez, subiu novamente e, em menos de dois meses, estava ativo. Fechou 2020 no mesmo patamar de 2019. Em 2021, o mercado cresceu 26%, um grande crescimento em relação ao primeiro ano da pandemia. Em 2022, o crescimento foi de 12% e 2023 em torno de 20%. “Tenho convicção absoluta que, em relação à 2024, haverá um crescimento em torno de 20%”, disse o presidente

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Como a volta ao trabalho presencial impacta o mercado de escritórios em 2025

No auge da pandemia, o home office chegou a ser celebrado como o futuro do trabalho. Cinco anos depois, o cenário é outro: cada vez mais companhias retomam o modelo presencial, que era norma no mercado corporativo antes do isolamento. Grandes corporações globais, como Amazon, AT&T e o jornal Washington Post, além de bancos de Wall Street, já exigiram o retorno dos funcionários em regime totalmente presencial neste ano. Entre as brasileiras, o modelo híbrido ainda é o mais adotado, com 57% de adesão. Os dados foram compilados em uma pesquisa da KPMG divulgada no segundo semestre de 2024 e mostraram que o escritório continua

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Imóveis em SP têm maior valorização em 10 anos, mostra índice FipeZAP

O preço de venda de imóveis residenciais na capital paulista aumentou 6,56% durante o ano de 2024, segundo o índice FipeZAP, divulgado na terça-feira, 7. É a maior valorização desde 2014, quando o percentual de aumento foi de 7,33%. Apesar do marco, os preços de imóveis em São Paulo não subiram tanto em comparação com as outras capitais brasileiras. Em 2024, Curitiba (PR), Salvador (BA) e João Pessoa (PB) tiveram as maiores valorizações nos imóveis residenciais, com crescimentos de 18%, 16,38% e 15,54%, respectivamente. Com relação ao preço médio de venda, São Paulo tem o terceiro maior dentre as capitais, custando R$

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Caixa não resiste à escalada dos juros no País e sobe taxa do crédito imobiliário

A Caixa Econômica Federal não resistiu à escalada dos juros no Brasil e elevou as taxas do crédito imobiliário nesta virada de ano, seguindo o mesmo caminho de instituições financeiras privadas, como Itaú e Santander, que também já haviam promovido reajustes. O movimento tende a esfriar as compras e as vendas de imóveis no País nos próximos meses. Na Caixa, o aumento na taxa foi de 1 a 2 pontos porcentuais, de acordo com a modalidade, conforme dados divulgados pelo banco a pedido do Estadão/Broadcast. O reajuste passou a valer em 2 de janeiro. Até dezembro de 2024, a Caixa oferecia como taxa de juros a Taxa Referencial (TR), mais 8,99%

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Como a reforma tributária vai afetar quem vende, compra ou aluga imóveis?

A regulamentação da reforma tributária vai delinear como o novo sistema tributário será aplicado no Brasil gradualmente a partir de 2026. As novas regras foram apresentadas na forma do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, aprovado no último dia 17 de dezembro pelo plenário da Câmara dos Deputados. O projeto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A reforma tem como principal efeito a unificação de cinco tributos — ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias) , ISS (Imposto sobre Serviços), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) — em uma cobrança

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