Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 20:45
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Imóveis

Preço de imóveis registra maior valorização em 10 anos; Veja cidades mais caras

Os imóveis residenciais ficaram 0,76% mais caros em julho deste ano no Brasil, de acordo com o Índice FipeZAP, divulgado pelo DataZAP. Esta é a maior valorização imobiliária desde janeiro de 2014. Só em 2024, o preço de venda de imóveis ficou 4,34% mais caro e, nos últimos 12 meses, a alta foi de 6,53%.  Entre as capitais, as maiores valorizações foram observadas em Salvador (+2,44%), São Luís (+1,76%) e Curitiba (+1,43%). De acordo com o índice, apenas as capitais Campo Grande (-0,63%) e Maceió (-0,05%) viram os imóveis ficarem mais baratos no último mês.  Considerando os últimos 12 meses, Curitiba (+14,65%), Goiânia

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Mercado imobiliário aponta custos de produção como principal desafio do setor

A maior dificuldade enfrentada pelo mercado imobiliário é o custo de produção. Pelo menos é isso que mostra um estudo realizado pela Brain Inteligência Estratégica, em parceria com o GRI Club, que ouviu líderes do setor. Em custo de produção encaixam-se, por exemplo, os gastos com mão de obra, materiais de construção, depreciação e outras despesas indiretas.  O segundo maior desafio do setor, na visão dos executivos, são os processos de aprovação em órgãos reguladores. “A execução de um projeto imobiliário depende da anuência dos órgãos de fiscalização e controle, que vão desde secretarias municipais, nas prefeituras, até autarquias estaduais, como

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Para setor imobiliário, reforma tributária conseguiu atenuar impacto no preço de imóveis

O setor da construção vê avanços na reforma tributária, ainda que não tenha conseguido aprovar os redutores de alíquota que desejava. Para o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o maior progresso obtido foi a “aproximação à neutralidade tributária” (não ter aumento de imposto). Nas contas dos dirigentes, a neutralidade não foi atingida, mas poderia ter sido pior. Na última semana, em relatório enviado ao Senado, os redutores de alíquota aplicados à atividade de incorporação imobiliária subiram de 40% para 50% e avançaram de 60% para 70% na locação — ainda é menos do que os 60% e 80% pedidos pelas entidades setoriais. “Embora

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Vendas de imóveis no país crescem 19,7% de janeiro a setembro

As vendas de imóveis em todo o país cresceram 19,7% de janeiro a setembro, na comparação com o mesmo período de 2023. Os lançamentos imobiliários aumentaram 17,3%, e o Valor Geral de Vendas (VGV) subiu 21%. As unidades enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) representaram 58,7% dos lançamentos e 43,6% das vendas. Até novembro, cerca de 500 mil unidades do MCMV haviam sido contratadas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11) pelo SindusCon-SP. Segundo o balanço da entidade, que representa empresas da indústria da construção paulista, na cidade de São Paulo, na comparação com o período de janeiro a setembro do

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O que muda no mercado imobiliário do Brasil para 2025

O mercado imobiliário brasileiro em 2025 promete ser um campo dinâmico e cheio de oportunidades, impulsionado por uma série de tendências que refletem mudanças econômicas, tecnológicas e comportamentais. Um dos principais fatores que deve influenciar o setor é a expectativa de queda na taxa Selic, que atualmente está em um patamar elevado. A redução dos juros pode tornar o crédito imobiliário mais acessível, estimulando tanto a demanda por imóveis quanto o investimento no setor. Com financiamentos mais baratos, muitos brasileiros poderão realizar o sonho da casa própria ou investir em propriedades, o que deve aquecer o mercado. Além disso, a sustentabilidade

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Como fica o mercado imobiliário com a Selic a 12,25% ao ano?

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, nesta quarta-feira (11), o aumento da taxa Selic de 11,25% para 12,25% ao ano. A decisão, que representa a maior alta do governo Lula, acende um sinal de alerta para o mercado imobiliário. Com a perspectiva de novos aumentos no próximo ano, investidores e incorporadores já se preparam para um cenário turbulento.  “O modelo de negócios das incorporadoras é marcado por capital intensivo e ciclo longo, portanto uma alta na taxa básica de juros afeta diretamente a margem dos empreendimentos e a geração de caixa”, aponta Ebran Theilacker, CEO da Versi,

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