Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 00:37
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Imóveis

Preço de imóveis novos deve subir com o reajuste de materiais de construção e mão de obra

Quem for adquirir a casa nova, vai encontrar preços crescentes nos próximos meses, na medida em que os custos estão pressionando as margens das construtoras. E o imóvel se valoriza já que as vendas estão aquecidas — disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia. Os materiais de construção tiveram reajuste de 5,48% nos últimos 12 meses até setembro. Há um ano, o percentual era de 3,21%. Já o custo da mão de obra subiu 7,7% no mesmo período, enquanto a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), avançou

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Mercado imobiliário paga o dobro do CDI para quem investe no projeto – não no imóvel

Comprar um imóvel na planta para posteriormente vender ou alugar é a opção mais óbvia para o brasileiro que deseja investir no mercado imobiliário – mas está longe de ser a mais rentável. Para quem está em busca de lucro, a escolha tem sido financiar projetos. Colocar o dinheiro em um condomínio inteiro ao investir em empreendimentos direto com as incorporadoras.  “O investidor entra como sócio desde a etapa zero. Tem caso em que o financiamento começa quando ainda está na escolha do terreno, e o acompanhamento vai até o final, na entrega do projeto. O risco é maior, mas o retorno também”, diz Leonardo Bersot, sócio real estate da Portofino Multi Family Office.  Estamos falando de

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Caixa Econômica Federal implementa novas regras para financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal, um dos maiores agentes de crédito imobiliário do Brasil, divulgou recentemente mudanças importantes em suas condições para financiamentos imobiliários. Essas alterações afetam diretamente quem pretende adquirir imóveis novos ou usados, impactando o mercado e exigindo um novo planejamento financeiro dos compradores. Com um cenário de alta demanda, somado a restrições de liquidez e à necessidade de ajustes nas fontes de recursos para crédito, a Caixa busca um modelo mais sustentável, com maior exigência de entrada e menor percentual de financiamento. Essas mudanças influenciam diretamente as condições de pagamento, os valores que podem ser financiados e o prazo

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Dólar alto gera cenário de incertezas para investidores do mercado imobiliário

O dólar chegou a R$ 5,869 no fechamento da última semana de outubro e alcançou o seu maior patamar desde maio de 2020 – o segundo maior da história. Atualmente, ele está cotado em R$ 5,79, mas o patamar alto coloca pressão sobre o anúncio da Selic nesta quarta-feira e pode influenciar os rumos do mercado imobiliário brasileiro. Enquanto isso, investidores e especialistas estão atentos à flutuação do dólar para tomar decisões, mas já antecipam os potenciais impactos no segmento.  “O dólar alto pode resultar tanto em efeitos positivos quanto em efeitos negativos”, ilustra Bruno Loreto, fundador da Terracotta Ventures, empresa

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Futuro da Selic preocupa o mercado imobiliário

O Brasil ocupa, hoje, a segunda posição no ranking dos maiores juros reais do mundo, atrás somente da Rússia. O juro real é constituído, entre outros fatores, pela taxa de juros nominal do país subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. Nesse cenário, um dos setores que se ressentem, mas que ainda demonstra forte dinâmica, é o da construção civil, especialmente o mercado imobiliário. A economista Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção na Fundação Getúlio Vargas/IBRE, afirma que todas as pesquisas mostram que o mercado imobiliário está batendo o recorde em lançamentos e vendas. “Esse dinamismo é

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Mercado imobiliário teme inflação, mas está otimista com futuro

Na visão de líderes do mercado imobiliário brasileiro, a economia não deve mudar muito nos próximos meses. É isso que mostra o Termômetro Imobiliário, estudo realizado pela Brain Inteligência Estratégica, em parceria com o GRI Club, que ouviu empresários e profissionais de grandes companhias do setor.  Segundo a pesquisa, 61% esperam que a economia permaneça como está nos próximos 12 meses. Já 14% acreditam que ela estará pior ou muito pior, enquanto 23% antecipam que estará melhor. O movimento indica uma percepção de estabilidade para o setor, pois no último trimestre, 24% (-1%) dos respondentes esperavam um cenário melhor e 28% (-14%)

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