Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 01:33
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Imóveis

Segmento de luxo se consolida também para usados

Um lançamento da Cyrela em parceria com o braço imobiliário do banco Safra em que brilhará o prometido maior edifício residencial de São Paulo chamou atenção para o segmento de luxo paulistano. Sem surpresa, o material promocional do Vista Cyrela Furnished by (“decorado por”) Armani/Casa não economizou nos elementos de sabor colonialista, como um vídeo de apresentação narrado exclusivamente em inglês com tons e pausas dramáticas, exploração de conceitos vagos como “horizonte” e, claro, a incorporação da grife italiana no próprio nome do imóvel. Ao lado do Jockey Club e previsto para 2028, o Vista terá duas torres, uma delas de 206 metros, só a

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Estruturas de lazer atraem novos públicos ao mercado imobiliário

Um novo destaque vem ganhando a atenção dos clientes de empreendimentos imobiliários: as áreas de lazer e entretenimento. O conceito inclui academias, piscinas e espaços gourmet, que têm se tornado fatores-chave para um público cada vez mais exigente, que busca aliar a residência a um estilo de vida. De acordo com um estudo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), 62% dos compradores de imóveis de alto padrão consideram as áreas de lazer como um dos principais diferenciais na escolha do empreendimento. O mesmo estudo aponta que esses espaços aumentam a atratividade e valorização dos projetos, o que se reflete na

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Dois a cada três brasileiros deixam de negociar imóveis pelo preço, diz Datafolha

Fator decisivo na hora de escolher um imóvel, o preço tem sido um empecilho na hora da negociação. Dois a cada três brasileiros já desistiram de alugar, comprar ou vender um imóvel com medo de fazer um mau negócio por conta do preço.  A informação é de pesquisa realizada pelo Datafolha em parceria com o Grupo QuintoAndar para identificar os desafios da população na hora de precificar um ativo residencial. Foram entrevistados mais de 2 mil inquilinos, compradores, vendedores e proprietários de imóveis em todas as cinco regiões do país (veja detalhes da metodologia abaixo). O estudo apontou que 84% dos entrevistados considera difícil obter informações

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Mesmo com travas, Caixa terá alta no crédito imobiliário

Mesmo com as restrições de recursos no mercado para lastrear empréstimos, a Caixa Econômica Federal pretende fechar este ano com R$ 25 bilhões a mais no crédito imobiliário, ultrapassando R$ 200 bilhões em contratos ativos. Executivos do banco afirmam que a meta deve ser cumprida mesmo diante das travas impostas à população de mais alta renda, que, agora, só pode financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão pelo SBPE, sistema que conta com recursos da caderneta de poupança. A redução ocorreu diante de saques maiores do que depósitos nas cadernetas motivados por opções mais vantajosas de retorno em aplicações do mercado. No FGTS, o bilionário fundo dos

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Incertezas e visão de curto prazo do governo justificam atrasos em obras públicas, aponta BCG

Frequentemente, o prazo final e os custos de uma construção ou reforma são apenas estimativas esperançosas. Imprevistos, falhas de planejamento, práticas ruins de governança e uma longa lista de obstáculos podem provocar atraso ou aumentar muito o custo de obras. Um estudo realizado pela Boston Consulting Group (BCG) mostra que essa máxima é constante em projetos desenvolvidos pelo poder público.  O relatório desenvolvido pela companhia com base na avaliação de 379 grandes empreendimentos em 14 países, incluindo o Brasil, indica que projetos de infraestrutura social apresentam uma média de atraso de 31% e um sobrecusto de 41%. Ou seja, ao redor

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Caixa reduzirá cota de financiamento e elevará entrada para imóveis

Comprar a casa própria com dinheiro da caderneta de poupança vai exigir uma entrada maior e um financiamento menor. A partir de 1º de novembro, entram em vigor as mudanças da Caixa Econômica Federal nas condições de financiamento para imóveis de até um milhão e 500 mil reais. É que o banco aumentou as restrições para a concessão de crédito para imóveis pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que financia imóveis com recursos da caderneta de poupança. Atualmente, o crédito pelo sistema financeiro da habitação, com juros mais baixos, é restrito a imóveis de um milhão e meio de

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