Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 05:01
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Imóveis

As tendências que vieram para ficar no mercado imobiliário

De tempos em tempos aparecem listas com as novidades e tendências do mercado imobiliário — e é sempre bom estarmos antenados com esse assuntos.  Recentemente a Construtora paulista Perlpan Empreendimentos apresentou uma relação das três tendências do setor que vieram para ficar. “Somos seres em transformação contínua e nossas mudanças impactam, diretamente no segmento”, afirma Fernanda Fabrini, arquiteta de produto no setor de incorporação da construtora paulista. A lista é um bom termômetro dos desejos atuais dos clientes. Ela mostra como os empreendimentos residenciais estão alinhados com a sociedade de um modo geral, conectados à comodidade, tecnologia e à preocupação com

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Capitais do Nordeste impulsionam valorização de imóveis no Brasil

Salvador (2,07%), João Pessoa (1,82%), São Luís (1,73%), Fortaleza (1,64%) e Aracaju (1,43%) foram as capitais que mais valorizaram no Brasil em agosto. O Índice FipeZAP de Venda Residencial, divulgado pelo DataZAP, indica que as capitais nordestinas foram responsáveis por impulsionar a valorização de 0,76% no último mês. E o movimento de alta na região não é recente.  Das 10 capitais que mais valorizaram em 2024, 5 estão no Nordeste: João Pessoa, Salvador, São Luís, Natal e  Fortaleza. Considerando a análise dos últimos 12 meses, também aparecem 5 capitais nordestinas entre as mais valorizadas: João Pessoa, São Luís, Natal, Salvador e Maceió.  “Sentimos que o

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Confira 5 tendências do mercado imobiliário que vieram para ficar

A construção civil está em constante evolução e sempre atenta em implementar inovações dentro dos empreendimentos. O progresso do setor nos últimos anos é reflexo da mudança de hábitos, comportamentos, desejos e necessidades da sociedade contemporânea.  Cássia Ximenes, presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato de Habitação – (CMI/Secovi-MG), acredita que os clientes das construtoras estão sempre preocupados em otimizar o seu tempo e o seu espaço. Portanto, segundo a gestora, as comodidades oferecidas pelos condomínios, como mini-mercados, family clubs, confrarias, espaços para dar banho em pets e academias completas, facilitam a vida do condômino. E o cliente valoriza, sim,

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Ceará tem previsão de mais de R$ 244 milhões em investimentos que devem gerar 10 mil empregos

O Ceará aprovou protococos de intenções de R$ 244 milhões em investimentos privados que devem gerar mais de 10 mil empregos diretos nos próximos anos. A aprovação foi concluída nesta quinta-feira (28) por meio do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado (Condec) do Governo do Estado.  Receberam validação 126 novos pleitos de protocolos de intenções; resoluções de benefícios; aditivos de contratos; isenção de impostos para importação de máquinas, equipamentos e matéria-prima, e outros assuntos.  Empresas interessadas em investir no potencial do Ceará investirão cerca de R$ 225 milhões em setores como turismo, alimentício, automotivo, calçadista e embalagens. “Estes investimentos vão beneficiar cerca de 10 municípios do

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Bancos e governo preparam ‘reforma’ para crédito imobiliário voltar a crescer

Agentes do mercado e do governo estão construindo uma agenda com diversas iniciativas para fazer o crédito imobiliário crescer nos próximos anos a partir de novas fontes de recursos. A movimentação ganhou força após ficar claro que a poupança – principal fonte para os financiamentos – não deve se recuperar após os saques de mais de R$ 200 bilhões nos últimos três anos. O entendimento é de que é preciso procurar alternativas, ou o crédito ficará escasso e caro. A participação do crédito imobiliário na economia nacional no Produto Interno Bruto (PIB) passou de 2% no início dos anos 2000 para 10% em 2015. Desde então

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Minha Casa, Minha Vida: vendas disparam 46% e puxam mercado de imóveis novos no país

Turbinado pelo governo federal, o Minha Casa, Minha Vida registrou entre abril e junho deste ano um aumento de vendas de 46%, na comparação com o segundo trimestre de 2023. O patamar é superior aos 17,9% registrados na comercialização geral de apartamentos no país no mesmo período, e apontam para uma disparada nas vendas no âmbito do programa habitacional do governo, enquanto outros setores estacionaram. Descontadas as unidades residenciais vendidas em meio ao MCMV, a variação no período é de 3,4%. Os indicadores de residências verticalizadas foram divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) nesta segunda-feira, e consideram dados

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