Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 08:17
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Imóveis

Taxação de aluguéis deve dobrar, diz entidade

Estimativas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que a reforma tributária, em regulamentação no Senado, pode mais do que dobrar a carga de impostos sobre os aluguéis. Atualmente há incidência de PIS/Cofins em transações desse tipo e, com a reforma, serão cobrados novos encargos do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Segundo a entidade, esse cenário de aumento de carga já considera as reduções de alíquota propostas no atual texto de regulamentação da reforma, que ainda pode ser alterado pelos senadores. Os cálculos se referem a transações envolvendo uma pessoa jurídica, como no caso das imobiliárias. A alíquota não

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Crédito imobiliário cresce em junho

Os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somaram R$ 16,98 bilhões em junho, elevações de 3% em relação a maio e de 28,3% comparado a junho do ano passado. Os dados são da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). No primeiro semestre de 2024, o volume financiado foi de R$ 82,1 bilhões, com aumento de 7% em relação ao primeiro semestre de 2023. Já nos 12 meses encerrados em junho, o volume financiado somou R$ 158,1 bilhões, recuo de 7,2% comparativamente ao período imediatamente anterior. Unidades financiadas Em junho,

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A mudança necessária nas LCIs para alavancar o financiamento habitacional, segundo a Abecip

Com a evolução do mercado de capitais e os saques contínuos da poupança pelo investidor, o funding do mercado imobiliário tem passado por mudanças. A poupança, apesar de ainda ser a maior financiadora do crédito imobiliário do país, com representação de um terço do total, tem reduzido a participação e perdido espaço para outras fontes de recursos. Entre as alternativas disponíveis, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) acredita que as Letras de Crédito Imobiliário, as chamadas LCIs, são as que mais poderiam ajudar a alavancar o financiamento imobiliário no país. Entretanto, o segmento, que estava em plena

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Quando as taxas de juros do crédito imobiliário devem cair?

As taxas de financiamento imobiliário não devem voltar a cair tão cedo. O custo mínimo das operações permanece estacionado em 10,49% ao ano desde 2023 e a expectativa é que fique nesse nível pelo menos até meados de 2025. “Não vejo condições para os bancos nem aumentar nem reduzir a taxa até o ano que vem”, afirma Priscilla Basso, coordenadora de crédito imobiliário da plataforma MelhorTaxa, que acompanha os dados do setor. O mercado projeta a manutenção do atual patamar da Selic, de 10,5% ao ano, por alguns trimestres, o que inviabiliza a queda das taxas do financiamento, afirma o chefe de

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Startups impulsionam mercado imobiliário no Brasil

O Brasil conta com 1.209 startups focadas no mercado imobiliário, divididas entre proptechs e construtechs. Segundo o Mapa das Construtechs e Proptechs 2024, desenvolvido pela Terracota Ventures, esse número representa um crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Juntas, essas empresas geram emprego e renda para 22 mil pessoas de forma direta. Do total de startups, 87,1% estão localizadas nas regiões Sul e Sudeste, com São Paulo abrigando 46,6% delas. Um exemplo de destaque é a proptech Meu Imóvel, uma plataforma que utiliza Inteligência Artificial para gerar leads e ajudar compradores a encontrar os melhores imóveis na capital paulista. Reconhecida por grandes

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Vendas de imóveis em Fortaleza crescem 45% no primeiro semestre de 2024

As vendas de imóveis em Fortaleza registraram crescimento de 45% no primeiro semestre do ano de 2024, em comparação ao mesmo período de 2023. O dado foi divulgado na manhã desta sexta-feira (19), pela Lopes Immobilis, cujo setor de inteligência indica “um cenário promissor para o setor imobiliário” na região. Em números aboslutos, foram comercializadas 6.683 unidades durante os seis primeiros meses do ano. Além disso, houve aumento também no Valor Geral de Vendas (VGV), que registra o acumulado dos valores comercializados: o primeiro semestre atingiu a marca de R$ 2,9 bilhões, o que é 25% a mais do que havia

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