Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 11:05
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Imóveis

Crescimento do número de famílias unipessoais e casais sem filhos impacta numa maior procura por imóveis compactos

Segundo Censo de 2022 do IBGE, nos 74,1 milhões de domicílios do país, em 15,9% (ou 11,8 milhões) viviam apenas um morador. Ainda conforme o instituto, o percentual de casais brasileiros que não querem ter filhos é de quase 20%. Mudanças demográficas afetam setor imobiliário, que vê a demanda por imóveis de metragens menores crescer A edição de 2022 do Censo Populacional realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que nos 74,1 milhões de domicílios do país, em 15,9% (ou 11,8 milhões) viviam apenas um morador, formando o que chamamos de famílias unipessoais. Também segundo o Censo, tem

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Mais da metade dos imóveis para venda são anunciados acima do preço

Estudo feito pela plataforma QuintoAndar mostra que 37% dos imóveis para locação e 54% dos imóveis para venda são publicados acima do preço. No fim, porém, somente dois em cada 10 imóveis em aluguel e menos de três em 10 à venda têm contratos fechados com o valor acima do recomendado. “A precificação do imóvel, seja para aluguel seja para venda, é um dos maiores desafios para os proprietários. Fazer pesquisas na região e consultar diversas fontes é um processo trabalhoso que costuma levar muito tempo e, mesmo assim, não garante um preço assertivo”, explica Pedro Capetti, especialista em Dados do

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Custo com aluguel pode variar 300% em São Paulo. Veja bairros mais caros e mais baratos

Nada escancara tanto as disparidades econômicas da cidade de São Paulo como o endereço. O acesso a áreas centrais da cidade, com todas as facilidades de lazer, cultura e serviço que isto traz, pode custar muitas horas no deslocamento ou um valor de aluguel bem mais alto. De acordo com um levantamento do QuintoAndar, essa disparidade pode chegar a 333%. Na Vila Olímpia, região mais cara da capital paulista, o custo do metro quadrado para locação é de R$ 101,7, segundo o Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb de maio. Ou seja, para alugar um apartamento de 100 m² no bairro da zona Oeste

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Mercado imobiliário brasileiro deve crescer 5,4% até 2029

Um estudo realizado pela Mordor Intelligence avalia que o mercado imobiliário brasileiro deve crescer 5,4% até 2029, passando dos atuais US$ 59,61 bilhões em valor de transação, para US$ 77,54 bilhões. O levantamento projetou as informações com base em análises de mercado obtidas entre 2019 e 2023. Nesse período, a pesquisa concluiu que após o período de recessão em 2020, causado pela pandemia de covid-19, o mercado imobiliário brasileiro melhorou significativamente, superando a recessão econômica, particularmente no setor residencial. Nos primeiros quatro meses de 2021, no Rio de Janeiro, foram vendidas cerca de 13.012 casas, ante 8.738 no mesmo período de 2020. Já

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Capitais do Nordeste movimentaram mais de R$ 6,6 bi em VGV

O mercado imobiliário das capitais do Nordeste movimentou mais de R$ 6,6 bilhões apenas no primeiro trimestre deste ano. Essa estimativa é resultado da análise do Valor Geral de Vendas (VGV), que engloba o valor idealizado de todos os apartamentos vendidos na região. Os dados foram divulgados durante o webinar Expectativas do Mercado Imobiliário na Região Nordeste do Brasil realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e a Brain Inteligência Estratégica. No período analisado, foram vendidos um total de 14.235 imóveis nas nove capitais nordestinas. Um dado que reforça a tendência de que o Nordeste vem atraindo cada vez mais investidores

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Selic a 10,50%: Como a taxa de juros impacta o mercado imobiliário

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic no patamar de 10,50% ao ano. E os juros são um dos maiores dilemas de quem atua no mercado imobiliário. Quando estão baixos, as construtoras tendem a acelerar seus projetos e os clientes passam a ter maior capacidade de compra. Todavia, quando estão altos, as obras andam mais devagar e o potencial de compra diminui. Nesse vaivém, as empresas do setor precisam criar estratégias para lidar com o movimento dessas taxas, que podem impactar a economia do setor tanto de forma positiva, quanto negativa. Para o desenvolvimento de obras que unem o lucro, as boas margens das construtoras e a melhor

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