Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 16:21
Revista Construa - Portal de notícias da construção civil, mercado e tecnologia

Imóveis

IGP-M registrou queda nos últimos 12 meses, mas aluguel continua em alta

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou uma alta de 0,31% em abril, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice, entretanto, acumulou uma queda de 3,04% nos últimos 12 meses. Conhecida como inflação do aluguel, o IGP-M é tradicionalmente utilizado para nortear o contrato de locação residencial. A tendência, portanto, era que o custo do aluguel caísse. Porém, o movimento que se vê no mercado é justamente o contrário.  Para se ter ideia, o preço de locação residencial acumula uma alta de 15,19% nos últimos 12 meses, segundo o Índice FipeZAP de Locação Residencial. O número também é significativamente maior que

LEIA MAIS

Vendas de imóveis crescem 47,2% em março e lançamentos, 19,3%; estoque diminui

As vendas e os lançamentos de imóveis cresceram de modo significativo na cidade de São Paulo no mês de março, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 6, pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Ao todo, as vendas de imóveis novos na cidade subiram 47,2% em março deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a 10.482 unidades. As vendas acumuladas nos últimos 12 meses até março tiveram alta de 16% na comparação com os 12 meses anteriores, totalizando 82.648 unidades comercializadas. A velocidade das vendas (indicador mede a porcentagem de vendas no período em relação ao total de unidades

LEIA MAIS

Fortaleza tem 3 bairros entre os 10 mais caros do Nordeste; veja ranking

A cidade de Fortaleza teve em abril três bairros entre os mais valorizados do mercado imobiliário do Nordeste. Nesse ranking, figurando na segunda colocação da região, está o Meireles, ficando apenas atrás de Pajuçara, em Maceió (AL). Os dados são do índice FipeZap, que avaliou o comportamento dos preços de milhares de apartamentos em 50 cidades do Brasil. O metro quadrado médio no Meireles ficou em R$ 10.116, confirmando as tendências apontadas que em 2024 a localidade romperia a barreira dos R$ 10 mil/m². Pajuçara, primeiro lugar no Nordeste, fechou o mês com o valor médio de R$ 10.789 /m². O

LEIA MAIS

Preço pedido por imóveis residenciais sobe 0,66% em abril, diz FipeZap

O índice FipeZap de venda de imóveis residenciais aponta ligeira aceleração em abril. Houve aumento de 0,66% no preço dos imóveis anunciados no país, ante alta de 0,64% em março. O índice analisa dados de 50 cidades, incluindo 16 capitais. Destas, o maior aumento em abril ocorreu em Curitiba, de 2,18%. Em São Paulo, o aumento nos preços foi de 0,59%. Porto Alegre foi a única capital a apresentar redução no valor pedido, de 0,11%. No acumulado do ano, o país tem aumento de 2,17% no preço dos imóveis residenciais, variação maior do que a dos índices IGP-M, que apresentou queda de 0,6%, e

LEIA MAIS

Retomada do Minha Casa Minha Vida aquece mercado imobiliário

“O programa Minha Casa Minha Vida zerou o estoque da Caixa Econômica Federal por causa do novo regramento e da redução dos juros”. A informação da advogada e especialista em Direito Imobiliário, Celina Pessoa, mostra o impacto do relançamento do MCMV no mercado imobiliário. “Os juros baixos fizeram com que a população aproveitasse a oportunidade”, conta a especialista. Além disso, o programa está permitindo que imóveis que não estavam sendo vendidos por causa do alto valor, sejam comercializados com mais facilidade.   Lançado em 2009, o Minha Casa Minha Vida possibilitou o acesso à moradia para milhares de brasileiros. Depois de quatro anos com regras

LEIA MAIS

Mercado imobiliário deve seguir crescendo em 2024

A Selic, taxa básica de juros, iniciou em 2023 um ciclo de queda e chegou ao seu menor patamar em dois anos: 10,75% ao ano. Para o fim de 2024, a expectativa do mercado é que a taxa básica de juros chegue a 9% ao ano. Principal instrumento de controle da inflação, a Selic afeta o mercado como um todo. Com a redução da taxa, o crédito fica mais barato, impactando o consumo, o acesso ao crédito por parte de pessoas físicas e jurídicas e os indicadores econômicos. A redução da taxa tem impacto na melhora das vendas, na retomada das margens e na geração

LEIA MAIS