Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 19:45
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Imóveis

Alta no preço de imóveis residenciais segue acelerada em março, diz FipeZAP

O índice FipeZAP para venda de imóveis residenciais registrou aumento de 0,64% em março, uma aceleração ante os três meses anteriores, que tiveram altas de 0,29%, 0,36% e 0,49%. O índice utiliza dados de 50 cidades brasileiras, incluindo 16 capitais. A capital com maior elevação de preço em março foi Curitiba (PR), com alta de 1,99%. Em São Paulo, o aumento foi de 0,51%. No acumulado do primeiro trimestre, o índice registra alta de 1,5% no preço dos imóveis residenciais para venda. Curitiba é novamente a capital com maior alta no período, de 4,27%. Na capital paulista, a variação nos preços ficou positiva em 1,12%. No acumulado dos últimos 12

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Financiamento de imóveis no Ceará volta a subir em 2024 e soma R$ 500 milhões negociados

O número de cearenses interessados em adquirir um imóvel por meio do financiamento imobiliário teve crescimento expressivo neste início de ano. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), somente em 2024 foram 1.749 unidades negociadas, movimentando cerca de R$ 500 milhões. As informações levantadas a pedido do Diário do Nordeste trazem um panorama do primeiro bimestre de financiamentos imobiliários no Ceará em um período de cinco anos (2020 – 2024). Em comparação com janeiro e fevereiro de 2020, período ainda pré-pandemia, o mercado do setor cresceu significativamente nos anos seguintes. No que diz respeito a unidades negociadas, o

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Taxas de financiamento imobiliário ficam mais baratas com queda da Selic?

Não é só o mercado que fica atento aos movimentos do Comitê de Política Monetária (Copom). Consumidores, governo e investidores também acompanham de perto as decisões do Banco Central. Isso porque a Selic influencia na economia como um todo, impactando, inclusive, juros praticados em diversos tipos de crédito, como financiamentos. A queda da taxa básica de juro da economia brasileira pode interferir, por exemplo, na compra de imóveis financiados e beneficiar os tomadores de empréstimos. Na última quarta-feira, 20, o Copom reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual, levando-a para 10,75% ao ano. Para 2024, o último Boletim Focus, publicado um dia antes da reunião

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Lançamentos do Minha Casa, Minha Vida registram alta em 2023

De janeiro a dezembro de 2023, 293.013 unidades residenciais foram lançadas no Brasil. O número representou uma queda de 11,5% na comparação com 2022, de acordo com o estudo Tendências do Comportamento do Consumidor de Imóveis, realizado pela ABRAINC e pela Brain Inteligência Estratégica. No mesmo período, houve uma alta de 14,7% no número de lançamentos do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O número de unidades lançadas via MCMV saiu de 35.718, no quarto trimestre de 2022, para 40.962 no último tri de 2023. “Existem dois momentos no mercado imobiliário de 2023. O antes e o depois do MCMV. A indústria dos imóveis

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Preço do aluguel residencial cai em Fortaleza e é o mais barato entre as capitais, aponta pesquisa

Se de um lado o metro quadrado (m²) da venda de imóveis residenciais em Fortaleza aparece como um dos mais caros do Nordeste, do outro, o aluguel de moradias na cidade se destaca como o mais barato dentre as 11 capitais do Brasil pesquisadas pelo Índice FipeZap.  Os dados são referentes a fevereiro e são baseados em mais de três mil anúncios de locação em Fortaleza. O preço médio do aluguel residencial na cidade está em R$ 28,27/m², queda de 0,11% em relação a janeiro. No ano, dentre as 11 capitais pesquisadas, somente Fortaleza registra queda no índice. Ao todo, o aluguel de moradias ficou 0,6%

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Financiamento de imóveis começa ano com queda de 42%

Levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) registra queda de 41,89% na quantidade de imóveis financiados em Mato Grosso do Sul no primeiro mês deste ano. No mesmo período de 2023, foram negociadas 487 unidades habitacionais. Agora, em janeiro deste ano, 283 negócios foram acordados. Ao se analisar os valores, a diferença resulta em uma perda porcentual de 29,99%, uma vez que, em janeiro do ano passado, foram disponibilizados R$ 161,620 milhões (contra R$ 113,143 milhões no primeiro mês deste ano).  Ou seja, R$ 48,477 milhões a menos foram liberados para a comercialização de imóveis. Segundo a

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