
Fortaleza projeta 22 arranha-céus acima de 100 metros até 2030
Com 11 ‘superprédios’ em obras e unidades que chegam a R$ 20 milhões, capital cearense vive boom de verticalização na orla e bairros nobres

Com 11 ‘superprédios’ em obras e unidades que chegam a R$ 20 milhões, capital cearense vive boom de verticalização na orla e bairros nobres

Índice registra menor variação mensal desde agosto de 2025; São Paulo lidera freada nos preços, saindo de 0,63% para apenas 0,03%

Ministério das Cidades também sugere reajuste nas faixas de renda para ampliar acesso da classe média ao programa

Capital cearense atrai investidores nacionais com “super towers” e escassez de terrenos em áreas nobres; Beira-Mar lidera valorização

VGV de novos projetos atinge R$ 611,8 milhões; vendas na capital crescem 75% impulsionadas por diversificação de oferta

Vendas em São Paulo ultrapassam 150 mil unidades em 12 meses. O avanço do capital estrangeiro e a busca por rentabilidade real acima da inflação consolidam o otimismo no setor de construção.

Com orçamento recorde do FGTS fixado em R$ 160,5 bilhões para 2026, atualizações no programa federal reduzem juros, aumentam subsídios e impulsionam o balanço de construtoras como a MRV.

Estimativa é de alta de 16% no crédito em 2026; especialistas recomendam realocação em fundos de tijolo e antecipam migração da renda fixa para o risco

Valorização do metro quadrado chega a 10,7% em dois anos; região da Beira-Mar lidera preços com média superior a R$ 23 mil

Levantamento da DWV aponta descentralização dos investimentos, avanço do alto padrão e liquidez concentrada em projetos bem-posicionados.