Fortaleza – CE | quarta-feira 28 de outubro de 2026 / 00:15
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Imóveis

SP registra crescimento em novas unidades do Minha Casa Minha Vida em 2023

Em 2023, São Paulo teve 73.249 lançamentos imobiliários, uma redução de 3% em relação ao ano anterior. Entretanto, a fatia de imóveis que fazem parte do Minha Casa Minha Vida registrou um aumento de 17% nos lançamentos: foram 36,8 mil unidades lançadas ante 31,5 mil em 2022. Com isso, esse mercado representou 50% dos lançamentos na capital no ano passado. Os dados são do relatório anual do Secovi-SP. Por outro lado, apesar da redução nos lançamentos em geral, houve um aumento de 10% na venda de unidades habitacionais na cidade. Foram 76.145 unidades comercializadas entre janeiro e dezembro, sendo 35,9 (47%) do Minha Casa Minha Vida,

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Aluguel tem maior alta em cinco anos, aponta FGV

A variação mensal média do aluguel apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) registrou em janeiro patamar recorde. O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) subiu 4,34%, após cair 1,16% em dezembro de 2023, a maior taxa desde série do indicador, iniciada em janeiro de 2019, informou hoje a FGV. Um movimento de aquecimento no mercado de locação, por cenário de demanda maior do que oferta, levou ao resultado, segundo André Braz, economista da FGV. Ele destacou que, de dezembro para janeiro, três das quatro capitais usadas para cálculo do indicador mostraram fim de queda de preços. Foram os casos de

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Ceará tem recursos para 6,2 mil unidades do Minha Casa, Minha Vida; veja por bairros de Fortaleza

As contratações do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) na Faixa 1, voltadas para famílias de baixa renda, foram retomadas neste mês após cinco anos. Já há recursos garantidos para a construção de 6.254 das unidades selecionadas para o Ceará. As contratações devem ocorrer até abril.  A previsão é que sejam construídas 10.228 unidades habitacionais no Estado na Faixa 1. O recurso já garantido gira em torno de R$ 906 milhões, segundo Patriolino Dias, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon). O valor por unidade no Estado varia de R$ 130 mil a R$ 160 mil. As construtoras têm até abril para apresentar os

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Por que o mercado imobiliário está bombando – e deve continuar em alta

O mercado imobiliário atingiu índices incrivelmente positivos no ano passado. Foram concedidos empréstimos no valor de R$ 251 bilhões, ficando atrás apenas do ano de 2021 em toda a história. Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), esse desempenho foi impulsionado principalmente pelos financiamentos realizados por meio do FGTS, que tiveram impressionante crescimento de 59%. E, melhor ainda, as perspectivas para 2024 são extremamente promissoras, especialmente nas linhas de crédito destinadas à construção de grandes empreendimentos e habitação popular, já que neste ano tem eleições municipais e tanto o governo federal quanto os governos estaduais prometem grandes investimentos em projetos

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Mercado imobiliário considera positivas novas regras para emissão de títulos

Na última semana, o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou duas novas resoluções que promovem ajustes nas normas para emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs). As medidas deixam mais restritos os critérios de emissão dos títulos. No caso da LCI e do CRI, os papéis não poderão ser lastreados (garantidos) em títulos de dívida (como debêntures) emitidos por companhias não relacionadas ao mercado imobiliário. Em nota, o Ministério da Fazenda informou que as medidas têm como objetivo aumentar a eficiência das políticas públicas de apoio ao setor. Segundo a pasta, a

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Mercado imobiliário comemora a redução da taxa de juros

A quinta redução consecutiva da taxa Selic foi comemorada por agentes do setor imobiliário. Nos últimos anos, o mercado viveu seu melhor momento em 2020, durante a pandemia, quando o Banco Central reduziu os juros para 2%, estimulando assim a Em nota, a Abrainc considerou que “a redução dos juros são impulso não apenas para o crescimento econômico do país, mas também para o setor imobiliário, onde taxas de juros elevadas impactam negativamente o custo dos financiamentos habitacionais”. “Essas medidas não beneficiariam apenas o setor imobiliário, tornando os financiamentos habitacionais de médio e alto padrão mais acessíveis, mas também contribuiriam para o

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