Fortaleza – CE | quarta-feira 28 de outubro de 2026 / 02:03
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Imóveis

Valor de mercado de empresas do setor imobiliário cresce 64% em 2023; veja quais são as maiores

Em um ano marcado pela retomada das vendas de imóveis e pelo início da trajetória de queda da taxa de juros, o valor de mercado das empresas do setor imobiliário cresceu 64,6% em 2023 na Bolsa, chegando ao total de R$ 45,7 bilhões, de acordo com levantamento feito pela consultoria Elos Ayta a pedido do Estadão. O salto do setor representa quase três vezes mais do que o registrado pelo índice Ibovespa, que subiu 22,3% no ano. Um dos motivos que levaram a isso foi o aumento, promovido pelo governo federal, do teto do financiamento de projetos do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que passou de R$ 264 mil

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Aluguel residencial sobe 3 vezes mais que a inflação em 2023, segundo o FipeZap

O preço do aluguel residencial encerrou 2023 com alta acumulada de 16,16%, segundo o Índice FipeZap, divulgado nesta terça-feira, 16. O resultado é ligeiramente menor do que em 2022 quando teve alta de 16,55%, o maior resultado em 11 anos. A variação anual do índice ficou acima dos resultados acumulados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE (+4,62%) e do Índice Geral de Preços-Mercado da FGV (-3,18%). Nessa comparação, o preço do aluguel residencial foi mais que três vezes maior que o IPCA, um dos principais índices de inflação. O Índice FipeZap analisa o comportamento dos preços de locação residencial em

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Fundos imobiliários podem voltar a decolar em 2024

O mercado de fundos imobiliários (FIIs) pode decolar em 2024, mas a altura a que esse voo vai chegar depende de cenários ainda a serem confirmados, segundo gestores e especialistas ouvidos pelo Valor Econômico. De qualquer modo, a perspectiva é de ganhos para o investidor que se posicionar com um olhar de, pelo menos, um ano. O executivo-chefe de renda fixa (CIO) da Genial, Rafael Zlot, afirma que a perspectiva é positiva para os FIIs em 2024. Segundo o especialista, o segmento “tem um componente de juros muito relevante” e, com a continuidade do ciclo de corte de taxas pelo Banco

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Aluguéis de imóveis aumentaram mais de 16% em 2023; média do metro quadrado é R$ 42,53 no país

O preço do aluguel residencial acumulou 16,16% em 2023, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (16) pelo Índice FipeZAP. Na série histórica, o resultado veio abaixo do apurado em 2022 (16,55%). O estudo aponta ainda que imóveis com um dormitório foram valorizados em 19,23%, enquanto os de quatro ou mais quartos tiveram valorização de 11,98%. Ao comparar com o Índice Nacional de Preços ao Consumidos Amplo (IPCA), o valor dos novos aluguéis ficou acima do percentual da inflação oficial, que acumula alta de 4,62% e do IGP-M/FGV (-3,18%). O índice FipeZAP mostra ainda a valorização acumulada no preço dos aluguéis de imóveis em

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Otimismo deve marcar o ano de 2024 para o mercado imobiliário

Ao projetar o cenário do mercado imobiliário capixaba para este ano, vislumbro um panorama otimista. Impulsionado por diversos fatores, que detalharei a seguir, antecipo um 2024 com aumento expressivo tanto em vendas quanto em lançamentos, especialmente a partir do segundo semestre. Essa perspectiva é motivo de celebração, considerando os inúmeros benefícios sociais e econômicos que o nosso setor, formado por construtoras, incorporadoras, imobiliárias e os demais atores que compõem a cadeia construtiva, proporciona ao Espírito Santo. Dentre eles, valores essenciais para os capixabas como a construção e reforma de residências e edifícios corporativos, e a significativa geração de empregos, renda e receita.

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Minha Casa, Minha Vida turbina mercado imobiliário, e índice do setor lidera alta na Bolsa

O programa Minha Casa, Minha Vida turbinou o mercado imobiliário em 2023, segundo dados de entidade de incorporadoras. Em outra frente, o índice que mede a valorização de ações do setor lidera a alta na Bolsa de São Paulo. As vendas de imóveis residenciais nos primeiros dez meses do ano passado cresceram 23,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, em grande medida impulsionadas pelo programa federal. Dos 126.774 empreendimentos comercializados, 70,3% fazem parte do novo Minha Casa, Minha Vida. O dado faz parte do último levantamento do indicador Abrainc-Fipe, obtido pela Folha. De janeiro a outubro, o volume de unidades comercializadas dentro

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