Fortaleza – CE | quinta-feira 29 de outubro de 2026 / 08:13
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Imóveis

A queda da Selic e o mercado imobiliário: o que esperar?

*Eduardo Fontes Temos acompanhado ao longo deste ano a expectativa sobre a queda da Selic. No mês passado (setembro), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira, Selic, de 13,25% ao ano para 12,75% ao ano. O corte de 0,5 ponto é o segundo seguido anunciado pelo órgão. Mas o que isso significa para o mercado imobiliário? Antes de discorremos sobre a resposta a esta pergunta, a expectativa é que a Selic termine ao final de 2023 em 11,75% ao ano e que ao final de 2024 a taxa

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Aluguel em Fortaleza sobe 18,6% no ano; veja bairros mais caros

O aluguel residencial em Fortaleza subiu 18,67% no acumulado do ano, segundo dados publicados pelo Índice FipeZap+. De acordo com as informações, o índice teve variação de 1,56% em setembro e de 16,65% em 12 meses. Fortaleza teve a terceira maior alta no ano entre as capitais pesquisadas, ficando atrás apenas de Goiânia (25,77%) e Florianópolis (29,35%). Apesar dos sucessivos aumentos, Fortaleza ainda tem o menor preço médio do metro quadrado (m²) entre as capitais pesquisadas pelo índice, com valor de R$ 27,59/m². No Nordeste, Recife registrou em setembro preço médio por metro quadrado de R$ 46,33 e Salvador com preço de R$

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Incorporadoras têm alta de 18,3% em vendas de imóveis do Minha Casa, Minha Vida

O número de vendas de imóveis no Brasil cresceu 14,4% nos sete primeiros meses de 2023 em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o indicador ABRAINC-FIPE, o segmento de habitações populares impulsionou este aumento ao registrar uma alta de 18,3% durante o período avaliado e totalizando R$ 11,9 bilhões em transações. O levantamento, realizado com 20 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), indica que a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estimulou o crescimento. No entanto, não foi apenas o segmento popular que apresentou bons resultados.

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Preço dos aluguéis residenciais cai em setembro

O preço dos aluguéis residenciais caiu 1,75% em setembro, de acordo com o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR). Há uma desaceleração dos preços em relação ao mês anterior, o qual havia registrado alta, de 1,85%. A taxa acumulada em 12 meses caiu e passou de 7,50% em agosto de 2023 para 5,65%. O índice mede a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais em quatro capitais principais do país. Entre agosto e setembro, todas as cidades apresentaram queda nas suas taxas de variação. São Paulo (de 1,46% para -0,34%), Rio de Janeiro (1,09% para 1,08%), Belo Horizonte (de 2,84%

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Qual é a capital brasileira mais cara? Preço de venda de imóveis residenciais sobe 0,45% em setembro

Os preços de venda de imóveis residenciais no Brasil subiram 0,45% em setembro, é o que mostra o índice FipeZap. O resultado é bem próximo ao de agosto (0,44%) e, em comparação, está acima do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) que avançou 0,37% no mês, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,26% em setembro. Das 50 cidades monitoradas, 43 apresentaram alta mensal, incluindo 14 das 16 capitais que integram a lista. No topo do ranking, está Vitória (1,70%). Na sequência, aparece Maceió (1,25%), João Pessoa (1,19%), Goiânia (1,16%) e Florianópolis (1,13%). Já entre as capitais que apresentaram desvalorização, Recife (-0,24%) lidera o recuo nos

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Venda de imóveis residenciais sobe 14,4% no ano

O número de novos imóveis comercializados no Brasil cresceu 14,4% nos sete primeiros meses de 2023, quando comparado ao mesmo período de 2022. O levantamento foi realizado com 20 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). De janeiro a julho, pode-se apontar, como um dos principais impulsionadores desse crescimento, o programa Minha Casa, Minha Vida. O segmento popular, voltado para habitações acessíveis, registrou um aumento de 18,3% durante período avaliado, totalizando R$ 11,9 bilhões em vendas entre as 20 empresas pesquisadas. Esse desempenho reflete as medidas de ajuste ao

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