Fortaleza – CE | quinta-feira 29 de outubro de 2026 / 13:40
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Imóveis

Como o mercado imobiliário reagiu à manutenção da Selic a 13,75%

O mercado imobiliário brasileiro já desenvolveu um grande know-how para sobreviver à montanha-russa da economia do país. Na atual era dos juros altos, havia no setor uma expectativa por redução, é claro, mas a não concretização da queda esteve longe de representar uma tragédia. Como se sabe, foi mantida a Selic a 13,75%. Na sequência, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) publicada no último dia 27 sinalizou que a maioria dos integrantes atuais do órgão, incluindo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, podem baixar um pouco a guarda dos juros caso a inflação continue dando sinais de desaceleração.

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Os condomínios-clubes dominam a cena no mercado imobiliário

Os tradicionais clubes esportivos, que sempre viveram de mensalidades, começaram a perder associados com a multiplicação de prédios nas grandes cidades. Eles roubaram a “clientela” que passava a carteirinha na catraca de entrada dessas agremiações incrementando as chamadas áreas comuns com piscinas, quadras poliesportivas e mini-academias de ginástica. A oferta desses atrativos num ambiente seguro transformou esses endereços em espaços preferenciais de muitas famílias brasileiras. Nos últimos tempos, os condomínios expandiram ainda mais a oferta de serviços. A tendência agora é transformar esses endereços em mini-cidades, com serviços que vão além das áreas de esportes e de lazer. Mais uma vez,

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Construtoras querem Caixa no financiamento de imóveis até R$ 500 mil

Empresários da construção civil tentam convencer a Caixa Econômica Federal a ampliar os recursos destinados ao financiamento da habitação para imóveis entre R$ 350 mil e R$ 500 mil. Hoje, imóveis nessa faixa de preço, que o setor chama de intermediária, encontram-se num limbo de mercado. Nas conversas com o banco estatal, dizem que, para imóveis de até R$ 350 mil, há recursos disponíveis via FGTS. Na outra ponta, dizem que os bancos preferem usar os recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos) para financiar imóveis para a alta renda, acima de R$ 500 mil. As construtoras consideram haver

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Mercado projeta aumento na venda de imóveis no 2º semestre

O mercado imobiliário está otimista com a projeção para o segundo semestre em Campinas, apesar de uma queda no mês de maio, o número de pessoas que tem comprado imóveis é maior do que quem busca o aluguel. Uma pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Crecisp) comparou os mercados de venda e locação de casas e apartamentos no mês de maio com os resultados obtidos em abril em Campinas e região. Foram consultadas 47 imobiliárias de cidades como Americana, Hortolândia, Paulínia, Valinhos e Vinhedo, entre outras. Houve queda de 24,2% nas vendas e alta de 51,49%

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Setor imobiliário comemora mudanças no teto do Minha Casa, Minha Vida

O mercado imobiliário comemorou as mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS. Em nota, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) disse que a ampliação do valor máximo do imóvel de R$ 264 mil para R$ 350 mil, era um pleito antigo do setor. – As mudanças no teto, limite e curva de subsídios devem promover um aumento do acesso à população de menor renda, permitindo melhores condições de crédito às famílias mais carentes – afirma o presidente da ABRAINC, Luiz França. Felipe Lemos, gerente Comercial da incorporadora The INC, salienta que a alta dos custos de

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Incorporadoras Imobiliárias apelam pela redução da Selic

Na véspera do anúncio da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) divulgou nota nesta terça-feira com um apelo pela redução da taxa básica de juros da economia brasileira – a Selic. A nota diz que os juros altos estão correndo osfinanciamentosimobiliários e que a manutenção da Sliec em 13,75% é responsável pelo aumento da inadimplência das empresas. Eis, abaixo, a íntegra da nota da Abrainc: “A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) entende ser vital para o desenvolvimento econômico brasileiro a redução da taxa Selic na reunião de junho do

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