Fortaleza – CE | quinta-feira 29 de outubro de 2026 / 11:26
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Mercado

Expectativa de alta para a indústria é de 0,4% em 2023

No primeiro trimestre deste ano, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou um relatório mais otimista sobre o crescimento de importantes economias mundiais, se comparado ao que foi divulgado no fim de 2022. Para o órgão, a economia mundial deve crescer 2,6% neste ano – contra os 2,2% calculados em novembro de 2022 –, considerando a flexibilização das restrições contra a Covid-19 na China, as consequências dos apertos monetários dos principais bancos centrais e a diminuição dos preços de energia e alimentos. As estimativas da OCDE para o crescimento econômico brasileiro, porém, estão piores: foram de 1,2% para 1,0%. Já segundo um levantamento do

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Custo da construção em baixa pode ser vantajoso para comprar imóvel na planta

Com uma variação de 0,67% nos últimos seis meses, o custo unitário básico da construção civil (CUB) tem permitido que os preços durante a obra permaneçam estáveis. Com isso, a possibilidade de investir em um imóvel na planta ou em construção fica mais vantajosa para quem vai comprar direto com a construtora, pois permite prestações com uma variação menor de preços. Atualmente, segundo levantamento realizado mensalmente pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Espírito Santo (Sinduscon-ES), o custo médio do metro quadrado para construir um imóvel está em R$ 2.349,48, uma variação de 0,28% em comparação ao mês anterior. “Estamos

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Selic permanece em 13,75% a.a. pela sexta vez consecutiva

Em sua terceira reunião de 2023, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve, pela sexta vez consecutiva, a taxa Selic em 13,75% a.a, o que corresponde ao maior patamar desde o final de 2016. Desde 2015/2016 a Selic não era mantida inalterada, em um patamar tão elevado, por um período tão longo. De 30/07/15 até 19/10/16 a referida taxa permaneceu em 14,25% a.a.. Agora, ela está em 13,75% desde agosto/22. Para a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, indicadores recentes da economia brasileira mostram sinais diferentes. Enquanto alguns demonstram fraqueza, outros sinalizam resiliência.

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IPP, inflação da indústria, tem queda de 0,66% em março

O IPP de março, considerado a inflação da indústria, registrou queda de 0,66%,  segundo mês seguido de deflação – em fevereiro, o resultado do Índice de Preços ao Produtor havia registrado queda de 0,30%. O acumulado no ano também atingiu -0,66%, enquanto o acumulado dos últimos 12 meses é de -2,32%. Desde setembro de 2019, o IPP não registrava uma deflação acumulada em 12 meses e a taxa registrada em março é a mais intensa em toda a série histórica, segundo os dados do IPP de março divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE. IPP de março: refino de petróleo lidera baixa Os

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Inflação da construção civil sobe 0,23% em abril, diz FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) subiu 0,23% em abril, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando o índice havia subido 0,18%. O INCC-M acumula alta de 0,93% no ano e de 7,48% em 12 meses. Em abril de 2022, o índice havia subido 0,87% no mês e acumulava alta de 11,54% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 0,09% em março para 0,23% em abril. No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a

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Incômodo com juros altos bate recorde na indústria, diz CNI

O incômodo da indústria com os juros altos no país bateu recorde no primeiro trimestre deste ano. É o que indica uma sondagem divulgada nesta quinta-feira (20) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). Conforme a pesquisa, 28,8% dos empresários consultados citaram as taxas de juros elevadas como um dos principais problemas nos três meses iniciais de 2023. Trata-se do maior percentual registrado por esse fator na série histórica da sondagem, com dados disponíveis a partir de 2015. A CNI afirma que a menção aos juros altos chama atenção porque “está ganhando cada vez mais relevância”. “Desde 2022, em todos os trimestres, esse problema foi bastante

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