Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 20:42
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Mercado

Mercado eleva previsão da inflação de 3,96% para 3,98% em 2024

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve elevação, passando de 3,96% para 3,98% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,8% para 3,85%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5% para os dois anos. A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser

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Freio na queda da Selic afeta indústria e varejo

Representantes da indústria e comércio do Amazonas e do país manifestaram preocupação com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em manter a taxa básica de juros – a taxa Selic – em 10,5% ao ano, encerrando um ciclo de quedas iniciado há quase um ano.  O presidente da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Antônio Silva, afirmou que o panorama econômico atual “não justifica a manutenção da taxa e a decisão pode se mostrar contraproducente à economia”. “A interrupção no ciclo de redução da taxa básica de juros mantém a Selic em patamar ainda muito alto e reprime a

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Copom manteve taxa Selic em 10,50% ao ano

Em meio às tensões do mercado no último fechamento, o Copom (Comitê de Política Monetária) divulgou a nova taxa básica de juros da economia brasileira, no início da noite de quarta-feira (19). Conforme previsto, a taxa se manteve a 10,50%.  Diante de um possível cenário inflacionário no médio prazo, o comitê interrompeu o ciclo de quedas da taxa. Segundo o banco, há um dinamismo no mercado de trabalho brasileiro maior que o esperado e o aquecimento da economia também pode levar à inflação.  Segundo o boletim Focus, a projeção é que o crescimento de preços no Brasil seja de 4,0% e 3,0%,

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Indústria mostra confiança moderada na economia no 1º semestre

Os empresários industriais preferem esperar o desenrolar da economia brasileira no segundo semestre para novos investimentos. É o que mostra o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta segunda-feira (17). De acordo com o indicador, neste mês, a confiança empresarial foi de 51,4 pontos, menor 0,8 pontos em relação a maio e, também o menor índice do primeiro semestre. Mas, embora o número mostre um freio por parte dos empresários, a CNI vê o cenário como moderado nestes primeiros seis meses do ano e enfatiza que o índice ficou acima da linha dos 50

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Atividade econômica cresce 0,01% em abril, revela Banco Central

O crescimento da economia brasileira em abril registrou uma leve alta de 0,01%, segundo os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Com isso, o índice alcançou 154,72 pontos no observado e 148,38 pontos na série dessazonalizada. Para Júlio Miragaya, conselheiro federal do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o índice do Banco Central não permite uma análise mais aprofundada em relação do desempenho econômico, pois trata de um único mês e a economia brasileira é “extremamente” volátil. “Outros índices permitem ter uma análise mais clara, seja pela projeção do Ministério da Fazenda, seja pela projeção do Relatório de

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Indústria mostra confiança moderada no primeiro semestre de 2024, aponta CNI

A confiança da indústria foi comedida no primeiro semestre de 2024, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de junho, que marca o fim da primeira metade do ano, o período passou por pequenas oscilações. Apesar disso, o indicador ficou sempre acima da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança. “Ainda há outros fatores econômicos que afetam a confiança do empresário industrial, como a Reforma Tributária, que ainda está em fase de regulamentação; e como as taxas de juros que, apesar de terem recuado em relação ao ano passado,

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