Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 00:38
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Mercado

Indústria classifica decisão do Copom como ‘incompatível’

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual. Esse foi o menor grau de redução da taxa desde o início desse ciclo de flexibilização, em junho. Para Ricardo Alban, presidente da entidade, há espaço para um corte maior por parte do Banco Central. “Essa decisão é incompatível com o atual cenário de inflação controlado e torna impraticável continuar o projeto de neoindustrialização do país com altos níveis de taxa de juros. Reduzir o ritmo de corte da taxa básica tira a oportunidade de o

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Alta concentrada da indústria é alerta, mas análise por categorias aponta expansão sustentada, diz IBGE

No crescimento de 0,9% da indústria brasileira em março, ante fevereiro, apenas cinco das 25 atividades acompanhadas pelo IBGE na Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) registraram avanço. A concentração é um sinal de alerta, diz o gerente da pesquisa, André Macedo, mas o aumento na produção das indústrias de transformação e extrativa e a análise pelas categorias da indústria apontam para uma expansão sustentada, defende ele. “O fato de termos resultados negativos mais espalhados e só cinco atividades no campo positivo chama atenção, é claro que traz algum sinal de alerta”, afirma André Macedo. Por outro lado, no entanto, cita a expansão da produção

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Vendas do comércio ficam estáveis em março, revela pesquisa do IBGE

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro ficou estável em março de 2024 (0,0%), na comparação com fevereiro, quando registrou alta de 1,0%. A média móvel subiu 1,2% no trimestre concluído em março. Em relação ao mesmo mês de 2023, o crescimento do varejo alcançou 5,7%. No acumulado do ano, as vendas avançaram 5,9%, mas nos últimos 12 meses, a elevação é de 2,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A PMC indicou, ainda, que, no comércio varejista ampliado, que

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IBGE aponta aumento de 0,9% na produção industrial em março no Brasil

Na última sexta-feira (3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os resultados da produção industrial no mês de março. De acordo com a pesquisa, março apresentou um crescimento de 0,9% em comparação com fevereiro. Já no primeiro trimestre de 2024, o setor industrial teve alta de 1,9%.  No acumulado dos últimos 12 meses, o avanço foi de 0,7% em março — menor que o resultado de fevereiro (1,0%). No entanto, houve um recuo de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2023. O gerente da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, André Macedo, diz que existe uma tendência de crescimento nos

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Inflação aumenta em seis das sete capitais que compõem o IPC-S, aponta FGV

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S)  da última semana de abril de 2024 aumentou 0,42%, acumulando uma alta de 2,84% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Gilberto Braga, economista e professor do Ibmec, explica que esse índice mede a variação de preços e produtos em sete capitais, medindo a variação semanal do custo de vida para famílias com renda entre 1 e 33 salários mínimos.  “Embora o indicador aponte uma alta nos preços, a variação é está dentro das expectativas que os especialistas e os economistas têm. Podemos observar que no acumulado

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Produção industrial sobe 0,9% em março, segundo mês seguido de alta

A produção industrial brasileira cresceu 0,9% na passagem de fevereiro para março. O ganho de ritmo acontece após a variação de 0,1% verificada no mês anterior, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 3. O resultado veio ligeiramente abaixo da estimativa do mercado, que esperava um avanço de 1% em março. No acumulado do ano, a indústria tem alta de 1,9% e, em 12 meses, variação é positiva em 0,7%. Com esses resultados, a indústria se encontra 0,4% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,3% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011. “O

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