Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 04:12
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Mercado

Custos da indústria sobem e ficam 30% acima do período pré-pandemia, aponta CNI

O Indicador de Custos Industriais (ICI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), interrompeu a sequência de cinco quedas e apresentou alta de 4% no quarto trimestre de 2023 em relação ao trimestre anterior, acima do Índice de Preços do Produtor (IPP), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o aumento registrado, os custos industriais estão 30,1% acima do patamar pré-pandemia. O indicador mede os gastos do setor industrial com a produção (o que inclui energia, pessoal e insumos), com o capital e com o custo tributário. Os custos tributários aumentaram 10,3% na comparação do quarto trimestre de 2023 com o anterior,

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Confiança da indústria cai 0,9 ponto em março, para 96,5 pontos, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 0,9 ponto em março, para 96,5 pontos, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV) O índice, porém, avançou 0,3 ponto, em médias móveis trimestrais, para 97,1 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) subiu 0,5 ponto porcentual no período, para 81,3%. “Após um período de melhora da demanda e normalização dos estoques, a confiança da indústria registra um momento de acomodação da situação atual”, escreve o economista Stéfano Pacini, do Ibre/FGV, em nota. “Apesar do resultado negativo em março, há uma perspectiva mais positiva relacionada a contratações, embora as expectativas

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Selic cai pela sexta vez consecutiva e juros vão a 10,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu, nesta quarta-feira (20), a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, passando de 11,25% para 10,75% ao ano. Foi a sexta queda consecutiva, levando a taxa ao mesmo patamar de fevereiro de 2022. Desde agosto de 2023, quando o Copom começou a reduzir o aperto monetário, a Selic sofreu redução de 3,0 pontos percentuais. De acordo com a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, a queda da Selic é positiva para a construção pois estimula investimentos, melhora o ambiente de negócios e ajuda a conter a fuga

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Inovação alcança 68% da indústria, mas apenas 34% investiu em P&D, diz IBGE

Praticamente sete em cada dez indústrias brasileiras de médio e grande porte promoveram inovações em produtos ou processos produtivos em 2022, mas apenas um terço das companhias investiu em pesquisa e desenvolvimento, segundo levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A Pintec Semestral (Pesquisa de Inovação Semestral) também mostra que 40% das indústrias inovadoras de 2022 pretendia aumentar os gastos com P&D no ano passado, e 51% espera ampliá-los em 2024. O alcance dessas inovações, segundo a pesquisa, se mostra limitado. Na maioria dos casos (68%), os principais produtos desenvolvidos são novos apenas em relação ao portfólio da empresa. Em 25% das empresas,

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Indústria impulsiona ESG entre fornecedores de olho em crédito verde e sob risco de sanções

Após uma corrida para implementar a agenda ESG (sigla em inglês para meio ambiente, social e governança) em suas atividades, grandes indústrias como Vale, Klabin, Gerdau e Suzano têm se movimentado para expandir as boas práticas ambientais e sociais também para os seus fornecedores. A medida tem sido uma resposta às cobranças de ambientalistas e especialistas para que as companhias comecem a mensurar as suas emissões de gases do efeito estufa (GEE) no escopo 3 (emissões de fontes que não são controladas diretamente por uma organização, como os clientes e as cadeias de suprimentos, transporte e uso ou descarte de produtos). Além de possibilitar informações mais precisas sobre as emissões, a

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Produção industrial cresce 3,6% no Ceará em janeiro de 2024, aponta IBGE

A produção industrial do Ceará cresceu 3,6% em janeiro de 2024, em comparação com o mesmo período de 2023. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), anunciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira (13). Conforme os números, os quatro segmentos que registraram maior crescimento no Estado foram: têxtil (0,87%), bebidas (0,47%), alimentos (0,07%) e produtos de couro e calçados (0,1%). A pesquisa também indica que, apesar dos números positivos, o Ceará registrou queda de 0,2% entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano. No entanto, o indicativo é superior à média nacional no período (-1,6%) e terceira melhor marca do Nordeste. O governador Elmano de Freitas comentou sobre o crescimento da produção industrial

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