Fortaleza – CE | terça-feira 27 de outubro de 2026 / 21:51
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Mercado

Carga tributária e alta taxa de juros são os maiores problemas enfrentados pela pequena indústria

A carga tributária e a alta taxa de juros são os maiores problemas enfrentados pela pequena indústria brasileira. Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os empresários da indústria da transformação, com 10 até 49 funcionários, indicaram que a carga tributária está em primeiro lugar no ranking dos principais problemas, com 41,6% das indicações. Para a indústria da construção, as taxas de juros elevadas estão em primeiro lugar, com 33,3%. O economista e pesquisador Felipe Queiroz afirma que a pequena indústria é onerada pelo complexo sistema tributário brasileiro. “Hoje nós temos uma carga extremamente excessiva e complexa, que demanda um exército

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Satisfação de pequena e micro indústria com economia sobe de 93 para 101 pontos

O índice de satisfação macroeconômica das micro e pequenas indústrias, elaborado pela pesquisa Simpi/Datafolha, subiu de 93 pontos para 101 no levantamento bimestral de junho e julho – a escala vai de 0 a 200. Apesar da alta, que sinaliza uma melhora na confiança dos empresários do setor, o indicador continua no nível mais baixo da série histórica, iniciada em abril do ano passado. Na mesma linha, a porcentagem dos empresários das micro e pequenas indústrias que analisam a situação econômica atual como ruim ou péssima caiu de 48% para 38% em relação ao bimestre anterior de abril e maio. Segundo a pesquisa, 45% observam a situação

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Aço: indústria projeta investimento de R$ 52 bi até 2026

A indústria brasileira de aço prevê investimentos de R$ 52 bi até 2026. A projeção é do Instituto Aço Brasil, que indicou que boa parte desses aportes deverá ser destinada a inovações tecnológicas e a ações que viabilizem o enquadramento das empresas nas metas de mudanças climáticas. A produção nacional ficou em 9º lugar no ranking mundial de produtores em 2021 – a liderança foi da China, com mais de 1 bilhão de toneladas alcançadas. Três segmentos tubos de aço representam mais de 80% do consumo de aço no mercado brasileiro: construção civil (41,2%), automotivo (21,3%) e bens de capital (19,6%). “Esse

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12 setores da indústria afirmam que baixa demanda interna é o seu principal problema, diz CNI

Doze de 23 setores da indústria de transformação pesquisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmaram que a demanda interna insuficiente foi o principal problema no 2º trimestre deste ano. E, para outros oito setores, esse mesmo problema está no segundo ou terceiro lugar entre os principais problemas. A CNI ouviu 1599 empresas entre 1º e 11 de julho. A pesquisa mostra que quase 50% das empresas dos setores Máquinas e equipamentos e Móveis estão muito preocupados com a queda da demanda interna. E mais de 40% dos setores de Impressão e reprodução, Celulose e papel, Químicos (exceto HPPC), Madeira, Minerais não-metálicos, Equipamentos

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23 de 29 setores da indústria se dizem confiantes em agosto

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de agosto mostra que 23 de 29 setores industriais, todos os portes de indústria e quatro regiões do Brasil, com exceção do Sul, estão confiantes. De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), neste mês, a confiança está disseminada no setor industrial. Foram ouvidos 1.963 empresários entre 1º e 9 de agosto. Com a melhora no ânimo, o índice subiu em 20 setores, incluindo quatro setores da indústria que passaram do patamar de falta de confiança para a confiança: Metalurgia, Produtos de metal, Móveis e Veículos automotores. A confiança recuou em oito setores,

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Pequena indústria tem melhor desempenho no segundo trimestre de 2023

O índice de desempenho da pequena indústria ficou em 44,8 pontos no segundo trimestre de 2023. O resultado, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), é considerado positivo se comparado ao primeiro trimestre do ano (44 pontos) e à média histórica (43,8 pontos). O indicador chegou a cair 3,5 pontos de março para abril, mas apresentou melhoria no restante do trimestre — com avanços de 2,4 pontos de abril para maio e de 0,4 ponto de maio para junho. O cálculo da CNI leva em consideração a evolução do volume de produção, o nível de utilização da capacidade instalada e o avanço do

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