
Arquitetura flutuante: por que as construções não afundam
Em meio às mudanças climáticas, que ocasionam a elevação do nível dos oceanos, a arquitetura flutuante aparece como um alternativa que poderia tornar mais comum a criação de moradias sobre as águas, e, consequentemente, ajudar populações menos favorecidas a não ficarem desabrigadas. “Esse conceito foi desenvolvido como resposta para o atual e futuro panorama do planeta. A tipologia surge como resposta a situações emergenciais climatológicas, permitindo que a construção seja capaz de se movimentar e garantir abrigo diante das instabilidades”, conta Nayara Pires, doutoranda em Arquitetura e Urbanismo, professora e autora do livro ‘Flexibilidade: Arquitetura em Movimento’. Tipos de construções Nayara conta que









