Fortaleza – CE | sexta-feira 30 de outubro de 2026 / 02:03
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Imóveis

Setor imobiliário inicia 2023 de olho nos bancos centrais do Brasil e dos EUA

O setor imobiliário tem terrenos, projetos aprovados e percepção que há continuidade de demanda por moradias, mas vai calibrar seus lançamentos, no início de 2023, até que tenha mais clareza em relação aos rumos do novo governo. Recentemente, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou manutenção da taxa básica de juros em 13,75%, mas o colegiado já deixou claro que poderá recorrer a aumentos da Selic em caso de aceleração do aumento da inflação. Elevações da taxa de juros afetam os custos do financiamento imobiliário, com desenquadramento de parte dos compradores potenciais de apartamentos e casas. Outro efeito da Selic mais

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Conselho estende redução de juros na compra de imóveis com o FGTS

Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou estender por mais seis meses os juros reduzidos para os financiamentos de moradias no grupo 3 do programa Casa Verde e Amarela (CVA), destinado a famílias que ganham entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil por mês, e também da linha Pró-Cotista, que serve para imóveis de valores mais altos, fora do programa. Os juros reduzidos iriam expirar no dia 31 de dezembro de 2022 e, agora, vão valer até 30 de junho de 2023. O conselho também aprovou a elevação em 5% do valor dos imóveis dentro

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O que esperar do mercado imobiliário em 2023?

O mercado imobiliário, nos últimos anos, foi marcado pela pandemia da Covid-19 e a desaceleração na economia. Em 2021 ele se manteve muito bem, tendo, inclusive, consideráveis valorizações no setor, sendo que o segundo semestre foi considerado como o melhor dos últimos tempos. Em 2022 o mercado imobiliário apresentou um incremento de 42% em lançamentos no último trimestre, em parte por consequência do projeto Casa Verde e Amarela, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para o ano de 2023, é esperado que as compras e vendas continuem crescendo bastante. Isso porque, o mercado imobiliário é um

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Aluguel em Fortaleza: veja bairros onde os preços subiram mais

Em novembro, os preços de aluguéis residenciais subiram, na média, 0,18% em Fortaleza, apontou o estudo mensal realizado pelo Fipe/Zap. A alta local ficou abaixo do aumento registrado nacionalmente, de 0,79%. No acumulado do ano, que considera os 11 primeiros meses de 2022, a locação de imóveis subiu 22,4% na capital cearense, conforme a pesquisa. Entre as capitais, esta é a 4ª maior elevação, abaixo apenas Florianópolis (30% de alta), Goiânia (28,4%) e Curitiba (23,5%). Entre os bairros avaliados na sondagem, há diferenças consideráveis nas variações de preços. O Meireles foi a vizinhança com o maior aumento neste ano, chegando a 35% de

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Com mercado aquecido para alta renda, vendas e lançamentos de imóveis já superam 2021 no RS

Com dados contabilizados somente até o mês de outubro, o setor da construção civil em Porto Alegre já comemora o desempenho de um ano que supera em todos os quesitos a performance de 2021. Apesar das adversidades geradas a partir da manutenção da taxa de juro em patamar elevado, nos 10 primeiros meses de 2022, foram vendidos R$ 300 milhões (ou 7,7%) a mais do que na totalidade do ano passado, segundo relatório do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-RS), que ainda projeta alcançar a marca de R$ 5 bilhões com a incorporação dos números de novembro e dezembro ao

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Aluguéis registram queda nos preços em novembro

O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) registrou queda de 0,36% em novembro, após subir 0,10% no mês anterior. Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses desacelerou de 11,56% em outubro para 10,28%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), que também constatou queda de valores na passagem de outubro para novembro, nas cidades de São Paulo (de -0,69% para -0,32%), Belo Horizonte (de 0,86% para -1,21%) e Porto Alegre (de 1,10% para -1,13%). Entre as cidades pesquisadas, a única que registrou alta foi o Rio de Janeiro, onde o Ivar saltou de 0,04% para

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