Fortaleza – CE | sexta-feira 30 de outubro de 2026 / 11:44
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Imóveis

Construção civil indica alta nos preços dos imóveis

Os preços dos imóveis no Brasil seguem em tendência de alta neste ano, puxados pelos custos da construção acima da inflação no país. A previsão é da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), por meio do seu Indicadores Imobiliários Nacionais do 2º trimestre de 2022, divulgado na manhã desta segunda (15). O estudo feito em parceria com o Senai Nacional e a Brain Inteligência Estratégica estima estabilidade no aquecido mercado imobiliário. Para Fábio Tadeu Araújo, CEO da Brain Inteligência Estratégica, 2022 será o segundo melhor ano do setor, atrás somente de 2021. “O mercado imobiliário mostra sua maturidade”, afirma José

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Construtoras superam aumentos de custos e Selic em alta para manter lançamentos

O atual cenário econômico tem sido desafiador para o mercado imobiliário. De um lado, o aumento dos custos da construção civil, que, segundo o Índice Nacional do Custo de Construção (INCC) da Fundação Getulio Vargas, subiu 8,44% de janeiro a julho. Por outro, o ciclo de alta dos juros, com a taxa Selic elevada para 13,75%, encarece o acesso ao crédito, crucial para manter o mercado imobiliário aquecido, uma vez que muitas pessoas fazem empréstimos para realizar o sonho da casa própria. Apesar desse cenário, a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Sindicato da Indústria da Construção

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Mercado imobiliário vê com cautela a nova alta da Selic

A taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) sofreu mais um reajuste, passando de 13,25% para 13,75% ao ano, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Essa é a 12ª alta seguida, colocando o percentual no mesmo patamar de novembro de 2016. Os reflexos no setor imobiliário dividem as opiniões de especialistas. Para a Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), a decisão é considerada uma medida técnica e necessária para conter o processo inflacionário no país. A entidade considera que o atual patamar não impede o investimento em imóveis, principalmente ao se avaliar o histórico brasileiro

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Financiamento imobiliário recua 6% no primeiro semestre deste ano

Os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 112,8 bilhões no primeiro semestre desse ano. Trata-se de uma queda de 6% na comparação com o primeiro semestre de 2021. Já frente a abril do ano passado, houve uma redução de 31,6%. Considerando apenas os financiamentos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), foram alcançados R$ 85,7 bilhões no semestre, redução de 12% em relação ao mesmo período de 2021. Já os financiamentos pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) atingiram R$ 27,1 bilhões, alta de 17% na mesma base de comparação. Os dados

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Quantidade de lançamentos de imóveis aumenta em junho

A Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário (PMI) registrou queda na quantidade de imóveis vendidos em junho e crescimento na quantidade de imóveis lançados — ambos em comparação com o mês de maio. Realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis (Secovi-SP), a pesquisa constatou que foram vendidas 6.288 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo — um resultado 8% inferior ao de maio de 2022 e ao de junho de 2021, meses com vendas de 6.838 e 6.837 unidades, respectivamente. Os dados relativos aos lançamentos, por outro lado, indicaram crescimento. Em junho de 2022, foram lançadas 9.269

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Preços de imóveis residenciais sobem em julho; confira médias das capitais

O preço médio dos imóveis residenciais no Brasil subiu 0,52% em julho, segundo o índice FipeZap. A variação ficou acima da inflação registrada no período pelo IPCA/IBGE (0,13%) e pelo IGP-M (0,21%). O índice acompanha o comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras. Entre elas, 45 apresentaram elevação nos preços de venda. Considerando as 16 capitais acompanhadas pelo índice, todas registraram elevação nos preços, com destaque para Curitiba (1,92%), Vitória (1,90%), Maceió (1,40%), Goiânia (1,37%) e Salvador (1,18%). Nos últimos 12 meses, o índice registra alta acumulada de 5,97%, variação inferior à inflação medida pelo IPCA/IBGE (10,97%) e pelo IGP-M (10,08%). Entre as 16 capitais monitoradas, os

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