Fortaleza – CE | sexta-feira 30 de outubro de 2026 / 14:36
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Imóveis

MRV Prepara Braço de Investimentos em Startups do Mercado Imobiliário

A MRV & CO (MRVE3), maior construtora residencial do País, está montando um braço de venture capital – modalidade de investimento em participação acionária de startups no ramo do mercado imobiliário, em moldes semelhantes ao que fazem Dexco (DXCO3), Cyrela (CYRE3) e Gafisa (GFSA3), entre outras do setor. O foco da MRV é investir em empresas inovadoras cujos produtos e serviços tenham ligação com o negócio principal do grupo, que é a atividade de incorporação. A MRV buscará participações minoritárias ou majoritárias nas startups – com avaliação caso a caso – mas sempre mantendo os fundadores originais. O valor dos investimentos está neste momento em fase de definição perante o conselho de administração. Plano é avançar no atendimento

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Preços de imóveis residenciais declinam em junho

Segundo o Índice FipeZap, que monitora anúncios de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, o setor apresentou bons resultados para o mês de junho, mesmo que tenha ficado mais caro. Isso porque, ainda que tenham avançado 0,47% em junho, os valores dos imóveis não subiram tanto quando a inflação do período — mensurada pelos índices IGP-M (que cresceu 0,59% em junho) e IPCA-15 (que registrou aumento de 0,69%). Ao realizar essa comparação, entre aumento dos preços e aumento da inflação, os especialistas do Índice FipeZap constataram que a queda real nos preços dos imóveis foi de 0,2% no mês —

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Além de Digitalizar o Mercado Imobiliário, Loft quer Educá-lo

Criada em 2018 por dois europeus que enxergaram no mercado imobiliário brasileiro uma boa oportunidade de negócio, a Loft é uma das proptechs que estão transformando a forma como as pessoas moram e facilitando o percurso daquelas que desejam mudar de endereço, seja comprando, financiando, alugando ou até trocando um imóvel por outro. Em entrevista ao Yahoo Finanças, Mate Pencz, fundador e co-CEO da startup unicórnio fala sobre o papel central da tecnologia nas soluções que resolvem sobretudo a burocracia que os consumidores habitualmente encontram nesta jornada e também sobre a importância do fator humano no atendimento, como a disponibilidade de corretores no acompanhamento deste processo. Embora

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Saiba quais linhas de financiamento imobiliário permitem uso do FGTS

O trabalhador que planeja realizar o sonho de comprar a casa própria precisa conhecer as diferentes linhas de financiamento, principalmente as que aceitam o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No Brasil, os principais bancos concedem financiamentos que podem chegar a 80% do valor do imóvel, para unidades avaliadas em até R$ 1,5 milhão.​ Além disso, o prazo de empréstimo pode chegar a 35 anos, dependendo da avaliação financeira do comprador. Isso porque o valor das parcelas não pode ultrapassar o teto de 30% a 35% da renda bruta de quem está fazendo o financiamento, dependendo da

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Confira os bairros mais baratos para comprar imóveis em Fortaleza

O preço por m² para venda em Fortaleza variou entre R$ 1.100 e R$ 7.109,16 em maio. É o que mostra levantamento realizado pela plataforma Imovelweb, que mostra também os preços para aluguel. A região mais barata para quem deseja comprar é o São Cristóvão, localizado no Jangurussu. Lá, um apartamento de 65 m² custa em média R$ 71.500. Quem quer se mudar para perto da Praia de Iracema irá pagar mais caro. O m² para compra no bairro chega a R$ 7.109,16 e um apartamento de 65 m² custa em média R$ 462.095,60. Confira a lista dos bairros mais baratos e mais caros para

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Setor imobiliário absorve mudanças da pandemia nas preferências de moradia

Com a estabilização da pandemia, o mercado imobiliário agora percebe as mudanças mais duradouras nos perfis dos consumidores ou novos moradores. A experiência desafiadora do home office, por exemplo, resultou em modelos híbridos de trabalho em inúmeras empresas, indústrias e organizações. Com isso, aumentou a procura por imóveis com cômodo extra para servir de escritório e condomínios com coworking, por exemplo. Também os novos hábitos sociais, as mudanças nas estruturas das famílias afetadas pela covid-19 e até mesmo o aumento da preocupação com a sustentabilidade influenciaram o chamado “novo jeito de morar”. A “nova forma de ver e de materializar o

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