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	<title>Arquivo de Mercado | Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Mercado | Construa Negócios</title>
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		<title>Nordeste supera média nacional e puxa crescimento econômico</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/nordeste-supera-media-nacional-e-puxa-crescimento-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região acumula alta de 2,4% no ano, enquanto o Ceará registra avanço mais moderado, mas acima do desempenho geral do País.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da região Nordeste demonstrou um fôlego considerável ao longo do último ano, descolando-se positivamente dos índices nacionais. Um estudo recente baseado em indicadores de atividade do Banco Central revelou que o crescimento nordestino atingiu a marca de 2,4% no acumulado de 12 meses até meados do ano, superando de forma significativa a média de 1,5% registrada pelo Brasil no mesmo período.</p>
<p>O cenário aponta para uma dinâmica regional robusta, impulsionada por setores estratégicos que mantiveram a estabilidade frente a desafios macroeconômicos.</p>
<h3>O desempenho do mercado cearense</h3>
<p>Dentro do contexto nordestino, o estado do Ceará também encerrou o ciclo no azul, registrando um avanço de 1,6%. Embora o índice cearense tenha ficado um pouco abaixo da forte média regional, ele ainda se provou superior à média nacional, confirmando a resiliência da economia do estado. Especialistas em economia regional destacam que essa trajetória positiva reflete uma base econômica consolidada, com sinais claros de estabilidade e expectativas otimistas para novos investimentos e atração de negócios na região.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará ultrapassa 100 mil novos negócios com impulso de serviços e indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/expansao-negocios-ceara-servicos-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela crescimento de 15% na abertura de empresas no estado, impulsionado pelo setor terciário e forte recuperação industrial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria cearense surpreendeu positivamente no fechamento dos resultados recentes, registrando uma expansão de 21% no número de novos negócios. Esse salto industrial foi o grande destaque percentual dentro de um cenário de aquecimento econômico generalizado no estado durante os primeiros sete meses do ano.</p>
<h3>O panorama geral do empreendedorismo</h3>
<p>O desempenho da indústria compõe um quadro mais amplo de recuperação econômica. Até julho, o Ceará superou a expressiva marca de 100 mil novos registros comerciais, o que representa um incremento de 15% na abertura de empresas em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse volume demonstra uma retomada robusta da confiança dos investidores locais e nacionais na região.</p>
<h3>Serviços continuam liderando em volume absoluto</h3>
<p>Apesar do salto percentual na indústria, o setor de serviços continua sendo a grande âncora do volume total de novos empreendimentos. A flexibilidade operacional e a menor barreira de entrada mantêm o segmento terciário como o principal vetor da abertura de empresas no estado. A combinação entre a liderança dos serviços e o forte avanço da indústria sinaliza uma diversificação saudável da economia local, reduzindo a dependência de áreas específicas e promovendo uma geração de empregos mais descentralizada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>PIB brasileiro surpreende e tem 5ª maior expansão global</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-brasileiro-surpreende-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33655</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impulsionado no segundo trimestre, Brasil consolida a décima posição global e cresce em ritmo superior à média do G7, Estados Unidos e Europa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As expectativas pessimistas foram atropeladas pelos resultados macroeconômicos recém apresentados. Desbancando a previsão do mercado financeiro, a economia nacional avançou vigorosos 0,5% na transição para o segundo trimestre de 2026. A métrica foi o suficiente para catapultar o Brasil à invejável <strong>quinta colocação mundial</strong> no ranking de crescimento econômico no período.</p>
<h3>À Frente das Potências</h3>
<p>O levantamento formulado pela Austin Rating cruzou o cenário atual com a base de dados do poderoso Fundo Monetário Internacional (FMI). A análise escancarou um feito relevante: o crescimento tupiniquim esmagou a média conjunta do G7 (as sete economias mais ricas do mundo), bem como as margens da Zona do Euro. Em termos proporcionais de crescimento entre trimestres adjacentes, o Brasil fechou o meio de ano avançando mais rápido do que nações colossais como China e Estados Unidos.</p>
<p>A medalha de ouro ficou cravada no peito da Irlanda (+1,0%), que abriu distância da Indonésia, Angola e Malásia na disputa pelas posições cimeiras de avanço produtivo do ranking que computou 50 países avaliados.</p>
<h3>Brasil Entre as Dez Maiores</h3>
<p>O efeito prático dessa guinada pode ser sentido no ranqueamento global oficial dos blocos financeiros. A Austin Rating confirmou que os brasileiros abandonaram a amarga 11ª posição registrada em 2025 para assumir novamente a cadeira da <strong>décima maior economia</strong> do mundo. Atualmente com uma fortuna rodando as engrenagens de aproximadamente US$ 2,64 trilhões, o país encosta na Rússia (US$ 2,66 trilhões) na corrida global por influência financeira, e ameaça roubar o nono lugar do vizinho já no início de 2027.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Resorts de luxo miram Jericoacoara com injeção de R$ 700 milhões até 2029</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/nordeste-recebe-resorts-milionarios-gav-hoteis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>GAV Hotéis e Resorts fortalece presença no Nordeste com complexos imobiliários que gerarão centenas de empregos diretos e indiretos na região</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A costa cearense segue consolidando seu status de potência turística e atraindo os olhos dos gigantes do setor imobiliário e hoteleiro. Reforçando sua presença de expansão estratégica pelo Nordeste, a <strong>GAV Hotéis e Resorts</strong> aposta firme nas belezas de Cruz, região da badalada Jericoacoara, com planos de injetar cerca de R$ 700 milhões na construção de dois suntuosos resorts.</p>
<h3>Dois Projetos, Uma Vocação</h3>
<p>O município cearense não foi escolhido por acaso. A logística facilitada pelo Aeroporto Regional de Jericoacoara e a crescente demanda por um destino que é unanimidade mundial transformaram o local no terreno perfeito para a companhia, que mira fechar o ano de 2026 faturando R$ 3,7 bilhões nacionalmente.</p>
<p>O primeiro empreendimento, batizado de <em>Jeriquiá Lagoa</em>, já está em fase de acabamento e deve abrir suas portas aos hóspedes no final deste ano. Simultaneamente, o grupo acaba de lançar o <em>Jeriquiá Dunas</em>, projetado para ser entregue até o ano de 2029. Juntos, os complexos somarão 600 acomodações voltadas para o alto padrão, erguidas estrategicamente no entorno da Lagoa do Paraíso.</p>
<h3>Impacto Sustentável e Empregabilidade</h3>
<p>Para Manoel Pereira, CEO da companhia, o aporte não se resume apenas a aumentar a oferta de leitos, mas em realizar uma inserção sustentável e econômica. &#8220;A região tem espaço para a expansão da hotelaria de forma sustentável, sem excesso de oferta. Queremos crescer junto com o destino e gerar impacto positivo&#8221;, explicou.</p>
<p>O impacto mencionado por Pereira já é medido nas carteiras de trabalho. Somente a fase de obras dos resorts absorveu aproximadamente 400 funcionários. A expectativa é que, com ambas as unidades operando em plena capacidade, pelo menos 600 novos postos de trabalho sejam efetivados de forma direta nos setores operacionais, além de movimentar ativamente toda a cadeia logística de alimentos, bebidas e serviços no Ceará.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Preços na indústria recuam, com alta recorde no setor de eletrônicos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/custos-industria-recuo-julho-eletronicos-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IPP registra retração puxada por químicos e derivados de petróleo, enquanto a indústria tecnológica sente o peso do mercado externo de chips</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um movimento contrastante que marcou a indústria brasileira em julho de 2026, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) apontou uma deflação média nas fábricas, porém encobriu um verdadeiro <strong>choque de custos no setor de tecnologia e eletrônicos</strong>. Enquanto o índice geral caiu, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos explodiram com uma alta inédita de 11,37% na porta de fábrica.</p>
<h3>A Disparada dos Preços na Tecnologia</h3>
<p>Foi a maior variação mensal no setor de tecnologia desde o início da série histórica do IBGE, em 2010. Nunca antes o segmento havia registrado inflação na casa dos dois dígitos entre meses consecutivos (o último pico foi 5,63% na pandemia, em abril de 2020).</p>
<p>O que motivou essa escalada foi a pressão internacional. O mercado global de memórias NAND e DRAM passou por fortes reajustes durante as renovações de contrato. Esse repasse cambial e tarifário rapidamente invadiu as esteiras de montagem nacionais, encarecendo a produção de componentes, celulares, placas e computadores pessoais em solo brasileiro. Com esse salto, a tecnologia se tornou a líder absoluta de aumentos tanto no acumulado do ano (17,56%) quanto na janela de 12 meses (21,10%).</p>
<h3>O Contraponto do Petróleo e da Indústria Química</h3>
<p>Apesar do estrago na cadeia de semicondutores, a média global do IPP &#8211; índice que exclui impostos e fretes para medir a variação nas fábricas &#8211; conseguiu manter sua trajetória de retração, caindo 0,83% em julho. O resultado sucedeu a baixa de -0,81% verificada em junho, resultando em um acumulado positivo no ano de apenas 3,09%.</p>
<p>Essa &#8220;salvação&#8221; da média geral foi sustentada, em sua ampla maioria, pelo forte recuo na ponta dos derivados de petróleo e da petroquímica. O <strong>refino de petróleo e biocombustíveis</strong> foi o maior peso negativo, caindo 5,65% no período, seguido pelos produtos químicos que retraíram 4,49%.</p>
<p>Essa redução marca uma mudança de cenário em relação ao início do ano, quando tensões no Oriente Médio haviam encarecido o mercado energético. Com a diminuição das pressões externas sobre o barril e uma demanda petroquímica global desaquecida, o repasse chegou finalmente ao setor produtivo.</p>
<h3>Análise dos Bens de Produção</h3>
<p>As assimetrias na variação dos custos deixam claro o atual perfil da produção. Dos 24 setores pesquisados, quase a metade (11) apresentaram deflação no mês de julho, mostrando um quadro mais flexível se comparado a junho, quando apenas seis grupos haviam barateado.</p>
<p>A categoria de <strong>bens intermediários</strong>, que é a espinha dorsal e representa mais da metade (54,10%) de toda a indústria analisada, foi a principal âncora que puxou os números totais para baixo, ajudada também pelas indústrias extrativas, que somaram -4,38% de variação no mês. Por outro lado, setores como borracha, plásticos e alimentos apresentaram uma dinâmica mista e contida, fechando o quadro de um mês de respiro geral, exceto para as montadoras de aparelhos eletrônicos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Perspectivas e presente: Índices apontam deterioração na indústria brasileira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/confianca-industria-brasil-queda-agosto-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ISA e IE recuam ao menor nível em meses, indicando que empresários avaliam mal tanto o momento atual quanto os próximos meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As perspectivas para os próximos meses preocupam tanto quanto o momento atual. Em agosto de 2026, o Índice de Expectativas (IE) da indústria brasileira recuou 2,0 pontos e chegou a 92,6 pontos — o menor patamar desde novembro de 2025. Para a FGV (Fundação Getulio Vargas), que divulgou os dados nesta quinta-feira (27), o resultado reflete uma percepção de desaceleração à frente, agravada pela incerteza com o debate eleitoral.</p>
<h3>Situação atual também deteriora</h3>
<p>No campo do momento presente, o quadro é igualmente desfavorável. O ISA (Índice de Situação Atual) caiu 5,0 pontos em agosto, atingindo 94,9 pontos — o nível mais baixo desde dezembro de 2025. O indicador mede como os empresários avaliam as condições presentes do setor e aponta que, na prática, a percepção de quem está no chão de fábrica é de retração.</p>
<p>O resultado consolidado, o ICI (Índice de Confiança da Indústria), recuou 3,5 pontos no mês, para 93,7 pontos. Trata-se da maior queda em um ano e foi provocada pela combinação de demanda menos aquecida e novo acúmulo de estoques — dois sinais clássicos de que o ritmo de produção pode ser cortado nos meses seguintes.</p>
<h3>Juros e eleições dividem o cenário</h3>
<p>&#8220;Em relação ao futuro, o resultado reflete uma perspectiva geral de desaceleração da atividade econômica e possíveis aumentos da incerteza com a intensificação dos debates sobre as eleições&#8221;, explicou Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE.</p>
<p>O analista destacou que, apesar da estabilidade no mercado de trabalho e das políticas de estímulo setoriais, o cenário macroeconômico segue dividido. Os juros elevados e a pressão inflacionária são apontados como fatores determinantes para a desaceleração da confiança. &#8220;Setores relacionados a bens de capital e de consumo duráveis mantêm alguma resiliência devido a políticas setoriais, mas seguem sensíveis à política monetária&#8221;, completou Pacini.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>IPCA-15 cai 0,46% em agosto e fica abaixo da meta</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ipca-15-deflacao-agosto-2026-energia-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda na energia elétrica, nos alimentos in natura e nos transportes explica a deflação da prévia do IBGE; índice acumula 4,24% em 12 meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três segmentos da economia puxaram os preços para baixo em agosto e garantiram à prévia da inflação o segundo resultado negativo em pouco mais de um ano: habitação, transportes e alimentação e bebidas. O IPCA-15, indicador que o IBGE utiliza como antecedente do índice oficial de inflação, registrou queda de 0,46 ponto percentual em relação ao que havia sido medido em julho, quando a taxa havia subido 0,06%.</p>
<p>O principal responsável pela deflação foi o setor de habitação, com recuo de 1,41%. A força dessa queda está diretamente ligada à energia elétrica residencial: o bônus de Itaipu, que incide nas contas de agosto, somou R$ 1,85 a cada 100 kWh, mesmo com a bandeira amarela ainda em vigor. O efeito sobre o bolso do consumidor foi imediato e amplificou a queda do índice.</p>
<p>Na alimentação e bebidas, a deflação chegou a 0,57%, impulsionada principalmente por produtos frescos. O tomate registrou a queda mais expressiva: mais de 27%. A batata recuou 25%, a cenoura 17% e o café moído perdeu 2,31% de seu valor. Em sentido contrário, o leite subiu 3,41% e as frutas, 3,11%, segurando parte do alívio que poderia ter sido ainda maior.</p>
<p>Em São Paulo, os efeitos foram mais contidos. A capital paulista registrou a menor deflação entre todas as 11 regiões pesquisadas, com queda de apenas 0,06%. A baixa queda no preço do leite e os custos de conserto de veículos contribuíram para segurar o recuo. No extremo oposto, Curitiba teve a maior deflação, de 0,82%, influenciada pelo barateamento das passagens aéreas.</p>
<p>Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula alta de 3,09% no ano e de 4,24% nos últimos 12 meses — abaixo dos 4,52% registrados no período anterior e dentro do teto da meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 4,5%. Em agosto de 2025, o índice havia ficado em -0,14%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará lidera com investimentos via incentivos fiscais</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ceara-lidera-com-investimentos-via-incentivos-fiscais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com aprovação R$ 675 milhões em investimentos e 6,43 mil empregos, Estado lidera com 139 projetos e alcançam 22 municípios de Cariri ao Litoral Leste</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor calçadista emerge como o grande destaque da terceira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Condec) em 2026. Os projetos ligados à indústria de calçados somam mais de R$ 49 milhões em investimentos aprovados — número que, somado aos projetos correlatos, deve superar R$ 90 milhões — com potencial de gerar mais de 1.200 empregos diretos em municípios cearenses.</p>
<h3>R$ 675 milhões e 6.430 vagas: o escopo total da rodada</h3>
<p>No total, a reunião do Condec aprovou 139 novos pedidos de empresas interessadas em se instalar ou expandir operações no Ceará. O volume global de investimentos aprovados supera R$ 675 milhões, com projeção de geração de aproximadamente 6.430 novos empregos. Os projetos contemplam 22 municípios distribuídos por diferentes regiões do Estado: Cariri, Grande Fortaleza, Litoral Leste e outras áreas do interior.</p>
<p>Do total aprovado, 19 empresas em fase de implantação devem aportar mais de R$ 340 milhões e criar cerca de 3.111 empregos diretos — refletindo o avanço de uma carteira de projetos que vai da instalação de novas unidades à ampliação de fábricas já em operação.</p>
<h3>Dilly Calçados chega a Pentecoste</h3>
<p>Um dos anúncios mais impactantes da rodada é a instalação da Dilly Calçados no município de Pentecoste, no interior cearense. O empreendimento prevê investimento superior a R$ 49 milhões e simboliza a estratégia do Estado de interiorizar a geração de emprego e renda por meio da atração de indústrias intensivas em mão de obra.</p>
<h3>Diversificação setorial como marca da rodada</h3>
<p>Além do setor calçadista, a rodada contempla empresas de diferentes segmentos, o que reforça a política de diversificação da base industrial cearense. Com a chegada de novos projetos e a expansão das unidades já instaladas, o Ceará amplia sua capacidade de atrair capital privado e de reduzir a dependência de setores tradicionais, consolidando um modelo de desenvolvimento que combina incentivos fiscais com geração de renda distribuída pelo território estadual.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção industrial supera linha divisória pela 2ª vez no ano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/producao-industrial-supera-linha-divisoria-pela-2a-vez-no-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33513</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI supera o patamar neutro pela segunda vez no ano, mas estoques sobem pelo mesmo motivo, indicando que recuperação ainda não é plena</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de evolução da produção industrial subiu 2,6 pontos em julho, atingindo 51 pontos e cruzando a linha de 50 pela segunda vez em 2026 — a outra havia sido em março. O resultado, apurado pela Sondagem Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indica que a produção cresceu no mês frente a junho, após um longo período de resultados abaixo do nível neutro.</p>
<h3>Estoques também crescem pelo mesmo motivo</h3>
<p>O avanço da produção veio acompanhado de um sinal de alerta: o índice de evolução dos estoques de produtos finais também subiu 1,7 ponto, chegando a 51 pontos — a primeira vez no ano que o indicador passou de 50, após oito meses consecutivos de queda. O aumento simultâneo de produção e estoques sugere que a retomada ainda não está totalmente sustentada por demanda equivalente, o que pode limitar a velocidade de recuperação nos próximos meses.</p>
<h3>Emprego segue em retração</h3>
<p>O índice de evolução do número de empregados cresceu 0,4 ponto em julho, mas permanece em 48,6 pontos — abaixo dos 50. Isso significa que o mercado de trabalho na indústria continuou enxugando postos de trabalho no mês, ainda que em ritmo menor do que o observado anteriormente.</p>
<h3>Capacidade instalada estagnada</h3>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se manteve em 70% em julho, patamar um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período de 2024 e 2025. A estabilidade do indicador reforça que, apesar do avanço da produção, o parque industrial nacional ainda opera com folga relevante — o que reduz a pressão por investimentos em expansão de capacidade no curto prazo.</p>
<p>O ambiente macroeconômico segue adverso: a especialista da CNI Larissa Nocko reitera que juros elevados, custos de produção crescentes e aumento das importações continuam pressionando as intenções de investimento, que registraram o terceiro recuo consecutivo em agosto, chegando ao menor índice do ano (52,6 pontos).</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juros altos e importações travam intenção de investir da indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-intencao-investimento-cni-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33499</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI cai pelo terceiro mês seguido e chega ao menor patamar de 2026 em agosto, com expectativas de exportações e emprego entrando na zona de retração</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intenção de investimento da indústria brasileira atingiu o menor nível do ano em agosto, segundo a Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice que mensura esse apetite por expansão recuou 0,6 ponto, passando de 53,2 para 52,6 pontos — o terceiro declínio consecutivo em 2026.</p>
<h3>Três fatores pressionam as decisões de inversão</h3>
<p>Para a CNI, o cenário que desincentiva a tomada de decisão de investir é uma combinação de variáveis que se reforçam mutuamente. Larissa Nocko, especialista em políticas e indústria da entidade, aponta três causas principais: o patamar elevado da taxa básica de juros, o aumento dos custos de produção e a pressão crescente de produtos importados sobre o mercado interno.</p>
<p>Com o crédito mais caro e as margens comprimidas, as empresas adiam ou redimensionam planos de expansão de capacidade produtiva, perpetuando um ciclo de cautela que dificulta a retomada do dinamismo industrial.</p>
<h3>Exportações e emprego entram na zona de queda</h3>
<p>A mesma sondagem revelou piora em outros indicadores prospectivos. O índice de expectativa de quantidade exportada caiu 1,5 ponto, para 49,5 pontos, enquanto o indicador de número de empregados recuou 0,7 ponto, atingindo 49,4 pontos. Ambos ficaram abaixo da linha de 50 pontos, o que sinaliza que mais empresas esperam queda do que crescimento nas vendas externas e no volume de vagas nos próximos seis meses.</p>
<h3>Estoque e produção dão sinais contraditórios</h3>
<p>Em contraste com as perspectivas negativas, o levantamento registrou avanços em dois indicadores de curto prazo referentes a julho. O índice de evolução da produção industrial subiu 2,6 pontos e cruzou os 50 pontos pela segunda vez no ano, sinalizando crescimento da produção no mês. O índice de estoques de produtos finais também subiu 1,7 ponto, chegando a 51 pontos — a primeira vez em 2026 que o indicador indicou acúmulo de estoque, após oito meses consecutivos de queda.</p>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou estável em 70%, patamar um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período de 2024 e 2025, evidenciando que o parque industrial opera com folga, sem pressão por novas instalações no curto prazo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desaceleração do PIB no 2º tri deve acelerar alívio monetário do BC</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/desaceleracao-economica-corte-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33453</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desaceleração do PIB no segundo trimestre e queda de 0,64% no IBC-Br de junho intensificam debate sobre aceleração do alívio monetário pelo Banco Central</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A perda de dinamismo da atividade econômica no Brasil ao final do primeiro semestre começou a alterar o diagnóstico do mercado financeiro em relação aos rumos da política monetária. Os dados mais recentes sinalizam que a desaceleração pode pressionar o Banco Central a acelerar a redução da taxa básica de juros nos próximos encontros do Copom.</p>
<h3>Índice do Banco Central registra retração em junho</h3>
<p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia oficial do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou recuo de 0,64% em junho na comparação com o mês anterior. O resultado interrompeu a sequência de altas que havia levado o indicador ao patamar mais elevado de sua série histórica em maio.</p>
<p>No acumulado do segundo trimestre de 2026, o crescimento da atividade ficou em apenas 0,18%, confirmando o arrefecimento da economia após um início de ano mais aquecido por estímulos ao consumo, como a isenção do Imposto de Renda e o reajuste do salário mínimo.</p>
<h3>Efeito da taxa de juros sobre o setor produtivo</h3>
<p>Para analistas econômicos, o esfriamento da atividade reflete o efeito acumulado da Selic mantida em dois dígitos. Segundo Paulo Gala, economista e professor da FGV, o enfraquecimento dos dados reais de produção e vendas passa a ser o principal elemento na mesa de decisões do Banco Central.</p>
<p>Na mesma linha, relatórios de instituições como Itaú e Banco Inter apontam que a política monetária restritiva cumpriu seu papel de conter a demanda agregada. As projeções do mercado indicam que o ciclo de cortes pode levar a Selic, atualmente em 14% ao ano, para patamares entre 13,25% e 13,75% até o encerramento do exercício de 2026.</p>
<h3>Postura do BC e balanço de riscos</h3>
<p>Embora a última ata do Copom tenha condicionado o ritmo das reduções à trajetória de convergência da inflação, declarações do presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçam que o reequilíbrio entre oferta e demanda interna continua sendo a prioridade da autoridade monetária.</p>
<p>Caso a desaceleração se confirme nos próximos indicadores setoriais, a margem para uma calibração mais flexível dos juros tende a se consolidar antes do previsto pelo mercado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria acumula 20 meses de pessimismo apesar de alta em agosto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pessimismo-industrial-20-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33434</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento da CNI mostra que, apesar do avanço de 1,9 ponto no índice de confiança, empresários mantêm avaliação negativa sobre a economia e voltam a ter otimismo apenas em relação aos próprios negócios</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A marca dos 50 pontos continua sendo uma barreira que a confiança da indústria brasileira não consegue ultrapassar. Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 1,9 ponto em agosto, alcançando 46,3 pontos — insuficiente, porém, para romper o limiar que separa otimismo de pessimismo.</p>
<h3>Duas décadas de meses sem confiança plena</h3>
<p>O cenário atual configura um recorde negativo de persistência. São vinte meses ininterruptos com o ICEI estacionado abaixo dos 50 pontos, número que também fica distante da média histórica de 53,3 pontos da série. A sequência reflete um ambiente de incertezas macroeconômicas que vem corroendo gradualmente o ânimo dos dirigentes industriais.</p>
<h3>O que melhorou — e o que continua preocupando</h3>
<p>Segundo o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, os componentes do ICEI têm oscilado nos últimos meses sem consolidar uma tendência clara de recuperação. O Índice de Condições Atuais subiu 1,1 ponto, para 42,7 pontos. O resultado indica que a percepção sobre a conjuntura econômica e sobre a saúde das próprias empresas segue pior do que o observado seis meses antes, embora a intensidade dessa avaliação negativa tenha diminuído.</p>
<p>A leitura sobre a economia nacional foi a que mais avançou dentro das condições atuais, com alta de 1,9 ponto, chegando a 36,6 pontos. Já o sentimento a respeito das próprias empresas cresceu 0,6 ponto, para 45,7 pontos.</p>
<h3>Expectativas ensaiam recuperação tímida</h3>
<p>Na parcela do índice que mede as projeções para o semestre seguinte, o avanço foi mais expressivo. O Índice de Expectativas cresceu 2,3 pontos e atingiu 48,1 pontos, recuperando parte da queda de 3,1 pontos registrada em julho. O pessimismo permanece, mas perdeu força em relação ao mês anterior.</p>
<p>Um ponto de destaque é a perspectiva dos empresários sobre seus próprios negócios. Esse subíndice avançou 2,2 pontos e alcançou 52,3 pontos, cruzando a linha dos 50 pela primeira vez após semanas de retração. Em outras palavras, os industriais voltaram a apostar na melhora de suas operações individuais, mesmo sem enxergar sinais animadores na economia como um todo.</p>
<p>As expectativas para a economia brasileira também subiram 2,5 pontos, mas pararam em 39,7 pontos — patamar que traduz preocupação significativa com o rumo da política econômica nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará foca em matriz sustentável para liderar no Nordeste</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ceara-matriz-sustentavel-lideranca-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudos indicam que o fortalecimento do turismo e os investimentos no complexo portuário garantirão crescimento estável para o estado até 2027.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário econômico do Ceará se desenha como um dos mais promissores da região Nordeste para os próximos anos. Um estudo macroeconômico recente sinalizou que a economia do estado deve apresentar uma taxa sólida de expansão até 2027, alicerçada sobre dois pilares fundamentais: a resiliência do setor de serviços e a modernização de sua base industrial.</p>
<p>O segmento de serviços, fortemente ancorado no turismo e na tecnologia da informação, tem demonstrado uma rápida recuperação e gerado postos de trabalho em ritmo acelerado. Com a retomada total de grandes eventos e voos internacionais, a cadeia de comércio e hotelaria cearense projeta quebrar recordes de arrecadação nos próximos balanços.</p>
<h3>Indústria pautada na sustentabilidade</h3>
<p>A sustentabilidade é o diferencial do novo boom industrial no estado. O Complexo Industrial e Portuário do Pecém tornou-se um polo de atração de capital internacional focado no desenvolvimento de hidrogênio verde. A transição energética deixou de ser apenas pauta ambiental e virou o maior motor de captação de investimentos estrangeiros da história do Ceará.</p>
<p>Se os planos de modernização da infraestrutura de logística e transporte interno acompanharem a atração de novas fábricas, o estado garantirá não apenas um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mas uma elevação duradoura na qualidade de vida da população. O Ceará se consolida, assim, como uma economia diversificada e cada vez menos dependente da volatilidade agrária tradicional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Serviços e indústria impulsionam economia do Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/servicos-industria-impulsionam-economia-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33301</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeções apontam para um crescimento econômico robusto no estado até 2027, ancorado no aquecimento do varejo, turismo e expansão industrial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Ceará tem se destacado no cenário econômico do Nordeste e caminha para um ciclo contínuo de prosperidade. Projeções recentes elaboradas por especialistas em macroeconomia indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) estadual manterá uma curva ascendente até o ano de 2027. O grande motor dessa alavancada é o robusto setor de serviços, acompanhado por um renascimento da base industrial local.</p>
<p>Após períodos de instabilidade nacional, o comércio varejista, a tecnologia da informação e, sobretudo, o turismo, mostraram uma recuperação surpreendente no estado. A injeção de capital na profissionalização desses serviços não só tem garantido a retenção de talentos no Ceará, como tem atraído um volume recorde de investimentos de fundos do sudeste brasileiro.</p>
<h3>Investimentos industriais a longo prazo</h3>
<p>O segmento industrial cearense não fica para trás. Com aportes pesados em infraestrutura, como as contínuas expansões do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, o estado se consolidou como uma porta de saída competitiva para a exportação e atração de novas fábricas. O foco em energias renováveis, especialmente o hidrogênio verde, atrai atenção internacional.</p>
<p>A combinação entre um setor de serviços dinâmico que gera emprego rápido e uma indústria que fixa investimentos de longo prazo cria um ecossistema econômico altamente resiliente. Se as políticas de incentivo fiscal e desburocratização forem mantidas pelo governo estadual, o Ceará poderá atingir índices de desenvolvimento muito superiores à média nacional até o fim desta década.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quase 40% da indústria prevê aumento de dívidas em 3 meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/cni-industria-preve-aumento-dividas-tres-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33262</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da CNI revela preocupação do setor industrial com o caixa no curto prazo, reflexo do encarecimento de insumos e desafios nas vendas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cenário de cautela paira sobre o parque produtivo nacional. De acordo com um recente levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), quase 40% das empresas do setor preveem um aumento no nível de endividamento bancário para o próximo trimestre. O dado expõe as dificuldades financeiras enfrentadas pelas fábricas para sustentar o capital de giro.</p>
<p>O aperto no caixa das indústrias é atribuído a uma combinação perigosa: estoques em alta devido ao ritmo lento das vendas e custos fixos e operacionais que se recusam a ceder. Sem conseguir escoar a produção na velocidade necessária para equilibrar as contas, muitos gestores se veem forçados a recorrer a empréstimos bancários apenas para manter a operação rodando.</p>
<h3>Desafios do crédito corporativo</h3>
<p>O problema se agrava quando se analisa a qualidade desse endividamento. Com as taxas de juros em patamares elevados para linhas de crédito emergenciais, a tomada de recursos se torna onerosa, comprometendo a rentabilidade futura das empresas e postergando investimentos cruciais em modernização e inovação tecnológica.</p>
<p>Para tentar mitigar esse impacto, o setor clama por medidas governamentais que vão além do simples corte da Selic, como a oferta de linhas de crédito subsidiadas e a facilitação no parcelamento de passivos fiscais. Sem uma intervenção focada no alívio do fluxo de caixa, o risco de aumento nos pedidos de recuperação judicial em setores mais sensíveis pode se tornar uma dura realidade até o final do ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Otimismo com a economia salta para 46% em nova pesquisa</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/otimismo-economia-salta-46-pesquisa-quaest/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33252</guid>

					<description><![CDATA[<p>O levantamento da Quaest indica uma melhora significativa na percepção do mercado e da população sobre o futuro financeiro do país nos próximos 12 meses.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A percepção sobre o futuro do cenário financeiro brasileiro registrou uma injeção de otimismo neste segundo semestre. O mais recente levantamento da Quaest revelou que a expectativa de melhora na economia para os próximos 12 meses saltou expressivamente, passando de 39% para 46% entre os entrevistados.</p>
<p>Esse aumento de sete pontos percentuais sinaliza uma retomada da confiança que estava adormecida, impulsionada por indicadores favoráveis recentes, como a estabilização das taxas de emprego e projeções de inflação mais controladas. Para o mercado, o indicador de confiança é fundamental, pois costuma preceder o aumento no consumo das famílias.</p>
<h3>O reflexo nos investimentos</h3>
<p>O humor mais leve da população em relação à própria renda também se traduz em um ambiente menos hostil para o varejo e o setor de serviços. Quando a expectativa futura é positiva, o consumidor tende a destravar planos de aquisição de bens duráveis e financiamentos imobiliários, movimentando a engrenagem macroeconômica.</p>
<p>Apesar da escalada no otimismo, especialistas do mercado advertem que a conversão dessa confiança em crescimento real do PIB ainda depende do ambiente global e das decisões fiscais em andamento. Contudo, o dado isolado da Quaest oferece um alívio momentâneo para os setores produtivos, que passam a planejar seus estoques para o final de ano com uma perspectiva de demanda mais aquecida.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda na indústria reforça debate sobre corte de juros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/queda-industria-reforca-debate-corte-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33237</guid>

					<description><![CDATA[<p>O forte recuo da produção industrial em junho levanta discussões sobre a necessidade de adequação na taxa Selic para estimular a economia nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O resultado negativo da produção industrial brasileira em junho, que registrou uma contração mais aguda do que as estimativas iniciais do mercado, reacendeu o alerta sobre o ritmo de crescimento do país. A dificuldade em escoar produtos e o alto custo do capital de giro têm forçado muitas fábricas a reduzir seus turnos de operação.</p>
<p>Com a demanda enfraquecida e o custo de financiamento elevado, o setor produtivo enfrenta uma barreira significativa para investimentos em modernização. Esse cenário de retração adiciona um componente crucial à análise do Banco Central, pressionando as autoridades monetárias a repensarem o cronograma de manutenção ou corte da taxa básica de juros (Selic).</p>
<h3>A balança da política monetária</h3>
<p>Especialistas em macroeconomia destacam que os dados recentes da indústria podem servir como o gatilho necessário para uma calibragem mais branda da política monetária. Um corte nos juros facilitaria o acesso ao crédito tanto para as empresas, que poderiam reativar linhas de produção, quanto para o consumidor final, estimulando o consumo represado.</p>
<p>No entanto, o Banco Central segue monitorando fatores externos e a inflação de serviços antes de tomar qualquer decisão drástica. O desafio agora é equilibrar o controle inflacionário com a urgência de evitar uma estagnação prolongada no parque industrial, garantindo que o país recupere seu vigor econômico sem comprometer a estabilidade fiscal.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria brasileira tem maior retração em cinco meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-brasileira-retracao-cinco-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33211</guid>

					<description><![CDATA[<p>A queda na demanda durante o mês de julho acentuou o recuo do setor produtivo, refletindo um cenário econômico cauteloso no segundo semestre.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-brasileira-retracao-cinco-meses/">Indústria brasileira tem maior retração em cinco meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termômetro do setor industrial nacional acendeu um sinal de alerta ao registrar, em julho, a contração mais intensa dos últimos cinco meses. O desaquecimento da economia refletiu diretamente nas linhas de produção, que precisaram desacelerar diante de um cenário de menor demanda por bens de consumo e insumos.</p>
<p>De acordo com indicadores recentes de mercado, a redução de encomendas fez com que muitas fábricas operassem abaixo de sua capacidade ideal. A hesitação dos consumidores em assumir novas dívidas e a política monetária restritiva estão entre os principais fatores que esfriaram o apetite por compras atacadistas e varejistas.</p>
<h3>Desafios estruturais e próximos passos</h3>
<p>As cadeias de suprimentos também sofrem os impactos da oscilação produtiva. Com os estoques estagnados, o ritmo de contratações no setor industrial tende a ser paralisado, criando um ciclo de cautela que pode afetar os índices gerais de emprego formal nos próximos meses.</p>
<p>Para reverter esse quadro no curto prazo, empresários aguardam sinalizações mais robustas do governo e estímulos de crédito que possam destravar os investimentos. Enquanto a confiança do consumidor não for plenamente restabelecida, as linhas de montagem deverão manter um ritmo conservador, balanceando a produção estritamente com os pedidos fechados, sem espaço para a criação excessiva de excedentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda nos combustíveis puxa retração expressiva do IGP-M</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/queda-combustiveis-igp-m-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33192</guid>

					<description><![CDATA[<p>O alívio nas bombas de combustível reflete diretamente na inflação do produtor, resultando em uma retração de 1,16% no índice que regula grande parte dos contratos no mercado imobiliário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alívio financeiro percebido pelos motoristas na hora de abastecer trouxe consequências diretas para a economia macroeconômica brasileira. Em julho, a queda dos combustíveis foi o principal catalisador para uma retração expressiva de 1,16% no Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M).</p>
<p>Historicamente utilizado como o principal indexador de reajustes em contratos de aluguel e tarifas públicas, o IGP-M sofreu forte influência do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA). O IPA, que acompanha os custos no atacado e na produção antes de chegarem ao consumidor final, tem peso de 60% na formulação do índice geral e foi duramente impactado pela redução nos custos logísticos e de transporte.</p>
<h3>Reflexos em cadeia na economia</h3>
<p>Com o transporte e a logística representando fatias consideráveis no custo de produção da maioria das indústrias, a desoneração nos combustíveis funciona como um freio na inflação empresarial. Esse cenário de deflação atacadista permite que o mercado respire, reduzindo a pressão sobre os repasses para o varejo e, consequentemente, ajudando a controlar a inflação para o consumidor.</p>
<p>Para o setor imobiliário e de serviços, o recuo do IGP-M sinaliza estabilidade. Inquilinos e empresas com contratos atrelados a este indexador poderão observar reajustes mais brandos ou até negativos nas próximas revisões, evidenciando como as variações nos preços de energia e combustíveis moldam o custo de vida em múltiplas frentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Plataformas digitais otimizam a gestão de canteiros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/rastreabilidade-digital-gestao-canteiros-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33181</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta que construtoras já registraram centenas de milhares de não conformidades via plataformas digitais, substituindo antigos controles em papel.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O canteiro de obras, tradicionalmente marcado por processos analógicos e anotações informais, está passando por um processo acelerado de modernização. A adoção de plataformas digitais de gestão tem permitido que as construtoras centralizem informações críticas, criando um histórico detalhado de tudo o que acontece durante a execução dos projetos.</p>
<p>Um estudo recente conduzido pela Construct IN, empresa focada em soluções de captura de realidade para o setor, ilustra bem essa mudança de paradigma. Os dados revelam que mais de 342 mil apontamentos de não conformidades já foram documentados digitalmente pelas empresas no Brasil, um salto significativo em relação à época em que e-mails, planilhas soltas e blocos de papel eram a regra.</p>
<h3>O fim da dispersão de informações</h3>
<p>A grande vantagem da digitalização é a estruturação dos dados. Tales Silva, CEO da Construct IN, pontua que a documentação, antes vista apenas como uma tarefa burocrática, tornou-se uma alavanca para a eficiência. Ao registrar falhas e ocorrências em um sistema centralizado, as equipes conseguem monitorar a correção dos problemas em tempo real e evitar a repetição de erros em obras futuras.</p>
<p>A tendência de integração tecnológica é forte. Uma pesquisa do BIM Fórum Brasil de Maturidade Digital indicou que cerca de 57,7% das companhias da área planejam, dentro de cinco anos, gerenciar suas obras conectando dados de planejamento a análises financeiras e operacionais.</p>
<h3>Monitoramento visual e preventivo</h3>
<p>A revolução nos canteiros também passa pela captura visual. A base de dados da Construct IN, por exemplo, já acumula mais de 8 milhões de imagens em 360 graus, além de 46 mil itens inspecionados por meio de checklists eletrônicos. Todo esse acervo funciona como um &#8220;gêmeo visual&#8221; da obra, permitindo auditorias remotas e maior controle de qualidade.</p>
<p>Com a consolidação desse histórico digital, a tomada de decisão deixa de ser baseada apenas no &#8220;feeling&#8221; dos engenheiros e passa a ser fundamentada em dados concretos. A capacidade de antecipar gargalos e rastrear a origem de cada problema não apenas agiliza as entregas, mas também impacta diretamente a rentabilidade dos empreendimentos imobiliários.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Instabilidade política e tarifas externas derrubam otimismo industrial</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/instabilidade-politica-derruba-otimismo-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/instabilidade-politica-derruba-otimismo-industrial/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Índice de Confiança da Indústria recuou para 97,2 pontos em julho, revelando a preocupação do empresariado com a economia e o cenário eleitoral.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O horizonte para o setor manufatureiro brasileiro amanheceu mais nublado no mês de julho. Reflexo de um misto de cautela com as eleições iminentes e tensões no mercado internacional, a percepção dos empresários sobre o momento econômico despencou para o seu nível mais baixo desde o final do ano passado.</p>
<h3>Presente e futuro em alerta</h3>
<p>Levantamento divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que a confiança do setor perdeu 2,9 pontos, estacionando na marca de 97,2 pontos. A análise mostra que tanto a visão sobre o cenário atual quanto as expectativas futuras sofreram duros golpes. O indicador que afere as perspectivas para os próximos meses teve uma retração aguda de 3,7 pontos, o pior resultado computado desde dezembro.</p>
<p>Economistas da instituição apontam que, além do clima de indefinição natural que acompanha períodos eleitorais no país, existe um receio tangível vindo do exterior. As políticas alfandegárias e as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos acenderam a luz amarela nas fábricas brasileiras, criando um ambiente de incerteza para as exportações.</p>
<h3>Ajuste de estoques</h3>
<p>Ainda que haja apreensão, os especialistas observam que alguns segmentos, especialmente o de bens de consumo duráveis, mantêm uma demanda aceitável. O recuo no Índice de Situação Atual, que foi para 99,9 pontos, é em parte explicado por um reequilíbrio nos estoques das empresas, que tentam se ajustar após meses de uma relativa estabilização produtiva.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Custo de energia elétrica freia queda maior no IPCA-15, apesar de alívio nos alimentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/energia-eletrica-ipca-15-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/energia-eletrica-ipca-15-alimentos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O indicador oficial do IBGE apontou uma leve alta em julho, puxada pelos gastos com habitação, que ofuscaram as expressivas reduções nos preços de produtos de supermercado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As compras no supermercado trouxeram alívio no bolso das famílias durante o mês de julho, mas a manutenção da casa pesou na ponta do lápis. Produtos que frequentemente pressionam o orçamento perderam força, gerando uma deflação considerável na alimentação domiciliar. Ainda assim, fatores ligados à infraestrutura doméstica não permitiram que o termômetro econômico registrasse uma queda geral.</p>
<h3>Alívio nos alimentos</h3>
<p>Comer em casa se tornou mais barato no período, com a alimentação no domicílio despencando 1,14%. As feiras foram lideradas pela desvalorização significativa do tomate, que ficou 19,95% mais barato, acompanhado da batata-inglesa, que apresentou uma redução de 10,03%, e do pó de café (-3,13%). Como um todo, o grupo de alimentação e bebidas apresentou recuo de 0,66%, contribuindo positivamente para conter as despesas nacionais. O único contraponto do ramo alimentar ocorreu nas refeições fora do domicílio, cujo preço foi reajustado em 0,55%.</p>
<h3>Energia e Habitação como vilões</h3>
<p>Apesar da ajuda das prateleiras, as faturas mensais puxaram os índices para cima. O agrupamento de despesas ligadas à habitação cresceu 0,97%, coroando-se como a principal força inflacionária da temporada. Os lares lidaram com um aumento de 3,03% nas contas de energia elétrica, seguidos por uma variação de 0,26% na precificação da tarifa de água e esgoto.</p>
<h3>Dados consolidados da prévia da inflação</h3>
<p>Como resultado do cabo de guerra entre supermercados e tarifas de luz, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) — considerado o ensaio e a <strong>prévia da inflação</strong> oficial do governo — variou singelos 0,06% em julho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse cenário demonstra um freio no aumento de custos quando comparado ao salto de 0,41% registrado em junho deste ano e os 0,33% anotados no mesmo período do ano anterior. Dessa forma, o balanço acumulado da taxa nos últimos 12 meses pousa na casa dos 4,52%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança de grandes obras depende de fundações invisíveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/fundacao-invisivel-importancia-seguranca-obras-engenharia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/fundacao-invisivel-importancia-seguranca-obras-engenharia/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ditado clássico da engenharia reflete como o planejamento rigoroso da estrutura inferior previne catástrofes e garante longevidade arquitetônica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No universo da construção, um dos jargões mais conhecidos entre os profissionais sentencia: &#8220;a parte mais importante de uma obra é exatamente aquela que ninguém vê&#8221;. Longe de ser apenas um exagero retórico de mestres de obras, essa máxima encapsula o pilar central das <strong>obras de engenharia</strong> modernas. Todo o glamour de um arranha-céu espelhado ou a suntuosidade de uma ponte estaiada dependem integralmente de quilômetros de aço e concreto enterrados no subsolo.</p>
<p>As fundações profundas, sistemas de drenagem intrincados e redes elétricas blindadas formam o verdadeiro esqueleto de sustentação do projeto. Quando o trabalho nessas camadas ocultas é subestimado por pressões financeiras ou amadorismo no canteiro, os resultados são devastadores — variando de infiltrações crônicas a colapsos estruturais generalizados.</p>
<h3>A ética abaixo da terra</h3>
<p>Para especialistas do setor imobiliário e construtivo, investir em etapas que o consumidor final não pode avaliar visualmente é a maior prova de ética corporativa. A elaboração de sondagens de solo precisas (que determinam o tipo de fundação entre estacas, sapatas ou radiers) é a vacina contra recalques e fissuras mortais que costumam aparecer anos após a entrega das chaves.</p>
<p>A invisibilidade dessa infraestrutura traz um desafio mercadológico: é difícil convencer o cliente a aportar uma quantia substancial em algo que não trará apelo estético direto, diferente de revestimentos importados e pedras ornamentais luxuosas. No entanto, é o isolamento hídrico das fundações que protegerá as garagens contra o salitre, e é a bitola correta da ferragem na armação que manterá os andares superiores erguidos durante ventanias intensas.</p>
<h3>Tecnologia silenciosa</h3>
<p>Na atualidade, a engenharia tem apostado em ferramentas virtuais como o BIM (Building Information Modeling) para garantir que essa malha invisível de canos, vigas e cabos nunca entre em conflito dentro das paredes. Mapear o subsolo com precisão cirúrgica e dimensionar corretamente a estrutura invisível tornou-se sinônimo de excelência produtiva. Afinal, a beleza arquitetônica impressiona de imediato, mas é o que está debaixo da terra que garantirá que o projeto continue de pé pelos próximos séculos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor industrial cobra maiores aportes em tecnologia nacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-investimentos-inovacao-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/industria-investimentos-inovacao-tecnologia/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para lideranças, o aumento estrutural nos recursos para pesquisa e desenvolvimento é o único caminho para garantir a competitividade global.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alerta que ecoa nos principais polos produtivos do país é unânime: sem uma injeção expressiva de recursos, o Brasil corre o risco de ficar à margem da nova revolução industrial. Lideranças e federações que representam a manufatura nacional têm intensificado o discurso de que o fomento à <strong>inovação e tecnologia</strong> não pode ser tratado como gasto supérfluo, mas sim como pilar insubstituível para a sobrevivência das empresas em um mercado global predatório.</p>
<p>A pauta ganhou tração à medida que os processos de neoindustrialização se tornaram o foco das políticas econômicas modernas. Para que as fábricas locais consigam competir de igual para igual com gigantes asiáticos e norte-americanos, a simples modernização do maquinário não basta; é preciso criar patentes, desenvolver softwares proprietários e dominar o ciclo de inteligência artificial aplicada à produção.</p>
<h3>O abismo dos investimentos em pesquisa</h3>
<p>Um dos pontos mais críticos levantados pelos defensores da pauta é a discrepância entre os aportes brasileiros em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) e a média das nações da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Enquanto os países desenvolvidos destinam parcelas robustas de seus PIBs para laboratórios científicos e fomento à inovação aberta, a indústria nacional ainda luta contra linhas de crédito restritas e uma carga tributária que asfixia a capacidade de investimento a longo prazo.</p>
<p>Representantes do setor argumentam que é fundamental o fortalecimento de instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na facilitação de crédito subsidiado. Projetos que envolvem transição energética, automação inteligente e sustentabilidade industrial necessitam de segurança jurídica e previsibilidade orçamentária para saírem do papel.</p>
<h3>O papel da integração com a academia</h3>
<p>Para reverter o déficit tecnológico, a indústria defende que o fomento financeiro deve obrigatoriamente estar atrelado a uma aproximação íntima com o ambiente acadêmico. A transformação da pesquisa universitária em produtos viáveis no mercado — o chamado &#8220;Vale da Morte&#8221; da inovação — precisa ser transposta através de editais conjuntos e parcerias público-privadas.</p>
<p>A mensagem do setor produtivo é clara: apoiar a <strong>inovação e tecnologia</strong> é o atalho mais seguro para gerar empregos de alta qualificação, alavancar as exportações de produtos de alto valor agregado e, em última instância, blindar a economia brasileira contra as oscilações do mercado internacional de commodities.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juros e custos pressionam finanças da construção civil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/cni-condicoes-financeiras-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/cni-condicoes-financeiras-construcao-civil/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar da manutenção de índices financeiros abaixo da média de satisfação, setor ganha leve fôlego com novas projeções de crescimento impulsionadas pelo crédito habitacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termômetro financeiro da construção civil no Brasil continua apontando para um cenário desafiador, conforme revela a mais recente <strong>Sondagem Indústria da Construção</strong>. Realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a CBIC e divulgado nesta quinta-feira (23), o levantamento mostra que os empresários do setor encerraram o segundo trimestre de 2026 com os índices de satisfação ainda mergulhados na zona negativa.</p>
<p>Em uma escala onde pontuações abaixo de 50 indicam insatisfação, o indicador de situação financeira da indústria marcou apenas 45,2 pontos, praticamente estagnado em relação ao primeiro trimestre. O lucro operacional seguiu a mesma toada de descontentamento, cravando 41,7 pontos. O principal vilão apontado pelos executivos da área continua sendo a dificuldade sistemática de acesso a linhas de crédito saudáveis, cujo índice não passou de 39,3 pontos.</p>
<h3>O peso dos insumos e da taxa Selic</h3>
<p>A pressão que espreme as margens de lucro das construtoras tem duas frentes muito claras, segundo a análise da CNI. A primeira delas é estrutural: a taxa básica de juros, a Selic, que permanece em patamar contracionista. Juros elevados não apenas freiam o financiamento para novos empreendimentos, mas também encarecem a rolagem de dívidas das próprias empresas do setor, dificultando a oxigenação do caixa.</p>
<p>Na outra ponta da corda estão os custos operacionais. Embora o indicador que mede o preço médio das matérias-primas e insumos de construção tenha registrado um recuo de 2,2 pontos — fixando-se em 66,2 —, ele ainda demonstra que os materiais continuam encarecendo, apenas num ritmo ligeiramente menos acelerado do que no início do ano. Aliado a isso, o encarecimento e a escassez de mão de obra qualificada completam a tempestade perfeita que segura o nível de atividade em patamares baixos (47,2 pontos em junho).</p>
<h3>Um horizonte levemente otimista</h3>
<p>Paradoxalmente ao arrocho financeiro de curto prazo, o macroambiente para o fechamento de 2026 desenha curvas de melhora. Isso acontece porque, apesar das dificuldades internas no canteiro de obras, a demanda por moradias segue aquecida.</p>
<p>Recentemente, a própria CNI reajustou a projeção de crescimento do PIB da construção civil no Brasil para este ano, elevando-a de 1,3% para 1,5%. Essa injeção de otimismo, mesmo em meio à insatisfação financeira, é sustentada pela expectativa de ampliação dos recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e por inovações recentes nas regras de crédito imobiliário e fomento a programas habitacionais, fatores que podem destravar novos lançamentos no segundo semestre.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alta carga tributária anula otimismo na indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/condicoes-financeiras-industria-impostos-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/condicoes-financeiras-industria-impostos-juros/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da CNI revela que, apesar de um alívio modesto nas finanças e da regularização dos inventários, o peso tributário segue como o maior pesadelo do setor.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/condicoes-financeiras-industria-impostos-juros/">Alta carga tributária anula otimismo na indústria</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor industrial brasileiro conseguiu arrumar a casa da porta para dentro, mas continua esbarrando em um cenário macroeconômico implacável. Os dados do segundo trimestre de 2026 da Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostram um quadro de contradições: enquanto o parque fabril melhora sua eficiência interna, fatores sistêmicos limitam qualquer possibilidade de uma retomada vigorosa.</p>
<p>A percepção de sufoco cedeu um pouco, mas ainda domina o sentimento do mercado. O índice de satisfação com as condições financeiras da indústria marcou 47,9 pontos. Como qualquer valor abaixo de 50 representa insatisfação, os dados confirmam que o empresariado segue operando no limite — embora em uma situação marginalmente melhor que a do primeiro trimestre, quando a asfixia financeira parecia ainda maior.</p>
<h3>A trindade que freia o crescimento</h3>
<p>A explicação para a melhora contida não é mistério. O chamado &#8220;Custo Brasil&#8221; continua cobrando sua fatura. De acordo com o levantamento, o excesso de impostos é apontado por 33,3% dos líderes industriais como a barreira número um para o desenvolvimento.</p>
<p>Logo em seguida, a volatilidade global e as tensões geopolíticas, especialmente no Oriente Médio, refletem na dificuldade e no alto custo para obter matérias-primas — problema citado por 31,2% dos executivos. Fechando o pódio de obstáculos (27,9%), figura a taxa básica de juros.</p>
<p>Apesar de o Banco Central ter iniciado um ciclo de cortes, a percepção prática no chão de fábrica é quase nula. O crédito para capital de giro ou investimento em inovação permanece caro e de difícil acesso. A satisfação com a facilidade para tomar empréstimos cravou apenas 39,9 pontos, longe da marca divisória que indicaria conforto por parte dos empresários. A leitura da CNI é clara: a flexibilização monetária até agora foi tímida e insuficiente para oxigenar o caixa das indústrias.</p>
<h3>Ajuste interno e a balança da produção</h3>
<p>Se do lado de fora os ventos são contrários, dentro das fábricas houve vitórias importantes. Pela primeira vez em 2026, as empresas conseguiram alinhar seus galpões ao que havia sido planejado. O indicador de estoques encostou exatamente nos 50 pontos, sinalizando que os inventários não estão nem encalhados, nem em falta. É um respiro operacional que traz maior previsibilidade para os próximos meses.</p>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) também mostrou vigor, passando de 69% para 70% entre maio e junho, consolidando um ganho de quatro pontos percentuais no primeiro semestre. A expansão prova que, apesar da produção geral ter registrado uma queda pontual em junho (a pior para o mês desde 2022, atingindo 48,4 pontos), o maquinário do setor tem sido exigido em bom ritmo.</p>
<p>Com as contas equilibradas internamente, as indústrias olham para frente projetando que os parceiros comerciais estrangeiros trarão alívio. As expectativas de exportação atingiram a maior alta em junho, somando 51 pontos, e apontam para um semestre de embarques mais aquecidos. O investimento geral, porém, sofreu uma leve retração para 53,2 pontos, num sinal evidente de que a cautela ainda ditará o compasso do setor enquanto impostos e juros não derem trégua.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hub logístico e matriz limpa transformam o mapa econômico cearense</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/hub-logistico-matriz-limpa-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com recordes na exportação e avanços no setor de hidrogênio verde, o estado atrai negócios que integram tecnologia, turismo e infraestrutura portuária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reconfiguração das rotas de comércio global está posicionando territórios estratégicos como protagonistas de um novo ciclo de desenvolvimento. No Nordeste brasileiro, a combinação de vantagens geográficas e investimentos direcionados tem mudado o perfil produtivo, deixando de focar apenas no consumo interno para atrair cadeias industriais complexas.</p>
<p>A infraestrutura portuária, outrora vista como mero canal de escoamento, assumiu um papel central. Conectando o Brasil a mercados europeus e norte-americanos, esses complexos impulsionam a balança comercial, tendo a siderurgia como a força motriz das exportações locais mais recentes. O intercâmbio de conhecimento com parceiros internacionais acelerou a modernização dessas operações.</p>
<p>Paralelamente, a corrida pela transição climática abriu novas fronteiras de expansão. A abundância de ventos e radiação solar não apenas garante segurança elétrica, mas pavimenta o terreno para a produção do hidrogênio de baixo carbono. Apesar de ainda depender de regulações mais firmes e contratos consolidados, a grande quantidade de acordos preliminares sinaliza o interesse do mercado internacional em instalar fábricas de ponta na região.</p>
<p>Essa diversificação também reverbera na rede de hospitalidade e serviços digitais. O avanço das conexões via cabos submarinos e a chegada de novos data centers estimulam a demanda por mão de obra qualificada. Em contrapartida, o fluxo de viajantes de negócios e turismo ecológico valoriza o mercado imobiliário litorâneo, demonstrando que o futuro econômico dependerá da sinergia entre conectividade, matriz sustentável e qualificação profissional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Exportação de máquinas sofre com tarifaço americano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/tarifaco-americano-maquinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida sobretaxa em 25% equipamentos brasileiros, impactando bilhões em exportações e elevando custos do setor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria brasileira de bens de capital, que projeta movimentar US$ 3,2 bilhões em exportações para os Estados Unidos em 2025, depara-se com um obstáculo comercial de grandes proporções. O governo americano oficializou uma sobretaxa de 25% sobre milhares de produtos importados do Brasil, gerando forte tensão no comércio bilateral.</p>
<p>A nova medida, que entra em vigor no dia 22 de julho, atinge severamente o maquinário pesado. As autoridades norte-americanas negaram uma série de pedidos de exclusão tarifária, punindo de forma direta a venda de tratores agrícolas, colheitadeiras e equipamentos de alta capacidade utilizados na mineração.</p>
<p>Anunciado no último dia 15, o &#8220;tarifaço&#8221; possui um escopo gigantesco. Estima-se que entre 3 mil e 4 mil itens da cadeia produtiva sejam impactados, abrangendo desde matérias-primas como minérios e aço até produtos finalizados, incluindo pneus, lubrificantes e motores elétricos.</p>
<p>Para a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o cenário é de grande instabilidade. A entidade argumenta que a elevação tributária não apenas encarece as operações, mas também corrói a competitividade global dos produtos nacionais e ameaça a continuidade de investimentos no setor. Diante do impacto multibilionário, os fabricantes aguardam uma solução negociada diplomaticamente entre os dois países.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Feira no Ceará deve injetar R$ 500 milhões na construção</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/feira-no-ceara-deve-injetar-r-500-milhoes-na-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/feira-no-ceara-deve-injetar-r-500-milhoes-na-construcao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Expoconstruir 2026 reúne milhares de profissionais em Fortaleza para debater inovação e fechar negócios fundamentais no Norte e Nordeste.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Fortaleza se prepara para voltar a ser o principal polo de negócios do setor civil com a realização da aguardada Expoconstruir Nordeste 2026. Marcada para ocorrer entre 11 e 14 de agosto, a feira sediada no Centro de Eventos do Ceará tem a ambição de se consolidar, mais uma vez, como o maior hub estratégico voltado para os segmentos de infraestrutura, materiais de construção e inovação nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.</p>
<p>Os organizadores preveem que os quatro dias intensos de feira devam arrastar mais de 35 mil visitantes pelos corredores, englobando cerca de 17 mil profissionais altamente qualificados e tomadores de decisão da cadeia construtiva. Com mais de 100 grandes marcas de tintas, sistemas elétricos e ferramentas exibindo seus portfólios, a expectativa comercial é agressiva.</p>
<h3>Roda viva da economia</h3>
<p>De acordo com a liderança do evento, a meta estipulada para a feira deste ano não é nada modesta: os painéis e estandes foram desenhados para fomentar rodadas de conversas que, juntas, podem movimentar expressivos R$ 500 milhões em negócios injetados diretamente nas frentes da economia. Esse montante acompanha o volume gerado na última edição e evidencia a sede do mercado por parcerias locais, mostrando que o segundo semestre guarda um horizonte bastante promissor para as varejistas regionais.</p>
<p>Nesta edição, a feira arquitetou uma parceria de peso, unindo suas portas com o renomado 22º Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA). Esse entrelaçamento de eventos pretende integrar, no mesmo pavilhão, milhares de engenheiros, investidores e mais de 5 mil arquitetos que buscam inspiração para o desenho de futuros lançamentos residenciais nas praças nordestinas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Setor de alumínio cresce faturamento, mas perde força comercial</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/setor-de-aluminio-cresce-faturamento-mas-perde-forca-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com o aumento na movimentação de caixa, o mercado nacional liga o alerta para o avanço dos produtos importados no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os números contábeis da indústria do alumínio podem parecer bastante sedutores à primeira vista, mas escondem um desafio que tem tirado o sono dos fabricantes. As usinas brasileiras fecharam o calendário com uma forte aceleração financeira, batendo o expressivo patamar de R$ 168 bilhões em faturamento, amparados pela demanda robusta da construção civil e do segmento de embalagens.</p>
<p>No entanto, a euforia dos bilhões movimentados é ofuscada por uma balança comercial cada vez mais desequilibrada.</p>
<p>O volume impressionante de vendas não reflete necessariamente uma vitória absoluta da produção nacional, que vem perdendo espaço gradativamente nas prateleiras e nos canteiros de obra do país.</p>
<p>Dados recentes do setor revelam que as opções estrangeiras nunca estiveram tão presentes no cotidiano brasileiro.</p>
<p>Seja por meio de insumos básicos para a extrusão ou por produtos já semiacabados, os carregamentos que desembarcam nos portos locais estão abocanhando fatias preciosas que tradicionalmente pertenciam às siderúrgicas domésticas.</p>
<h3>Competitividade em xeque</h3>
<p>O calcanhar de aquiles para os empresários nacionais continua sendo o chamado custo-Brasil. A tributação encadeada e o custo energético altíssimo transformam a produção do metal leve em um verdadeiro desafio de sobrevivência, tornando os itens brasileiros substancialmente mais caros que as opções que chegam, principalmente, da Ásia.</p>
<p>Se as regras do jogo e a proteção alfandegária não passarem por uma revisão de emergência, os ganhos robustos de faturamento apresentados neste ano poderão não se sustentar.</p>
<p>A liderança das usinas teme que a consolidação da dependência externa inviabilize novos investimentos na infraestrutura de produção interna nos próximos calendários.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enchentes no Sul derrubam o índice da produção industrial</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/enchentes-no-sul-derrubam-o-indice-da-producao-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda abrupta nas fábricas gaúchas contamina o desempenho de parques fabris em mais da metade do Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade industrial brasileira tropeçou e encerrou o último mês avaliado de forma bastante negativa. A interrupção no ritmo de produção tem causado forte apreensão entre investidores e lideranças empresariais, acendendo o alerta sobre o fôlego da economia no segundo trimestre.</p>
<p>O levantamento oficial divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) escancarou que o recuo da atividade não foi um evento isolado, mas sim uma tendência que se espalhou por boa parte do país. As métricas indicam que, dos 15 grandes locais monitorados pelo instituto, 9 operaram no vermelho.</p>
<p>Essa paralisação da engrenagem produtiva gerou um impacto imediato nas cadeias de suprimento nacionais, afetando desde a disponibilidade de produtos intermediários até o fornecimento de matérias-primas essenciais para a construção civil, comércio e serviços, que dependem diretamente da saúde das fábricas.</p>
<h3>Tragédia climática afunda os números</h3>
<p>A raiz mais profunda dessa queda brusca da indústria encontra-se na tragédia que se abateu sobre a região Sul. O estado do Rio Grande do Sul protagonizou o maior recuo do país, apresentando uma queda colossal de 26,2% em sua atividade fabril, tudo por conta das tempestades históricas que devastaram dezenas de municípios e fecharam parques industriais inteiros.</p>
<p>A interrupção logística e o desabastecimento de energia nas cidades gaúchas criaram um efeito dominó que puxou os índices nacionais para baixo. Contudo, o impacto negativo também se espalhou por estados distantes das enchentes.</p>
<p>Estados com forte peso produtivo não conseguiram sustentar suas médias. O Espírito Santo amargou um tropeço de 6,7%, enquanto Santa Catarina recuou 2,8%. A retração continuou com o Ceará perdendo 2,1% e dois motores econômicos cruciais, Paraná e São Paulo, encolhendo suas produções em 1,8% cada.</p>
<h3>Oeste e Nordeste mostram resiliência</h3>
<p>Se o eixo Sul-Sudeste puxou o freio, outros mercados assumiram o papel de âncoras positivas para impedir um colapso ainda maior do índice geral. Longe da zona de impacto climático, algumas indústrias estaduais mostraram enorme vigor.</p>
<p>Goiás despontou como a grata surpresa do levantamento, cravando uma impressionante alta de 7% no ritmo de suas fábricas, alavancada pela força de suas agroindústrias locais. O estado de Pernambuco não ficou atrás e também comemorou uma evolução de 5,5%.</p>
<p>Outros locais que ajudaram a manter as máquinas funcionando em alta rotação foram o Pará (3%), Bahia (2%), Rio de Janeiro (0,9%) e Mato Grosso, que fechou com leve, porém fundamental, alta de 0,5%, comprovando que a descentralização do parque fabril tem sido essencial para diluir os prejuízos das crises regionais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fábricas nordestinas batem recorde de contratações e lideram ranking no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/crescimento-industrial-cearense-ganha-destaque-frente-ao-desempenho-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indicadores de emprego, produção e capacidade instalada do Ceará no mês de maio demonstram força do parque fabril local em relação ao restante do país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ritmo de expansão do parque fabril no estado do Ceará tem chamado a atenção de especialistas e investidores de todo o país. Durante o mês de maio, o crescimento industrial cearense conseguiu não apenas manter uma curva ascendente consistente, mas também superar expressivamente a média consolidada do Brasil em quesitos fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico.</p>
<p>Ao se observar a fundo os levantamentos mais recentes voltados à atividade industrial, percebe-se que a vantagem competitiva local não é pontual, mas reflete uma melhora sistêmica no ambiente de negócios do estado.</p>
<h3>Geração de empregos e produtividade em alta</h3>
<p>Um dos fatores mais determinantes para esse cenário positivo foi a forte tração na abertura de novos postos de trabalho. A indústria sediada no Ceará admitiu em ritmo consideravelmente maior do que o registrado na média nacional no período analisado, promovendo a integração de profissionais e a dinamização da economia em diferentes microrregiões cearenses.</p>
<p>Paralelamente, a régua de produtividade também avançou. Com plantas operando em volumes crescentes, as fábricas precisaram otimizar linhas de produção para conseguir atender ao mercado, atestando uma verdadeira escalada da competitividade dos produtos &#8220;Made in Ceará&#8221;.</p>
<h3>Ocupação da capacidade instalada reflete segurança</h3>
<p>A taxa de utilização da capacidade instalada é o termômetro perfeito para medir a confiança do empresariado, e os dados do Ceará trazem boas notícias. O aproveitamento dos maquinários e complexos industriais esteve em níveis bastante superiores à ociosidade verificada na média do setor produtivo brasileiro.</p>
<p>Quando a capacidade ociosa cai de maneira sustentável, a próxima etapa costuma ser a expansão de unidades produtivas e a aquisição de novos equipamentos. Essa dinâmica observada na ponta revela que as lideranças empresariais apostam em uma demanda aquecida nos meses vindouros. Sem dúvida, o crescimento industrial cearense, com todos esses fundamentos fortalecidos, pavimenta um caminho propício para atrair novos e expressivos aportes financeiros nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimentos logísticos transformam a economia do Sertão Central</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/investimentos-logisticos-transformam-economia-sertao-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/32875/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novos complexos logísticos e fábricas impulsionam o desenvolvimento do interior do Ceará, gerando empregos e atraindo novos negócios para a região.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A realidade econômica do interior nordestino está sendo reescrita pela chegada de aportes maciços em infraestrutura e logística. A expansão da malha ferroviária e a criação de novos polos industriais estão conectando regiões antes isoladas aos grandes portos do país.</p>
<h2>Polos logísticos e atração de indústrias</h2>
<p>A instalação de complexos gigantescos, como novos portos secos, tem o potencial de reduzir drasticamente os custos de frete. Essa vantagem competitiva é um ímã para grandes indústrias que buscam otimizar suas operações e exportar com mais eficiência.</p>
<p>O setor de autopeças é um dos primeiros a aproveitar essa nova realidade. Com a construção de fábricas de alta tecnologia focadas em componentes inovadores, a região passa a produzir localmente itens que antes eram importados, elevando o patamar tecnológico local.</p>
<h3>Geração de empregos e renda</h3>
<p>Esses empreendimentos exigem mão de obra qualificada, o que se traduz em salários mais altos e no aquecimento do comércio local. A arrecadação dos municípios tende a saltar, permitindo novos investimentos em serviços básicos para a população.</p>
<p>Zonas de Processamento de Exportação e incentivos fiscais completam o pacote que atrai montadoras e outras indústrias de base. Acompanhar as rotas das novas ferrovias é fundamental para identificar polos emergentes com alto potencial para abertura de novos negócios e prestação de serviços logísticos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/investimentos-logisticos-transformam-economia-sertao-central/">Investimentos logísticos transformam a economia do Sertão Central</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Retração nos negócios atinge fabricantes de implementos no primeiro semestre</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/mercado-de-implementos-retracao-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/mercado-de-implementos-retracao-semestre/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O encarecimento do crédito e o cenário de instabilidade afastaram compradores, mas as exportações e nichos específicos apresentaram fôlego de recuperação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cautela dos transportadores e embarcadores, reflexo do alto custo de financiamento, marcou o desempenho do <strong>mercado de implementos</strong> rodoviários na primeira metade de 2026. O balanço divulgado pela Associação Nacional das Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir) apontou a comercialização de 66.736 unidades no Brasil entre janeiro e junho, um volume 7,54% menor do que o registrado na mesma janela do ano passado.</p>
<h3>Retração por categorias</h3>
<p>O recuo mais acentuado foi observado na linha pesada de reboques e semirreboques, que totalizou 32.452 equipamentos licenciados – uma queda de 9,42% no comparativo anual. O impacto foi especialmente severo para os tanques de carbono, que viram suas vendas despencarem 44,12%. Outros segmentos que sofreram fortes baixas foram os baús lonados (-40,8%) e os carrega-tudo (-23,76%).</p>
<p>A linha leve, composta pelas carrocerias sobre chassis, apresentou uma redução mais branda, de 5,69%, com 34.284 emplacamentos. Os modelos para carga seca lideraram a queda nessa categoria, encolhendo quase 15%.</p>
<h3>Nichos em expansão</h3>
<p>Apesar das adversidades macroeconômicas, alguns nichos de produtos ignoraram a crise e ampliaram sua participação no mercado de implementos. A venda de tanques de aço inox saltou expressivos 24,88%. Na mesma esteira de crescimento, os baús para carga geral avançaram 6,35%, indicando fôlego em segmentos logísticos específicos.</p>
<p>No cenário internacional, a indústria brasileira também encontrou terreno fértil. As exportações acumularam alta de 20,93% até o mês de abril, com 1.537 unidades embarcadas para outros países, compensando parcialmente a fraqueza da demanda interna.</p>
<h3>Perspectivas para o segundo semestre</h3>
<p>Junho trouxe o primeiro sinal de alívio para os fabricantes. Com 12.318 implementos vendidos, o mês registrou alta de 4,3% em relação a maio e se consolidou como o melhor resultado mensal de 2026. Dirigentes da Anfir projetam que o ritmo melhore a partir de agora, embalado pela segunda etapa do programa Move Brasil, cujos primeiros negócios ainda estão em fase de faturamento.</p>
<p>No entanto, a entidade alerta que apenas linhas de crédito subsidiado não garantem o aquecimento prolongado das vendas. A retomada plena do setor exige juros mais acessíveis e um horizonte de estabilidade econômica, condições essenciais para destravar novos ciclos de investimento no transporte de cargas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria cearense recebe novo incentivo para adotar práticas sustentáveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ceara-programa-sustentabilidade-industria-fiec/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/ceara-programa-sustentabilidade-industria-fiec/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Programa com financiamento europeu busca ajudar pequenos e médios negócios do estado na transição para uma economia de baixo carbono.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Um passo em direção à economia circular</h3>
<p>O cenário econômico global está exigindo que as cadeias produtivas se adaptem a padrões ambientais mais rigorosos. Atenta a essa mudança, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) iniciou um novo esforço para inserir o empresariado local na rota da responsabilidade ambiental. Através de uma iniciativa voltada para pequenas e médias empresas, o programa promete não apenas conscientizar, mas subsidiar a implementação de melhorias operacionais voltadas para a sustentabilidade e a preservação ambiental.</p>
<p>O projeto, que conta com o forte apoio financeiro e estratégico de parceiros europeus, é uma oportunidade para que negócios cearenses compreendam como reduzir sua pegada de carbono. Essa transição energética e ambiental tem deixado de ser apenas um diferencial de marketing para se transformar em um pré-requisito fundamental em negociações internacionais e no acesso a novos mercados, evidenciando que práticas &#8220;verdes&#8221; também são lucrativas.</p>
<h3>Capacitação e consultoria especializada</h3>
<p>A grande vantagem do programa reside na aplicação prática do conhecimento. Dezenas de indústrias selecionadas passarão por um diagnóstico completo, que mapeará desde o consumo de recursos naturais até a destinação final dos resíduos gerados. A partir desse levantamento, consultores especializados ajudarão a desenhar planos de ação focados nos conceitos ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), buscando tornar os processos internos mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente.</p>
<p>Esse acompanhamento de perto é vital para que as micro e pequenas indústrias superem a barreira inicial dos custos de inovação. Com a introdução de uma cultura de gestão inteligente dos recursos, o objetivo final é garantir que o setor produtivo do Ceará não apenas sobreviva às novas regulamentações mundiais, mas ganhe competitividade e destaque, mostrando que é possível crescer com respeito à sociedade e ao meio ambiente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Setor industrial brasileiro registra expansão em junho</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-brasileira-crescimento-junho-pmi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/industria-brasileira-crescimento-junho-pmi/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar da criação de novos empregos e da confiança no futuro, o volume de produção e as novas encomendas enfrentaram retração no mês.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Geração de empregos impulsiona o setor</h3>
<p>O desempenho da indústria brasileira apresentou sinais de recuperação em junho, impulsionado principalmente pela abertura de novos postos de trabalho e pelo otimismo dos empresários em relação aos próximos meses. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor industrial alcançou a marca de 50,8, superando os 49,1 registrados no mês anterior e indicando uma retomada do crescimento após um período de estabilidade.</p>
<p>Segundo os dados levantados pela S&amp;P Global, as empresas decidiram investir na contratação de mão de obra para dar conta de pedidos que estavam atrasados. Esse movimento ajudou a compensar algumas das perdas recentes e garantiu que o indicador ficasse acima do patamar de 50, que separa a expansão da contração econômica.</p>
<h3>Desafios na produção e nas vendas</h3>
<p>Mesmo com o saldo positivo no índice geral, alguns gargalos ainda preocupam o setor. Pelo segundo mês consecutivo, houve um recuo tanto no volume de produção quanto na entrada de novas encomendas. O cenário adverso, especialmente no Rio Grande do Sul, afetou negativamente a demanda, forçando muitas fábricas a ajustarem suas operações para lidar com as adversidades climáticas e logísticas.</p>
<p>As vendas voltadas para o mercado externo também sentiram o impacto, com relatos de redução nas exportações para importantes parceiros comerciais da América Latina. Essa retração nas encomendas evidencia que, embora haja uma retomada na capacidade de emprego, o ritmo de consumo e a produção efetiva ainda enfrentam obstáculos significativos.</p>
<h3>Custos em alta e expectativas para o futuro</h3>
<p>A pressão inflacionária voltou a ser um tema de atenção. O custo dos insumos utilizados na fabricação subiu em um ritmo que não era visto desde meados de 2022. Fatores como a desvalorização do real, a escassez de certos materiais e o aumento nos preços de matérias-primas e combustíveis contribuíram para o encarecimento da produção, o que inevitavelmente reflete nos valores repassados aos consumidores.</p>
<p>Apesar das dificuldades operacionais e do aumento dos custos, o sentimento geral entre os líderes da indústria brasileira é de esperança. A expectativa de melhora nas condições econômicas do país, atrelada à diversificação de produtos e a novas estratégias de marketing, sustenta a confiança de que o segundo semestre trará um ambiente mais favorável para os negócios.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Maior feira de concreto da américa latina foca em soluções sustentáveis e industrialização</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/feira-de-concreto-concrete-show-inovacao-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/feira-de-concreto-concrete-show-inovacao-sustentabilidade/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a projeção de crescimento moderado para o setor, a 17ª edição do Concrete Show aposta em tecnologias para otimizar os canteiros de obras e reduzir emissões de carbono.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A necessidade de modernização tecnológica e o apelo por sustentabilidade nunca estiveram tão fortes no mercado construtivo brasileiro. Com um crescimento econômico mais cauteloso no radar — a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) revisou a alta do PIB do setor para 1,2% —, engenheiros, construtores e fornecedores buscam alternativas práticas para manter as margens saudáveis e reduzir o passivo ambiental.</p>
<p>É com esse pano de fundo que a 17ª edição do Concrete Show abre as portas, entre 25 e 27 de agosto, no São Paulo Expo. Consolidada como a principal <strong>feira de concreto</strong> da América Latina, o evento promete atrair mais de 26 mil profissionais ávidos por estratégias que alinhem descarbonização, digitalização e produtividade.</p>
<h3>Foco na prática: paredes de concreto e alvenaria estrutural</h3>
<p>Ao invés de apenas exibir máquinas e materiais estáticos, a edição inova ao trazer espaços focados na demonstração aplicada dos sistemas industrializados. A <em>Mega Demo Paredes de Concreto</em> é um dos grandes destaques: uma casa em tamanho real será erguida no pavilhão inspirada nos modelos do programa Minha Casa, Minha Vida. O método construtivo por parede de concreto é apontado como um dos mais eficientes para dar velocidade e escala a obras populares.</p>
<p>Haverá também uma praça dedicada exclusivamente à alvenaria estrutural racionalizada e aos pavimentos intertravados, onde o público poderá acompanhar passo a passo a execução de um apartamento modelo. “Queremos entregar soluções que os visitantes possam levar imediatamente para os seus canteiros, gerando negócios concretos ali mesmo”, reforça Fernando D’Ascola, executivo da Informa Markets Latam responsável pela feira.</p>
<h3>Capacitação intensiva e o &#8220;novo concreto&#8221;</h3>
<p>Paralelo às rodadas de negócios da <strong>feira de concreto</strong>, o congresso <em>Construindo Conhecimento</em> desponta como a âncora intelectual do encontro. Mais de 50 horas de debates abordarão o tema “O novo concreto”, dissecando pautas como sustentabilidade, gestão de ativos e qualificação da mão de obra — um gargalo persistente nas construtoras do país.</p>
<p>Parcerias com entidades como o BIM Fórum Brasil e o ConstruLAB trarão uma visão imersiva de como drones, inteligência artificial e a metodologia BIM podem redesenhar as etapas de projeto e execução.</p>
<p>Outra mudança estratégica para esta edição foi a adoção de um modelo de credenciamento pago. A medida visa filtrar o público e elevar a qualidade das conexões comerciais, garantindo que os expositores encontrem tomadores de decisão qualificados pelos corredores. Profissionais engajados podem garantir os ingressos pelo portal oficial da exposição.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Confiança da indústria sobe em junho: o que isso significa?</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/confianca-industria-brasil-sobe-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/confianca-industria-brasil-sobe-junho/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou pelo segundo mês consecutivo, sinalizando um cenário mais otimista para a produção e os investimentos no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A percepção dos empresários brasileiros sobre o futuro da economia dá novos sinais de otimismo. Pelo segundo mês consecutivo, a <strong>confiança da indústria</strong> registrou avanço em junho, de acordo com o levantamento divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse movimento altista sugere que, apesar das intempéries econômicas globais e dos desafios internos de política monetária, o setor produtivo nacional começa a vislumbrar um horizonte de maior estabilidade.</p>
<p>O Índice de Confiança da Indústria (ICI) é um dos principais termômetros para medir o apetite por investimentos. Quando o índice sobe seguidamente, reflete não apenas uma melhora na avaliação da situação atual das empresas, mas também uma projeção positiva para a demanda dos próximos meses. Para o mercado, isso se traduz na manutenção ou até expansão dos parques fabris.</p>
<h3>Reflexos na cadeia produtiva</h3>
<p>Uma indústria mais confiante reverbera por toda a economia, atingindo diretamente setores de forte encadeamento, como a construção civil e a produção de bens de capital (máquinas e equipamentos). Com estoques mais ajustados e perspectivas de vendas em alta, as fábricas tendem a retomar planos de contratação e modernização que, muitas vezes, estavam congelados.</p>
<p>Na prática, o aumento da confiança pode estimular o destravamento de crédito e novos aportes em infraestrutura e inovação. A demanda aquecida da indústria impulsiona o consumo de insumos como aço, cimento e componentes elétricos, movimentando as linhas de fornecimento de ponta a ponta.</p>
<h3>Desafios no radar</h3>
<p>Apesar da recuperação sequencial do índice, analistas da FGV alertam que o quadro ainda exige cautela. O patamar histórico da confiança ainda precisa se consolidar acima do nível de neutralidade. Os empresários mantêm atenção redobrada aos rumos das taxas de juros (Selic) e às pautas fiscais do governo, fatores que impactam diretamente o custo do crédito e a capacidade de investimento a longo prazo.</p>
<p>De todo modo, o fechamento positivo de junho é um fôlego bem-vindo. Se a tendência de alta na <strong>confiança da indústria</strong> se sustentar ao longo do segundo semestre, o Brasil pode registrar um desempenho fabril mais robusto no fechamento do ano, essencial para a geração de empregos formais e o aumento da massa salarial do país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Limite esgotado e inflação fazem o varejo de insumos resgatar o parcelamento direto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/financiamento-materiais-construcao-crediario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/financiamento-materiais-construcao-crediario/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diante da perda do poder de compra e do alto endividamento das famílias, o tradicional crediário surge como um alívio fundamental para viabilizar pequenas obras em todo o país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sonho de construir ou reformar a casa própria no Brasil tem esbarrado em uma barreira financeira cada vez mais rígida. Com as margens do orçamento familiar corroídas e os produtos encarecidos pelas tensões no comércio exterior, a população tem adaptado sua estratégia de consumo nas lojas de bairro. O resultado tem sido um ressurgimento notável do <strong>financiamento de materiais de construção</strong> através do modelo tradicional de crediário, deixando o rotativo do cartão para despesas emergenciais.</p>
<p>O cenário econômico de meados de 2026 desenhou um panorama desafiador. Dados consolidados pelas instituições de pesquisa revelam que a construção civil atingiu o ápice de custos dos últimos quatro anos. Reflexos de conflitos geopolíticos encareceram matérias-primas globais, resultando em reajustes consideráveis em itens básicos como cimento, aço e conexões de PVC. Quando a tabela do metro quadrado construído pressiona os limites, a flexibilidade do lojista passa a ser o diferencial entre fechar negócio ou perder o cliente.</p>
<h3>A exaustão do cartão de crédito como propulsora</h3>
<p>Uma fatia significativa dos lares brasileiros já se encontra estrangulada pelas dívidas. Estatísticas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) apontam que mais de 80% das famílias enfrentam algum grau de endividamento, sendo o cartão de crédito o grande vilão na ampla maioria das residências.</p>
<p>Historicamente, o parcelamento no plástico sempre foi o principal motor das vendas no varejo de construção. Contudo, quando a intenção de reforma se mantém firme, mas a disponibilidade de crédito nos bancos recua, o consumidor busca alternativas. O crediário volta à cena não como um &#8220;plano B&#8221;, mas como um compromisso previsível: o cliente sabe exatamente quanto pagará por mês e assegura os materiais sem inviabilizar suas compras habituais no supermercado ou na farmácia.</p>
<h3>Inteligência de crédito protege o varejista</h3>
<p>Para quem opera no balcão das lojas, reativar o carnê exige cautela. Contudo, a tecnologia atual transformou a análise de crédito. Diferente das cadernetas do passado, o modelo contemporâneo utiliza o cruzamento de dados de mercado para mensurar o perfil pagador em poucos minutos.</p>
<p>Instituições que operam milhares de terminais em lojas especializadas apontam um salto no volume de concessão de crédito direto. Esse aumento demonstra que, em tempos de juros flutuantes e alta volatilidade de preços, a seletividade e o parcelamento sob medida conseguem destravar as vendas. O lojista ganha liquidez e retém o consumidor, evitando o abandono de projetos inacabados e garantindo que o canteiro doméstico continue ativo.</p>
<h3>O planejamento financeiro do novo consumidor</h3>
<p>A transição no comportamento de compra reflete um amadurecimento frente à inflação. As famílias estão fragmentando os custos, comprando por etapas e priorizando os materiais necessários para cada fase da obra. Nessa dinâmica, o <strong>financiamento de materiais de construção</strong> na modalidade de crediário se revela extremamente eficaz.</p>
<p>Ele permite ancorar os gastos mensais ao avanço real das reformas, proporcionando uma blindagem psicológica contra as armadilhas dos juros compostos dos cartões. Enquanto os indicadores macroeconômicos não apresentarem folga, o crédito na ponta do varejo seguirá ditando o compasso das melhorias habitacionais no país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tributação corporativa entra na agenda industrial</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/tributacao-corporativa-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 16:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/tributacao-corporativa-industria/</guid>

					<description><![CDATA[<p>CNI defende reduzir imposto sobre lucro, rever compensações fiscais e aproximar o Brasil de práticas adotadas por economias da OCDE.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tributação corporativa virou uma das frentes da indústria para tentar melhorar o ambiente de negócios no Brasil. A Confederação Nacional da Indústria defende uma revisão ampla do imposto sobre o lucro das empresas, com foco em competitividade, investimento produtivo e inovação.</p>
<p>Hoje, a soma de IRPJ e CSLL chega a 34% sobre o lucro das pessoas jurídicas. O percentual supera a média da OCDE, de 23,3%, a média europeia, de 22,2%, e o patamar do G20, de 26,9%.</p>
<h3>O que a indústria quer mudar</h3>
<ol>
<li>Reduzir a alíquota nominal de IRPJ e CSLL.</li>
<li>Rever o limite de 30% para compensação de prejuízos fiscais.</li>
<li>Ampliar regimes de depreciação acelerada e imediata.</li>
<li>Estimular investimentos feitos com capital próprio.</li>
<li>Fortalecer incentivos à pesquisa, desenvolvimento e inovação.</li>
<li>Expandir acordos internacionais para evitar dupla tributação.</li>
</ol>
<p>A entidade avalia que o modelo atual encarece investimentos, reduz previsibilidade e coloca o país em desvantagem na disputa global por capital, tecnologia e produção industrial.</p>
<h3>Dividendos ao exterior aumentam alerta</h3>
<p>O tema ganha mais peso com a previsão de retenção de 10% de Imposto de Renda sobre remessas de dividendos ao exterior a partir de 2026, conforme a Lei nº 15.270/2025.</p>
<p>Para a CNI, se essa cobrança não vier acompanhada de redução no IRPJ ou na CSLL, a tributação sobre investimento estrangeiro direto pode se tornar uma das mais altas do mundo.</p>
<p>A entidade também argumenta que imposto elevado sobre empresas não fica restrito ao caixa corporativo. Parte do custo tende a chegar a trabalhadores, consumidores e cadeias produtivas, por meio de salários menores, preços mais altos e menor capacidade de expansão.</p>
<h3>Inovação e capital próprio entram no pacote</h3>
<p>Outra frente envolve regras para propriedade intelectual, softwares, patentes, marcas, royalties e direitos autorais. A CNI também pede mais flexibilidade na Lei do Bem, incluindo despesas acessórias, terceirização de atividades de PD&amp;I no país e desoneração de insumos tecnológicos.</p>
<p>A proposta inclui ainda tratamento mais equilibrado entre financiamento por dívida e por capital próprio. A ideia é reduzir dependência de empréstimos e tornar investimentos produtivos menos caros para as empresas.</p>
<p>Na visão da indústria, aproximar o sistema brasileiro de padrões internacionais é uma forma de reduzir o Custo Brasil e tornar o país mais atraente para novos projetos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IBC-Br avança enquanto Selic freia consumo nacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ibc-br-avanca-abril-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/ibc-br-avanca-abril-selic/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indicador do Banco Central subiu 0,5% em abril, abaixo da projeção, e reforçou leitura de desaceleração gradual da economia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IBC-Br avançou 0,5% em abril na comparação com março, já descontados os efeitos sazonais. O resultado ficou levemente abaixo da expectativa do mercado, que apontava alta de 0,6%, mas confirmou que a economia brasileira ainda mostra resistência diante dos juros elevados.</p>
<p>Na comparação com abril de 2025, o indicador do Banco Central subiu 0,9%. No acumulado do ano, a expansão é de 1,3%, enquanto em 12 meses chega a 1,6%.</p>
<h3>Setores sustentaram o IBC-Br</h3>
<p>A indústria cresceu 0,4% em abril e os serviços avançaram 0,3%. A agropecuária ficou estável, enquanto o indicador sem o agro também subiu 0,4%.</p>
<p>Economistas avaliam que o consumo das famílias segue sustentando parte da atividade, apoiado por mercado de trabalho aquecido e renda em crescimento. Na indústria, o setor extrativo, especialmente petróleo e gás, ajudou a compensar a fraqueza de segmentos mais sensíveis ao crédito.</p>
<h3>Revisões mudam a leitura do trimestre</h3>
<p>A divulgação também trouxe ajustes em dados anteriores. A queda de março, antes calculada em 0,67%, foi suavizada para algo próximo de 0,2%. Janeiro e fevereiro também tiveram revisões positivas.</p>
<p>Com isso, a fotografia do início do ano ficou menos negativa. Ainda assim, analistas veem uma economia que perde velocidade depois de um começo de 2026 mais forte.</p>
<h3>Juros altos seguem no centro da decisão</h3>
<p>O dado reforça uma disputa entre forças opostas. De um lado, renda, transferências fiscais e emprego ajudam a manter a demanda. De outro, a Selic em patamar restritivo limita crédito, consumo de bens duráveis e investimentos.</p>
<p>Choques externos, como alta do petróleo e tensões no Oriente Médio, também entram no radar por seus possíveis impactos sobre inflação e renda das famílias.</p>
<p>Para o Banco Central, a desaceleração gradual pode aliviar parte da pressão de demanda, mas dificilmente muda sozinha a condução da política monetária. Projeções de mercado ainda apontam crescimento positivo em 2026, com ritmo mais moderado no segundo semestre.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará mira novas rotas para exportar produção</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/exportacoes-do-ceara-rotas-logisticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/exportacoes-do-ceara-rotas-logisticas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Governo estadual quer conectar data centers, ferrovia, Porto Seco e segurança hídrica para ampliar competitividade econômica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações do Ceará estão no centro de uma estratégia que combina infraestrutura, tecnologia e agronegócio. A proposta foi apresentada durante o Encontro do Agro Cearense, em Fortaleza, com participação de empresários, lideranças produtivas e representantes do governo estadual.</p>
<p>A Secretaria do Desenvolvimento Econômico defende que novos corredores logísticos podem reduzir custos, atrair investimentos e ampliar a presença de produtos cearenses no exterior.</p>
<h3>Data centers podem abrir frete de retorno</h3>
<p>Um dos pontos mais incomuns da estratégia envolve os data centers previstos para o estado. A chegada de equipamentos tecnológicos por aeronaves cargueiras internacionais pode criar uma oportunidade de retorno com carga local.</p>
<p>A partir de 2027, a expectativa apresentada é de operação regular de cerca de 15 aviões cargueiros. No caminho de volta, essas aeronaves poderiam transportar frutas, pescados, flores, camarão, itens industriais e produtos de maior valor agregado.</p>
<p>Na prática, o governo quer transformar uma demanda da tecnologia em vantagem logística para o setor produtivo. Se o modelo avançar, as exportações do Ceará podem ganhar velocidade e competitividade em mercados internacionais.</p>
<h3>Projetos que sustentam a estratégia</h3>
<ol>
<li>Transnordestina, para ligar áreas produtoras ao Porto do Pecém.</li>
<li>Porto Seco, voltado a armazenagem, desembaraço aduaneiro e distribuição.</li>
<li>Zona de Processamento de Exportação no Complexo do Pecém.</li>
<li>Ampliação da segurança hídrica para indústria, agricultura e consumo humano.</li>
</ol>
<p>A ferrovia é considerada peça-chave para encurtar distâncias entre produção e porto. Já o Porto Seco pode aproximar o interior dos serviços logísticos necessários ao comércio exterior.</p>
<p>A ZPE do Pecém segue como instrumento de atração industrial, com incentivos voltados a empresas que produzem para exportar.</p>
<h3>Agro e indústria buscam previsibilidade</h3>
<p>O Ceará já tem destaque em frutas frescas, como melão, melancia e manga, além de liderança nacional no camarão cultivado. Para esses segmentos, logística eficiente e água disponível são fatores decisivos.</p>
<p>Segundo o secretário Fábio Feijó, a aproximação entre governo e setor produtivo busca criar um ambiente favorável para investimentos, empregos e expansão das cadeias produtivas.</p>
<p>Empresários do agronegócio avaliaram o diálogo como positivo, especialmente pela possibilidade de mapear gargalos e construir soluções conjuntas.</p>
<p>A estratégia coloca o Ceará em uma disputa por investimentos que passa por porto, ferrovia, energia, tecnologia e agroindústria. O desafio será tirar os projetos do planejamento e convertê-los em ganhos concretos para quem produz e exporta.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria regional sustenta avanço de abril</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-regional-alta-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/industria-regional-alta-abril/</guid>

					<description><![CDATA[<p>IBGE aponta alta em 10 dos 15 locais pesquisados no mês, com Bahia, Ceará, Espírito Santo e Minas Gerais entre os maiores avanços.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>indústria regional</strong> ajudou a sustentar o avanço nacional de 0,7% da produção industrial em abril. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional do IBGE, 10 dos 15 locais pesquisados cresceram frente a março, na série com ajuste sazonal.</p>
<p>As maiores altas vieram de Bahia, com 3%; Ceará, com 2,3%; Espírito Santo, com 2,1%; e Minas Gerais, também com 2,1%. Santa Catarina, Goiás, Rio de Janeiro, Região Nordeste, São Paulo e Paraná completaram a lista de resultados positivos.</p>
<h3>Indústria regional tem avanço espalhado</h3>
<p>O desempenho de abril mostra uma melhora disseminada, mas ainda desigual entre os parques industriais. Enquanto dez locais avançaram, cinco registraram queda na comparação mensal.</p>
<p>As retrações mais intensas ocorreram em Mato Grosso, com baixa de 5,2%; Pará, com queda de 5%; e Pernambuco, com recuo de 3,6%. Rio Grande do Sul e Amazonas também ficaram no campo negativo.</p>
<p>De acordo com a análise do IBGE, São Paulo foi a principal influência positiva no resultado nacional. O estado ficou 0,8% acima do nível pré-pandemia, mas ainda 21% abaixo do pico histórico de março de 2011.</p>
<h3>Petróleo e extrativas ganham protagonismo</h3>
<p>Setores ligados a petróleo, derivados e indústrias extrativas tiveram peso relevante nos resultados positivos de abril. Em São Paulo, derivados de petróleo e extrativas contribuíram para o movimento de alta.</p>
<p>Na comparação com abril de 2025, a produção industrial nacional cresceu 2,7%, com expansão em 12 dos 18 locais pesquisados. Espírito Santo avançou 32,9% e Rio de Janeiro subiu 10,1%, liderando as altas anuais.</p>
<p>No Espírito Santo, a indústria foi impulsionada por petróleo, minério de ferro e gás natural. No Rio de Janeiro, além das extrativas de petróleo e gás, também pesou a produção de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis.</p>
<h3>Juros ainda limitam a indústria de transformação</h3>
<p>O IBGE avalia que a política monetária restritiva continua pressionando a indústria, especialmente a transformação e sua cadeia produtiva. Juros altos reduzem investimentos e dificultam uma reação mais forte em segmentos dependentes de crédito.</p>
<p>Por outro lado, o mercado de trabalho mais aquecido, com menor desocupação e aumento da massa salarial, tende a gerar efeitos positivos sobre a produção. Essa combinação ajuda a explicar a melhora parcial observada em abril.</p>
<p>A indústria extrativa, por suas características próprias, tem conseguido mitigar parte dos efeitos negativos que pesam sobre outros ramos industriais.</p>
<h3>Acumulado do ano segue positivo no país</h3>
<p>No acumulado de 2026, a produção industrial brasileira avança 1,7%. Dez dos 18 locais pesquisados acumulam crescimento, com destaque para Espírito Santo, que sobe 25,3%, e Pernambuco, com alta de 19,7%.</p>
<p>Também crescem acima da média nacional Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Região Nordeste e Minas Gerais. Goiás e Pará completam o grupo de acumulados positivos.</p>
<p>Entre os resultados negativos no ano, aparecem Rio Grande do Norte, Bahia, Maranhão, Ceará, Amazonas, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. A próxima divulgação da PIM Regional, referente a maio, está prevista para 10 de julho.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Materiais de construção produzem mais sem acelerar investimentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/materiais-de-construcao-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:11:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/materiais-de-construcao-investimentos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Termômetro Abramat aponta maior uso da capacidade instalada, mas empresas ainda avaliam juros, custos e demanda antes de expandir.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de materiais de construção entrou em maio com máquinas mais ocupadas, mas sem transformar esse avanço em uma corrida por novos investimentos. O Termômetro Abramat mostrou utilização média de 75% da capacidade instalada, um ponto percentual acima de abril e três pontos acima de maio de 2025.</p>
<p>O dado sugere atividade em patamar relevante, mas a leitura das empresas continua moderada. A produção atende à demanda presente, enquanto decisões de expansão seguem condicionadas ao comportamento dos juros, dos custos e do mercado interno.</p>
<h3>Um setor em modo de espera ativa</h3>
<p>A principal mensagem do indicador não é de retração, mas de prudência. As empresas estão produzindo mais, mantêm pedidos em andamento e enxergam alguma melhora no curto prazo. Ainda assim, evitam assumir compromissos de longo prazo sem maior previsibilidade.</p>
<p>Essa postura aparece na intenção de investir. Em maio, 61% das associadas à Abramat disseram que pretendem realizar investimentos nos próximos 12 meses. O percentual caiu quatro pontos em relação a abril, embora siga acima dos 50% registrados no mesmo mês do ano passado.</p>
<h3>Vendas domésticas indicam estabilidade</h3>
<p>No mercado interno, a percepção predominante foi de estabilidade. Em maio, 56% das empresas avaliaram as vendas como estáveis, ante 33% em abril. Outros 34% classificaram o desempenho como bom ou muito bom.</p>
<p>A fatia que viu resultado ruim ou muito ruim ficou em 12%. Para junho, a expectativa melhora ligeiramente: as avaliações positivas sobem para 39%, enquanto a projeção de estabilidade recua para 50%.</p>
<h3>O que freia decisões de expansão</h3>
<ul>
<li>Juros ainda elevados encarecem projetos de ampliação e modernização.</li>
<li>Custos industriais seguem exigindo cautela no planejamento financeiro.</li>
<li>A demanda mostra resiliência, mas não sinaliza aceleração intensa.</li>
<li>Empresas preferem preservar caixa antes de ampliar capacidade.</li>
</ul>
<p>O contraste entre produção e investimento ajuda a entender o momento do setor. A indústria não está parada, mas também não encontrou um ambiente suficientemente confortável para acelerar planos de crescimento.</p>
<h3>Leitura para a cadeia da construção</h3>
<p>Para construtoras, distribuidores e varejo, o cenário indica continuidade no abastecimento, sem sinal imediato de forte expansão industrial. A capacidade ocupada em 75% mostra fôlego, mas a cautela nos investimentos pode limitar respostas mais rápidas caso a demanda cresça com intensidade.</p>
<p>O mercado de materiais de construção, portanto, opera em equilíbrio delicado: há produção, expectativa levemente melhor para o curto prazo e disposição parcial para investir, mas a tomada de decisão segue filtrada pelas condições macroeconômicas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Custos de proteção logística pressionam a indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/custos-protecao-logistica-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/seguranca-logistica-industria/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da CNI mostra que roubo de cargas, proteção patrimonial e ataques digitais já entram no custo final dos produtos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança logística deixou de ser apenas uma despesa operacional e passou a influenciar diretamente o custo final da indústria brasileira. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 62% das empresas do setor tiveram aumento de custos por causa de gastos com proteção no transporte de cargas.</p>
<p>O levantamento, feito pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados entre março e abril de 2026, ouviu executivos de 1.003 empresas industriais de pequeno, médio e grande portes em todas as regiões do país.</p>
<h3>Segurança logística pesa no Custo Brasil</h3>
<p>Para 81% dos empresários entrevistados, a insegurança patrimonial contribui para elevar o Custo Brasil. Outros 45% afirmam que os investimentos em proteção acabam incorporados ao preço dos produtos, tornando a atividade menos competitiva.</p>
<p>O transporte rodoviário aparece como ponto crítico. Entre as empresas que sofreram roubo ou furto de cargas nos últimos cinco anos, 68% relataram ocorrências nas estradas, principal corredor de movimentação de mercadorias no país.</p>
<h3>Itens mais visados afetam a produção</h3>
<p>Entre as empresas atingidas, fios e cabos foram os itens mais citados, mencionados por 60% dos entrevistados. Ferramentas aparecem em seguida, com 31%, enquanto máquinas e equipamentos de produção foram apontados por 23%.</p>
<p>Esses números indicam que o problema não se limita à perda da carga transportada. Quando insumos, ferramentas ou máquinas desaparecem, a indústria enfrenta atrasos, reposição emergencial, aumento do seguro e reorganização de rotas.</p>
<h3>Competitividade também sofre</h3>
<p>A pesquisa mostra que 32% dos empresários classificam como altos ou muito altos os impactos da insegurança sobre a competitividade das empresas. Além disso, 53% avaliam que o problema favorece a circulação de mercadorias roubadas e fortalece o mercado informal.</p>
<p>Na prática, companhias que investem em rastreamento, escolta, seguro e sistemas de controle passam a disputar mercado com produtos desviados ou vendidos fora dos canais formais. A distorção pressiona margens e reduz previsibilidade.</p>
<h3>Risco digital entra na mesma conta</h3>
<p>A insegurança também aparece no ambiente digital. Uma em cada seis indústrias informou ter sofrido incidentes cibernéticos nos últimos cinco anos, incluindo vazamentos de dados e ataques de ransomware.</p>
<p>Entre as empresas afetadas por eventos digitais, 30% relataram perdas financeiras diretas. O dado amplia a discussão sobre segurança logística, pois cadeias produtivas cada vez mais conectadas dependem de sistemas estáveis para compra, produção, transporte e faturamento.</p>
<p>Como resposta, 54% dos entrevistados defendem mais policiamento em áreas industriais, enquanto 53% apontam a necessidade de ações específicas nas rodovias e no transporte de cargas. Para a indústria, reduzir esses riscos é uma condição para ganhar eficiência e conter custos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará prevê R$ 13,8 bilhões em PPPs até 2035</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/ppps-no-ceara-138-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/ppps-no-ceara-138-bilhoes/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeção inclui saneamento, atendimento ao cidadão e segurança hídrica, com desembolsos anuais crescendo na próxima década.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>PPPs no Ceará</strong> devem movimentar cerca de R$ 13,8 bilhões até 2035, considerando contratos já firmados e projetos ainda previstos. A projeção aparece no Relatório Resumido da Execução Orçamentária, publicado no Diário Oficial.</p>
<p>O montante cobre contraprestações ligadas a parcerias público-privadas em áreas como saneamento básico, atendimento ao cidadão e segurança hídrica. Entre os projetos listados estão serviços do Vapt Vupt, blocos de esgotamento sanitário e a futura planta de dessalinização.</p>
<h3>PPPs no Ceará têm curva crescente de pagamentos</h3>
<p>A programação anual parte de R$ 407,5 milhões em 2026 e avança gradualmente nos anos seguintes. A partir de 2033, os desembolsos projetados superam R$ 2 bilhões por ano.</p>
<p>O cronograma consolidado prevê R$ 747,9 milhões em 2027, R$ 879,1 milhões em 2028, R$ 992,9 milhões em 2029 e R$ 1,24 bilhão em 2030. Em 2035, a previsão chega a R$ 2,24 bilhões.</p>
<p>Ao todo, a consolidação das PPPs contratadas e a contratar soma R$ 13,855 bilhões. O detalhamento orçamentário é necessário para demonstrar capacidade de pagamento ao longo de contratos de longa duração.</p>
<h3>Saneamento e dessalinização ganham peso</h3>
<p>Entre os principais projetos, a planta de dessalinização da Cagece aparece com previsão de R$ 830,7 milhões no período de julho de 2027 a 2032. O equipamento foi planejado para reforçar o abastecimento de água.</p>
<p>Também entram na lista os blocos de esgotamento sanitário Sertões de Crateús-Ibiapaba, com projeção de aproximadamente R$ 1,36 bilhão, e Três Climas-Maciço, com cerca de R$ 1,18 bilhão entre 2027 e 2035.</p>
<p>As unidades Vapt Vupt, já em operação, têm projeção de aproximadamente R$ 330,6 milhões até 2029, voltadas ao atendimento integrado ao cidadão.</p>
<h3>Modelo antecipa obras estratégicas</h3>
<p>Especialistas avaliam que as parcerias público-privadas ganham importância quando o investimento direto do poder público não é suficiente para executar grandes projetos no ritmo necessário. O capital privado permite antecipar obras e dividir responsabilidades.</p>
<p>Nos contratos de PPP, parte da construção, operação e manutenção fica com a empresa privada. Em troca, o poder público faz pagamentos condicionados a indicadores de desempenho, qualidade e eficiência.</p>
<p>Esse modelo também exige segurança jurídica e compatibilidade com instrumentos de planejamento, como Plano Plurianual e Lei de Diretrizes Orçamentárias, para reduzir riscos fiscais e atrair investidores.</p>
<h3>Dessalinizadora ainda depende de liberações</h3>
<p>A usina de dessalinização projetada pela Cagece deve ser a maior do Brasil, com capacidade para produzir mil litros de água por segundo. A estimativa é abastecer cerca de 720 mil pessoas na Região Metropolitana de Fortaleza.</p>
<p>O projeto já teve estudo de impacto aprovado pela Prefeitura de Fortaleza, mas ainda aguarda alvará de construção e outras licenças ligadas a drenagem e intervenções urbanas. As obras devem começar após a emissão desses documentos.</p>
<p>Quando estiver em operação, a planta deverá ser acionada em momentos de menor volume nos açudes e maior alerta hídrico, ajudando a preservar reservatórios para o interior e ampliando a segurança no abastecimento metropolitano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria cearense ganha vagas e sobe no ranking regional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/industria-cearense-empregos-formais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 16:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/industria-cearense-empregos-formais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estado fechou o primeiro quadrimestre com saldo de 1.975 empregos formais e destaque para a indústria de transformação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>indústria cearense</strong> encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 com saldo positivo de empregos formais. Entre janeiro e abril, o estado criou 1.975 vagas no setor, segundo dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>O resultado colocou o Ceará na segunda posição entre os estados do Nordeste que mais geraram postos industriais no período. A liderança regional ficou com a Bahia, que registrou saldo de 5.880 vagas.</p>
<h3>Indústria cearense reforça base formal</h3>
<p>Nos quatro primeiros meses do ano, o Ceará contabilizou 285.465 empregos formais ativos na indústria. O volume garantiu ao estado a terceira colocação em número de trabalhadores industriais entre Norte, Nordeste e Centro-Oeste.</p>
<p>A análise da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará aponta a indústria de transformação como principal motor da expansão. O segmento respondeu por 1.738 novas vagas e concentra 259.251 trabalhadores formais.</p>
<p>Entre as atividades que mais abriram postos aparecem produtos minerais não metálicos, com 440 vagas; produtos de metal, com 243; confecção de vestuário e acessórios, com 241; produtos alimentícios, também com 241; e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos, com 239.</p>
<h3>Calçados seguem como força produtiva</h3>
<p>Em volume de mão de obra, o setor calçadista permanece como a principal frente industrial do Ceará, com 67.637 vínculos formais. Em seguida aparecem produtos alimentícios, com 44.022 trabalhadores, e confecção de vestuário e acessórios, com 39.673.</p>
<p>Também se destacam produtos minerais não metálicos, com 14.325 empregos, e produtos têxteis, com 13.880. A distribuição mostra a diversidade da base industrial cearense, que combina setores tradicionais com atividades ligadas à construção, metalurgia e manutenção.</p>
<p>Segundo representantes do governo estadual, os números refletem a capacidade do Ceará de atrair investimentos e fortalecer cadeias produtivas. A leitura oficial é que o emprego formal traduz competitividade e segurança para empresas que avaliam instalar ou ampliar operações.</p>
<h3>Produção calçadista tem peso nacional</h3>
<p>O protagonismo do calçado ganhou destaque adicional. O Ceará lidera o ranking nacional de trabalhadores empregados no setor e responde por 24,4% da produção brasileira de calçados.</p>
<p>Esse desempenho ajuda a explicar a relevância da indústria de transformação no saldo de vagas. Ao mesmo tempo, evidencia como cadeias consolidadas podem ampliar oportunidades formais quando há demanda e ambiente favorável para produção.</p>
<p>Para o mercado regional, o avanço dos empregos industriais fortalece renda, consumo e arrecadação. Também indica que o setor produtivo cearense segue competitivo em meio a um cenário nacional ainda marcado por juros elevados e disputa por investimentos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria mantém reação com quatro altas seguidas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/industria-brasileira-cresce-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/industria-brasileira-cresce-abril/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Produção avançou 0,7% em abril e acumulou crescimento de 4,4% desde janeiro, segundo a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>indústria brasileira</strong> emendou o quarto mês consecutivo de crescimento em abril. A produção avançou 0,7% frente a março, segundo a Pesquisa Industrial Mensal divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Com o resultado, o setor acumula alta de 4,4% desde janeiro. A sequência positiva reforça a recuperação da atividade industrial no início de 2026, embora o desempenho ainda esteja distante do melhor momento histórico da série.</p>
<h3>Indústria brasileira supera nível pré-pandemia</h3>
<p>O avanço de abril colocou a produção industrial 4,7% acima do patamar registrado em fevereiro de 2020, antes dos impactos mais fortes da pandemia. Apesar disso, o setor ainda está 12,9% abaixo do recorde alcançado em maio de 2011.</p>
<p>Os segmentos que mais contribuíram para o desempenho do mês foram as indústrias extrativas e o grupo de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. Essas atividades ajudaram a sustentar a alta geral da produção.</p>
<p>O movimento também fortaleceu o resultado das grandes categorias econômicas no acumulado dos quatro primeiros meses do ano. Três delas apresentaram expansão, enquanto apenas bens de capital seguiram no campo negativo.</p>
<h3>Bens de capital ficam para trás</h3>
<p>De janeiro a abril, o total da indústria cresceu 1,7%, acelerando em relação aos quatro últimos meses de 2025, quando a atividade havia ficado praticamente estável. O ganho de dinamismo apareceu em bens intermediários, bens de consumo semi e não duráveis e bens de consumo duráveis.</p>
<p>A exceção foi o segmento de bens de capital, formado por máquinas e equipamentos usados na produção. Essa categoria ainda registrou perda, indicando que os investimentos produtivos continuam mais cautelosos.</p>
<p>O comportamento dos bens de capital é acompanhado de perto porque costuma sinalizar a disposição das empresas para ampliar capacidade produtiva. Quando essa frente demora a reagir, a recuperação industrial pode ficar menos robusta.</p>
<h3>Comparação anual também é positiva</h3>
<p>Na comparação com abril de 2025, a produção industrial cresceu 2,7%. O avanço veio após alta de 4,4% em março, mantendo a maior parte de 2026 em terreno positivo nessa base de comparação.</p>
<p>Até agora, fevereiro foi o único mês do ano em que a indústria apresentou queda frente ao mesmo período do ano anterior. A sequência de resultados indica melhora, mas ainda exige leitura cautelosa diante de juros elevados e incertezas sobre demanda.</p>
<p>Para os setores ligados à construção, máquinas e insumos, a reação industrial é relevante porque influencia encomendas, logística e investimento. A sustentação desse movimento dependerá da capacidade de ampliar produção sem perder margem em um ambiente de custos ainda pressionados.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mão de obra puxa o CUB paulista em maio</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/cub-paulista-mao-de-obra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 16:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/cub-paulista-mao-de-obra/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indicador da construção em São Paulo avançou 1,24% no mês, com altas simultâneas em mão de obra, materiais e despesas administrativas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>CUB paulista</strong> voltou a ganhar força em maio e registrou a maior variação mensal de 2026 até agora. Segundo dados do SindusCon-SP, o Custo Unitário Básico global da construção no estado de São Paulo avançou 1,24% no mês.</p>
<p>Com esse resultado, o indicador acumula alta de 2,30% no ano e de 5,11% em 12 meses. A leitura reforça a pressão sobre os orçamentos das construtoras em um período no qual mão de obra, materiais e despesas administrativas subiram ao mesmo tempo.</p>
<h3>CUB paulista reflete alta generalizada</h3>
<p>O componente de mão de obra foi um dos principais vetores do avanço em maio, com elevação de 1,36%. No acumulado do ano, essa parcela subiu 1,76%, enquanto em 12 meses a alta chegou a 5,45%.</p>
<p>Os materiais de construção também contribuíram para o movimento. O grupo teve aumento de 1,04% no mês, acumulando 3,08% em 2026 e 4,55% nos últimos 12 meses. Já as despesas administrativas apresentaram a maior variação entre os componentes, com alta mensal de 1,81%.</p>
<p>Com a combinação desses fatores, o CUB representativo da construção paulista, no padrão R8-N, foi calculado em R$ 2.172,71 por metro quadrado em maio de 2026.</p>
<h3>Desoneração mantém pressão nos custos</h3>
<p>Nas obras enquadradas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB também avançou 1,24% em maio. Nesse recorte, o indicador acumula alta de 4,16% no ano e de 6,97% em 12 meses.</p>
<p>O custo médio da construção paulista com desoneração atingiu R$ 2.099,86 por metro quadrado. Desse total, R$ 1.156,42 correspondem à mão de obra, R$ 883,30 aos materiais e R$ 60,14 às despesas administrativas.</p>
<h3>Insumos superam inflação do mês</h3>
<p>Entre os materiais analisados, algumas altas ficaram acima do IGP-M de maio, que foi de 0,84%. Os destaques mensais foram tinta látex branca PVA, com avanço de 2,85%; vidro liso transparente 4 mm com massa, com 2,59%; e alimentação tipo marmitex número 8, com 2,56%.</p>
<p>No recorte de 12 meses, a pressão aparece em itens usados em diferentes etapas da obra. Fio de cobre antichama isolado 750 V 2,5 mm² subiu 12,63%, cimento CPE-32 em saco de 50 kg avançou 11,74% e tubo PVC rígido para esgoto de 150 mm aumentou 10,81%.</p>
<p>Essas variações ficaram bem acima do IGP-M acumulado no mesmo período, de 1,95%, indicando que a inflação percebida no canteiro pode ser mais intensa do que a observada nos índices gerais.</p>
<h3>Orçamentos exigem revisão constante</h3>
<p>Para construtoras e incorporadoras, a aceleração do CUB paulista exige atenção a contratos, cronogramas de compra e formação de preço. Quando diferentes grupos de custo sobem simultaneamente, a margem para absorver reajustes diminui.</p>
<p>O indicador também funciona como referência para incorporações imobiliárias e acompanhamento de custos setoriais. Por isso, a alta de maio tende a pesar nas projeções para novos empreendimentos e nas negociações em andamento.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Investimento puxa o PIB no início de 2026</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/investimento-puxa-o-pib-no-inicio-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32547</guid>

					<description><![CDATA[<p>Economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre, com avanço nos três principais setores e alta de 3,5% nos investimentos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira abriu 2026 em expansão. O Produto Interno Bruto cresceu 1,1% no primeiro trimestre na comparação com os últimos três meses de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE.</p>
<p>O desempenho foi o maior avanço trimestral desde o primeiro trimestre de 2025, quando a economia havia crescido 1,8%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 3,3 trilhões no período.</p>
<h3>Três setores avançaram</h3>
<p>O resultado veio acompanhado de crescimento nos três grandes grupos de atividade. A agropecuária avançou 2%, a indústria subiu 1% e os serviços cresceram 0,5% entre janeiro e março.</p>
<p>Na indústria, os principais impulsos vieram da mineração e da construção civil. Nos serviços, os destaques ficaram com informação e comunicação, atividades imobiliárias e comércio.</p>
<h3>Investimentos aceleram</h3>
<p>Um dos sinais mais relevantes do trimestre foi a alta de 3,5% nos investimentos. O indicador ajuda a medir a disposição de empresas e governo para ampliar capacidade produtiva, comprar máquinas, construir e modernizar estruturas.</p>
<p>O consumo das famílias também cresceu, com avanço de 1%. O dado indica que a demanda interna continuou contribuindo para a atividade, ainda que em ritmo moderado.</p>
<h3>Setor externo pesou contra</h3>
<p>Nem todos os componentes caminharam na mesma direção. As exportações caíram 1,7%, enquanto as importações subiram 4,4% no trimestre.</p>
<p>Essa combinação mostra uma economia doméstica mais aquecida, capaz de demandar mais bens e serviços do exterior, mas também revela menor contribuição das vendas externas para o crescimento no período.</p>
<h3>Comparações mantêm quadro positivo</h3>
<p>Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, a economia cresceu 1,8%. No acumulado de 12 meses, o avanço foi de 2%.</p>
<p>O PIB é o principal indicador para medir a produção de bens e serviços do país. O resultado do início de 2026 sugere uma economia em expansão, apoiada por investimento, consumo e crescimento setorial disseminado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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