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	<title>Arquivo de Mercado | Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Oct 2026 17:10:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Mercado | Construa Negócios</title>
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	<item>
		<title>Ceará atrai projetos de data centers e consolida polo digital</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/data-centers-no-ceara-infraestrutura-digital-pecem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Disponibilidade de energia limpa, hub de cabos submarinos e incentivos na ZPE do Pecém impulsionam empreendimentos de hiperescala e computação de borda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A confluência entre geração abundante de energia renovável e posição geográfica estratégica está acelerando a atração de data centers no Ceará. O estado abriga atualmente as obras de implantação do maior complexo de processamento de dados do Brasil e soma mais de dez projetos de hiperescala em desenvolvimento, concentrados sobretudo no Complexo Industrial e Portuário do Pecém. O avanço desses investimentos foi debatido por lideranças internacionais do setor durante a conferência Atlantic Convergence, em Lisboa.</p>
<h3>Vantagens competitivas: cabos submarinos e energia limpa</h3>
<p>O principal pilar da atratividade cearense é a infraestrutura de telecomunicações de Fortaleza, considerada o segundo maior ponto de amarração de cabos submarinos de fibra óptica do mundo. Essa malha garante tráfego de dados ultrarrápido com a América do Norte, Europa e África, fator determinante para corporações multinacionais de computação em nuvem e inteligência artificial.</p>
<p>Soma-se a isso a matriz elétrica estadual fortemente descarbonizada, impulsionada por parques eólicos e solares fotovoltaicos, além da infraestrutura aduaneira e fiscal proporcionada pela Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará. A garantia de suprimento elétrico contínuo e sustentável atende às exigências de compromissos ESG dos grandes operadores globais de tecnologia.</p>
<h3>Computação de borda e expansão de infraestrutura local</h3>
<p>Paralelamente às instalações de grande escala, especialistas apontam que o Ceará reúne condições ideais para liderar o segmento de data centers periféricos, conhecidos no setor como edge data centers. Projetadas para operar mais próximas dos usuários finais e indústrias, essas estruturas descentralizadas reduzem a latência em aplicações críticas como automação predial, telemedicina, logística portuária e redes urbanas inteligentes.</p>
<p>A maturação desse ecossistema digital atrai também instituições de fomento internacional. O Banco Mundial mantém negociações ativas com a administração estadual para apoiar projetos estruturantes de tecnologia, apoiando-se no histórico de investimentos do Ceará em cinturões digitais de fibra óptica que interligam municípios do interior à capital.</p>
<p>Grandes operadoras de infraestrutura de conectividade, como o grupo DE-CIX e holdings de telecomunicações nacionais, já mapeiam a expansão de seus pontos de troca de tráfego para Fortaleza. A estratégia visa descentralizar o processamento de dados tradicionalmente ancorado no eixo Rio-São Paulo, consolidando a região Nordeste como um hub computacional autônomo e de alta densidade técnica.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Atividade econômica reage e cresce 0,5% em agosto, indica FGV</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/monitor-do-pib-da-fgv-crescimento-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impulsionada pelo setor extrativo e serviços, prévia da atividade reverte retração e acumula expansão de 1,8% no horizonte de 12 meses.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após dois meses consecutivos de retração, o ritmo produtivo do país voltou ao terreno positivo no final do terceiro trimestre. De acordo com o mais recente relatório do Monitor do PIB da FGV, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), a economia brasileira registrou alta de 0,5% na comparação dessazonalizada entre julho e agosto. Com o resultado, o Produto Interno Bruto acumula expansão de 1,8% nos últimos 12 meses, somando R$ 9,020 trilhões a preços correntes.</p>
<h3>Setor extrativo e serviços lideram pelo lado da oferta</h3>
<p>A retomada mensal foi impulsionada de forma preponderante pela força da indústria extrativa mineral — especialmente com a extração de óleo e gás na Bacia de Santos — e pela consistência das atividades do setor de serviços. Na comparação interanual contra agosto de 2025, o avanço atingiu 1,5%, enquanto a métrica trimestral móvel finda em agosto assinalou expansão de 1,7%.</p>
<p>Segundo avaliação técnica do economista Claudio Considera, pesquisador associado do Ibre/FGV, o fôlego da oferta contrabalanceou a perda de dinamismo de outros segmentos sensíveis aos ciclos sazonais, confirmando a capacidade de resiliência das cadeias produtivas primárias.</p>
<h3>Comportamento da demanda sob juros restritivos</h3>
<p>Pela ótica da demanda interna, o consumo das famílias apresentou ligeiro crescimento de 0,4% no trimestre até agosto, sustentado pelo mercado de bens duráveis. A desaceleração de outros componentes do consumo familiar foi amortecida pelo vigor dos embarques de exportação e pela manutenção dos gastos governamentais no período.</p>
<p>Mesmo diante de um ambiente monetário restritivo, desenhado para ancorar a inflação com juros elevados, os índices antecedentes convergem para um fechamento anual positivo. A leitura do Ibre dialoga com a evolução de 0,3% apurada pelo IBC-Br do Banco Central e reforça projeções consolidadas pelo Ministério da Fazenda e pelo mercado financeiro de um PIB brasileiro acima de 1,8% em 2026.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Atividade econômica avança 0,34% em agosto pelo IBC-Br</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/atividade-economica-ibc-br-agosto-2026-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prévia do PIB calculada pelo Banco Central reflete alta na indústria e nos serviços, recuperando patamares próximos do recorde histórico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ritmo dos negócios no país retomou trajetória de crescimento no segundo mês do terceiro trimestre. Dados oficiais do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apontam que a economia brasileira expandiu 0,34% em agosto na série livre de influências sazonais. O desempenho interrompeu dois meses consecutivos de retração e levou o índice para 110,4 pontos, aproximando-se do teto histórico registrado em maio deste ano, quando a prévia alcançou 111,3 pontos.</p>
<p>A recuperação mensal foi impulsionada de forma coordenada pelos segmentos secundário e terciário. A produção industrial anotou avanço de 0,87% no intervalo, enquanto o setor de serviços registrou alta de 0,24%. O ganho nessas duas atividades compensou com folga o recuo sazonal de 1,76% verificado na agropecuária. No confronto direto com agosto do ano transcorrido, a medição do Banco Central assinalou expansão de 1,2%, demonstrando resiliência dos centros urbanos de consumo.</p>
<p>No horizonte anualizado de 12 meses, a atividade econômica brasileira acumula crescimento de 1,6%, sustentada pela evolução de 2,7% no agronegócio, 2,0% no setor de serviços e 0,7% no parque manufatureiro. Não obstante a reação mensal observada em agosto, analistas macroeconômicos do mercado financeiro ponderam que o trimestre móvel encerrado em agosto ainda apresenta recuo de 0,6% ante os três meses antecedentes, sinalizando que a demanda agregada segue operando sob o efeito restritivo dos juros básicos.</p>
<p>O IBC-Br consolida informações apuradas junto a diversas fontes produtivas para antecipar a tendência do Produto Interno Bruto (PIB), cuja metodologia oficial trimestral é apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre, por exemplo, o PIB oficial avançou 0,5%, enquanto a métrica prévia do BC havia apontado 0,18%. Os números de agosto reforçam a percepção de moderação no ritmo de expansão do segundo semestre, orientando projeções corporativas para investimentos em infraestrutura, bens de capital e planejamento orçamentário.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústria adota estratégias preventivas de gestão financeira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/reorganizacao-dividas-industria-gestao-passivo-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 57% das fábricas prevendo queda na rentabilidade, especialistas apontam que reestruturação financeira exige integração jurídica e tributária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A persistência de taxas de juros em patamares restritivos, combinada ao encarecimento do crédito corporativo e à compressão contínua da rentabilidade operacional, impõe um ambiente de forte aperto sobre a tesouraria das empresas industriais brasileiras. Dados recentes da Consulta Empresarial sobre Juros, Crédito e Custos Financeiros, elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelam que 57% das indústrias consultadas projetam redução de sua margem líquida no curto prazo, enquanto apenas 35% planejam repassar custos elevando os preços finais de seus produtos.</p>
<p>O levantamento da CNI evidencia que a necessidade de financiamento externo cresceu substancialmente para assegurar a continuidade do ciclo produtivo cotidiano. Cerca de 56% das indústrias declararam maior necessidade de crédito para saldar contas a pagar junto a fornecedores, 50% demandam capital de giro para sustentar estoques de matérias-primas e 49% enfrentam desafios para financiar carteiras de contas a receber. Na rodada anterior da sondagem, quatro em cada dez empresas já previam expansão do endividamento bancário, cenário agravado pelas expectativas de juros mais altos para a contratação de novos recursos.</p>
<p>Diante desse panorama desafiador, a reorganização de passivos desponta como uma exigência de governança que deve ir muito além da simples busca por taxas de juros ligeiramente menores. O advogado tributarista Gustavo Maffioletti, sócio da banca Maffioletti &amp; Arndt Advogados, enfatiza que períodos de pressão financeira exigem um diagnóstico abrangente da estrutura de capital corporativa. Segundo o especialista, é essencial correlacionar prazos, tipos de garantias vinculadas, custos financeiros globais, fluxo de recebimentos futuros e as obrigações tributárias acumuladas antes de firmar qualquer novo compromisso.</p>
<p>Especialistas em reestruturação corporativa destacam que a renegociação com instituições credoras ganha maior eficácia quando iniciada de forma preventiva, antes do primeiro inadimplemento contratual. Quando a fábrica ainda preserva sua operação em pleno funcionamento e demonstra capacidade crível de geração futura de caixa, o poder de barganha com os bancos amplia-se consideravelmente. Em contrapartida, recorrer a novos empréstimos com juros onerosos para liquidar compromissos antigos, sem um redesenho do modelo de negócios, apenas adia o problema estrutural e compromete ativos essenciais da companhia.</p>
<p>Nesse processo de equalização do balanço, o planejamento tributário e o aproveitamento de incentivos fiscais estaduais também desempenham papel preponderante para aliviar desembolsos imediatos. Programas de incentivo vinculados a investimentos fabris, modernização tecnológica e ampliação de plantas geram economia de caixa substancial. Contudo, consultores advertem que benefícios fiscais não substituem uma recuperação de passivo bancário e demandam cumprimento rigoroso dos requisitos legais para evitar questionamentos do fisco que agravem a vulnerabilidade da empresa.</p>
<p>A complexidade desse planejamento amplia-se ainda mais no horizonte de médio e longo prazo com o calendário de implementação da Reforma Tributária sobre o consumo. Entre 2029 e 2032, ocorrerá a desoneração progressiva do ICMS e do ISS, acompanhada pelo crescimento paulatino do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), até a extinção definitiva dos tributos vigentes em 2033. Como muitas indústrias estruturaram seus passivos e planos de negócios com base em isenções e créditos presumidos estaduais, a transição fiscal exigirá uma reavaliação minuciosa das projeções de rentabilidade e uma tempestiva habilitação ao Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais.</p>
<p>Em última análise, a recomposição da higidez financeira na indústria nacional exigirá uma estratégia coordenada entre gestão de tesouraria, conformidade jurídica e inteligência tributária. As organizações que realizam diagnósticos precoces e encaram a reestruturação de suas obrigações como uma transformação estrutural constroem a solidez necessária para atravessar o aperto monetário e sustentar sua competitividade nas próximas décadas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FMI projeta crescimento do PIB do Brasil em 2,2%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/fmi-projeta-crescimento-do-pib-do-brasil-em-22/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do ajuste frente a julho, estimativa do fundo supera previsões do Ministério da Fazenda e do Boletim Focus, sob efeito da Selic em 13,75%.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) estimou o crescimento do PIB do Brasil em 2,2% para 2026, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial. O cálculo reflete uma moderação frente à projeção anterior de 2,4% divulgada em julho, enquanto a estimativa de expansão econômica para 2027 foi calibrada de 2,2% para 1,9%.</p>
<p>Apesar do corte marginal, o diagnóstico do organismo multilateral posiciona a atividade econômica brasileira acima do consenso doméstico. A projeção do FMI supera a taxa de 2,0% estimada no Boletim Macrofiscal do Ministério da Fazenda e o avanço de 1,85% apontado pelas instituições financeiras no Boletim Focus do Banco Central para o corrente ano.</p>
<h3>Política monetária restritiva e ajuste de juros</h3>
<p>Ao analisar o desempenho do Brasil — a maior economia da América Latina —, o corpo técnico do FMI atribuiu a desaceleração do ritmo produtivo às condições monetárias ainda restritivas, caracterizadas pela manutenção de taxas de juros elevadas, somadas à retirada gradual de estímulos fiscais e às incertezas geopolíticas globais.</p>
<p>A política monetária é conduzida por meio da taxa Selic, atualmente fixada em 13,75% ao ano pelo Banco Central. O patamar decorre de um ciclo de flexibilização iniciado em março, quando os juros básicos estavam em 15% ao ano. O custo elevado do crédito encarece o financiamento empresarial e arrefece o consumo das famílias, funcionando como mecanismo deliberado de desaceleração para conter pressões de preços.</p>
<h3>Inflação controlada e metas oficiais</h3>
<p>No campo dos preços ao consumidor, o relatório projeta estabilidade favorável para o país:</p>
<ul>
<li><strong>2026:</strong> taxa de inflação estimada em 4,4%;</li>
<li><strong>2027:</strong> arrefecimento do índice para 4,1%.</li>
</ul>
<p>Ambos os números situam-se dentro do intervalo de tolerância da meta oficial do governo brasileiro, cujo teto é de 4,5% ao ano. As expectativas do FMI mostram-se mais benignas do que as estimativas do Ministério da Fazenda (4,9%) e as projeções do mercado captadas pelo Focus (5,22% para 2026).</p>
<h3>Mercado de trabalho e dinâmica de commodities</h3>
<p>O boletim internacional também destaca o papel estratégico do Brasil na oferta de matérias-primas globais. Diante das oscilações nos preços do petróleo decorrentes das tensões geopolíticas no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, o mercado internacional recorreu ao aumento compensatório de extração em produtores fora da região conflituosa, com o Brasil desempenhando papel de destaque ao lado de Cazaquistão e Estados Unidos. No agronegócio, o café registrou valorização internacional de 8%, impactado por chuvas atípicas em Minas Gerais que atrasaram a colheita.</p>
<p>No mercado de trabalho, o FMI projeta taxa de desemprego de 6,2% para o encerramento de 2026 e 6,8% para 2027. O patamar contrasta com a força recente apontada pela Pnad Contínua do IBGE, que registrou desocupação de 5,3% no trimestre encerrado em agosto — o menor nível histórico para o período desde o início da série estatística em 2012.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produção industrial recua em 10 estados, com queda no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/producao-industrial-regional-ibge-ceara-agosto-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento do IBGE mostra perda de fôlego disseminada no parque fabril brasileiro, com tombo de 3,6% no polo cearense em agosto.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção industrial regional brasileira perdeu fôlego em agosto de 2026, com retração registrada em 10 dos 15 locais analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados, extraídos da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional (PIM-PF), confirmam a interrupção da trajetória positiva observada no mês anterior, sob efeito direto do encarecimento das linhas de financiamento e da moderação no ritmo de pedidos do mercado interno.</p>
<p>No agregado nacional, a fabricação física teve queda de 0,6% na comparação com julho, considerando a série com ajuste sazonal. A desaceleração atingiu diferentes centros manufatureiros do país, refletindo o ambiente de maior cautela das empresas fabris.</p>
<h3>As maiores retrações apuradas no mapa produtivo</h3>
<p>A contração foi especialmente severa na indústria extrativa e em polos transformadores específicos, com destaque para as seguintes variações negativas:</p>
<ul>
<li><strong>Pará:</strong> queda expressiva de 7,3%, a mais intensa do país no levantamento;</li>
<li><strong>Amazonas:</strong> redução de 5,7%, pressionada pelo ritmo do Polo Industrial de Manaus;</li>
<li><strong>Rio Grande do Sul:</strong> recuo de 4,5% na esteira de ajustes operacionais de cadeias locais;</li>
<li><strong>Ceará:</strong> perda de 3,6% no volume de produção em relação ao mês anterior;</li>
<li><strong>Pernambuco e Espírito Santo:</strong> quedas simultâneas de 2,5%;</li>
<li><strong>Santa Catarina:</strong> declínio de 1,5%;</li>
<li><strong>Goiás:</strong> variação negativa de 1,1%;</li>
<li><strong>São Paulo:</strong> recuo de 0,2%.</li>
</ul>
<p>A perda de 0,2% na indústria de São Paulo, embora numericamente modesta, possui peso determinante para o índice consolidado do Brasil, haja vista que o estado concentra a maior fatia da infraestrutura transformadora nacional.</p>
<h3>O contraste da manufatura cearense frente ao Nordeste</h3>
<p>O comportamento da indústria no Ceará foi um dos pontos mais desfavoráveis da sondagem regional do IBGE. Enquanto a média do Nordeste registrou contração contida de 0,5% em agosto, o parque fabril cearense recuou 3,6%, evidenciando um ritmo de desaceleração mais agudo do que o de estados vizinhos. A queda no Ceará superou inclusive o recuo de 2,5% assinalado em Pernambuco.</p>
<p>Especialistas apontam que a dependência de cadeias de consumo de menor valor agregado e o encarecimento de insumos produtivos têm limitado a capacidade de reação das fábricas cearenses frente ao restante do bloco regional.</p>
<h3>Desaceleração acumulada em doze meses e o peso paulista</h3>
<p>A perda de tração do setor produtivo não se restringiu à base de comparação mês a mês. No confronto com agosto de 2025, a produção industrial regional brasileira recuou 1,2%, com 12 dos 18 locais pesquisados apontando variações no campo negativo.</p>
<p>Nesse horizonte de doze meses, o parque fabril de São Paulo apresentou contração de 2,5%, reforçando o esgotamento do ímpeto industrial após um primeiro semestre de recuperação moderada. Os resultados dos próximos meses definirão se o resultado de agosto consistiu em um ajuste temporário de estoques ou se marca o início de uma desaceleração mais prolongada da indústria brasileira.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/producao-industrial-regional-ibge-ceara-agosto-2026/">Produção industrial recua em 10 estados, com queda no Ceará</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juros altos travam acesso da indústria ao crédito, aponta CNI</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/juros-altos-acesso-credito-industria-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34280</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sondagem da Confederação Nacional da Indústria mostra frustração crescente em pequenas empresas e desvio de linhas longas para financiar despesas correntes.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/juros-altos-acesso-credito-industria-cni/">Juros altos travam acesso da indústria ao crédito, aponta CNI</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As elevadas taxas de juros no Brasil continuam sendo o principal obstáculo para o acesso ao crédito na indústria. É o que revela a mais recente Sondagem Especial realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), elaborada a partir de consulta direta a 1.050 estabelecimentos industriais, sendo 406 de pequeno porte, 377 médios e 267 grandes.</p>
<p>O levantamento aponta que o aperto monetário não apenas inibe a busca por financiamentos como tem elevado o índice de propostas recusadas pelo sistema financeiro, sobretudo entre fabricantes de menor porte.</p>
<h3>Os principais entraves identificados</h3>
<p>De acordo com o levantamento da entidade fabril, as barreiras financeiras dividem-se conforme o prazo das operações:</p>
<ul>
<li><strong>Juros elevados:</strong> apontados por 76% das indústrias nas linhas de curto e médio prazo, e por 69% nas operações de longo prazo;</li>
<li><strong>Exigência de garantias reais:</strong> citada por 33,4% no curto prazo e 31,5% no longo prazo;</li>
<li><strong>Carência insuficiente:</strong> lembrada por 18,9% das indústrias nos financiamentos longos;</li>
<li><strong>Burocracia excessiva:</strong> mencionada por 13,6% das empresas em operações de menor maturidade.</li>
</ul>
<p>Diante desse panorama, quase a metade das indústrias consultadas (49,9%) optou por sequer buscar crédito de curto e médio prazo. Nas linhas de longo prazo, o percentual de empresas que não procurou recursos chegou a 54%.</p>
<h3>Frustração maior entre pequenas e médias</h3>
<p>Entre as companhias que efetivamente foram ao mercado em busca de crédito, a taxa de frustração aumentou na comparação com 2025. No segmento de curto e médio prazo, o insucesso subiu de 20% para 24,7%. Nas operações de longo prazo, a taxa de recusa avançou de 33% para 37,2%.</p>
<p>A vulnerabilidade é nitidamente maior nos pequenos negócios: no crédito de longo prazo, 48,2% das pequenas empresas e 48,1% das médias não conseguiram obter os recursos pretendidos. Já entre as grandes companhias fabris, o percentual de insucesso foi bem inferior, fixando-se em 29,9%.</p>
<h3>Longo prazo usado para despesas do dia a dia</h3>
<p>Um dos pontos mais chamativos do estudo é a distorção no destino dos recursos. Das indústrias que obtiveram crédito de longo prazo, 28,7% destinaram o montante ao capital de giro. Essa finalidade superou a compra de máquinas e equipamentos (23,6%) e a construção ou ampliação de instalações fabris (11,6%).</p>
<p>A CNI ressalta que operações de longo prazo deveriam tipicamente fomentar investimentos produtivos, e não cobrir contas operacionais, folha de pagamento ou compra de matérias-primas.</p>
<h3>Demandas do setor produtivo</h3>
<p>Para amenizar o quadro, 38,4% das indústrias defendem a redução dos custos tributários e administrativos como a medida prioritária para ampliar o acesso ao crédito na indústria. Outras medidas requisitadas incluem a expansão de linhas públicas de financiamento e a flexibilização das exigências documentais impostas pelas instituições bancárias.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/juros-altos-acesso-credito-industria-cni/">Juros altos travam acesso da indústria ao crédito, aponta CNI</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará: exportações sobem 8,2% e renda sustenta consumo em 2026</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/economia-do-ceara-exportacoes-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 16:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34254</guid>

					<description><![CDATA[<p>Boletim do Observatório da Indústria mantém projeção de PIB de 2,7%, mas produção industrial e serviços seguem em queda com juros reais altos.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/economia-do-ceara-exportacoes-2026/">Ceará: exportações sobem 8,2% e renda sustenta consumo em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia do Ceará em 2026 tem dois lados. De um, renda, consumo e exportações em alta; de outro, indústria e serviços em retração. O retrato está na segunda edição do Boletim Trimestral do Observatório da Indústria Ceará, que mantém a projeção de crescimento de 2,7% para o PIB estadual no ano.</p>
<h3>O lado que avança</h3>
<p>O mercado de trabalho puxa a atividade. O rendimento médio real chegou a R$ 2.636, a taxa de formalização alcançou 51,3% e o estado passou de 1,1 milhão de empregados com carteira assinada no setor privado. A massa de rendimento real cresceu 11,4% sobre o mesmo período de 2025.</p>
<p>Outros números positivos:</p>
<ul>
<li>volume de vendas no varejo: +4%;</li>
<li>saldo real das operações de crédito: +10,1%;</li>
<li>exportações até agosto: US$ 1,6 bilhão, alta de 8,2% em um ano;</li>
<li>déficit da balança comercial estadual: queda de 32,4%;</li>
<li>Construção Civil: 7.163 vagas formais abertas até agosto;</li>
<li>Produtos de Metal: produção física 23,5% maior até julho.</li>
</ul>
<h3>O lado que recua</h3>
<p>A produção física da indústria cearense acumulou queda de 3,2% até julho, e o faturamento real da indústria de transformação caiu 15,9% no primeiro semestre. O volume de serviços recuou 5,1% até junho. Segundo o boletim, juros reais elevados e incertezas externas estão entre as causas.</p>
<p>No emprego, Comércio e Agropecuária tiveram saldo negativo no acumulado até agosto.</p>
<h3>Renda ampara o consumo, com ressalvas</h3>
<p>O documento aponta o mercado de trabalho como um dos principais vetores da atividade, já que a renda maior favorece o consumo das famílias. A continuidade desse movimento, porém, pode ser limitada por juros reais altos e pela inadimplência. Por isso, as condições de crédito seguem monitoradas pelo setor produtivo.</p>
<h3>Expectativas para o segundo semestre</h3>
<p>O boletim também reúne as expectativas dos industriais sobre demanda, exportações, compra de matérias-primas e contratações, além de acompanhar indicadores de inflação, juros, consumo e cenário internacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/economia-do-ceara-exportacoes-2026/">Ceará: exportações sobem 8,2% e renda sustenta consumo em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria de transformação tem 2ª queda seguida, de 3,5%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-de-transformacao-faturamento-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 17:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34244</guid>

					<description><![CDATA[<p>Capacidade instalada recua para 76,9%, mas massa salarial segue em alta no acumulado do ano, mostram os Indicadores Industriais da CNI.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento da indústria de transformação recuou 3,5% em agosto e registrou o segundo mês seguido de queda. Em julho, o indicador havia caído 2,2%. Os números constam dos Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgados nesta quarta-feira, 7.</p>
<h3>Painel de agosto</h3>
<ul>
<li><strong>Faturamento:</strong> -3,5% no mês e -0,2% no acumulado de janeiro a agosto de 2026, sobre igual período de 2025;</li>
<li><strong>Horas trabalhadas:</strong> -0,8% no acumulado do ano;</li>
<li><strong>Capacidade instalada:</strong> recuo de 0,6 ponto percentual no mês, de 77,5% para 76,9%;</li>
<li><strong>Emprego industrial:</strong> estável em agosto e -0,5% no acumulado;</li>
<li><strong>Massa salarial:</strong> +0,5% no mês e +0,9% de janeiro a agosto.</li>
</ul>
<h3>Sinais mistos no acumulado</h3>
<p>Apesar da queda recente, a utilização da capacidade instalada nas fábricas acumula alta de 1,5% de janeiro a agosto frente ao mesmo intervalo do ano anterior. A massa salarial também mantém ritmo de crescimento, o que contrasta com o enfraquecimento do faturamento e das horas trabalhadas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-de-transformacao-faturamento-agosto/">Indústria de transformação tem 2ª queda seguida, de 3,5%</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PIB do Ceará sobe 2,21%, mas indústria cresce só 0,39%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-do-ceara-sobe-industria-cresce-039/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34202</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mesmo com juros altos e concorrência de importados, analista do Ipece aponta investimentos em calçados como sinal de reação no setor industrial cearense.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-do-ceara-sobe-industria-cresce-039/">PIB do Ceará sobe 2,21%, mas indústria cresce só 0,39%</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PIB do Ceará avançou 2,21% na comparação com o mesmo período de 2025, acima da média brasileira, de 2,0%. Os números foram apresentados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Entre os três setores analisados, porém, a indústria ficou na lanterna: cresceu apenas 0,39%, muito longe dos 3,41% registrados no segundo trimestre do ano passado.</p>
<h3>Um setor mais exposto</h3>
<p>Em relação ao trimestre imediatamente anterior, que marcou 0,15%, o desempenho foi de estabilidade. O analista do Ipece Witalo Paiva atribui o quadro à própria natureza da atividade industrial.</p>
<p>&#8220;A indústria é um setor naturalmente exposto ao ambiente macroeconômico e à concorrência externa. Hoje, o Brasil está num patamar de juros mais elevado e a nossa economia é aberta ao mercado internacional&#8221;, explicou. Segundo ele, a entrada de bens de outros países torna o cenário mais desafiador para o produtor local.</p>
<h3>O que pode virar o jogo</h3>
<p>Para Paiva, o momento pede foco em produtividade e competitividade. Ele citou como exemplo anúncios recentes de grandes fabricantes de calçados no estado, que investiram pesado para enfrentar os produtos chineses.</p>
<p>O analista defendeu ainda um ambiente econômico menos restritivo à produção, com juros menores e mais crédito, tanto para as empresas produzirem quanto para o consumidor comprar. &#8220;Um ambiente mais favorável para crescer&#8221;, resumiu.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-do-ceara-sobe-industria-cresce-039/">PIB do Ceará sobe 2,21%, mas indústria cresce só 0,39%</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produção industrial tem nova queda em agosto, segundo IBGE</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-brasileira-queda-agosto-2026-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34193</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bens de consumo semidurável e não durável lideraram as retrações do mês; juros altos seguem pesando sobre decisões de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-brasileira-queda-agosto-2026-ibge/">Produção industrial tem nova queda em agosto, segundo IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dos 25 ramos industriais monitorados pela Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, 16 fecharam agosto no vermelho. O resultado consolidado aponta recuo de <strong>0,6% na produção industrial em relação a julho</strong> — a queda mais intensa para um mês de agosto desde 2022, quando o setor havia recuado 1,4%. O movimento atinge todas as quatro categorias econômicas pesquisadas e reacende o debate sobre os limites do crescimento industrial diante do crédito caro.</p>
<p>O segmento de bens de consumo semiduráveis e não duráveis — que engloba desde vestuário até medicamentos e cigarros — registrou o recuo mais expressivo, de 1,7%. Na sequência, bens duráveis caíram 1%, impactados pela menor fabricação de eletrodomésticos das linhas branca e marrom, incluindo televisores. Bens de capital recuaram 0,6%, enquanto bens intermediários cederam 0,2%, puxados pela queda na extração de minério de ferro.</p>
<h3>Setor perde fôlego após expansão no início do ano</h3>
<p>O contraste com o desempenho do primeiro semestre é revelador. Nos quatro primeiros meses de 2026, a indústria cresceu 4,3%. Nos quatro meses seguintes, recuou 3,1%. O acumulado do ano ainda marca alta de 0,8%, mas a trajetória desacelerante levanta preocupações entre economistas e analistas do setor produtivo.</p>
<p>André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE, identifica a política monetária restritiva como o principal vetor da retração: <em>&#8220;Há um comprometimento grande da renda disponível das famílias, e isso faz com que empresas adiem decisões de investimentos.&#8221;</em> Para ele, mesmo com o mercado de trabalho resiliente — com número recorde de pessoas ocupadas — o endividamento das famílias e a cautela das empresas sufocam a demanda por produtos industriais.</p>
<p>Entre as quedas setoriais mais expressivas do mês, a produção de produtos do fumo liderou com recuo de 23,4%, após quatro meses consecutivos de alta. O segmento farmoquímico também foi impactado. Por outro lado, alguns ramos resistiram à maré negativa, indicando que a retração não é homogênea — mas ampla o suficiente para pressionar o resultado consolidado do setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>41% das fabricantes do Ceará entregam serviços sem cobrança adicional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-cearense-servicos-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34177</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da FIEC com a CNI mostra que pós-venda e instalação viraram ferramentas de competitividade para a indústria local.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro em cada dez indústrias cearenses já vendem mais do que seus produtos. Serviços como instalação, manutenção, personalização e pós-venda passaram a integrar a proposta comercial de <strong>41% das fabricantes do estado</strong>, segundo a Sondagem Especial de Serviços na Indústria. O levantamento foi realizado pelo Observatório da Indústria Ceará — braço de inteligência de dados da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) — em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p>O dado mais revelador da pesquisa está no modelo de oferta: <strong>71% dessas empresas não cobram nada a mais</strong> pelos serviços disponibilizados. A estratégia, aparentemente contra-intuitiva do ponto de vista financeiro imediato, é amplamente reconhecida como investimento em fidelização. A relação com o cliente se estende para além do momento da venda, criando vínculos de dependência positiva que dificultam a migração para concorrentes.</p>
<p>Os efeitos percebidos pelas próprias empresas confirmam a aposta. Entre as indústrias que oferecem serviços, <strong>72% afirmam que a estratégia contribui diretamente para a competitividade</strong> do negócio. Outros 67% associam a prática a ganhos de inovação interna, e 53% acreditam que ela facilita o caminho para a internacionalização — um objetivo cada vez mais presente na pauta do setor produtivo nordestino.</p>
<p>A relação entre a indústria cearense e os serviços, no entanto, não é de mão única. Ao mesmo tempo em que oferece soluções aos clientes, o setor fabril do estado também consome intensamente serviços especializados de terceiros para sustentar suas operações. Os gastos com esse tipo de contratação correspondem, em média, a <strong>13% da receita bruta das empresas</strong>. As categorias mais demandadas são manutenção industrial, logística, softwares especializados e consultorias empresariais — um ecossistema que movimenta toda a cadeia produtiva local e gera demanda para um amplo espectro de prestadores de serviço no Ceará.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria do Ceará agrega serviços para vencer concorrência</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-do-ceara-agrega-servicos-para-vencer-concorrencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34144</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento mostra que 41% das fabricantes já oferecem soluções integradas aos produtos para blindar a relação com o cliente.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chão de fábrica já não é o destino final do ciclo produtivo no Ceará. Em um movimento de modernização que reflete as principais tendências globais de negócios, a indústria cearense está rompendo as barreiras da simples manufatura para abraçar a &#8220;servitização&#8221; — a oferta de serviços altamente qualificados associados à venda de produtos físicos. Essa transição tem se mostrado uma ferramenta poderosa para a retenção de clientes e o fortalecimento de marcas em um mercado cada vez mais disputado.</p>
<p>Os números comprovam a força dessa guinada estratégica. Segundo a recente Sondagem Especial de Serviços na Indústria, conduzida em uma parceria técnica entre o Observatório da Indústria do Ceará e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 41% das empresas industriais do estado já possuem algum tipo de serviço embarcado em suas ofertas. O dado mais revelador, no entanto, é a forma como essas comodidades são entregues: 71% das indústrias não cobram absolutamente nada a mais do consumidor final por esses serviços. Para elas, o retorno vem em forma de lealdade e vantagem sobre a concorrência.</p>
<p>A integração de soluções como suporte de pós-venda especializado, personalização sob medida de equipamentos, instalação técnica e planos de manutenção preventiva deixou de ser um &#8220;luxo&#8221; e passou a ser o núcleo da proposta de valor. Ao invés de apenas vender uma máquina ou um lote de insumos, a indústria passou a vender a garantia de funcionamento contínuo. As lideranças corporativas sentem os resultados na prática. O levantamento aponta que expressivos 72% dos gestores consideram que essa estratégia eleva diretamente a competitividade da empresa. Além disso, 67% associam a prática a um salto de inovação interna, enquanto 53% acreditam que a agregação de serviços facilita o caminho espinhoso rumo à internacionalização dos negócios.</p>
<p>Porém, para entregar essa nova gama de soluções, a própria indústria precisa se movimentar como consumidora. O ecossistema produtivo cearense despende atualmente cerca de 13% de sua receita bruta na contratação de serviços especializados de terceiros. A demanda por empresas de logística avançada, desenvolvedoras de softwares de gestão, manutenção industrial e consultorias empresariais disparou, criando uma rede de interdependência que fortalece a economia local como um todo. A mensagem é clara: no Ceará, o produto é apenas o começo da conversa com o cliente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará cresce acima do nível nacional com agronegócio como destaque</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-ceara-cresce-2t26-supera-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 16:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34125</guid>

					<description><![CDATA[<p>Agronegócio puxou a expansão cearense com alta de 13,88% no período. Para 2026, o estado projeta crescimento de 2,48%, contra 1,88% do Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia cearense manteve, no segundo trimestre de 2026, um ritmo de expansão superior ao do restante do país. O Produto Interno Bruto (PIB) do estado cresceu 2,21% em relação ao mesmo período de 2025, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). O resultado ficou acima dos 2% registrados pela economia brasileira no mesmo intervalo.</p>
<p>O setor que mais se destacou na apuração foi o agronegócio, que apresentou alta expressiva de 13,88% no segundo trimestre. Os dados de indústria, comércio e serviços ainda não foram divulgados, mas o desempenho rural já posicionou o Ceará como um dos estados de maior dinamismo econômico no período.</p>
<h3>Semestre inteiro no azul e acima do Brasil</h3>
<p>No acumulado do primeiro semestre de 2026, a vantagem cearense sobre a média nacional se consolidou. Enquanto o Brasil registrou crescimento de 1,9% entre janeiro e junho, o Ceará avançou 2,29% no mesmo período — uma margem de 0,39 ponto percentual a favor do estado nordestino.</p>
<p>Quando o corte é feito nos 12 meses encerrados em junho de 2026, considerando o intervalo de julho de 2025 até o fim do semestre passado, o PIB cearense acumula alta de 2,25%.</p>
<h3>Projeção revisada, mas ainda à frente do país</h3>
<p>Após os resultados do segundo trimestre, o Ipece atualizou suas estimativas para o ano. A nova projeção aponta crescimento de 2,48% para o PIB do Ceará em 2026, frente a 1,88% esperados para o Brasil — diferença de 0,60 ponto percentual favorável ao estado.</p>
<p>Vale ressaltar que a revisão representou uma leve correção para baixo: em junho, a previsão para o Ceará era de 2,70%. A atualização reflete um ajuste das condições macroeconômicas nacionais, que também empurrou a estimativa do Brasil de 1,96% para os atuais 1,88%, mas não altera o quadro de liderança relativa do estado frente à média nacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado eleva inflação a 4,99% e faz novo corte no PIB</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/mercado-eleva-inflacao-a-499-e-faz-novo-corte-no-pib/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34107</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa Focus do Banco Central mostra pessimismo no cenário nacional após salto da energia elétrica pesar nos preços ao consumidor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro começou a semana ajustando os cintos e revisando para baixo o humor com a economia brasileira. Segundo a edição mais recente do Boletim Focus, relatório que compila as perspectivas das principais instituições financeiras e é divulgado pelo Banco Central, a expectativa para a inflação subiu, enquanto a aposta no crescimento das riquezas do país recuou pela terceira vez seguida.</p>
<p>As planilhas mostram que a projeção central para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) disparou de 4,92% para 4,99% no fim de 2026. O pessimismo ganhou força logo após o baque estatístico do IPCA-15 de setembro, que subiu expressivos 0,7% após registrar uma breve queda no mês anterior.</p>
<h3>O peso da luz e do freio econômico</h3>
<p>A inflação engatou a marcha acelerada acumulando um índice de 4,47% ao longo dos últimos doze meses. Segundo o IBGE, esse repique foi liderado pelo encarecimento da conta de luz após o término dos subsídios e descontos de geração da usina de Itaipu.</p>
<p>O aperto no poder de compra corre lado a lado com a desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB). Os economistas reduziram mais uma vez a expectativa de crescimento da economia de 1,88% para mornos 1,86% para este ano. Trata-se de uma contínua desidratação em relação ao que era esperado no mês passado, quando o número figurava na casa dos 1,92%.</p>
<h3>Juros travados para estancar os preços</h3>
<p>Diante do cenário adverso, as expectativas para a política monetária permanecem rígidas. O mercado entende que a principal vacina contra o salto dos preços continuará sendo o encarecimento do dinheiro, travando os investimentos por meio da Taxa Selic.</p>
<p>Para os especialistas consultados pelo Banco Central, a taxa básica de juros não deverá apresentar novas surpresas e tem fechamento esperado em 13,5% ao ano para este ciclo, permanecendo acima de 10% pelo menos até 2028. Já o cenário cambial sugere certa calmaria entre as corretoras, com a cotação do dólar americano estabilizada nas previsões de fechar o ano estacionado na casa de R$ 5,20.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Modernização de máquinas por foco ambiental atinge 81% das fábricas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/modernizacao-fabricas-foco-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34091</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI aponta que a sustentabilidade deixou de ser coadjuvante para se tornar o principal motor na renovação do parque industrial nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estratégia de sobrevivência das fábricas brasileiras passou a ter uma coloração cada vez mais verde. Uma pesquisa recente conduzida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que 81% do setor industrial tem priorizado a modernização de seus maquinários visando, direta ou indiretamente, o aprimoramento de seus resultados ambientais.</p>
<p>Em paralelo, 77% das empresas consultadas afirmam estar reestruturando suas linhas de produção tradicionais para alcançar metas ecológicas mais ambiciosas. O levantamento destaca que as corporações têm abraçado, em média, meia dúzia de iniciativas sustentáveis simultaneamente, com destaque para a otimização no uso hídrico e energético, além da redução do descarte de rejeitos sólidos.</p>
<h3>Mais do que simples trocas</h3>
<p>No último ano, cerca de três quartos (74%) do empresariado investiu na aquisição de equipamentos inéditos. Contudo, especialistas do setor ponderam que a verdadeira revolução sustentável exige mais do que apenas a substituição de aparelhos antigos no final da linha produtiva.</p>
<p>Segundo Nelson Clark, executivo da área de engenharia de processos, o foco não deve se restringir ao tratamento de poluentes na reta final do ciclo fabril. A estratégia mais eficaz e econômica reside em estancar ou minimizar a geração de agentes contaminantes logo no início da produção, realizando ajustes finos nas operações primárias.</p>
<h3>Retrofit e a sobrevida inteligente</h3>
<p>Uma das saídas mais adotadas para unir eficiência operacional com orçamentos restritos é o chamado retrofit. Em vez de demolir instalações antigas ou construir complexos fabris do zero, os gestores optam por adaptar as plantas já existentes, modernizando componentes críticos para atender às regulamentações ambientais mais modernas. Essa prática reduz o impacto de materiais descartados e dá fôlego aos ativos operacionais.</p>
<p>Outro recurso que tem ganhado os holofotes é o uso massivo de lavadores de gases industriais, que agem purificando correntes aéreas antes de devolvê-las ao meio ambiente. Embora seja uma tática crucial, especialistas alertam que a filtragem do ar não substitui a necessidade urgente de descarbonização profunda.</p>
<p>Apesar de o avanço na consciência ambiental estar claro, a indústria nacional ainda esbarra no desafio da digitalização avançada: apenas 5% das empresas que modernizaram parques no ano passado investiram em máquinas interconectadas por processamento de dados autônomos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Governo revê estimativas para a economia e aponta avanço mais tímido</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/projecao-crescimento-economia-pib-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34052</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com juros sufocando a indústria e os serviços, equipe econômica corta projeção de crescimento do país e alerta para os reflexos do clima sobre a inflação futura.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O otimismo com a economia nacional sofreu um ajuste. Em seu mais recente Boletim Macrofiscal, a Secretaria de Política Econômica (SPE) desenhou um cenário de maior cautela, apontando que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançará em um ritmo inferior ao que se imaginava inicialmente para este ano.</p>
<p>A projeção de crescimento, que antes estava estacionada em 2,3%, foi podada para exatos 2%. O impacto desse recálculo não se limita ao ano vigente e já respinga nas expectativas para 2027, cujo horizonte de avanço recuou para 2,3%.</p>
<h3>Juros travam a engrenagem</h3>
<p>A raiz dessa freada econômica atende por uma velha conhecida: a taxa Selic. A manutenção do custo do crédito em patamares restritivos vem cobrando a fatura de setores fundamentais. A indústria e a prestação de serviços foram os mais penalizados na revisão oficial.</p>
<p>O segmento de serviços viu sua perspectiva desidratar de 2,4% para 1,8%. Já a atividade industrial teve seu fôlego reduzido para 1,7%. A única exceção positiva nesse mar de revisões de baixa foi a agricultura. Puxado pelas safras, o agronegócio saltou de uma previsão de 1,8% para sólidos 2,8% de crescimento. Mesmo assim, a força no campo não bastou para sustentar a projeção global do país.</p>
<h3>O peso da comida e o fator El Niño</h3>
<p>Se o ritmo da economia diminuiu, a inflação trouxe um respiro parcial. O índice que mede a evolução dos preços (IPCA) deve fechar 2026 em 4,9%, ligeiramente abaixo da estimativa anterior, graças ao barateamento da comida nas prateleiras dos supermercados até o meio do ano. Contudo, o governo alerta que o alívio não é absoluto, já que a marca segue furando o teto tolerado pela meta do Banco Central.</p>
<p>A verdadeira dor de cabeça, entretanto, está sendo transferida para o próximo ano. A projeção inflacionária de 2027 engatou marcha a ré e subiu para 3,8%. O principal vilão no radar do Ministério da Fazenda é a ameaça de um fenômeno El Niño com intensidade superior ao normal. Caso se confirme, o choque climático tem poder de destruição sobre as lavouras de grãos, o que em um efeito dominó encareceria a ração animal, as carnes e a comida na mesa da população.</p>
<p>No curto prazo, a equipe econômica ainda aposta que os cortes gradativos nos juros comecem a desatar o nó do crédito, estimulando as vendas, as construtoras e a indústria pesada — justamente os motores que hoje operam com o freio de mão puxado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Indústria registra menor intenção de investimento desde a pandemia</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-registra-menor-intencao-de-investimento-desde-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 17:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34036</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI recua pelo quarto mês seguido em setembro e acumula queda de 3,5 pontos desde maio, sinalizando cautela dos empresários diante de perspectivas econômicas deterioradas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Setembro chegou com mais um sinal de cautela do empresariado industrial brasileiro. O índice que mede a disposição da indústria para investir nos próximos meses recuou 1,3 ponto no mês, passando de 52,6 para 51,3 pontos — o menor valor registrado desde agosto de 2020, período em que o setor enfrentava o impacto direto da pandemia de Covid-19. Os dados são da Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p>Não se trata de um recuo isolado. A queda de setembro é a quarta consecutiva desde maio, e o acumulado negativo chega a 3,5 pontos ao longo desse período. O movimento revela uma mudança de postura: empresas que vinham planejando expansão ou modernização agora reavalam o timing dos aportes, postergando decisões que exigem comprometimento de capital de longo prazo.</p>
<h3>Perspectivas deterioradas no horizonte</h3>
<p>A Sondagem Industrial da CNI aponta que a cautela reflete uma percepção mais negativa sobre o ambiente econômico à frente. Quando o empresariado industrial hesita em investir, os efeitos aparecem em cadeia: menos encomendas de máquinas e equipamentos, compras mais conservadoras de insumos e contratações adiadas.</p>
<p>Para a construção civil e o mercado de equipamentos pesados, esse comportamento tem impacto direto. Projetos industriais de expansão de capacidade produtiva, obras de modernização de parques fabris e investimentos em infraestrutura logística são frequentemente os primeiros a serem revistos quando o ambiente de negócios se torna incerto.</p>
<h3>Abaixo da linha divisória, mas ainda positivo</h3>
<p>Vale observar que o índice permanece acima dos 50 pontos — linha que separa a expectativa de expansão da de retração. O resultado de setembro indica, portanto, que o setor ainda prevê algum nível de investimento, mas com muito menos vigor do que no início do ano.</p>
<p>A sequência de quatro quedas consecutivas, no entanto, chama atenção pelo ritmo da deterioração. Se a tendência de recuo se mantiver nos próximos meses, o índice pode cruzar a linha dos 50 pontos e sinalizar, pela primeira vez em anos, que a maioria das indústrias planeja reduzir — e não ampliar — suas aplicações de capital no curto prazo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Queda da Selic chega a Fortaleza com cautela e efeito gradual</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/selic-fortaleza-efeito-imoveis-construcao-gradual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34020</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialista em incorporação imobiliária avalia que construção civil e imóveis são os primeiros setores a sentir a flexibilização dos juros, mas benefícios para a população de baixa renda virão com defasagem.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A redução da Selic de 14% para 13,75% ao ano — quinta queda consecutiva decidida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) — não vai chegar ao cotidiano de Fortaleza de forma imediata nem uniforme. A avaliação é de Fernando Moreno, especialista em incorporação imobiliária e governança empresarial, que explica por que o efeito do corte é mais complexo do que o número sugere.</p>
<p>&#8220;O mercado funciona muito pelas expectativas e, nesse sentido, a trajetória de redução dos juros já vinha sendo antecipada pelos agentes econômicos. Em maio, inclusive, eu trabalhava com uma Selic próxima de 13% ao final do ano. Portanto, parte desse movimento já estava incorporada às decisões de empresas, investidores e consumidores&#8221;, afirma Moreno. &#8220;O principal efeito agora é a confirmação de uma tendência de flexibilização monetária que pode produzir impactos graduais sobre a economia real.&#8221;</p>
<h3>Construção civil e imóveis na linha de frente</h3>
<p>Entre os setores com maior sensibilidade à variação dos juros, Moreno destaca a construção civil, a incorporação imobiliária e o comércio de bens duráveis. Em Fortaleza, o mercado imobiliário já havia reportado desempenho positivo nas vendas ao longo do primeiro semestre do ano, ainda que muitas incorporadoras estejam ajustando o ritmo de novos lançamentos para evitar a formação de estoques.</p>
<p>&#8220;A redução dos juros pode reforçar esse movimento, melhorando gradualmente as condições de financiamento e a disposição dos agentes econômicos para assumir compromissos de longo prazo&#8221;, avaliou o especialista.</p>
<h3>Crédito ainda caro para investir sem planejamento</h3>
<p>Mesmo reconhecendo o sinal positivo do corte, Moreno alerta que o ambiente de crédito ainda exige cautela. As taxas cobradas de empresas e consumidores incorporam componentes adicionais ao da Selic — como risco de crédito, prazo, garantias e spread bancário. Por isso, uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica não representa uma queda automática e proporcional nas taxas de financiamento.</p>
<p>&#8220;Ao mesmo tempo, não acredito que seja um momento de paralisia. Projetos que aumentem produtividade, eficiência ou capacidade de geração de receita podem continuar avançando. O ponto central é a seletividade na alocação de capital&#8221;, detalhou.</p>
<h3>Famílias de baixa renda sentem menos no curto prazo</h3>
<p>Para as classes C, D e E, que representam cerca de 85% da população de Fortaleza e da Região Metropolitana, o impacto imediato tende a ser menor. O especialista lembra que a queda da Selic não reduz diretamente o preço dos alimentos — item de peso relevante no orçamento dessas famílias.</p>
<p>&#8220;A queda da Selic não reduz diretamente o preço dos alimentos. Seus efeitos chegam por outros canais, principalmente crédito, consumo, investimento, atividade econômica e, eventualmente, geração de emprego e renda&#8221;, concluiu Moreno. A transmissão da política monetária para a economia real ocorre com defasagem — e é esse intervalo que separa o anúncio do Copom da percepção concreta das famílias cearenses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FNE destina R$ 8,14 bilhões ao Ceará para 2027 com foco em infraestrutura</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/fne-bnb-ceara-investimentos-infraestrutura-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34017</guid>

					<description><![CDATA[<p>Banco do Nordeste apresenta proposta de aplicação dos recursos do Fundo Constitucional, com comércio e serviços liderando a distribuição e projetos estruturantes no foco das prioridades.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ceará deverá receber R$ 8,14 bilhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) em 2027. A proposta de distribuição dos recursos foi apresentada pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB) em reunião realizada na superintendência estadual da instituição em Fortaleza, com a presença de representantes de entidades de desenvolvimento, órgãos governamentais e lideranças do setor produtivo cearense.</p>
<p>O FNE é o principal instrumento de financiamento produtivo da Região Nordeste. A proposta para 2027 contempla pelo menos seis áreas prioritárias, com a maior fatia destinada ao comércio e serviços: R$ 2,44 bilhões, o segmento que lidera a distribuição. Em seguida, aparecem infraestrutura (R$ 1,82 bilhão), pecuária (R$ 1,57 bilhão) e indústria (R$ 1,53 bilhão).</p>
<h3>Distribuição setorial dos recursos</h3>
<ul>
<li>Comércio e serviços: R$ 2,44 bilhões</li>
<li>Infraestrutura: R$ 1,82 bilhão</li>
<li>Pecuária: R$ 1,57 bilhão</li>
<li>Indústria: R$ 1,53 bilhão</li>
<li>Agricultura: R$ 505,4 milhões</li>
<li>Turismo: R$ 245,8 milhões</li>
<li>Pessoa física: R$ 17,3 milhões</li>
</ul>
<p>A superintendente estadual do BNB no Ceará, Eliane Brasil, destacou que a construção da proposta contou com participação ativa de federações, entidades empresariais e órgãos estaduais. &#8220;Além dos recursos orçamentários, o Fundo é fortalecido pelos reingressos financeiros e mantém como prioridade a interiorização do desenvolvimento regional&#8221;, afirmou.</p>
<h3>MPEs e projetos estruturantes no foco</h3>
<p>A gestora ressaltou que micro e pequenas empresas são alvo significativo dos recursos do FNE. Mas os projetos de grande porte também seguem na agenda do banco, especialmente aqueles ligados à expansão portuária, à malha ferroviária e à cabotagem — setores que integram as iniciativas estruturantes identificadas para o crescimento do Ceará nos próximos anos.</p>
<p>Eliane Brasil reforçou que o BNB mantém postura receptiva a sugestões e propostas alinhadas às necessidades de cada segmento econômico. O debate registrado na reunião servirá como referência direta para a aplicação dos recursos ao longo de 2027, com o objetivo de ampliar a atividade produtiva, estimular a geração de emprego e renda e fortalecer a competitividade da economia cearense.</p>
<p>O volume previsto reforça o papel do FNE como âncora do desenvolvimento regional — e posiciona o Ceará como um dos principais destinos do crédito público no Nordeste para o próximo ciclo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mineração lidera M&#038;A no Nordeste com alta de R$ 28,5 bi no semestre</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/fusoes-aquisicoes-mineracao-nordeste-ceara-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33970</guid>

					<description><![CDATA[<p>Setor cresceu em número e valor de operações no 1º semestre de 2026, puxado pela demanda por minerais críticos ligados à transição energética, enquanto o Ceará registrou queda no volume de negócios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um semestre marcado pela seletividade nos negócios, a mineração se destacou como o único setor do Nordeste a registrar crescimento simultâneo no número e no valor das operações de fusões e aquisições (M&amp;A). O segmento movimentou R$ 28,5 bilhões entre janeiro e junho de 2026 — montante 6.482% superior ao registrado no mesmo período de 2025 —, segundo levantamento da KPMG. O número de transações passou de duas para três na comparação anual.</p>
<p>O desempenho reflete o interesse crescente de investidores em ativos ligados à transição energética e aos minerais críticos, insumos essenciais para cadeias produtivas da nova economia de baixo carbono. &#8220;O desempenho da mineração evidencia a relevância crescente de setores vinculados à transição energética, minerais críticos e recursos naturais estratégicos&#8221;, destacou análise da KPMG sobre a região.</p>
<h3>Ceará registra mais capital em menos negócios</h3>
<p>No Ceará, o mercado de M&amp;A apresentou comportamento distinto: o volume financeiro cresceu, mas a quantidade de operações caiu de forma expressiva. Foram seis transações concluídas entre janeiro e junho — contra dez no mesmo período de 2025, redução de 40%. Ainda assim, o valor total movimentado chegou a R$ 689 milhões, alta superior a 25% frente aos R$ 549,6 milhões registrados no primeiro semestre do ano anterior.</p>
<p>A combinação de menos negócios com mais dinheiro envolvido retrata um mercado que opera com maior seletividade e disciplina. Os setores que participaram das operações no estado foram tecnologia, mídia e telecomunicações (com dois negócios), além de imobiliário, mineração, energia e consumo, cada um com uma transação.</p>
<p>Entre os negócios anunciados no período, destaca-se o acordo da Victoria Mining Corporation para adquirir participação de 50% na Pedreira Taj Mahal, localizada em Uruoca.</p>
<h3>Capital migra para ativos com potencial estratégico</h3>
<p>Para Cristiane Azevedo, sócia da KPMG responsável pela análise, o cenário cearense reproduz uma tendência nacional. &#8220;Embora o número de operações tenha diminuído, o crescimento do volume financeiro movimentado mostra que investidores e empresas estão priorizando transações de maior porte e relevância estratégica&#8221;, afirma. Segundo ela, os recursos estão sendo direcionados para &#8220;ativos com potencial de crescimento, geração de valor e posicionamento competitivo de longo prazo&#8221;.</p>
<p>No recorte regional da pesquisa da KPMG, que analisou nove estados, apenas Alagoas registrou expansão no número de transações: foram três operações no semestre, contra duas no mesmo período de 2025, crescimento de 50%. As operações com valores divulgados no estado somaram R$ 1,16 bilhão.</p>
<p>O conjunto dos dados aponta para um mercado em reconfiguração, no qual poucos ativos de alto valor estratégico concentram cada vez mais a atenção dos investidores — padrão que, segundo especialistas, tende a se intensificar enquanto o ambiente de juros elevados mantiver o custo de capital em patamares restritivos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia brasileira recua 0,4% em julho com pressão de juros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/economia-brasileira-recua-04-julho-pressao-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/economia-brasileira-recua-04-julho-pressao-juros/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Retração na agropecuária e estagnação de serviços e indústria marcam o segundo mês seguido de baixa na atividade econômica nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário macroeconômico brasileiro voltou a emitir sinais de alerta no início do segundo semestre. Pressionada por um ambiente de juros ainda restritivos e pelo alto endividamento das famílias, a atividade econômica do país registrou um revés significativo. Dados recentes apontam que a economia encolheu 0,4% no mês de julho, consolidando o segundo recuo mensal consecutivo.</p>
<p>Essa retração foi impulsionada primariamente pelo desempenho negativo da agropecuária, um setor tradicionalmente resiliente, que desta vez não conseguiu sustentar os números positivos. Paralelamente, os motores da indústria e do setor de serviços apresentaram estagnação, sem força para contrabalançar as perdas do agronegócio.</p>
<p>Apesar do tropeço isolado no mês, o panorama de longo prazo ainda sustenta algum fôlego. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, houve um crescimento de 1,3%. Já na janela acumulada de doze meses, o avanço se mantém na casa de 1,8%.</p>
<p>Especialistas e analistas da Fundação Getulio Vargas (FGV) observam que essa desaceleração não é obra do acaso. O Brasil enfrenta uma tempestade perfeita de fatores externos, como o aumento das tarifas norte-americanas sobre produtos nacionais e a escalada nos preços do petróleo. Internamente, o custo do crédito encarece o investimento e sufoca o consumo.</p>
<p>A expectativa para os próximos meses é de um crescimento mais tímido, com o mercado operando muito próximo da estabilidade, exigindo cautela redobrada de investidores e empresários que dependem do aquecimento interno.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Juros elevados levam 32% das indústrias a buscar crédito bancário para financiar capital de giro</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-preve-aumento-divida-bancaria-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33930</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI aponta que um terço do setor industrial aumentará seu endividamento bancário, com a maioria usando o crédito não para investir, mas para financiar o capital de giro.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto de uma política monetária restritiva costuma ser analisado pela ótica da retração nos grandes investimentos. No entanto, para o setor industrial brasileiro, o problema já desceu alguns degraus e atingiu o caixa do dia a dia. Pressionadas por um cenário onde o dinheiro custa caro, as empresas estão se vendo obrigadas a bater na porta dos bancos apenas para manter as luzes acesas.</p>
<p>A constatação vem da recém-divulgada <em>Consulta Empresarial sobre Juros, Crédito e Custos Financeiros</em>, elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento revela que 32% das indústrias preveem um salto no saldo de suas dívidas bancárias. Embora o número seja ligeiramente menor que os 45% registrados em junho, o alerta vermelho permanece aceso devido à destinação desse crédito.</p>
<h3>Crédito caro para pagar o básico</h3>
<p>O raio-X financeiro traçado pela CNI mostra uma distorção preocupante: o dinheiro emprestado não está virando maquinário novo ou expansão de fábricas. A esmagadora maioria das indústrias que projeta maior endividamento utilizará os recursos para oxigenar o capital de giro. Segundo os dados, 56% das empresas usarão o crédito para quitar contas a pagar, 50% para formar estoques e 49% para cobrir lacunas nas contas a receber.</p>
<p>Esse cenário desenha um ciclo vicioso. Com 60% dos empresários aguardando taxas de juros ainda maiores nas modalidades de crédito que já utilizam, o custo de simplesmente operar a fábrica encarece exponencialmente.</p>
<h3>Margens de lucro comprimidas</h3>
<p>A dificuldade de repassar essa fatura indigesta para o consumidor final é o ponto de ruptura. A pesquisa apontou que 57% das empresas industriais projetam uma redução agressiva em suas margens líquidas de lucro. Sem margem de manobra nos preços e pagando mais caro pelo dinheiro que financia a produção, a indústria corre o risco de estagnação.</p>
<p>Para os analistas econômicos, a leitura é clara: enquanto a Selic não proporcionar um alívio estrutural, a prioridade das empresas deixará de ser o crescimento sustentável para se concentrar na pura e simples sobrevivência financeira, afetando, em cascata, todo o ritmo de crescimento do país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O peso da siderurgia na escalada comercial do Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/alta-exportacoes-siderurgia-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33903</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impulsionado pela venda de aço e ferro fundido, o estado reverte a balança comercial e assume o terceiro lugar nas exportações do Nordeste, ultrapassando Pernambuco.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O xadrez econômico do Nordeste brasileiro acaba de sofrer uma movimentação importante. Consolidando uma trajetória de recuperação acelerada, o estado do Ceará alcançou, em agosto de 2026, seu melhor desempenho mensal nas vendas para o mercado externo. A marca de US$ 341,6 milhões exportados não apenas simboliza um crescimento expressivo de 124,5% frente ao mesmo período do ano passado, mas altera o ranking regional: o Ceará ultrapassou Pernambuco, posicionando-se como o terceiro maior exportador da região, atrás apenas da Bahia e do Maranhão.</p>
<p>O principal motor desse salto produtivo atende pelo nome de indústria pesada. Os dados compilados pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC, através do estudo <em>Ceará em Comex</em>, revelam que a engrenagem estatal gira, quase que em sua totalidade, em torno do setor siderúrgico.</p>
<h3>A dominância do aço e do ferro</h3>
<p>As commodities metálicas são as grandes protagonistas da guinada econômica cearense. Somente em agosto, as exportações de ferro fundido, ferro e aço injetaram US$ 218 milhões na economia do estado. Esse volume monumental corresponde a quase 64% de tudo que o Ceará vendeu para o mundo no período.</p>
<p>Se analisarmos o panorama mais amplo — o acumulado de janeiro a agosto —, o impacto dessa robustez industrial fica ainda mais claro. O Ceará movimentou US$ 1,63 bilhão (alta de 8,2% em 2026), o que foi crucial para abater em mais de 32% o déficit da balança comercial, reduzindo-o ao seu menor nível desde 2022. O mês de agosto, inclusive, fechou no azul, com superávit de US$ 65,3 milhões.</p>
<h3>Diversificação estratégica</h3>
<p>Embora o aço seja o pilar inquestionável, a pauta de exportações dá sinais de diversificação saudável. Segmentos paralelos estão surfando a mesma onda de alta. A exportação de máquinas, materiais elétricos e alumínio vem galgando espaço e garantindo uma base mais diversificada para a economia. No mesmo sentido, produtos minerais e combustíveis continuam apresentando avanços estratégicos no cenário internacional, ajudando a proteger o estado das oscilações de um único mercado.</p>
<p>A reorganização da força exportadora do Ceará reafirma que o estado tem estrutura logística e competitividade para expandir ainda mais seu protagonismo no mercado global.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Inflação e PIB em queda: o novo recado do Boletim Focus</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/crescimento-economico-encolhe-inflacao-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33867</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pela terceira semana consecutiva, projeções oficiais do Banco Central sinalizam retração nos preços em 2026, mas acendem alerta para o esfriamento econômico do país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mais recente radiografia do humor financeiro nacional, divulgada tradicionalmente às segundas-feiras pelo Banco Central, trouxe uma mistura agridoce para os planejadores corporativos e investidores. A publicação do Boletim Focus desta semana apontou que os principais analistas do país decidiram calibrar, pela terceira vez consecutiva, as réguas que medem o futuro econômico do Brasil, indicando que a pressão sobre os preços domésticos deverá ceder terreno em 2026. No entanto, o custo dessa calmaria inflacionária parece ser um indesejado esfriamento do motor de produção do país.</p>
<p>Ao mergulhar nos dados do levantamento, o alívio imediato no bolso aparece na projeção central para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A mediana consolidada das estimativas do mercado escorregou da casa dos 5,00% para 4,90% no horizonte de 2026. Curiosamente, essa onda de otimismo não é linear: para o ano subsequente, em 2027, as apostas mudaram levemente de direção e subiram para 4,30%, mantendo os radares ligados para flutuações a longo prazo.</p>
<h3>Crescimento econômico revisado para baixo</h3>
<p>Se a perspectiva de uma prateleira de supermercado menos assustadora traz um alívio momentâneo para as famílias, a previsão da força produtiva do país desperta justificada preocupação na indústria. O relatório foi taxativo ao aplicar uma tesourada nas expectativas de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.</p>
<ul>
<li><strong>2026 sob freio:</strong> A estimativa de crescimento econômico para o ano corrente foi retraída de 1,93% para 1,89%, frustrando quem apostava na quebra da barreira dos dois pontos percentuais.</li>
<li><strong>Efeito dominó:</strong> O pessimismo moderado arrastou consigo o otimismo de longo prazo. A projeção para 2027 também engatou marcha à ré, descendo para 1,45%. Até mesmo o horizonte de 2028 não escapou, recuando sensivelmente para 1,87%.</li>
</ul>
<p>Essa dinâmica sugere que o país poderá enfrentar um período prolongado de avanço econômico tímido e arrastado.</p>
<h3>Estabilidade na cotação do dólar e Selic engessada</h3>
<p>Em contraponto às fortes revisões aplicadas aos indicadores de crescimento e inflação, o mercado demonstrou uma resiliência quase inabalável no que diz respeito ao câmbio norte-americano. Há impressionantes treze semanas, a aposta para o encerramento do dólar comercial em 2026 permanece estancada e irredutível no valor de R$ 5,20. Essa estabilidade cambial prevista se estende, com variações mínimas, pelas projeções traçadas para 2027 e 2028, formando um piso relativamente seguro para importadores e exportadores.</p>
<p>A mesma rigidez conservadora ditou as projeções em torno da taxa básica de juros da economia. A mediana da cobiçada taxa Selic, que dita as regras do financiamento imobiliário e corporativo, completou seis rodadas ininterruptas fincada na previsão de fechamento anual em duros 13,75% para 2026. Para o setor produtivo, a leitura das entrelinhas deste documento oficial é clara e não deixa espaço para utopias imediatas: o custo brutal do dinheiro e dos empréstimos empresariais não deve ceder um único centímetro tão cedo. As aguardadas flexibilizações e o tão necessário afrouxamento na torneira do crédito só estão realmente mapeados, de forma tímida, para um distante ano de 2027, quando o mercado financeiro projeta um possível estacionamento da taxa na casa dos 12% ao ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado financeiro projeta corte da taxa Selic para 13,75%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/mercado-projeta-corte-selic-para-1375/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:16:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33839</guid>

					<description><![CDATA[<p>Expectativa do Copom é de redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros para aquecer economia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro brasileiro trabalha com a forte expectativa de um novo ajuste na política monetária nacional. A projeção é que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncie uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa Selic durante sua próxima reunião.</p>
<h3>Impacto Imediato na Economia</h3>
<p>Com a possível redução, a taxa básica de juros, que atualmente se encontra em 14%, deverá cair para 13,75%. Esse movimento é aguardado com otimismo por diversos setores, especialmente aqueles que dependem de financiamentos a longo prazo.</p>
<h3>Perspectivas para 2026</h3>
<p>Além da redução da Selic, analistas do mercado projetam um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,89% em 2026. A combinação de juros ligeiramente menores com crescimento moderado pode abrir portas para a recuperação do poder de compra e expansão do crédito imobiliário.</p>
<p>O afrouxamento da política monetária costuma estimular os investimentos empresariais e aliviar o bolso do consumidor, sendo um passo essencial para manter o dinamismo econômico do país neste ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudos cearenses ganham destaque no cenário industrial brasileiro</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/estudos-cearenses-destaque-cenario-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 17:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33821</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do Observatório da Indústria Ceará debatem política industrial em fóruns nacionais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ceará vem se consolidando como um polo de inteligência estratégica para o setor produtivo nacional. Dois levantamentos recentes conduzidos por especialistas do Observatório da Indústria do Estado foram selecionados para apresentação em fóruns de relevância no país, reforçando a qualidade da pesquisa cearense.</p>
<p>Os trabalhos, que abordam temas cruciais como política industrial e infraestrutura para a produção, jogam luz sobre os desafios e as oportunidades para o crescimento econômico regional e nacional.</p>
<h3>Política industrial e infraestrutura em pauta</h3>
<p>A inserção desses estudos em debates nacionais demonstra o nível de maturidade do ecossistema de pesquisa ligado à indústria local. A análise detalhada das políticas vigentes e o mapeamento das necessidades de infraestrutura fornecem subsídios valiosos não apenas para o empresariado, mas também para a formulação de diretrizes governamentais mais assertivas.</p>
<p>Ao pautar discussões fora do estado, o Observatório da Indústria Ceará atua como um agente de transformação, propondo caminhos para a inovação, atração de investimentos e aumento da competitividade das indústrias brasileiras num cenário global cada vez mais acirrado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda no consumo e juros elevados pressionam resultados do setor fabril</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/queda-consumo-juros-setor-fabril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33799</guid>

					<description><![CDATA[<p>Endividamento familiar impacta diretamente a indústria de transformação, que registra retração no faturamento e acende alerta para a economia nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O orçamento apertado das famílias brasileiras, sobrecarregado por dívidas acumuladas, está gerando um efeito dominó que afeta diretamente o chão de fábrica. Combinado com o atual patamar da taxa de juros, esse cenário freou a demanda por bens e provocou um recuo de 2% no faturamento da indústria de transformação no mês de julho, se comparado a junho.</p>
<p>Os dados revelados pela pesquisa de Indicadores Industriais, elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), expõem uma fraqueza estrutural no ritmo produtivo do país. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, o saldo geral de receitas também foi negativo, marcando um declínio de 0,5% ante o mesmo período de 2025.</p>
<h3>Ociosidade e redução de ritmo</h3>
<p>A falta de pedidos no balcão inevitavelmente diminui o ritmo das máquinas. O levantamento da CNI apontou que, ao longo do ano, houve uma clara redução não apenas na carga horária operada nas fábricas — com recuo de 1% entre janeiro e julho —, mas também no aproveitamento do parque industrial. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) amargou uma perda de 0,8 ponto percentual na comparação anual.</p>
<p>Apesar de a ocupação do parque produtivo ter apresentado um respiro ínfimo de 0,1 ponto na passagem de junho para julho, alcançando 77,4%, o fôlego não foi suficiente para reverter a letargia crônica do setor de manufatura.</p>
<h3>Reflexos no mercado de trabalho</h3>
<p>Se as máquinas trabalham menos, a contratação de mão de obra também sente o baque. O ano tem sido marcado por um enxugamento nos postos de trabalho no setor industrial, com queda acumulada de 0,6% até julho, embora o sétimo mês do ano tenha registrado um discreto aumento pontual de 0,2%.</p>
<p>Ainda assim, o aperto no mercado de trabalho brasileiro de modo geral acabou gerando um fenômeno curioso: o rendimento e a massa salarial seguiram em rota de crescimento. Sustentados pela necessidade de retenção de profissionais qualificados em um cenário de pressão inflacionária, a massa de salários avançou 0,6% no ano, e o rendimento médio registrou uma elevação ainda mais acentuada de 1,2% frente a 2025.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nordeste supera média nacional e puxa crescimento econômico</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/nordeste-supera-media-nacional-e-puxa-crescimento-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região acumula alta de 2,4% no ano, enquanto o Ceará registra avanço mais moderado, mas acima do desempenho geral do País.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da região Nordeste demonstrou um fôlego considerável ao longo do último ano, descolando-se positivamente dos índices nacionais. Um estudo recente baseado em indicadores de atividade do Banco Central revelou que o crescimento nordestino atingiu a marca de 2,4% no acumulado de 12 meses até meados do ano, superando de forma significativa a média de 1,5% registrada pelo Brasil no mesmo período.</p>
<p>O cenário aponta para uma dinâmica regional robusta, impulsionada por setores estratégicos que mantiveram a estabilidade frente a desafios macroeconômicos.</p>
<h3>O desempenho do mercado cearense</h3>
<p>Dentro do contexto nordestino, o estado do Ceará também encerrou o ciclo no azul, registrando um avanço de 1,6%. Embora o índice cearense tenha ficado um pouco abaixo da forte média regional, ele ainda se provou superior à média nacional, confirmando a resiliência da economia do estado. Especialistas em economia regional destacam que essa trajetória positiva reflete uma base econômica consolidada, com sinais claros de estabilidade e expectativas otimistas para novos investimentos e atração de negócios na região.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará ultrapassa 100 mil novos negócios com impulso de serviços e indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/expansao-negocios-ceara-servicos-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33675</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela crescimento de 15% na abertura de empresas no estado, impulsionado pelo setor terciário e forte recuperação industrial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria cearense surpreendeu positivamente no fechamento dos resultados recentes, registrando uma expansão de 21% no número de novos negócios. Esse salto industrial foi o grande destaque percentual dentro de um cenário de aquecimento econômico generalizado no estado durante os primeiros sete meses do ano.</p>
<h3>O panorama geral do empreendedorismo</h3>
<p>O desempenho da indústria compõe um quadro mais amplo de recuperação econômica. Até julho, o Ceará superou a expressiva marca de 100 mil novos registros comerciais, o que representa um incremento de 15% na abertura de empresas em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse volume demonstra uma retomada robusta da confiança dos investidores locais e nacionais na região.</p>
<h3>Serviços continuam liderando em volume absoluto</h3>
<p>Apesar do salto percentual na indústria, o setor de serviços continua sendo a grande âncora do volume total de novos empreendimentos. A flexibilidade operacional e a menor barreira de entrada mantêm o segmento terciário como o principal vetor da abertura de empresas no estado. A combinação entre a liderança dos serviços e o forte avanço da indústria sinaliza uma diversificação saudável da economia local, reduzindo a dependência de áreas específicas e promovendo uma geração de empregos mais descentralizada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PIB brasileiro surpreende e tem 5ª maior expansão global</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-brasileiro-surpreende-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33655</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impulsionado no segundo trimestre, Brasil consolida a décima posição global e cresce em ritmo superior à média do G7, Estados Unidos e Europa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As expectativas pessimistas foram atropeladas pelos resultados macroeconômicos recém apresentados. Desbancando a previsão do mercado financeiro, a economia nacional avançou vigorosos 0,5% na transição para o segundo trimestre de 2026. A métrica foi o suficiente para catapultar o Brasil à invejável <strong>quinta colocação mundial</strong> no ranking de crescimento econômico no período.</p>
<h3>À Frente das Potências</h3>
<p>O levantamento formulado pela Austin Rating cruzou o cenário atual com a base de dados do poderoso Fundo Monetário Internacional (FMI). A análise escancarou um feito relevante: o crescimento tupiniquim esmagou a média conjunta do G7 (as sete economias mais ricas do mundo), bem como as margens da Zona do Euro. Em termos proporcionais de crescimento entre trimestres adjacentes, o Brasil fechou o meio de ano avançando mais rápido do que nações colossais como China e Estados Unidos.</p>
<p>A medalha de ouro ficou cravada no peito da Irlanda (+1,0%), que abriu distância da Indonésia, Angola e Malásia na disputa pelas posições cimeiras de avanço produtivo do ranking que computou 50 países avaliados.</p>
<h3>Brasil Entre as Dez Maiores</h3>
<p>O efeito prático dessa guinada pode ser sentido no ranqueamento global oficial dos blocos financeiros. A Austin Rating confirmou que os brasileiros abandonaram a amarga 11ª posição registrada em 2025 para assumir novamente a cadeira da <strong>décima maior economia</strong> do mundo. Atualmente com uma fortuna rodando as engrenagens de aproximadamente US$ 2,64 trilhões, o país encosta na Rússia (US$ 2,66 trilhões) na corrida global por influência financeira, e ameaça roubar o nono lugar do vizinho já no início de 2027.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Resorts de luxo miram Jericoacoara com injeção de R$ 700 milhões até 2029</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/nordeste-recebe-resorts-milionarios-gav-hoteis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33636</guid>

					<description><![CDATA[<p>GAV Hotéis e Resorts fortalece presença no Nordeste com complexos imobiliários que gerarão centenas de empregos diretos e indiretos na região</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A costa cearense segue consolidando seu status de potência turística e atraindo os olhos dos gigantes do setor imobiliário e hoteleiro. Reforçando sua presença de expansão estratégica pelo Nordeste, a <strong>GAV Hotéis e Resorts</strong> aposta firme nas belezas de Cruz, região da badalada Jericoacoara, com planos de injetar cerca de R$ 700 milhões na construção de dois suntuosos resorts.</p>
<h3>Dois Projetos, Uma Vocação</h3>
<p>O município cearense não foi escolhido por acaso. A logística facilitada pelo Aeroporto Regional de Jericoacoara e a crescente demanda por um destino que é unanimidade mundial transformaram o local no terreno perfeito para a companhia, que mira fechar o ano de 2026 faturando R$ 3,7 bilhões nacionalmente.</p>
<p>O primeiro empreendimento, batizado de <em>Jeriquiá Lagoa</em>, já está em fase de acabamento e deve abrir suas portas aos hóspedes no final deste ano. Simultaneamente, o grupo acaba de lançar o <em>Jeriquiá Dunas</em>, projetado para ser entregue até o ano de 2029. Juntos, os complexos somarão 600 acomodações voltadas para o alto padrão, erguidas estrategicamente no entorno da Lagoa do Paraíso.</p>
<h3>Impacto Sustentável e Empregabilidade</h3>
<p>Para Manoel Pereira, CEO da companhia, o aporte não se resume apenas a aumentar a oferta de leitos, mas em realizar uma inserção sustentável e econômica. &#8220;A região tem espaço para a expansão da hotelaria de forma sustentável, sem excesso de oferta. Queremos crescer junto com o destino e gerar impacto positivo&#8221;, explicou.</p>
<p>O impacto mencionado por Pereira já é medido nas carteiras de trabalho. Somente a fase de obras dos resorts absorveu aproximadamente 400 funcionários. A expectativa é que, com ambas as unidades operando em plena capacidade, pelo menos 600 novos postos de trabalho sejam efetivados de forma direta nos setores operacionais, além de movimentar ativamente toda a cadeia logística de alimentos, bebidas e serviços no Ceará.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Preços na indústria recuam, com alta recorde no setor de eletrônicos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/custos-industria-recuo-julho-eletronicos-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IPP registra retração puxada por químicos e derivados de petróleo, enquanto a indústria tecnológica sente o peso do mercado externo de chips</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um movimento contrastante que marcou a indústria brasileira em julho de 2026, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) apontou uma deflação média nas fábricas, porém encobriu um verdadeiro <strong>choque de custos no setor de tecnologia e eletrônicos</strong>. Enquanto o índice geral caiu, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos explodiram com uma alta inédita de 11,37% na porta de fábrica.</p>
<h3>A Disparada dos Preços na Tecnologia</h3>
<p>Foi a maior variação mensal no setor de tecnologia desde o início da série histórica do IBGE, em 2010. Nunca antes o segmento havia registrado inflação na casa dos dois dígitos entre meses consecutivos (o último pico foi 5,63% na pandemia, em abril de 2020).</p>
<p>O que motivou essa escalada foi a pressão internacional. O mercado global de memórias NAND e DRAM passou por fortes reajustes durante as renovações de contrato. Esse repasse cambial e tarifário rapidamente invadiu as esteiras de montagem nacionais, encarecendo a produção de componentes, celulares, placas e computadores pessoais em solo brasileiro. Com esse salto, a tecnologia se tornou a líder absoluta de aumentos tanto no acumulado do ano (17,56%) quanto na janela de 12 meses (21,10%).</p>
<h3>O Contraponto do Petróleo e da Indústria Química</h3>
<p>Apesar do estrago na cadeia de semicondutores, a média global do IPP &#8211; índice que exclui impostos e fretes para medir a variação nas fábricas &#8211; conseguiu manter sua trajetória de retração, caindo 0,83% em julho. O resultado sucedeu a baixa de -0,81% verificada em junho, resultando em um acumulado positivo no ano de apenas 3,09%.</p>
<p>Essa &#8220;salvação&#8221; da média geral foi sustentada, em sua ampla maioria, pelo forte recuo na ponta dos derivados de petróleo e da petroquímica. O <strong>refino de petróleo e biocombustíveis</strong> foi o maior peso negativo, caindo 5,65% no período, seguido pelos produtos químicos que retraíram 4,49%.</p>
<p>Essa redução marca uma mudança de cenário em relação ao início do ano, quando tensões no Oriente Médio haviam encarecido o mercado energético. Com a diminuição das pressões externas sobre o barril e uma demanda petroquímica global desaquecida, o repasse chegou finalmente ao setor produtivo.</p>
<h3>Análise dos Bens de Produção</h3>
<p>As assimetrias na variação dos custos deixam claro o atual perfil da produção. Dos 24 setores pesquisados, quase a metade (11) apresentaram deflação no mês de julho, mostrando um quadro mais flexível se comparado a junho, quando apenas seis grupos haviam barateado.</p>
<p>A categoria de <strong>bens intermediários</strong>, que é a espinha dorsal e representa mais da metade (54,10%) de toda a indústria analisada, foi a principal âncora que puxou os números totais para baixo, ajudada também pelas indústrias extrativas, que somaram -4,38% de variação no mês. Por outro lado, setores como borracha, plásticos e alimentos apresentaram uma dinâmica mista e contida, fechando o quadro de um mês de respiro geral, exceto para as montadoras de aparelhos eletrônicos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Perspectivas e presente: Índices apontam deterioração na indústria brasileira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/confianca-industria-brasil-queda-agosto-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ISA e IE recuam ao menor nível em meses, indicando que empresários avaliam mal tanto o momento atual quanto os próximos meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As perspectivas para os próximos meses preocupam tanto quanto o momento atual. Em agosto de 2026, o Índice de Expectativas (IE) da indústria brasileira recuou 2,0 pontos e chegou a 92,6 pontos — o menor patamar desde novembro de 2025. Para a FGV (Fundação Getulio Vargas), que divulgou os dados nesta quinta-feira (27), o resultado reflete uma percepção de desaceleração à frente, agravada pela incerteza com o debate eleitoral.</p>
<h3>Situação atual também deteriora</h3>
<p>No campo do momento presente, o quadro é igualmente desfavorável. O ISA (Índice de Situação Atual) caiu 5,0 pontos em agosto, atingindo 94,9 pontos — o nível mais baixo desde dezembro de 2025. O indicador mede como os empresários avaliam as condições presentes do setor e aponta que, na prática, a percepção de quem está no chão de fábrica é de retração.</p>
<p>O resultado consolidado, o ICI (Índice de Confiança da Indústria), recuou 3,5 pontos no mês, para 93,7 pontos. Trata-se da maior queda em um ano e foi provocada pela combinação de demanda menos aquecida e novo acúmulo de estoques — dois sinais clássicos de que o ritmo de produção pode ser cortado nos meses seguintes.</p>
<h3>Juros e eleições dividem o cenário</h3>
<p>&#8220;Em relação ao futuro, o resultado reflete uma perspectiva geral de desaceleração da atividade econômica e possíveis aumentos da incerteza com a intensificação dos debates sobre as eleições&#8221;, explicou Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE.</p>
<p>O analista destacou que, apesar da estabilidade no mercado de trabalho e das políticas de estímulo setoriais, o cenário macroeconômico segue dividido. Os juros elevados e a pressão inflacionária são apontados como fatores determinantes para a desaceleração da confiança. &#8220;Setores relacionados a bens de capital e de consumo duráveis mantêm alguma resiliência devido a políticas setoriais, mas seguem sensíveis à política monetária&#8221;, completou Pacini.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>IPCA-15 cai 0,46% em agosto e fica abaixo da meta</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ipca-15-deflacao-agosto-2026-energia-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33553</guid>

					<description><![CDATA[<p>Queda na energia elétrica, nos alimentos in natura e nos transportes explica a deflação da prévia do IBGE; índice acumula 4,24% em 12 meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três segmentos da economia puxaram os preços para baixo em agosto e garantiram à prévia da inflação o segundo resultado negativo em pouco mais de um ano: habitação, transportes e alimentação e bebidas. O IPCA-15, indicador que o IBGE utiliza como antecedente do índice oficial de inflação, registrou queda de 0,46 ponto percentual em relação ao que havia sido medido em julho, quando a taxa havia subido 0,06%.</p>
<p>O principal responsável pela deflação foi o setor de habitação, com recuo de 1,41%. A força dessa queda está diretamente ligada à energia elétrica residencial: o bônus de Itaipu, que incide nas contas de agosto, somou R$ 1,85 a cada 100 kWh, mesmo com a bandeira amarela ainda em vigor. O efeito sobre o bolso do consumidor foi imediato e amplificou a queda do índice.</p>
<p>Na alimentação e bebidas, a deflação chegou a 0,57%, impulsionada principalmente por produtos frescos. O tomate registrou a queda mais expressiva: mais de 27%. A batata recuou 25%, a cenoura 17% e o café moído perdeu 2,31% de seu valor. Em sentido contrário, o leite subiu 3,41% e as frutas, 3,11%, segurando parte do alívio que poderia ter sido ainda maior.</p>
<p>Em São Paulo, os efeitos foram mais contidos. A capital paulista registrou a menor deflação entre todas as 11 regiões pesquisadas, com queda de apenas 0,06%. A baixa queda no preço do leite e os custos de conserto de veículos contribuíram para segurar o recuo. No extremo oposto, Curitiba teve a maior deflação, de 0,82%, influenciada pelo barateamento das passagens aéreas.</p>
<p>Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula alta de 3,09% no ano e de 4,24% nos últimos 12 meses — abaixo dos 4,52% registrados no período anterior e dentro do teto da meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 4,5%. Em agosto de 2025, o índice havia ficado em -0,14%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará lidera com investimentos via incentivos fiscais</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ceara-lidera-com-investimentos-via-incentivos-fiscais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33529</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com aprovação R$ 675 milhões em investimentos e 6,43 mil empregos, Estado lidera com 139 projetos e alcançam 22 municípios de Cariri ao Litoral Leste</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor calçadista emerge como o grande destaque da terceira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Condec) em 2026. Os projetos ligados à indústria de calçados somam mais de R$ 49 milhões em investimentos aprovados — número que, somado aos projetos correlatos, deve superar R$ 90 milhões — com potencial de gerar mais de 1.200 empregos diretos em municípios cearenses.</p>
<h3>R$ 675 milhões e 6.430 vagas: o escopo total da rodada</h3>
<p>No total, a reunião do Condec aprovou 139 novos pedidos de empresas interessadas em se instalar ou expandir operações no Ceará. O volume global de investimentos aprovados supera R$ 675 milhões, com projeção de geração de aproximadamente 6.430 novos empregos. Os projetos contemplam 22 municípios distribuídos por diferentes regiões do Estado: Cariri, Grande Fortaleza, Litoral Leste e outras áreas do interior.</p>
<p>Do total aprovado, 19 empresas em fase de implantação devem aportar mais de R$ 340 milhões e criar cerca de 3.111 empregos diretos — refletindo o avanço de uma carteira de projetos que vai da instalação de novas unidades à ampliação de fábricas já em operação.</p>
<h3>Dilly Calçados chega a Pentecoste</h3>
<p>Um dos anúncios mais impactantes da rodada é a instalação da Dilly Calçados no município de Pentecoste, no interior cearense. O empreendimento prevê investimento superior a R$ 49 milhões e simboliza a estratégia do Estado de interiorizar a geração de emprego e renda por meio da atração de indústrias intensivas em mão de obra.</p>
<h3>Diversificação setorial como marca da rodada</h3>
<p>Além do setor calçadista, a rodada contempla empresas de diferentes segmentos, o que reforça a política de diversificação da base industrial cearense. Com a chegada de novos projetos e a expansão das unidades já instaladas, o Ceará amplia sua capacidade de atrair capital privado e de reduzir a dependência de setores tradicionais, consolidando um modelo de desenvolvimento que combina incentivos fiscais com geração de renda distribuída pelo território estadual.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção industrial supera linha divisória pela 2ª vez no ano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/producao-industrial-supera-linha-divisoria-pela-2a-vez-no-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33513</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI supera o patamar neutro pela segunda vez no ano, mas estoques sobem pelo mesmo motivo, indicando que recuperação ainda não é plena</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de evolução da produção industrial subiu 2,6 pontos em julho, atingindo 51 pontos e cruzando a linha de 50 pela segunda vez em 2026 — a outra havia sido em março. O resultado, apurado pela Sondagem Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indica que a produção cresceu no mês frente a junho, após um longo período de resultados abaixo do nível neutro.</p>
<h3>Estoques também crescem pelo mesmo motivo</h3>
<p>O avanço da produção veio acompanhado de um sinal de alerta: o índice de evolução dos estoques de produtos finais também subiu 1,7 ponto, chegando a 51 pontos — a primeira vez no ano que o indicador passou de 50, após oito meses consecutivos de queda. O aumento simultâneo de produção e estoques sugere que a retomada ainda não está totalmente sustentada por demanda equivalente, o que pode limitar a velocidade de recuperação nos próximos meses.</p>
<h3>Emprego segue em retração</h3>
<p>O índice de evolução do número de empregados cresceu 0,4 ponto em julho, mas permanece em 48,6 pontos — abaixo dos 50. Isso significa que o mercado de trabalho na indústria continuou enxugando postos de trabalho no mês, ainda que em ritmo menor do que o observado anteriormente.</p>
<h3>Capacidade instalada estagnada</h3>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se manteve em 70% em julho, patamar um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período de 2024 e 2025. A estabilidade do indicador reforça que, apesar do avanço da produção, o parque industrial nacional ainda opera com folga relevante — o que reduz a pressão por investimentos em expansão de capacidade no curto prazo.</p>
<p>O ambiente macroeconômico segue adverso: a especialista da CNI Larissa Nocko reitera que juros elevados, custos de produção crescentes e aumento das importações continuam pressionando as intenções de investimento, que registraram o terceiro recuo consecutivo em agosto, chegando ao menor índice do ano (52,6 pontos).</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juros altos e importações travam intenção de investir da indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-intencao-investimento-cni-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33499</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI cai pelo terceiro mês seguido e chega ao menor patamar de 2026 em agosto, com expectativas de exportações e emprego entrando na zona de retração</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-intencao-investimento-cni-agosto/">Juros altos e importações travam intenção de investir da indústria</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intenção de investimento da indústria brasileira atingiu o menor nível do ano em agosto, segundo a Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice que mensura esse apetite por expansão recuou 0,6 ponto, passando de 53,2 para 52,6 pontos — o terceiro declínio consecutivo em 2026.</p>
<h3>Três fatores pressionam as decisões de inversão</h3>
<p>Para a CNI, o cenário que desincentiva a tomada de decisão de investir é uma combinação de variáveis que se reforçam mutuamente. Larissa Nocko, especialista em políticas e indústria da entidade, aponta três causas principais: o patamar elevado da taxa básica de juros, o aumento dos custos de produção e a pressão crescente de produtos importados sobre o mercado interno.</p>
<p>Com o crédito mais caro e as margens comprimidas, as empresas adiam ou redimensionam planos de expansão de capacidade produtiva, perpetuando um ciclo de cautela que dificulta a retomada do dinamismo industrial.</p>
<h3>Exportações e emprego entram na zona de queda</h3>
<p>A mesma sondagem revelou piora em outros indicadores prospectivos. O índice de expectativa de quantidade exportada caiu 1,5 ponto, para 49,5 pontos, enquanto o indicador de número de empregados recuou 0,7 ponto, atingindo 49,4 pontos. Ambos ficaram abaixo da linha de 50 pontos, o que sinaliza que mais empresas esperam queda do que crescimento nas vendas externas e no volume de vagas nos próximos seis meses.</p>
<h3>Estoque e produção dão sinais contraditórios</h3>
<p>Em contraste com as perspectivas negativas, o levantamento registrou avanços em dois indicadores de curto prazo referentes a julho. O índice de evolução da produção industrial subiu 2,6 pontos e cruzou os 50 pontos pela segunda vez no ano, sinalizando crescimento da produção no mês. O índice de estoques de produtos finais também subiu 1,7 ponto, chegando a 51 pontos — a primeira vez em 2026 que o indicador indicou acúmulo de estoque, após oito meses consecutivos de queda.</p>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou estável em 70%, patamar um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período de 2024 e 2025, evidenciando que o parque industrial opera com folga, sem pressão por novas instalações no curto prazo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-intencao-investimento-cni-agosto/">Juros altos e importações travam intenção de investir da indústria</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desaceleração do PIB no 2º tri deve acelerar alívio monetário do BC</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/desaceleracao-economica-corte-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33453</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desaceleração do PIB no segundo trimestre e queda de 0,64% no IBC-Br de junho intensificam debate sobre aceleração do alívio monetário pelo Banco Central</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/mercado/desaceleracao-economica-corte-selic/">Desaceleração do PIB no 2º tri deve acelerar alívio monetário do BC</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A perda de dinamismo da atividade econômica no Brasil ao final do primeiro semestre começou a alterar o diagnóstico do mercado financeiro em relação aos rumos da política monetária. Os dados mais recentes sinalizam que a desaceleração pode pressionar o Banco Central a acelerar a redução da taxa básica de juros nos próximos encontros do Copom.</p>
<h3>Índice do Banco Central registra retração em junho</h3>
<p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia oficial do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou recuo de 0,64% em junho na comparação com o mês anterior. O resultado interrompeu a sequência de altas que havia levado o indicador ao patamar mais elevado de sua série histórica em maio.</p>
<p>No acumulado do segundo trimestre de 2026, o crescimento da atividade ficou em apenas 0,18%, confirmando o arrefecimento da economia após um início de ano mais aquecido por estímulos ao consumo, como a isenção do Imposto de Renda e o reajuste do salário mínimo.</p>
<h3>Efeito da taxa de juros sobre o setor produtivo</h3>
<p>Para analistas econômicos, o esfriamento da atividade reflete o efeito acumulado da Selic mantida em dois dígitos. Segundo Paulo Gala, economista e professor da FGV, o enfraquecimento dos dados reais de produção e vendas passa a ser o principal elemento na mesa de decisões do Banco Central.</p>
<p>Na mesma linha, relatórios de instituições como Itaú e Banco Inter apontam que a política monetária restritiva cumpriu seu papel de conter a demanda agregada. As projeções do mercado indicam que o ciclo de cortes pode levar a Selic, atualmente em 14% ao ano, para patamares entre 13,25% e 13,75% até o encerramento do exercício de 2026.</p>
<h3>Postura do BC e balanço de riscos</h3>
<p>Embora a última ata do Copom tenha condicionado o ritmo das reduções à trajetória de convergência da inflação, declarações do presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçam que o reequilíbrio entre oferta e demanda interna continua sendo a prioridade da autoridade monetária.</p>
<p>Caso a desaceleração se confirme nos próximos indicadores setoriais, a margem para uma calibração mais flexível dos juros tende a se consolidar antes do previsto pelo mercado.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústria acumula 20 meses de pessimismo apesar de alta em agosto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pessimismo-industrial-20-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33434</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento da CNI mostra que, apesar do avanço de 1,9 ponto no índice de confiança, empresários mantêm avaliação negativa sobre a economia e voltam a ter otimismo apenas em relação aos próprios negócios</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A marca dos 50 pontos continua sendo uma barreira que a confiança da indústria brasileira não consegue ultrapassar. Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 1,9 ponto em agosto, alcançando 46,3 pontos — insuficiente, porém, para romper o limiar que separa otimismo de pessimismo.</p>
<h3>Duas décadas de meses sem confiança plena</h3>
<p>O cenário atual configura um recorde negativo de persistência. São vinte meses ininterruptos com o ICEI estacionado abaixo dos 50 pontos, número que também fica distante da média histórica de 53,3 pontos da série. A sequência reflete um ambiente de incertezas macroeconômicas que vem corroendo gradualmente o ânimo dos dirigentes industriais.</p>
<h3>O que melhorou — e o que continua preocupando</h3>
<p>Segundo o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, os componentes do ICEI têm oscilado nos últimos meses sem consolidar uma tendência clara de recuperação. O Índice de Condições Atuais subiu 1,1 ponto, para 42,7 pontos. O resultado indica que a percepção sobre a conjuntura econômica e sobre a saúde das próprias empresas segue pior do que o observado seis meses antes, embora a intensidade dessa avaliação negativa tenha diminuído.</p>
<p>A leitura sobre a economia nacional foi a que mais avançou dentro das condições atuais, com alta de 1,9 ponto, chegando a 36,6 pontos. Já o sentimento a respeito das próprias empresas cresceu 0,6 ponto, para 45,7 pontos.</p>
<h3>Expectativas ensaiam recuperação tímida</h3>
<p>Na parcela do índice que mede as projeções para o semestre seguinte, o avanço foi mais expressivo. O Índice de Expectativas cresceu 2,3 pontos e atingiu 48,1 pontos, recuperando parte da queda de 3,1 pontos registrada em julho. O pessimismo permanece, mas perdeu força em relação ao mês anterior.</p>
<p>Um ponto de destaque é a perspectiva dos empresários sobre seus próprios negócios. Esse subíndice avançou 2,2 pontos e alcançou 52,3 pontos, cruzando a linha dos 50 pela primeira vez após semanas de retração. Em outras palavras, os industriais voltaram a apostar na melhora de suas operações individuais, mesmo sem enxergar sinais animadores na economia como um todo.</p>
<p>As expectativas para a economia brasileira também subiram 2,5 pontos, mas pararam em 39,7 pontos — patamar que traduz preocupação significativa com o rumo da política econômica nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará foca em matriz sustentável para liderar no Nordeste</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ceara-matriz-sustentavel-lideranca-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudos indicam que o fortalecimento do turismo e os investimentos no complexo portuário garantirão crescimento estável para o estado até 2027.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário econômico do Ceará se desenha como um dos mais promissores da região Nordeste para os próximos anos. Um estudo macroeconômico recente sinalizou que a economia do estado deve apresentar uma taxa sólida de expansão até 2027, alicerçada sobre dois pilares fundamentais: a resiliência do setor de serviços e a modernização de sua base industrial.</p>
<p>O segmento de serviços, fortemente ancorado no turismo e na tecnologia da informação, tem demonstrado uma rápida recuperação e gerado postos de trabalho em ritmo acelerado. Com a retomada total de grandes eventos e voos internacionais, a cadeia de comércio e hotelaria cearense projeta quebrar recordes de arrecadação nos próximos balanços.</p>
<h3>Indústria pautada na sustentabilidade</h3>
<p>A sustentabilidade é o diferencial do novo boom industrial no estado. O Complexo Industrial e Portuário do Pecém tornou-se um polo de atração de capital internacional focado no desenvolvimento de hidrogênio verde. A transição energética deixou de ser apenas pauta ambiental e virou o maior motor de captação de investimentos estrangeiros da história do Ceará.</p>
<p>Se os planos de modernização da infraestrutura de logística e transporte interno acompanharem a atração de novas fábricas, o estado garantirá não apenas um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mas uma elevação duradoura na qualidade de vida da população. O Ceará se consolida, assim, como uma economia diversificada e cada vez menos dependente da volatilidade agrária tradicional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Serviços e indústria impulsionam economia do Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/servicos-industria-impulsionam-economia-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33301</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeções apontam para um crescimento econômico robusto no estado até 2027, ancorado no aquecimento do varejo, turismo e expansão industrial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Ceará tem se destacado no cenário econômico do Nordeste e caminha para um ciclo contínuo de prosperidade. Projeções recentes elaboradas por especialistas em macroeconomia indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) estadual manterá uma curva ascendente até o ano de 2027. O grande motor dessa alavancada é o robusto setor de serviços, acompanhado por um renascimento da base industrial local.</p>
<p>Após períodos de instabilidade nacional, o comércio varejista, a tecnologia da informação e, sobretudo, o turismo, mostraram uma recuperação surpreendente no estado. A injeção de capital na profissionalização desses serviços não só tem garantido a retenção de talentos no Ceará, como tem atraído um volume recorde de investimentos de fundos do sudeste brasileiro.</p>
<h3>Investimentos industriais a longo prazo</h3>
<p>O segmento industrial cearense não fica para trás. Com aportes pesados em infraestrutura, como as contínuas expansões do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, o estado se consolidou como uma porta de saída competitiva para a exportação e atração de novas fábricas. O foco em energias renováveis, especialmente o hidrogênio verde, atrai atenção internacional.</p>
<p>A combinação entre um setor de serviços dinâmico que gera emprego rápido e uma indústria que fixa investimentos de longo prazo cria um ecossistema econômico altamente resiliente. Se as políticas de incentivo fiscal e desburocratização forem mantidas pelo governo estadual, o Ceará poderá atingir índices de desenvolvimento muito superiores à média nacional até o fim desta década.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quase 40% da indústria prevê aumento de dívidas em 3 meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/cni-industria-preve-aumento-dividas-tres-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33262</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da CNI revela preocupação do setor industrial com o caixa no curto prazo, reflexo do encarecimento de insumos e desafios nas vendas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cenário de cautela paira sobre o parque produtivo nacional. De acordo com um recente levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), quase 40% das empresas do setor preveem um aumento no nível de endividamento bancário para o próximo trimestre. O dado expõe as dificuldades financeiras enfrentadas pelas fábricas para sustentar o capital de giro.</p>
<p>O aperto no caixa das indústrias é atribuído a uma combinação perigosa: estoques em alta devido ao ritmo lento das vendas e custos fixos e operacionais que se recusam a ceder. Sem conseguir escoar a produção na velocidade necessária para equilibrar as contas, muitos gestores se veem forçados a recorrer a empréstimos bancários apenas para manter a operação rodando.</p>
<h3>Desafios do crédito corporativo</h3>
<p>O problema se agrava quando se analisa a qualidade desse endividamento. Com as taxas de juros em patamares elevados para linhas de crédito emergenciais, a tomada de recursos se torna onerosa, comprometendo a rentabilidade futura das empresas e postergando investimentos cruciais em modernização e inovação tecnológica.</p>
<p>Para tentar mitigar esse impacto, o setor clama por medidas governamentais que vão além do simples corte da Selic, como a oferta de linhas de crédito subsidiadas e a facilitação no parcelamento de passivos fiscais. Sem uma intervenção focada no alívio do fluxo de caixa, o risco de aumento nos pedidos de recuperação judicial em setores mais sensíveis pode se tornar uma dura realidade até o final do ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Otimismo com a economia salta para 46% em nova pesquisa</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/otimismo-economia-salta-46-pesquisa-quaest/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33252</guid>

					<description><![CDATA[<p>O levantamento da Quaest indica uma melhora significativa na percepção do mercado e da população sobre o futuro financeiro do país nos próximos 12 meses.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A percepção sobre o futuro do cenário financeiro brasileiro registrou uma injeção de otimismo neste segundo semestre. O mais recente levantamento da Quaest revelou que a expectativa de melhora na economia para os próximos 12 meses saltou expressivamente, passando de 39% para 46% entre os entrevistados.</p>
<p>Esse aumento de sete pontos percentuais sinaliza uma retomada da confiança que estava adormecida, impulsionada por indicadores favoráveis recentes, como a estabilização das taxas de emprego e projeções de inflação mais controladas. Para o mercado, o indicador de confiança é fundamental, pois costuma preceder o aumento no consumo das famílias.</p>
<h3>O reflexo nos investimentos</h3>
<p>O humor mais leve da população em relação à própria renda também se traduz em um ambiente menos hostil para o varejo e o setor de serviços. Quando a expectativa futura é positiva, o consumidor tende a destravar planos de aquisição de bens duráveis e financiamentos imobiliários, movimentando a engrenagem macroeconômica.</p>
<p>Apesar da escalada no otimismo, especialistas do mercado advertem que a conversão dessa confiança em crescimento real do PIB ainda depende do ambiente global e das decisões fiscais em andamento. Contudo, o dado isolado da Quaest oferece um alívio momentâneo para os setores produtivos, que passam a planejar seus estoques para o final de ano com uma perspectiva de demanda mais aquecida.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda na indústria reforça debate sobre corte de juros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/queda-industria-reforca-debate-corte-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33237</guid>

					<description><![CDATA[<p>O forte recuo da produção industrial em junho levanta discussões sobre a necessidade de adequação na taxa Selic para estimular a economia nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O resultado negativo da produção industrial brasileira em junho, que registrou uma contração mais aguda do que as estimativas iniciais do mercado, reacendeu o alerta sobre o ritmo de crescimento do país. A dificuldade em escoar produtos e o alto custo do capital de giro têm forçado muitas fábricas a reduzir seus turnos de operação.</p>
<p>Com a demanda enfraquecida e o custo de financiamento elevado, o setor produtivo enfrenta uma barreira significativa para investimentos em modernização. Esse cenário de retração adiciona um componente crucial à análise do Banco Central, pressionando as autoridades monetárias a repensarem o cronograma de manutenção ou corte da taxa básica de juros (Selic).</p>
<h3>A balança da política monetária</h3>
<p>Especialistas em macroeconomia destacam que os dados recentes da indústria podem servir como o gatilho necessário para uma calibragem mais branda da política monetária. Um corte nos juros facilitaria o acesso ao crédito tanto para as empresas, que poderiam reativar linhas de produção, quanto para o consumidor final, estimulando o consumo represado.</p>
<p>No entanto, o Banco Central segue monitorando fatores externos e a inflação de serviços antes de tomar qualquer decisão drástica. O desafio agora é equilibrar o controle inflacionário com a urgência de evitar uma estagnação prolongada no parque industrial, garantindo que o país recupere seu vigor econômico sem comprometer a estabilidade fiscal.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria brasileira tem maior retração em cinco meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-brasileira-retracao-cinco-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33211</guid>

					<description><![CDATA[<p>A queda na demanda durante o mês de julho acentuou o recuo do setor produtivo, refletindo um cenário econômico cauteloso no segundo semestre.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termômetro do setor industrial nacional acendeu um sinal de alerta ao registrar, em julho, a contração mais intensa dos últimos cinco meses. O desaquecimento da economia refletiu diretamente nas linhas de produção, que precisaram desacelerar diante de um cenário de menor demanda por bens de consumo e insumos.</p>
<p>De acordo com indicadores recentes de mercado, a redução de encomendas fez com que muitas fábricas operassem abaixo de sua capacidade ideal. A hesitação dos consumidores em assumir novas dívidas e a política monetária restritiva estão entre os principais fatores que esfriaram o apetite por compras atacadistas e varejistas.</p>
<h3>Desafios estruturais e próximos passos</h3>
<p>As cadeias de suprimentos também sofrem os impactos da oscilação produtiva. Com os estoques estagnados, o ritmo de contratações no setor industrial tende a ser paralisado, criando um ciclo de cautela que pode afetar os índices gerais de emprego formal nos próximos meses.</p>
<p>Para reverter esse quadro no curto prazo, empresários aguardam sinalizações mais robustas do governo e estímulos de crédito que possam destravar os investimentos. Enquanto a confiança do consumidor não for plenamente restabelecida, as linhas de montagem deverão manter um ritmo conservador, balanceando a produção estritamente com os pedidos fechados, sem espaço para a criação excessiva de excedentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda nos combustíveis puxa retração expressiva do IGP-M</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/queda-combustiveis-igp-m-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33192</guid>

					<description><![CDATA[<p>O alívio nas bombas de combustível reflete diretamente na inflação do produtor, resultando em uma retração de 1,16% no índice que regula grande parte dos contratos no mercado imobiliário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alívio financeiro percebido pelos motoristas na hora de abastecer trouxe consequências diretas para a economia macroeconômica brasileira. Em julho, a queda dos combustíveis foi o principal catalisador para uma retração expressiva de 1,16% no Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M).</p>
<p>Historicamente utilizado como o principal indexador de reajustes em contratos de aluguel e tarifas públicas, o IGP-M sofreu forte influência do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA). O IPA, que acompanha os custos no atacado e na produção antes de chegarem ao consumidor final, tem peso de 60% na formulação do índice geral e foi duramente impactado pela redução nos custos logísticos e de transporte.</p>
<h3>Reflexos em cadeia na economia</h3>
<p>Com o transporte e a logística representando fatias consideráveis no custo de produção da maioria das indústrias, a desoneração nos combustíveis funciona como um freio na inflação empresarial. Esse cenário de deflação atacadista permite que o mercado respire, reduzindo a pressão sobre os repasses para o varejo e, consequentemente, ajudando a controlar a inflação para o consumidor.</p>
<p>Para o setor imobiliário e de serviços, o recuo do IGP-M sinaliza estabilidade. Inquilinos e empresas com contratos atrelados a este indexador poderão observar reajustes mais brandos ou até negativos nas próximas revisões, evidenciando como as variações nos preços de energia e combustíveis moldam o custo de vida em múltiplas frentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plataformas digitais otimizam a gestão de canteiros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/rastreabilidade-digital-gestao-canteiros-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33181</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta que construtoras já registraram centenas de milhares de não conformidades via plataformas digitais, substituindo antigos controles em papel.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O canteiro de obras, tradicionalmente marcado por processos analógicos e anotações informais, está passando por um processo acelerado de modernização. A adoção de plataformas digitais de gestão tem permitido que as construtoras centralizem informações críticas, criando um histórico detalhado de tudo o que acontece durante a execução dos projetos.</p>
<p>Um estudo recente conduzido pela Construct IN, empresa focada em soluções de captura de realidade para o setor, ilustra bem essa mudança de paradigma. Os dados revelam que mais de 342 mil apontamentos de não conformidades já foram documentados digitalmente pelas empresas no Brasil, um salto significativo em relação à época em que e-mails, planilhas soltas e blocos de papel eram a regra.</p>
<h3>O fim da dispersão de informações</h3>
<p>A grande vantagem da digitalização é a estruturação dos dados. Tales Silva, CEO da Construct IN, pontua que a documentação, antes vista apenas como uma tarefa burocrática, tornou-se uma alavanca para a eficiência. Ao registrar falhas e ocorrências em um sistema centralizado, as equipes conseguem monitorar a correção dos problemas em tempo real e evitar a repetição de erros em obras futuras.</p>
<p>A tendência de integração tecnológica é forte. Uma pesquisa do BIM Fórum Brasil de Maturidade Digital indicou que cerca de 57,7% das companhias da área planejam, dentro de cinco anos, gerenciar suas obras conectando dados de planejamento a análises financeiras e operacionais.</p>
<h3>Monitoramento visual e preventivo</h3>
<p>A revolução nos canteiros também passa pela captura visual. A base de dados da Construct IN, por exemplo, já acumula mais de 8 milhões de imagens em 360 graus, além de 46 mil itens inspecionados por meio de checklists eletrônicos. Todo esse acervo funciona como um &#8220;gêmeo visual&#8221; da obra, permitindo auditorias remotas e maior controle de qualidade.</p>
<p>Com a consolidação desse histórico digital, a tomada de decisão deixa de ser baseada apenas no &#8220;feeling&#8221; dos engenheiros e passa a ser fundamentada em dados concretos. A capacidade de antecipar gargalos e rastrear a origem de cada problema não apenas agiliza as entregas, mas também impacta diretamente a rentabilidade dos empreendimentos imobiliários.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Custo de energia elétrica freia queda maior no IPCA-15, apesar de alívio nos alimentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/energia-eletrica-ipca-15-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O indicador oficial do IBGE apontou uma leve alta em julho, puxada pelos gastos com habitação, que ofuscaram as expressivas reduções nos preços de produtos de supermercado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As compras no supermercado trouxeram alívio no bolso das famílias durante o mês de julho, mas a manutenção da casa pesou na ponta do lápis. Produtos que frequentemente pressionam o orçamento perderam força, gerando uma deflação considerável na alimentação domiciliar. Ainda assim, fatores ligados à infraestrutura doméstica não permitiram que o termômetro econômico registrasse uma queda geral.</p>
<h3>Alívio nos alimentos</h3>
<p>Comer em casa se tornou mais barato no período, com a alimentação no domicílio despencando 1,14%. As feiras foram lideradas pela desvalorização significativa do tomate, que ficou 19,95% mais barato, acompanhado da batata-inglesa, que apresentou uma redução de 10,03%, e do pó de café (-3,13%). Como um todo, o grupo de alimentação e bebidas apresentou recuo de 0,66%, contribuindo positivamente para conter as despesas nacionais. O único contraponto do ramo alimentar ocorreu nas refeições fora do domicílio, cujo preço foi reajustado em 0,55%.</p>
<h3>Energia e Habitação como vilões</h3>
<p>Apesar da ajuda das prateleiras, as faturas mensais puxaram os índices para cima. O agrupamento de despesas ligadas à habitação cresceu 0,97%, coroando-se como a principal força inflacionária da temporada. Os lares lidaram com um aumento de 3,03% nas contas de energia elétrica, seguidos por uma variação de 0,26% na precificação da tarifa de água e esgoto.</p>
<h3>Dados consolidados da prévia da inflação</h3>
<p>Como resultado do cabo de guerra entre supermercados e tarifas de luz, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) — considerado o ensaio e a <strong>prévia da inflação</strong> oficial do governo — variou singelos 0,06% em julho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse cenário demonstra um freio no aumento de custos quando comparado ao salto de 0,41% registrado em junho deste ano e os 0,33% anotados no mesmo período do ano anterior. Dessa forma, o balanço acumulado da taxa nos últimos 12 meses pousa na casa dos 4,52%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Segurança de grandes obras depende de fundações invisíveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/fundacao-invisivel-importancia-seguranca-obras-engenharia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ditado clássico da engenharia reflete como o planejamento rigoroso da estrutura inferior previne catástrofes e garante longevidade arquitetônica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No universo da construção, um dos jargões mais conhecidos entre os profissionais sentencia: &#8220;a parte mais importante de uma obra é exatamente aquela que ninguém vê&#8221;. Longe de ser apenas um exagero retórico de mestres de obras, essa máxima encapsula o pilar central das <strong>obras de engenharia</strong> modernas. Todo o glamour de um arranha-céu espelhado ou a suntuosidade de uma ponte estaiada dependem integralmente de quilômetros de aço e concreto enterrados no subsolo.</p>
<p>As fundações profundas, sistemas de drenagem intrincados e redes elétricas blindadas formam o verdadeiro esqueleto de sustentação do projeto. Quando o trabalho nessas camadas ocultas é subestimado por pressões financeiras ou amadorismo no canteiro, os resultados são devastadores — variando de infiltrações crônicas a colapsos estruturais generalizados.</p>
<h3>A ética abaixo da terra</h3>
<p>Para especialistas do setor imobiliário e construtivo, investir em etapas que o consumidor final não pode avaliar visualmente é a maior prova de ética corporativa. A elaboração de sondagens de solo precisas (que determinam o tipo de fundação entre estacas, sapatas ou radiers) é a vacina contra recalques e fissuras mortais que costumam aparecer anos após a entrega das chaves.</p>
<p>A invisibilidade dessa infraestrutura traz um desafio mercadológico: é difícil convencer o cliente a aportar uma quantia substancial em algo que não trará apelo estético direto, diferente de revestimentos importados e pedras ornamentais luxuosas. No entanto, é o isolamento hídrico das fundações que protegerá as garagens contra o salitre, e é a bitola correta da ferragem na armação que manterá os andares superiores erguidos durante ventanias intensas.</p>
<h3>Tecnologia silenciosa</h3>
<p>Na atualidade, a engenharia tem apostado em ferramentas virtuais como o BIM (Building Information Modeling) para garantir que essa malha invisível de canos, vigas e cabos nunca entre em conflito dentro das paredes. Mapear o subsolo com precisão cirúrgica e dimensionar corretamente a estrutura invisível tornou-se sinônimo de excelência produtiva. Afinal, a beleza arquitetônica impressiona de imediato, mas é o que está debaixo da terra que garantirá que o projeto continue de pé pelos próximos séculos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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