Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 00:08
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Mercado

Comércio cresce entre 5,5% e 8% em 2024 e deve sofrer desaceleração em 2025

O setor do comércio e varejo comemora um ano de 2024 com crescimento, mas prevê um 2025 com desaceleração no nível de consumo da população brasileira, maior restrição ao crédito e menor poder de compra. Os números finais do faturamento do comércio brasileiro no ano encerrado na terça-feira (31) só vão sair em fevereiro, mas as projeções das organizações do setor e de analistas ouvidos pelo UOL apontam um crescimento em 2024 de 5,5% a 8% em relação a 2023. Para a CNC (Confederação Nacional do Comércio), o crescimento do varejo em 2024 deve fechar em torno de 5,5%. Entre os

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Mercado sobe projeções de inflação e câmbio para 2025 e 2026

Os analistas de mercado consultados pelo Banco Central revisaram para cima as projeções de inflação para 2025, 2026 e 2027, além de aumentar todas as estimativas para o câmbio, segundo o Boletim Focus. Para a estimativa de IPCA de 2024, o último boletim do ano traz uma pequena variação para baixo: de 4,91% para 4,90%. Já a inflação para 2025 foi revista para cima e agora é de 4,96%, ante 4,84% projetados na semana passada. Para 26 e 27, o mercado estima que o IPCA termine em 4,01% e 3,83%, respectivamente. Os analistas mantiveram a projeção de PIB para 2024 em 3,49%

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Confiança da Indústria volta a subir em dezembro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE subiu 1,0 ponto em dezembro para 99,6 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,3 ponto, terceira queda consecutiva, para 99,4 pontos. “A confiança da indústria registrou, em dezembro, sua primeira alta após três resultados negativos, indicando ligeira melhora após meses de desaceleração. Os indicadores sobre a situação atual, incluindo o NUCI, apresentam piora disseminada e sugerem um ritmo mais fraco do setor no encerramento do ano. Por outro lado, as expectativas estão melhores, porém concentradas nos segmentos relacionados às categorias de bens de consumo. No cenário macroeconômico, o ciclo

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Indústria de alta tecnologia amplia sua produção pela primeira vez desde 2018

Aeronaves, veículos automotores, produtos farmacêuticos, máquinas e equipamentos estão entre os segmentos que têm impulsionado a recuperação da indústria de alta tecnologia no Brasil. Após seis anos de estabilidade ou retração, o setor registrou crescimento no acumulado de janeiro a setembro de 2024, de 4,0%. A primeira expansão significativa desde 2018, de acordo com o novo levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). De 2019 a 2023, o segmento de alta intensidade tecnológica variou entre a estabilidade e o encolhimento. Com base na Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física (PIM-PF), do IBGE, o Iedi identificou que os patamares de produção em números-índices no terceiro trimestre do setor industrial de alta

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Mercado eleva para 3,49% projeção de expansão da economia em 2024

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 3,42% para 3,49%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. Com resultado trimestral, superando as projeções, no terceiro trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) cresceu 0,9% na comparação com o segundo trimestre, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta acumulada no ano, de janeiro a setembro, é 3,3%. Em 2023, o PIB do

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PIB terá pouso ‘quase suave’ em 2025. Agro e consumo devem atenuar piora da economia

Uma combinação de juros mais altos, depreciação cambial e impulso fiscal menos intenso e uma base de comparação mais desafiadora vai tornar o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 bem diferente do observado em 2024, dizem os economistas. O crescimento, por exemplo, vai desacelerar dos cerca de 3,5% esperados para este ano para algo próximo de 2,% no ano que vem. Ou seja, espera-se uma versão um pouco mais turbulenta do “pouso suave” da economia – expressão muito usada em análises sobre os EUA — embora não esteja prevista uma retração muito forte. O desempenho da Agropecuária, por exemplo, será bem melhor no ano

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