Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 02:43
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Mercado

Ipea projeta crescimento de 3,5% do PIB e de 3,3% para a indústria em 2024

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira (18), a Visão Geral da Conjuntura, uma análise do desempenho da economia brasileira. O Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea revisou a projeção de crescimento do produto interno bruto (PIB) brasileiro de 3,3% para 3,5% em 2024 – mesmo prevendo nova desaceleração no quarto trimestre, com altas de 0,3% na comparação com ajuste sazonal e de 3,8% sobre o mesmo período do ano passado. Para 2025, a estimativa foi mantida em 2,4%, conforme a tabela abaixo. A projeção do PIB para o próximo ano manteve-se

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PIB da indústria de transformação deve crescer 3,5% em 2024, maior alta em três anos, estima CNI

O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação deve apresentar um crescimento de 3,5% em 2024, a maior alta em três anos, estimou nesta terça-feira (17) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Essa é a mesma taxa de expansão esperada para o PIB como um todo do Brasil neste ano, ou seja, 3,5%. “Essa alta da Indústria, mais intensa e disseminada, é fator especialmente positivo da composição do PIB em 2024, pois o setor gera forte encadeamento positivo na cadeia produtiva, além de pagar salários mais elevados e realizar mais investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento”, acrescentou a CNI. De

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Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,84% para 4,89%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,84% para 4,89% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 4,59% para 4,6%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 4% e 3,66%, respectivamente. A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo

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Produção industrial cai em quatro dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional aponta diminuição de ritmo em quatro dos 15 locais analisados.  As maiores quedas foram registradas no Rio Grande do Sul (-1,4%) e no Rio de Janeiro (-1,3%). Na passagem de setembro para outubro, a produção industrial brasileira recuou 0,2%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou o levantamento nesta sexta-feira (13), no  Rio. No acumulado em 12 meses houve alta de 3%, com 17 dos 18 locais pesquisados mostrando resultados positivos, enquanto o índice acumulado no ano teve expansão de 3,4%, com resultados positivos em todos os 18 locais analisados. A

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CNI: juros e desvalorização do real derrubam confiança da indústria

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu pelo terceiro mês consecutivo, mostra levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado nesta quarta-feira (11/12). Desde setembro, o indicador acumula queda de 3,2 pontos. Apenas em dezembro, o ICEI caiu 2,5 pontos, chegando aos 50,1 pontos, o que revela que os empresários passaram de um estado de confiança para um estado de neutralidade. A retração do ICEI reflete os impactos da alta da taxa de juros promovida pelo Banco Central e a desvalorização do real frente ao dólar. Esses fatores geraram incertezas, dificultando o planejamento empresarial e afetando a percepção dos industriais sobre

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Indústria brasileira deve crescer o dobro em 2024 e sustentabilidade alavanca setor

A indústria brasileira deve crescer o dobro em 2024 e a taxa prevista é superior aos 3%, a maior alta dos últimos anos, de acordo com Uallace Moreira, Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Em 2023, o avanço foi de 1,6%. “O crescimento deve ser puxado especialmente pelos setores de alta complexidade tecnológica. O emprego industrial também tem batido recordes e a indústria se encontra num cenário extremamente favorável”, diz. Para ele, o país vive uma nova fase industrial após o anúncio da política de neoindustrialização, (o programa NIB –

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