Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 08:45
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Mercado

Indústria fecha no positivo e prévia do PIB sobe 0,2% em agosto

A prévia do PIB subiu 0,2% em agosto em relação a julho, de acordo com dados do IBC-Br, Índice de Atividade Econômica do Banco Central, divulgados nesta segunda-feira (14). O número retira da conta as variações que acontecem em determinados momentos do ano. O resultado veio após uma queda em julho. O IBC-Br acompanha mês a mês a atividade econômica e antecipa possíveis pressões inflacionárias. Esse índice é visto como uma prévia do Produto Interno Bruto, que é calculado oficialmente pelo IBGE. O economista e professor da UnB, Universidade de Brasília, Cesar Bergo, diz que o resultado surpreendeu e veio acima do

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Custo ou falta de qualificados foi problema que mais cresceu para a indústria no 3º trimestre

O percentual de empresários que classificaram esse como um dos principais problemas enfrentados pelas empresas passou de 18,6%, no segundo trimestre, para 23% na consulta mais recente. O problema ocupava o 6º lugar na lista dos mais enfrentados pela indústria entre abril e junho, mas pulou para o 3º lugar devido ao aumento de 4,4 pontos percentuais apontado pelo último levantamento. A elevada carga tributária continua sendo a preocupação mais assinalada pelos empresários, com 33,6%; enquanto a falta ou alto custo de matéria-prima passou da terceira para a segunda posição, com 24,9%. O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica como

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Produtividade na indústria cai 0,3% no segundo trimestre

A produtividade do trabalho na indústria de transformação brasileira voltou a cair, embora em ritmo menor, revela a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa Produtividade na Indústria, o indicador recuou 0,3% no segundo trimestre, após cair 1,4% no primeiro trimestre do ano. O indicador expressa a razão entre o volume produzido e o número de horas trabalhadas. De abril a junho, a produção industrial subiu 0,9%, mas as horas trabalhadas aumentaram 1,3%. Apesar da queda, a CNI considera que o recuo de 0,3% na produtividade do trabalho significa estabilidade. De acordo com a CNI, a produção manteve o ritmo

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CNI: 85% das indústrias já desenvolvem práticas de economia circular

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Centro de Pesquisa em Economia Circular da Universidade de São Paulo (USP), produzida este ano junto à base industrial, revelou que 85% das indústrias no Brasil desenvolvem pelo menos uma prática de economia circular – sistema em que o modo de produção é redesenhado para permitir um fluxo circular dos recursos, minimizar os resíduos e contribuir para o desenvolvimento sustentável. “A transição para a economia circular não é apenas uma aspiração, mas uma realidade em constante evolução na indústria, que tem demonstrado um compromisso crescente com a adoção de práticas circulares”, afirma o presidente

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Caixa diminuirá limite para financiamento de imóveis de até R$ 1,5 milhão

A Caixa diminuirá o limite para o financiamento de imóveis com preço de até R$ 1,5 milhão a partir do dia 21 de outubro. As alterações levarão a uma redução do teto do valor financiável de 80% para 70%, tanto para imóveis residenciais quanto para imóveis comerciais e os clientes só poderão ter apenas um financiamento ativo pelo banco público. Essas mudanças se darão no Sistema de Amortização Constante (SAC).  Já na Tabela Price, a instituição financeira só financiará 50% do valor do imóvel, contra 70% anteriormente. Com menos crédito, a entrada passa a 30% do valor do imóvel, no caso

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Confederação Nacional da Indústria aumenta previsão do PIB deste ano de 2,4% para 3,4%

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve subir de 2,4% para 3,4% em 2024, projeta o Informe Conjuntural do 3º Trimestre, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nessa quinta-feira (10/10). O superintendente de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles explica o que levou a entidade a rever o crescimento do PIB deste ano de forma expressiva: “A CNI aumentou a previsão do PIB de 2024, principalmente, por causa do desempenho da economia no primeiro semestre, que foi muito positivo, acima das nossas expectativas”. Além disso, segundo Telles, “os fatores que têm contribuído para o crescimento não devem desaparecer até

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