Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 11:15
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Mercado

Investimentos previstos em indústria e construção somam R$ 825,8 bi, diz grupo com 14 entidades

Os investimentos previstos na indústria de transformação, junto com a construção civil, já chegam a R$ 825,8 bilhões, conforme anunciou nesta quarta-feira, 25, a Coalizão Indústria, grupo formado por 14 entidades de setores produtivos diversos, que vão da indústria de brinquedos à siderurgia e montadoras de carros. O maior montante de investimentos, de R$ 200 bilhões, é da construção civil. Na sequência, aparecem as indústrias de alimentos (R$ 150 bilhões), máquinas e equipamentos (R$ 87,3 bilhões) e produtos plásticos (R$ 83 bilhões). Os números foram apresentados em coletiva de imprensa promovida pela Coalizão para atualizar cenários das entidades. Coordenador do grupo,

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PIB do Ceará salta 7,2% e cresce mais que o dobro do Brasil no 2º trimestre

A economia do Ceará cresceu 7,2% no segundo trimestre de 2024 em relação a igual período do ano passado. O resultado equivale a mais que o dobro do crescimento brasileiro para o período, que foi de 3,3% nesta mesma comparação. O número foi divulgado pelo governador Elmano de Freitas, durante live nesta quarta-feira (25). O PIB cearense do 2º tri tem ainda a maior expansão entre os estados que calculam esse indicador e já divulgaram seus resultados para a mesma base de comparação. Veja abaixo o ranking do PIB dos estados (2º tri) 1) Ceará: 7,2% 2) São Paulo: 4,5% 3) Pernambuco: 4,1%

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Como o crescimento do PIB movimenta o mercado da construção?

O PIB do Brasil cresceu 1,4% no segundo trimestre do ano, superando as expectativas do mercado, que projetava um avanço de 0,9%. Esse resultado foi o mais forte desde o quarto trimestre de 2020. Nesse ritmo, as projeções para a expansão do PIB no ano devem se aproximar de 3% contra os 1,59% projetados pelo relatório Focus em janeiro. Assim, trago observações relevantes sobre este tema inspirada em um texto do José Urbano Duarte: “O mercado imobiliário anda de lado há 10 anos. E a razão não é falta de demanda ou incapacidade de produzir e ofertar mais. Nove em cada dez transações

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Economia aquecida e inflação levaram a alta da Selic, aponta Copom

Uma economia mais aquecida que o esperado e expectativas de alta da inflação por período prolongado levaram o Copom a aumentar a taxa básica de juros para 10,75% ao ano. A justificativa está na ata da última reunião, publicada hoje pelo Banco Central. A decisão do Comitê de Política Monetária foi unânime em fazer um aperto gradual. Por isso, o aumento de 0,25%. O documento cita o cenário atual com atividade aquecida, pressão do mercado de trabalho e expectativas de inflação em alta. O economista Newton Marques diz que consultorias apontam os preços de serviços e energia como ameaças inflacionárias. Um ponto destacado

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Receita permite atualização de valor de imóveis com alíquota reduzida

Os contribuintes têm até 16 de dezembro de 2024 para optar pela atualização e pagar o imposto sobre a diferença entre o custo de aquisição e o valor de mercado do imóvel, com alíquotas reduzidas. A Receita Federal do Brasil publicou Instrução Normativa que regulamenta a atualização do valor de bens imóveis a valor de mercado para pessoas físicas e jurídicas. Para pessoas físicas, a alíquota será de 4%, calculada sobre a diferença entre o valor de compra e o de mercado. As empresas que optarem por atualizar o valor dos imóveis de seu patrimônio terão alíquota de 6% de Imposto de

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Mercado eleva previsão da Selic para 11,50% e vê inflação maior entre 2024 e 2026, aponta Focus

Economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) elevaram a expectativa para a taxa de juros neste ano. Agora, o mercado enxerga a Selic a 11,50% em 2024, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23). No relatório anterior, a previsão era de que os juros encerrassem o ano a 11,25%. Além dos juros, a expectativa para a alta da inflação também subiu para 4,37% neste ano. No relatório da semana passada, a expectativa era de que o índice terminasse o ano com alta de 4,35%. Para 2025, a expectativa sofreu um leve ajuste para baixo, passando de 3,95% para 3,97%. O centro

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