Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 12:29
Revista Construa - Portal de notícias da construção civil, mercado e tecnologia

Mercado

Copom eleva juros básicos da economia para 10,75% ao ano

A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o Banco Central (BC) elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do

LEIA MAIS

Atividade industrial avança pelo segundo mês seguido, aponta CNI

A produção e o número de empregados na indústria avançaram em agosto, pelo segundo mês consecutivo, de acordo com dados publicados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (18/9). Pela Sondagem Industrial, divulgada mensalmente pela entidade, o índice de produção atingiu 52,2 pontos, enquanto o número de empregados alcançou 50,7 pontos. Vale lembrar que o valor pode variar de 0 a 100 — acima de 50 pontos indica que o setor está em crescimento. O avanço de agosto foi alavancado pelo resultado positivo das médias e grandes empresas, que ficaram acima dos 50 pontos. Ao mesmo tempo, o indicador que mede a produtividade

LEIA MAIS

Alta de juros pode frear setores de habitação e infraestrutura, alerta CBIC

Há uma forte expectativa no mercado de que o Banco Central (BC) volte a subir a taxa básica de juros em sua reunião de política monetária que se encerra na quarta-feira (18). Atualmente em 10,5% ao ano, a taxa Selic se encontra em um patamar considerado restritivo. E caso ela volte a subir, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) alerta para um potencial freio na expansão dos setores e habitação e infraestrutura do país. “A entidade avalia que o aumento da taxa Selic pode prejudicar o ciclo de novos investimentos que vem sendo observado na construção, impondo ao empreendedor

LEIA MAIS

Índice de Confiança aponta alta do otimismo entre industriais de SP

Os industriais paulistas estão mais otimistas em setembro. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial de São Paulo (ICEI-SP), divulgado nesta terça-feira (17/9) pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), que fechou setembro em 50,9 pontos. O aumento de 1,5 ponto em comparação a agosto (49,4 pontos) sinaliza uma mudança do pessimismo para otimismo. A melhora da avaliação da economia brasileira é a principal responsável pela alta da confiança: tanto a avaliação das condições atuais quanto as expectativas da economia brasileira se tornaram menos negativas. O índice é resultado da pesquisa mensal Sondagem Industrial, que ouviu executivos de 1.207 empresas,

LEIA MAIS

Mercado eleva para 2,96% projeção de expansão da economia em 2024

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,68% para 2,96%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. A revisão de 0,28 ponto percentual para cima ocorre após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre do ano, que surpreendeu e subiu 1,4%  em comparação ao primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023,

LEIA MAIS

Indústria: com emprego em alta, 2024 segue em crescimento

Um dos termômetros da economia do país, a indústria brasileira segue este ano em patamares de crescimento, quando comparada com os números de 2023. É isso que revela a mais recente pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Apesar de nem todos os indicadores terem sido positivos, o quadro geral é de otimismo, avalia o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.   “Por mais que algumas das variáveis tenham caído de junho para julho, ao comparar o período de janeiro a julho deste ano com o ano passado, todas as variáveis mostram alta, algumas expressivas, tanto aquelas

LEIA MAIS