Fortaleza – CE | segunda-feira 26 de outubro de 2026 / 13:35
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Mercado

Mercado financeiro revisa projeção da Selic para 2024, aponta economista da CBIC

O mercado financeiro ajustou suas expectativas para a taxa Selic no final de 2024, de acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central. Após 11 semanas mantendo a projeção de estabilidade, a estimativa da Selic foi elevada em 0,75 ponto percentual, passando de 10,5% para 11,25% ao ano. A mudança reflete a expectativa de um novo ciclo de aperto monetário pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que ainda realizará três reuniões até o fim do ano, em setembro, novembro e dezembro. Segundo a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, esse ajuste está diretamente relacionado ao

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CNI: confiança da indústria na economia avança em setembro

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), cresceu 1,6 ponto de agosto para setembro — indo de 51,7 para 53,3 pontos. Isso mostra que o nível de confiança da indústria na economia aumentou nesse período. Este é o segundo mês consecutivo em que o índice registra alta. Com as duas altas consecutivas, o ICEI segue acima da linha que separa confiança de falta de confiança no setor (de 50 pontos). Ou seja, as indústrias têm mostrado mais otimismo com a economia brasileira. Um dos principais fatores para o crescimento da confiança da indústria, segundo a pesquisa da CNI,

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Faturamento da indústria tem leve alta de 0,1% em julho

O faturamento real da indústria apresentou estabilidade de junho para julho, com uma leve alta de 0,1% na série dessazonalizada, conforme dados da pesquisa Indicadores Industriais divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em comparação com julho de 2023, houve um aumento de 15,2%, uma vez que o faturamento naquele mês foi baixo. No acumulado de janeiro a julho de 2024, o faturamento real avançou 3,4% em relação ao mesmo período de 2023. O número de horas trabalhadas na produção cresceu 0,9% de junho para julho, na série ajustada para efeitos sazonais. Em comparação com julho de 2023, o aumento foi

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Saiba quais setores da economia são mais afetados pelos juros elevados

Empréstimos mais caros de modo a segurar os gastos do consumidor é o efeito mais direto dos juros elevados. Essas taxas nada mais são do que “o preço” que se dá ao dinheiro ao longo do tempo, por exemplo, ao se realizar um empréstimo. Além do valor emprestado, o tomador do crédito precisa pagar uma porcentagem — a taxa de juros. Atualmente, a taxa básica de juros do Banco Central (BC), a Selic, que é usada como referência pelas outras instituições financeiras, se encontra no patamar de 10,5% ao ano. Com o encarecimento do crédito, setores da economia que dependem do

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Mercado de trabalho impulsiona crescimento do PIB, diz Fiesp

O crescimento de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no segundo trimestre é resultado da continuidade do forte dinamismo do mercado de trabalho, afirmou em nota a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). “Um dos reflexos desse dinamismo do mercado de trabalho tem sido a elevação dos salários, com crescimento real de 5,8% do rendimento médio do trabalho em junho de 2024 na comparação com o mesmo período do ano anterior”, diz a nota.  De acordo com a Fiesp, além do forte ritmo de crescimento dos rendimentos ligados ao trabalho, a renda das famílias também tem crescido devido às transferências governamentais

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Produção industrial recua 1,4% em julho; crescimento no ano é de 3,2%

A produção industrial brasileira teve um recuo de 1,4% em julho na comparação com o mês de junho deste ano, quando houve crescimento de 4,3% da atividade, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mês de julho do ano passado, o desempenho da indústria cresceu 6,1% e no acumulado de janeiro a julho, a produção industrial cresceu 3,2%. Segundo o IBGE, o crescimento de 6,1% entre julho deste ano e julho do ano passado foi decorrente dos resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 21 dos 25 ramos,

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