Fortaleza – CE | domingo 1 de novembro de 2026 / 15:38
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Equipamentos

Vendas de caminhões seguem em alta; ônibus têm leve baixa

As vendas de caminhões continuaram em alta no início do ano. Conforme números divulgados pela Fenabrave na terça-feira, 4, as 7.186 unidades emplacadas em janeiro representaram crescimento de 3,66% sobre o mesmo mês de 2019. Houve queda de 13,7% na comparação com dezembro, o que é comum acontecer nesta época do ano em que as negociações de compra de caminhões costumam desacelerar por causa do período de férias. A associação dos concessionários manteve a projeção feita em janeiro, que estima em 126 mil unidades as vendas de caminhões em 2020, em novo e robusto crescimento de 24% na comparação com o ano anterior

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Latam deixará em maio aliança com empresas aéreas

A Latam vai deixar em 1º de maio a aliança internacional de empresas aéreas Oneworld. A companhia aérea afirma que vai preservar os benefícios dos passageiros até 30 de abril e que vai manter acordos bilaterais com a maioria das empresas do grupo. A partir de maio, clientes do programa de fidelidade da Latam não poderão acessar áreas VIPs e nem acumular pontos de fidelidade em voos da companhia American Airlines, uma das integrantes do grupo, formado por 13 companhias. O consumidor terá um ano para resgatar os pontos somados até 30 de abril. Atualmente, as empresas compartilham serviços de compra de passagens, despacho de

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Gol anuncia ‘codeshare’ com American Airlines

Para ter uma oferta diária de voos entre cidades da América do Sul e dos Estados Unidos, a Gol anunciou nesta terça (4) novo acordo de “codeshare” com a American Airlines. Com a parceria, que ainda aguarda aprovação das autoridades brasileiras e norte-americanas, os passageiros terão acesso a 53 voos da Gol a partir do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e de Fortaleza. Para os brasileiros, a companhia vai oferecer conexões com a American Airlines em Orlando e Miami, Boston, Chicago, Las Vegas, Los Angeles, Nova York e Washington em um total de 540 operações. As informações são do Estadão Conteúdo. No plano de expansão da

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Mercedes-Benz terá novo presidente no Brasil

A Mercedes-Benz anuncia que terá um novo presidente no Brasil com a saída de Philipp Schiemer para assumir a chefia global de marketing, vendas e serviços ao cliente da Daimler Buses. Em comunicado divulgado na segunda-feira, 3, a empresa informa que nomeou Karl Deppen, atual chefe de controle de custos na Mercedes-Benz Automóveis, para comandar a operação brasileira de veículos comerciais a partir de maio. De origem alemã, Deppen está no Grupo Daimler há 30 anos e ao longo de sua carreira ocupou diversos cargos de liderança nas áreas de recursos humanos, compras e logística até 2007, sempre na área de veículos comerciais. Sua trajetória

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Mercedes-Benz reserva três lançamentos para 2020

Em 2020 o mercado brasileiro deve conhecer pelo menos três novos produtos da Mercedes-Benz para reforçar sua linha de veículos comerciais pesados. Embora não adiante nenhum aspecto sobre as novidades, o vice-presidente de vendas e marketing para caminhões e ônibus, Roberto Leoncini, garante que os lançamentos abrangem ambos os segmentos e dá pistas do que está por vir. “Inclui modelos novos; tem caminhão e tem ônibus, mas é só o que eu posso dizer”, afirma Leoncini e acrescenta que além dos veículos, a fabricante também vai inserir no portfólio novos serviços e tecnologias que serão inéditas para o Brasil. O presidente da Mercedes-Benz no Brasil,

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Mercedes-Benz quer fazer de 2020 o ano da rentabilidade

A Mercedes-Benz está empenhada em reunir esforços para fazer de 2020 o ano da virada para a rentabilidade. Na sexta-feira, 31, ao apresentar o balanço de 2019 e comemorar a liderança tanto no mercado de caminhões quanto no de ônibus, o presidente da companhia, Philipp Schiemer, disse que neste ano o foco é tornar a operação brasileira capaz de sustentar seus próprios investimentos no futuro sem depender da matriz alemã. O executivo cita os grandes investimentos na operação nacional mesmo nos anos difíceis da crise, acrescentando que as empresas no Brasil têm conseguido sobreviver por causa da ajuda de suas matrizes. “Nos últimos 10 anos, houve mais

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