Fortaleza – CE | sexta-feira 30 de outubro de 2026 / 15:36
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Imóveis

Setor imobiliário absorve mudanças da pandemia nas preferências de moradia

Com a estabilização da pandemia, o mercado imobiliário agora percebe as mudanças mais duradouras nos perfis dos consumidores ou novos moradores. A experiência desafiadora do home office, por exemplo, resultou em modelos híbridos de trabalho em inúmeras empresas, indústrias e organizações. Com isso, aumentou a procura por imóveis com cômodo extra para servir de escritório e condomínios com coworking, por exemplo. Também os novos hábitos sociais, as mudanças nas estruturas das famílias afetadas pela covid-19 e até mesmo o aumento da preocupação com a sustentabilidade influenciaram o chamado “novo jeito de morar”. A “nova forma de ver e de materializar o

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Conheça as vantagens da segmentação para empresas e clientes no mercado imobiliário

O dinamismo e a forte concorrência no mercado imobiliário torna mandatório para as empresas, tanto da indústria imobiliária quanto de prestação de serviços, a busca por novos espaços e formas de atuação. Posicionar-se em nichos específicos e ter isto claro já na concepção da estratégia não é uma novidade para as empresas, mas este movimento tornou-se mais sofisticado nos últimos anos, identificando lacunas, consolidando tendências e gerando não apenas novas categorias de produtos e serviços, mas verdadeiros “negócios dentro do negócio”. O que é, exatamente, nicho de mercado e quais as formas de segmentação? Para o SEO da empresa dinamarquesa de

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Lançamentos de imóveis crescem 37% no trimestre

A Abrainc-Fipe divulgou o indicador do último trimestre móvel (dezembro/2021, janeiro e fevereiro de 2022), que aponta alta de 37% nos lançamentos de imóveis, quando comparado ao mesmo período do ano anterior (dezembro/2020, janeiro e fevereiro de 2021). No intervalo atual (dezembro/21 a fevereiro/22), lançamentos de imóveis somaram 47.793 unidades habitacionais de todos os tipos. Os dados se referem ao levantamento realizado com 18 empresas que fazem parte da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Com o resultado de fevereiro, o total de imóveis lançados nos últimos 12 meses, encerrados no

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Preço de venda de imóveis comerciais não acompanhou aumento da inflação no ano

O preço dos imóveis comerciais no Brasil permaneceu praticamente estável nos últimos 12 meses. Neste período, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 11,73%. Já a registrada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) chegou a 10,72%. Apesar disso, comprar um imóvel neste período ficou apenas 0,04% mais caro. Os números são de um levantamento do FipeZap, indicador que acompanha a evolução das vendas e locações no país. O professor de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP/FGV), Alberto Ajzental, enfatiza que, na prática, o avanço de 0,04% é quase nulo. “Nominalmente, não teve mudança. Em um ano,

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Será que os mercados de compra e locação de imóveis são perfeitos substitutos?

Segundo dados do índice FipeZap de Locação Residencial, alugar um imóvel ficou 11,11% mais caro em um ano; este indicador monitora a variação de aluguéis em 25 cidades brasileiras, muito próximo da inflação oficial medida pelo IPCA, que foi de 11,73% nos últimos 12 meses. Em economia, perfeitos substitutos são aqueles bens e serviços que atendem de forma muito próxima às necessidades e desejos dos consumidores. São aqueles que se um sofre aumento de preço ou falta, o outro será facilmente adotado para substituição. Em muitos textos vemos a compra do imóvel assim como a locação considerados bens substitutos. Para locar um imóvel há comprometimento financeiro

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Preço de imóveis comerciais fica 10% abaixo da inflação em 12 meses, aponta levantamento

O preço de venda dos imóveis comerciais avançou 0,04% nos últimos 12 meses, de acordo com o levantamento FipeZap de monitoramento de anúncios. Praticamente estagnado, o valor ficou muito abaixo dos 11,73% da inflação IPCA e dos 10,72% registrado pelo IGP-M no período. A perda real foi de cerca de 10% em média. O preço da locação subiu 4,71%, também abaixo dos índices de preços. Para quem pensa em investir no segmento, o retorno médio do aluguel em maio de 2022 para imóveis comerciais ficou 5,69% ao ano, acima da rentabilidade de locação de imóveis residenciais (4,92% ao ano). Os retornos variam de acordo com a cidade,

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