Fortaleza – CE | sexta-feira 30 de outubro de 2026 / 21:07
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Imóveis

Vendas e lançamentos de imóveis seguiram caminhos opostos em fevereiro

Segundo a pesquisa mensal do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), os lançamentos e as vendas de imóveis em São Paulo seguiram caminhos opostos em fevereiro. Apesar do crescimento na quantidade de unidades lançadas, as vendas caíram. Essa tendência fica clara na comparação entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022: no ano passado, foram vendidas 5.009 unidades. Já em 2022, as vendas caíram para 4.228 imóveis — uma queda de 15,6%. Esse desempenho não foi observado em relação aos lançamentos: em fevereiro deste ano, foram lançadas 3.377 unidades residenciais. No ano passado, foram lançadas 1.680 durante o mesmo

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Mercado imobiliário de SP tem queda de 15,6% nas vendas em fevereiro, diz Secovi

O mercado imobiliário na cidade de São Paulo teve um recuo nas vendas no último mês, enquanto os lançamentos avançaram, de acordo com pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) divulgada nesta quarta-feira (30). As vendas recuaram 15,6% em fevereiro de 2022 em relação ao mesmo mês de 2021. Foram comercializados 4.228 moradias novas na cidade de São Paulo contra 5.009 um ano antes. A velocidade de vendas esfriou para 6,3% ante 10,5% um ano antes. A velocidade de vendas mede o total de unidades vendidas perante o estoque. No acumulado de 12 meses (março de 2021 a fevereiro de 2022), as vendas totalizaram 65.515 unidades, aumento de

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Taxas de juros para financiamento imobiliário são reduzidas

A Caixa Econômica Federal anunciou, ontem (24), que as taxas de juros do crédito imobiliário na modalidade poupança tiveram queda de 0,15 ponto percentual. Agora, partindo da Taxa Referencial (TR), os números foram de 2,95% para 2,80%. As novas porcentagens, que são somadas à remuneração da poupança, entrarão em vigor em novas contratações a partir do dia 28 de março. Além da redução, o banco ainda anunciou outra novidade: a criação de uma linha de crédito voltada para Pessoas com Deficiência. O empréstimo deverá ser destinado a reformas e adaptações de imóveis que sejam próprios do contratante, no âmbito do programa Casa

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O impacto Rússia vs Ucrânia no mercado imobiliário e nos investimentos

Desde as primeiras horas do dia 24 de fevereiro, portanto completando um mês, o mundo acompanha com perplexidade a invasão russa à Ucrânia e os impactos disso no mercado econômico mundial. Embora os países europeus sofram as primeiras consequências, inevitavelmente as repercussões atingem o mundo todo, principalmente como resultado de sanções mais duras dos EUA e da UE. Após tentativas frustradas de cessar fogo, como está hoje, acredito que o crescimento econômico global seja 20 pontos base menor em 2022, em relação às previsões pré-invasão. O impacto de curto prazo mais significativo, certamente, recai sobre os preços das commodities e, em particular, sobre os preços do petróleo, já que a Rússia é

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Mercado imobiliário brasileiro supera crise e cresce em 2021

Em 2021, o mercado imobiliário passou ileso pela crise econômica. Segundo estudo elaborado em parceria pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o número de lançamentos cresceu 27% no ano passado em relação a 2020, enquanto as vendas subiram 4%. O levantamento também calculou o resultado das vendas líquidas – ou seja, sem os distratos. Neste caso, o salto foi de 4,5% em 2021. Para especialistas, será difícil repetir o desempenho em 2022. Com o aumento dos juros, o crédito fica mais caro, o que obviamente atrapalha os planos dos compradores. De acordo com

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Preços de aluguel de imóveis comerciais avançam em fevereiro, aponta Índice FipeZAP+

O Índice FipeZAP+, referente a fevereiro de 2022, mostrou que o preço de venda de salas e conjuntos comerciais de até 200m² apresentou alta (+0,05%), enquanto o preço de locação do segmento avançou 0,43% no mesmo período. Comparativamente, ambas variações permaneceram abaixo da inflação medida pelo IPCA/IBGE (+1,01%) e IGP-M (+1,83%). Entre as 10 cidades monitoradas, os preços de venda avançaram em: Curitiba (+0,76%), Florianópolis (+0,44%), Salvador (+0,36%),Porto Alegre (+0,32%), Niterói (+0,27%) e São Paulo (+0,15%). Os recuos ficaram com Brasília (-2,58%), Belo Horizonte (-0,32%), Campinas (-0,26%) e Rio de Janeiro (-0,05%). Em relação aos preços de locação, foram registradas alta em quase todas as cidades: Niterói (+1,03%), Rio

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