Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 00:37
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Imóveis

As tendências do mercado imobiliário, segundo 2 gigantes do setor

O mercado imobiliário deve ficar ainda mais aquecido nos próximos anos, mesmo com a inflação global e as eleições de 2022 causando incerteza entre investidores. Esta é a visão de Daniel Cherman, diretor geral da Tishman Speyer, e Roberto Perroni, sócio e CEO da Brookfield Properties Groups Brazil, executivos à frente de duas das maiores companhias globais no segmento de investimento em imóveis. Cherman e Perroni discutiram as tendências do mercado de imóveis no BTG Invest Talks, evento organizado pelo BTG Pactual digital (do mesmo grupo controlador da EXAME), na última terça-feira, dia 5. “Volatilidade política, inflação e aumento nos juros vão atrapalhar a captação local, mas

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Selic mais alta encarece financiamento, mas momento ainda é bom para comprar imóvel

Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a taxa básica de juros do País, a Selic, de 5,25% para 6,25% ao ano. A notícia tem impacto direto no mercado imobiliário. Afinal, quanto mais altos os juros básicos, mais caro fica o financiamento imobiliário. Mesmo assim, especialistas dizem que ainda é um bom momento para a compra de imóveis. Ronnie Sang Jr., fundador da imobiliária AoCubo, diz que, apesar de o setor atravessar um momento de aumento dos custos de construção, com a disparada dos preços de produtos como o aço, por exemplo, e da alta da Selic, o mercado imobiliário não

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Contrato de aluguel deve ficar 25% mais caro em outubro

O IGP-M, responsável pelo reajuste da maioria dos contratos de aluguel no Brasil, caiu 0,64% no mês de setembro. Mesmo com a desaceleração do índice, a “inflação do aluguel” acumula alta de 24,86% no acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Isso quer dizer que os inquilinos que pagaram um aluguel de R$ 1.250 em agosto, terão o valor reajustado para R$ 1.560,75 em outubro, totalizando R$ 310,75 a mais nas contas. A variação negativa representa uma desaceleração em relação ao avanço de 0,66% do índice em agosto. Nos nove primeiros meses do ano, o IGP-M acumula alta de 16%.

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Agosto registra crescimento de 11,8% no crédito imobiliário

No último mês de agosto, os financiamentos imobiliários realizados com recursos oriundos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram a marca de R$ 21,01 bilhões. O valor é 11,8% superior aos números observados em julho e 79,2% maior se comparado com os resultados de agosto de 2020. As informações são da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que também indica que, nos oito primeiros meses deste ano, o montando financiado já soma R$ 136,84 bi — um crescimento de 107,7% frente ao mesmo intervalo de 2020. No mês passado, foram financiados 90,3 mil imóveis (considerando

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Financiamento imobiliário: as taxas e modalidades dos principais bancos em 2021

Ter a casa própria ainda é o sonho de muita gente. Para isso, o mercado oferece diversas opções de contratação de crédito imobiliário com condições para diferentes perfis de clientes. As principais, atualmente, ofertadas pelos bancos são a partir da poupança e a correção atrelada à Taxa Referencial (TR). O economista e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) Érico Veras explica que existe uma série de fatores a serem analisados quando há o interesse em fazer um financiamento para a compra de um imóvel, visto que é um investimento de longo prazo. De acordo com o professor, é importante que se analise a taxa efetiva, bem como modelo de amortização. Se existe alguma

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Intenção de compra em queda e financiamentos em alta: os números do mercado imobiliário no Brasil

Após atingir “o fundo do poço” em abril de 2020 (20%) e mais que dobrar em novembro do mesmo ano (46%), a intenção de compra de imóveis no país começa a desacelerar e a apresentar quedas sucessivas quando se analisam os primeiros nove meses de 2021. Em fevereiro deste ano, 44% dos brasileiros manifestavam o desejo de adquirir o bem, porcentual que caiu para 42% em maio e para 39% em setembro, segundo levantamento realizado pela Brain Inteligência Estratégica e apresentado na última quinta-feira (16). “Estes números sugerem uma tendência de estabilização”, avalia Fábio Tadeu Araújo, sócio-diretor da empresa de pesquisa

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