Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 06:42
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Imóveis

Do Passaré ao Presidente Kennedy, bairros de Fortaleza têm mercado imobiliário aquecido

A busca por morar em regiões que promovam maior qualidade de vida ou que sejam perto do trabalho tem feito milhares de fortalezenses ocuparem bairros fora do eixo central, um movimento que só cresce. Assim como aconteceu com a Maraponga há alguns anos, outros bairros como o Presidente Kennedy passam por um ‘boom’ imobiliário. O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon CE), Patriolino Dias, pontua que, além da região, os bairros ao Sul de Fortaleza também têm apresentado uma crescente movimentação. “De uns três anos para cá, temos visto o crescimento de bairros como Guararapes, Luciano Cavalcante. As pessoas estão buscando cada vez a qualidade de vida e

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Vendas de imóveis seguem aquecidas com influência do crédito e da pandemia

Apesar de o juro ter ficado um pouco mais caro nos últimos meses no Brasil – a taxa básica Selic subiu de 2% para 4,25% ao ano – as vendas de imóveis continuam aquecidas, impulsionadas principalmente pela alta oferta de crédito ainda considerado barato. Os financiamentos com base nos recursos da caderneta de poupança cresceram no primeiro quadrimestre 183% em Santa Catarina e 122% no Brasil frente ao mesmo período de 2020, apurou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No Estado, foram financiados 15.301 imóveis de janeiro a abril deste ano frente a 5.404 no mesmo

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Setor imobiliário prevê carga maior e alta de preços com novo Imposto de Renda

A proposta do Ministério da Economia de mudanças no Imposto de Renda vai afetar diretamente o mercado imobiliário, com previsão de aumento de carga tributária para o setor e consequentemente de custos para o consumidor. A análise é do diretor do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de São Paulo (Secovi-SP), Ely Wertheim, que vê com preocupação a pressa do governo em aprovar o projeto ainda este ano. “Não somos contra ter um projeto de lei, mas não para ser aprovado até 31 de dezembro para valer a partir de janeiro de 2022, bem em um

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Imóveis tem maior alta de preço desde 2014, aponta FipeZap

O preço dos imóveis residenciais teve um avanço de 0,57% no mês de junho, aponta o Índice FipeZap, que monitora anúncios de imóveis à venda em 50 cidades brasileiras, incluindo 16 capitais. A alta nominal, que não considera a inflação do período, é a maior desde agosto de 2014, último ano do ciclo de forte valorização do mercado imobiliário. Apesar do avanço, no acumulado do ano a inflação oficial (IPCA) superou o aumento visto no preço dos imóveis. O índice de preços avançou 3,82% na primeira metade de 2021, segundo dado estimativo do último Boletim Focus, enquanto o preço médio dos imóveis registou acumulado de 2,17% no ano,

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Venda de imóveis de médio e alto padrões tem 1ª alta em 1 ano

A venda de imóveis de médio e alto padrões voltou a crescer no primeiro trimestre de 2021. Essa é a primeira alta desde fevereiro de 2020, quando o país começou a registrar casos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Nesse período, foram comercializadas 37.227 unidades — aumento de 30% em relação ao volume vendido nos mesmos meses de 2020. Já no acumulado dos últimos 12 meses, foram negociadas 147.769 unidades, alta de 9% sobre o período imediatamente anterior. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (7/7) pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC). “No último trimestre móvel, os lançamentos de empreendimentos de médio e

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Mercado Imobiliário Global tem Forte Expansão na Pandemia

Os mercados imobiliários passam por um momento frenético ao redor do mundo. Em países como Estados Unidos, Reino Unido e China, o setor imobiliário desfruta de uma forte expansão. Os preços globais sobem no ritmo mais rápido desde 2006, segundo a Knight Frank, com aumentos anuais de dois dígitos. Mercados muito caros enviam alertas de bolha que não eram vistos desde o período anterior à crise financeira, segundo análise da Bloomberg Economics. Há histórias de todo tipo, com compradores desesperados prometendo dar o nome dos vendedores aos primogênitos e edifícios abandonados vendidos por preços de mansões. Os fatores para a onda são notavelmente consistentes: financiamento barato, um

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