Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 09:33
Revista Construa - Portal de notícias da construção civil, mercado e tecnologia

Imóveis

Preço de imóveis residenciais avançou 0,48% em maio, aponta FipeZap

O Índice FipeZap de Vendas Residenciais apontou que, em maio, o valor médio de venda de imóveis residenciais foi de R$ 7.615/m², com variação de +0,48% frente ao mês anterior, o que indica aceleração após alta de 0,30% em abril. Considerando a inflação em maio (+0,68%) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), a expectativa é que o preço médio de venda residencial encerrará maio com queda real (-0,19%). Nos últimos 12 meses, o valor teve avanço nominal de 4,36%. Comparando-se com a inflação acumulada nos últimos 12 meses (+7,90%), de acordo com o IPCA (IBGE), o índice exibe queda real de

LEIA MAIS

Confira as tendências de construção sustentável para 2021

A preocupação com as práticas de sustentabilidade visa promover o equilíbrio entre os ambientes naturais e os construídos, criando soluções que preservam ao máximo a natureza, evitando o desperdício durante a obra. Ou seja, para ter uma arquitetura sustentável é necessário relacionar o uso dos recursos naturais com os impactos que todo o processo pode ter sobre o ambiente, analisando aspectos econômicos e sociais. Para ter noção de como a construção civil tem impactos na sociedade, o Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), por exemplo, realizou um estudo que mostra que o setor é responsável por até 50% de todos os recursos

LEIA MAIS

Lançamentos e vendas de imóveis sobem 39% no 1º trimestre

Apesar da pandemia, os primeiros meses do ano foram positivos para as maiores incorporadoras do país, que registraram expansão dos negócios. Os lançamentos de imóveis no primeiro trimestre de 2021 somaram 26.384 unidades, crescimento de 39% em relação ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, os lançamentos totalizaram 128.445 unidades, alta de 10,6%. Os dados fazem parte de levantamento divulgado nesta quarta-feira pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A pesquisa considera os resultados de 18 empresas associadas, com atuação concentrada na Região Sudeste, principalmente

LEIA MAIS

Com a alta dos juros, como fica o rendimento dos fundos imobiliários?

A forte queda da taxa básica de juros nos últimos anos atraiu muitos investidores para a aplicação em fundos imobiliários (FIIS). Apenas em dois anos, quando a taxa caiu de 6,5% para a mínima histórica, o valor de 2% ao ano, o número de pessoas que colocaram dinheiro em FIIs saltou de 90 mil para 1,1 milhão, segundo levantamento feito pelo Núcleo de Real State da Poli-USP. Agora, com a perspectiva de aumento da Selic para cerca de 6% até o final do ano, quem entrou na aplicação deve reconsiderar aportes feitos nos fundos? Segundo Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários e professor da

LEIA MAIS

Ações locatícias em SP caem 11,1% em abril, diz Secovi

Segundo a pesquisa feita pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, em abril, o número de ações locatícias na capital paulista caiu 11,1% em relação a março. O levantamento apurou que 1.111 ações foram protocoladas em abril, contra 1.250 ações em março. Em comparação a abril de 2020, quando 656 ações foram registradas, houve alta de 69,4%. Segundo o advogado Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP, o comparativo de 12 meses mostra queda na quantidade de ações ajuizadas, enquanto o quadrimestre

LEIA MAIS

Caixa vai permitir redução de até 75% e pausa nas parcelas do financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta segunda-feira (7) que vai permitir redução de até 75% na parcela do financiamento imobiliário na tentativa de amenizar os impactos econômicos do novo avanço da pandemia de coronavírus no Brasil. O banco também anunciou a possibilidade de pausa no pagamento das prestações por até seis meses para contratantes que sejam beneficiários do auxílio emergencial 2021 ou estejam recebendo o seguro desemprego. QUEM TEM DIREITO Conforme a instituição, para ter a redução acima de 75% na prestação, o cliente deverá comprovar junto ao banco que teve perda de renda. A concessão do benefício ocorrerá mediante avaliação feita

LEIA MAIS