Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 11:27
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Imóveis

Trabalho remoto aumenta procura por imóveis no interior e litoral

Por causa da pandemia e do maior tempo gasto em casa, um imóvel maior é o sonho do momento, e fica ainda melhor se tiver vista para o mar. Na Lopes, a procura por imóveis no litoral cresceu 331%. Na Imovelweb, a alta na categoria foi de 43%. “Santos estava fora do turismo, todo mundo viajava para fora, as casas de temporada ficaram abandonadas. Agora mudou totalmente, conforme a pandemia chegou, faltou imóvel para alugar e tem casas que não ficaram mais vagas desde então”, diz Carlos Meschini, diretor regional do Secovi-SP em Santos. Regiões que eram anteriormente muito buscadas para segunda

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Mercado imobiliário tem vendas em alta e lançamentos moderados no 1º trimestre

O mercado imobiliário nacional fechou o primeiro trimestre do ano com crescimento robusto nas vendas e um avanço discreto dos lançamentos pelas empresas, diante de incertezas com a pressão sobre os custos de construção. A consequência foi a redução dos estoques, de acordo com pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgada nesta segunda-feira. Os lançamentos de imóveis residenciais no País somaram 28.258 unidades no primeiro trimestre de 2021, alta de 3,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o setor registrou um recuo de 10,5% nos lançamentos, para 168.673 unidades.

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Mesmo com venda recorde, cai oferta de unidades no setor imobiliário

Ainda que haja uma forte demanda, com venda recorde, o setor imobiliário passa por uma queda na oferta de imóveis. O número menor de novos lançamentos reflete a recente alta nos custos da construção, avalia a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, houve uma alta de 27,1% nas vendas de imóveis nos três primeiros meses deste ano no país, revela o estudo Indicadores Imobiliários Nacionais, da CBIC. Ao todo, foram 207.946 unidades vendidas em 12 meses, maior número já registrado. Por outro lado, a oferta final de imóveis – que contabiliza todos

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Compradores podem ter problema para receber imóveis, diz entidade da construção civil

O número de lançamentos no mercado imobiliário caiu quase 60% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2020, segundo levantamento que a CBIC (associação da indústria da construção) vai divulgar nesta segunda-feira (24). O cenário vem acompanhado de uma queda superior a 13% na oferta final de imóveis e de 12% nas vendas, na mesma base de comparação. O recuo acontece na esteira de uma crise de escassez e aumento no preço de produtos como cimento e aço. Quase 60% dos empresários do setor dizem ter sido impactados pelo problema, que elevou a insegurança no mercado de imóveis,

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Preço médio de aluguel residencial mantém ritmo de crescimento em abril

Conforme o Índice FipeZap de Locação Residencial, que acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em 25 cidades brasileiras, o valor médio do aluguel de imóveis residenciais em abril foi de R$ 30,69/m², crescendo 0,19% frente a março. Considerando a inflação registrada no mês (0,31%) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), houve queda real no valor dos imóveis. No acumulado do primeiro quadrimestre deste ano, o preço médio de locação cresceu 0,66%. Em 12 meses, o índice teve a variação de +0,29% – resultado que mantém a variação do preço médio do aluguel, também neste horizonte, abaixo da variação

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Inflação do aluguel: IGP-M sobe 3,83% na 2ª prévia de maio e salta a 36,69% em 12 meses

A Fundação Getulio Vargas (FGV) confirmou nesta quarta-feira alta de 3,83% na segunda prévia de maio do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), após registrar 1,17% em igual decêndio de abril. Mais cedo, fontes divulgaram a informação ao Broadcast (sistema fechado de notícias em tempo real do Grupo Estado). Desde este mês, alguns índices e releases deixaram de ser publicados às 8 horas no site do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), como era feito anteriormente. Com o resultado divulgado nesta quarta, o acumulado em 12 meses do índice saltou de 31,57% para 36,69%. MOTIVOS PARA O AVANÇO NO INDICADOR O avanço no indicador

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