Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 14:58
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Imóveis

O fundo imobiliário para se proteger da alta vacância

A segunda onda da Covid já bateu à porta do Brasil, o que obriga estados e municípios a adotarem medidas de restrições. Quem possui fundos imobiliários fica ainda mais preocupado, já que o setor é afetado diretamente pela crise. Mas há um fundo que pode ser imune à vacância, ou seja, ao alto índice de desocupação de aluguéis: o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11). Segundo a Ágora Investimentos, em relatório enviado a clientes, o fundo segue resiliente em meio ao pico do coronavírus. “Podemos observar um movimento de desocupação em algumas lajes, mas com movimentos de entrada de novos inquilinos que tem permitido que a vacância permaneça em torno

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Com novo lockdown, aluguel comercial deve ter ‘avalanche de renegociações’

Com a piora do avanço do coronavírus no início deste ano e a imposição de um novo lockdown impedindo o atendimento presencial de negócios de vários segmentos, uma “avalanche de renegociações” de contratos de aluguel de imóveis comerciais é esperada, de acordo com o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE). De acordo com Rodrigo Costa, vice-presidente da entidade, os proprietários já estão sendo orientados quanto a isso. “Precisamos ajudar esses comércios que estão fechados”, diz. Apesar da esperada avalanche de renegociações, ele acredita que não haverá um movimento tão forte de devoluções de chaves. “É lógico que os aluguéis mais altos foram os

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Mercado imobiliário crescerá de 5% a 10% em 2021, projeta CBIC

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) projeta um crescimento entre 5% e 10% do mercado imobiliário em 2021 ante 2020. A estimativa considera um crescimento em torno de 3,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano, avanço de reformas como a administrativa e a tributária, e a manutenção das taxas de juros do financiamento imobiliário em patamares baixos, segundo o vice-presidente da área de Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci. A preocupação para este ano, no entanto, é com os preços dos insumos e o risco de desabastecimento de produtos. Segundo o presidente da CBIC, José

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