Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 16:43
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Imóveis

Mercado imobiliário: 2021 será um bom ano para comprar um imóvel?

O ano de 202o foi marcado por incertezas diante da pandemia do novo coronavírus, mas o mercado imobiliário surpreendeu o mais otimista dos analistas. Com um crescimento de 58% no período, os financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança atingiram R$ 124 bilhões, superando o recorde histórico de R$ 112,9 bilhões, de 2014, – período do boom do setor. Foram financiadas com esses recursos 426,8 mil unidades, uma alta de 43,2% em relação a 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O avanço foi impulsionado pelo barateamento do crédito para financiamento imobiliário.

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IGP-M teve variação de 2,58% em janeiro e 25,71% em 12 meses

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou variação de 2,58% em janeiro, percentual superior a dezembro, quando foi apontada taxa de 0,96%. Utilizado para reajustar os aluguéis, o indicador acumula alta de 25,71% em 12 meses. Em janeiro do ano passado, o índice havia subido 0,48% e acumulava alta de 7,81% em 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 3,38% em janeiro, ante 0,90% em dezembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais subiu 1,09% em janeiro. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 2,04%. A principal

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Expectativa do mercado imobiliário para 2021 é seguir crescendo

A construção civil e o mercado imobiliário foram setores que se destacaram em 2020, mesmo com as adversidades da pandemia, e devem seguir numa crescente em 2021. A queda histórica da taxa básica de juros, a Selic, que saiu de 6,5% em agosto de 2019 e alcançou 2% em 2020, foi o que mais contribuiu para que as vendas acontecessem. Enquanto o investidor do mercado financeiro buscou no imóvel uma opção mais rentável e segura, diante de remunerações baixas a seus investimentos, o comprador para uso próprio passou a ter acesso a prestações menores com a queda de juros. “Cada ponto

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MRV, Mitre e Even mostram como foi o ano do mercado imobiliário

O ano passado foi de forte crescimento para o mercado imobiliário. Com a Selic em mínima histórica, financiar um novo imóvel ficou mais acessível para parte da população. Além disso, uma moradia confortável e adequada para o home office ficou ainda mais importante no ano que passou. Esses e outros fatores tiveram efeito nos resultados das construtoras e incorporadoras. MRV, Even, Mitre e Grupo Patrimar acabam de divulgar os resultados operacionais preliminares do quarto trimestre do ano passado e de todo o ano de 2020. A MRV, maior construtora do país, vendeu 52 mil unidades, totalizando 8,7 bilhões de reais em venda brutas no

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Mercado imobiliário ainda teme efeitos do desemprego

Os dados do Secovi-SP ajudam a entender o movimento do consumidor durante os meses de pandemia: em janeiro e fevereiro do ano passado, ainda antes da primeira morte causada por covid-19 registrada no País, as vendas estavam em alta. Logo depois, elas passam a cair, até atingir um fosso entre abril e maio. Com o relaxamento das medidas de isolamento social, a venda de residências voltou a subir no fim do primeiro semestre, atingindo as 51,2 mil unidades vendidas em 12 meses até outubro e levando a entidade a projetar como resultado final de 2020 pelo menos as 50 mil unidades vendidas no ano

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Valor de imóveis residenciais tem alta de 3,67% em 2020, diz Fipezap

O Índice FipeZap de Vendas Residenciais apontou que, em dezembro, o valor médio de venda de imóveis residenciais foi de R$ 7.486/m², com variação positiva de 0,46%. Com isso, a variação mensal permaneceu abaixo do comportamento esperado do IPCA/IBGE para o mesmo período (+1,22%). No fechamento de 2020, houve alta de 3,67%. Considerando a inflação acumulada no período (4,38%) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), a expectativa é de que o Índice FipeZap registre uma queda real de 0,68% nos últimos 12 meses. Segundo o levantamento, à exceção de Recife, onde o preço médio de venda residencial apresentou queda de 0,38% no ano,

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