Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 21:51
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Imóveis

Venda de imóveis avança 43,3% em Fortaleza no mês de julho

Impulsionados pela maior facilidade de financiamentos diante de taxas de juros cada vez mais atrativas, os registros de compra e venda de imóveis em Fortaleza contabilizaram 606 operações em julho deste ano, crescimento de 43,3% na comparação com o mês de junho e de 21% ante igual período do ano anterior. É a primeira vez que o indicador do mercado imobiliário, do Registro de Imóveis do Brasil e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) é divulgado com recorte para a Capital cearense. O levantamento é realizado em sete capitais brasileiras. O resultado observado na passagem de junho para julho em

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Mercado imobiliário deve retomar ritmo de alta pré-pandemia em 2021

O mercado imobiliário no Ceará deverá retomar o ritmo de crescimento com mais intensidade visto antes da pandemia no próximo ano, em meio a um cenário favorável se desenhando com redução dos juros e lançamento do programa Casa Verde e Amarela, que substituirá o Minha Casa, Minha Vida. A aposta é do empresário e ex-diretor tesoureiro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Armando Cavalcante. “Neste ano não acredito mais em uma reação significativa, mas já devemos entrar bem em 2021. Vamos ter uma reabilitação do mercado imobiliário”, prevê. Ele destaca que, com o corte na Selic e as consequentes

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Intenção de investimento em imóveis cresce para 43%, diz Raio-X Fipezap

O Raio-X Fipezap do segundo trimestre de 2020, que visa traçar o perfil da demanda de imóveis do Brasil, apurou que cerca de 10% dos respondentes da amostra relataram ter adquirido ao menos um imóvel ao longo dos últimos 12 meses, sendo assim classificados como “compradores”. O resultado representa alta em relação ao trimestre anterior, aproximando-se da média histórica da pesquisa (11%). A preferência entre os compradores é a aquisição de imóveis usados (68%), percentual que representa um significativo crescimento em relação ao resultado registrado no trimestre anterior (61%). Entre os compradores, 58% declararam ter interesse em utilizar o imóvel para moradia e 42% informaram ter

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Mercado imobiliário cearense retoma vendas puxado pelo segmento de médio padrão e cresce 78% em julho

O mercado imobiliário cearense começa a dar sinais de recuperação. A prova disso é o aumento nas vendas dos residenciais verticais em comparação ao mês de junho de 2019, totalizando elevação de 78%.  Os números foram apresentados na última sexta-feira, 21, pela Lopes Immobilis em seu relatório Flash Imobiliário. O Valor Geral de Vendas (VGV) bateu R$ 145 milhões, resultando numa alta de 110% no mesmo período. O movimento foi puxado especialmente por empreendimentos de médio padrão, com valores entre R$ 350 mil e R$ 699 mil, e de alto padrão – R$ 700 mil a R$ 1,49 milhão. No total,

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Mercado imobiliário registra crescimento no primeiro semestre

Em qualquer região de Colatina para onde se olhe, tem alguma construção em andamento. Se a impressão é que a cidade se transformou em um grande canteiro de obras a céu aberto, os números da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) dão a certeza: só nos primeiros seis meses deste ano, 228 projetos de engenharia foram enviados ao órgão, e o número de alvarás concedidos é 8% maior em relação ao primeiro semestre de 2019. A área total de construção, no município, chega perto de 51 mil metros quadrados e, para dar conta do aumento da demanda, o

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Aluguel residencial ficou mais barato em julho, diz FipeZap

O preço médio dos aluguéis de imóveis residenciais no país teve queda novamente no mês de julho. Dados do índice FipeZap apontam que houve baixa nominal de 0,40% na comparação com junho. Desta maneira,  a variação ficou abaixo da inflação registrada no período, tanto pelo IPCA (+0,36%) e quanto pelo IGP-M (+2,23%). A queda no índice pode ser explicada pela baixa no preço do aluguel das principais capitais brasileiras: Curitiba (-1,55%), Florianópolis (-1,47%), São Paulo (-0,88%), Rio de Janeiro (-0,66%), Porto Alegre (-0,52%), Recife (-0,40%). Mas nem todas as capitais tiveram queda. Ao analisar as 25 cidades monitoradas, o preço médio do aluguel encerrou o

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