Fortaleza – CE | domingo 1 de novembro de 2026 / 15:09
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Imóveis

Preferência por imóveis novos sobe para 44%, diz Raio-X Fipezap

De acordo com o Raio-X Fipezap do terceiro trimestre de 2019, que visa traçar o perfil da demanda de imóveis do Brasil, entre os compradores que adquiriram seus imóveis nos últimos 12 meses, 64% declararam ter interesse em utilizar o imóvel para moradia, queda de 3 pontos percentuais frente ao trimestre anterior, e 36% informaram ter a intenção de investir, seja para revenda ou aluguel. Aproximadamente 9% dos respondentes da pesquisa se declararam compradores de imóveis. O resultado representa uma queda de 5 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre de 2019 (14%). A preferência entre os compradores é a aquisição de imóveis usados (56%), percentual

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Retomada do mercado imobiliário propicia bom momento para construção de imóveis sustentáveis

Depois de vários anos de intensa crise financeira, os sinais de recuperação da economia brasileira começam a aparecer. A taxa Selic, considerada a taxa básica de juros no Brasil, está no patamar de 4,5% ao ano, o menor percentual desde o início do regime de metas para inflação, em 1999. Além disso, o país não registra queda no Produto Interno Bruto (PIB) desde o quarto trimestre de 2016, sendo que a expectativa é que a economia tenha crescido cerca de 1% em 2019. Os indicadores aumentam a confiança dos brasileiros e de setores da economia, principalmente do mercado imobiliário. Segundo a

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Capital deve estar entre as 10 com maior valorização do m²

Nos próximos três anos, o crescimento do mercado imobiliário e a valorização do metro quadrado em Fortaleza devem colocar a Capital entre as dez de maior expansão do País no setor. A afirmação é do presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE), Tibério Benevides. Fundamentando sua opinião na confiança de uma retomada do setor, ele aponta que a redução no preço do metro quadrado para venda atribuída ao Município – em diferentes indicadores de mercado – pode sinalizar casos específicos, e não a realidade do mercado imobiliário local. “Esta queda é normal, pois esses imóveis podem se tratar de apartamentos avulsos,

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Caixa Econômica vai acelerar negócios ligados ao setor imobiliário em 2020

A Caixa Econômica Federal vai ampliar linhas de negócio ligadas ao financiamento imobiliário em 2020, valendo-se de posição de liderança no setor para ampliar receitas num mercado que vem se recuperando rapidamente no país. Enquanto prevê crescimento de 30% das concessões de crédito para compra de residências neste ano, a Caixa também planeja acelerar o home equity, empréstimos em que o tomador oferece imóvel como garantia em troca de taxas de juros menores. “Isso pode nos ajudar a ampliar o relacionamento com muitos dos nossos clientes”, disse o presidente-executivo da Caixa, Pedro Guimarães. Com uma carteira de cerca de 480 bilhões de reais

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Preço de imóveis residenciais mantém estabilidade no balanço de 2019

O Índice FipeZap de Vendas Residenciais apontou que, em dezembro, o valor médio de venda de imóveis residenciais foi de R$ 7.235/m², permanecendo próximo à estabilidade, mas com variação negativa de 0,02%. Com isso, a variação mensal permaneceu abaixo do comportamento esperado do IPCA/IBGE para o mesmo período (+0,98%). No fechamento de 2019, não teve variação. Considerando a inflação acumulada no período (4,13%) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), o Índice FipeZap apresentou queda real de 3,97% nos últimos 12 meses. Segundo o levantamento, 8 das 16 cidades pesquisadas registraram alta no preço do aluguel residencial no acumulado do ano passado, com destaque para Manaus

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Fortaleza deve arrecadar R$ 533 milhões pelo IPTU em 2020

O Município de Fortaleza espera arrecadar R$ 533, 6 milhões no recolhimento de taxas referentes ao IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) de 602.665 imóveis em 2020. O dado representaria um incremento de 6,43% ante 2019, quando o total obtido pelos cofres municipais foi de R$ 501,4 milhões, incidido sobre cerca de 604 mil imóveis. Os números indicam um valor de arrecadação maior, mas com o número de propriedades tributadas em 2020 sendo inferior ao do ano passado. A explicação, de acordo com a Secretaria Municipal de Finanças (Sefin), está relacionada ao cadastro de imóveis inclusos no programa

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