Fortaleza – CE | sábado 31 de outubro de 2026 / 22:59
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Mercado

Construção civil defende uma retomada gradual

Importante indutor do desenvolvimento econômico, a indústria da construção civil gaúcha garante que tem como retomar as atividades gradualmente seguindo protocolos de segurança contra a pandemia do novo coronavírus. Paralelamente, o mercado imobiliário aposta no uso de novas tecnologias para garantir um incremento na comercialização de imóveis e reaquecer um segmento que dava todos os sinais, até meados de março, de que, em 2020, teria desempenho muito positivo. Representantes dos setores participaram de um webinar promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide-RS) na sexta-feira. A expectativa do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado (Sinduscon-RS) é de que, a partir

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Incerteza da economia atinge maior nível na prévia de abril

O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 44,5 pontos na prévia de abril deste ano e chegou a 211,6 pontos. Esse é o maior nível da série histórica. O recorde anterior tinha sido registrado em 136,8 pontos, em setembro de 2015, de acordo com a FGV. O componente de mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, subiu 35,5 pontos e atingiu o recorde de 196,5 pontos. O componente de expectativa, construído a partir das previsões dos analistas econômicos, subiu 62,6 pontos e alcançou 226,1 pontos na prévia, o segundo maior nível

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Coronavírus: Fiec aponta necessidade de grande volume de capital para retomada

Coronavírus: Fiec aponta necessidade de grande volume de capital para retomada

Integrante do Comitê Estadual de Enfretamento à Pandemia do Coronavírus e presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Ricardo Cavalcante aponta que um grande um grande volume de capital financeiro será necessário para conduzir a recuperação socioeconômica pós-crise. Em carta aberta, Cavalcante ressalta que, para ter os recursos, será necessário cooperação. “As instituições de fomento precisam trabalhar em sintonia com os governos e as empresas, atuando de forma integrada com os organismos multilaterais internacionais, de modo a carrear investimentos públicos e privados”, afirma. Como forma de atrair mais investimentos, principalmente internacionais, ele ainda reforça a importância das reformas tributária e administrativa. “No

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Empresários querem manter benefícios do governo após fim da crise do vírus

Medidas anunciadas pelo governo federal para mitigar os danos causados pelo coronavírus na economia servirão de teste para que sejam implementadas definitivamente depois da crise. Setores que pleitearam essas mudanças, como os da indústria e do agronegócio, além dos de comércio e serviços, apostam em perenizar algumas das novas regras. Desde o mês passado, o governo vem anunciando providências para, de um lado, reforçar os sistemas de saúde, e, de outro, preservar os empregos. Elas afetaram as relações trabalhistas, financeiras e tributárias. Permitiram, por exemplo, a redução de até 70% da jornada de trabalho com recomposição de uma parte das perdas salariais pelo governo, via

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Vendas no comércio deverão cair 31,6% na Páscoa de 2020 ante 2019, diz CNC

As vendas do comércio varejista por causa da Páscoa deverão cair 31,6% este ano, na comparação com a Semana Santa de 2019, conforme projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Isso significará R$ 738 milhões a menos em faturamento no varejo. “Esse cenário inimaginável, no início do ano, decorre basicamente das atuais restrições ao consumo por conta do isolamento social que reduziu dramaticamente o fluxo de consumidores nas lojas”, diz o relatório do estudo da CNC, divulgado nesta segunda-feira, 6. Além das medidas de isolamento social, atingem as vendas do varejo na Páscoa efeitos secundários, na economia, da pandemia do novo coronavírus,

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Construção civil sofre efeitos do coronavírus, mas analistas veem luz no fim do túnel

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Após disparar 106% na Bolsa em 2019, maior alta setorial do Ibovespa, as empresas de construção civil entraram em 2020 em ritmo inequívoco de bull market – e chegaram a despontar desconfianças de que estariam se aproximando de um fenômeno de bolha. O coronavírus, no entanto, interrompeu bruscamente esse movimento. “A construção trabalha por ciclos prolongados, mas a disseminação da Covid-19 muda o cenário”, avalia Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE. O Índice de Confiança da Construção (ICST), publicado pela instituição, recuou 2,0 pontos em março, alcançando 90,8 pontos, refletindo piora da percepção dos empresários principalmente em

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