Fortaleza – CE | domingo 1 de novembro de 2026 / 11:19
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Mercado

Brasil termina 2019 com maior déficit em conta corrente desde 2015, diz BC

O Brasil terminou o ano de 2019 com um déficit na conta corrente do balanço de pagamentos de US$ 50,762 bilhões, informou nesta segunda-feira (27), o Banco Central. Este foi o maior rombo anual desde 2015, quando a conta ficou negativa em US$ 54,472 bilhões. Ainda assim, o resultado não chega a preocupar os especialistas, já que o déficit foi largamente superado pela entrada de recursos via Investimentos Diretos no País (IDP), que somaram US$ 78,559 bilhões no ano passado. A conta corrente reflete o saldo da relação do Brasil com outros países nas áreas comercial (exportações menos importações), de serviços (receitas e despesas

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A força de uma gestão transparente na construção civil

Um dos maiores desafios do mercado de construção civil no Brasil é encarar o ritmo da retomada de crescimento, necessário para alcançar os patamares de desenvolvimento esperados dado que possuímos um déficit habitacional expressivo de aproximadamente 7,7 MM de habitações além de possuirmos um “estoque“ de 16 MM de habitações consideradas insalubres entre o total de 80 MM de habitações no Brasil, segundo informações da Fundação João Pinheiro. Portanto, é imperativo atentar para as “dores” que envolvem o setor e buscar inserir a sustentabilidade nas práticas das empresas, a adesão à tecnologia e empreender com iniciativas inovadoras. Em um cenário como

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Ceará ganha 10.319 vagas de trabalho formal em 2019

O mercado de trabalho formal cearense registrou saldo positivo na geração de vagas em 2019. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24), foram 10.319 postos, diferença entre 385.096 admissões efetuadas no período e 374.777 desligamentos. No apanhado de todo o ano, apenas Construção Civil (-3.805) e Indústria da Transformação (-1.282) apresentaram resultados negativos. A geração de empregos mais expressiva em 2019 foi observada no setor de Serviços, com 11.783 vagas de trabalho. Em seguida, aparece o Comércio, com 2.429 postos. Também apresentaram resultados positivos os setores Agropecuária (521); Serviços Industriais de utilidade Pública (428) e

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Tributar economia digital é nova prioridade

Um plano para taxar a economia digital e salvar centenas de bilhões de dólares de impostos poderá ser lançado este ano, com apoio de 137 países, segundo o secretário-geral da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurría. Apresentado para consultas em outubro do ano passado, o plano ainda depende de amplo acordo internacional. Mais um passo para o entendimento foi anunciado na última quinta-feira (23), pelo ministro de Finanças da França, Bruno le Maire: os governos francês e americano concordaram em negociar as bases de um imposto digital global. O governo dos Estados Unidos vinha ameaçando sobretaxar produtos franceses. Seria uma resposta à

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Temores sobre vírus da China pressionam mercados europeus

As ações europeias caíram pela quarta sessão consecutiva nesta quinta-feira, com as preocupações sobre a disseminação de um novo coronavírus na China criando incerteza sobre as possíveis consequências econômicas. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,62%, a 1.642 pontos. O índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,71%, a 420 pontos, sua pior sessão até agora este ano, com os setores expostos à China de mineração, companhias aéreas, hotéis e artigos de luxo registrando fortes perdas. Os bancos da zona do euro também caíram cerca de 0,5% depois que a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, adotou um tom um pouco mais ‘dovish’ do que alguns esperavam

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Arrecadação federal com impostos chega a R$ 1,537 trilhão em 2019

A arrecadação de impostos federais em 2019 totalizou R$ 1,537 trilhão, um crescimento real de 1,69% em comparação ao ano anterior. Corrigido pela inflação, chegou a R$ 1,568 trilhão, o maior volume desde 2014, de R$ 1,598 trilhão. A análise das receitas do último ano foi divulgada nesta quinta-feira (23) pela Receita Federal. Segundo o órgão, o resultado de 2019 pode ser explicado pelo desempenho da atividade econômica e “por fatores não recorrentes”, ou seja, que não se repetem. Os setores econômicos que mais contribuíram para o resultado foram as entidades financeiras, a extração de minerais metálicos, a eletricidade, o comércio atacadista e as atividades auxiliares do setor

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