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	<title>Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Sep 2026 19:56:44 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Construa Negócios</title>
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	<item>
		<title>ALERTA NA LOCAÇÃO: Justiça decide disputa sobre equipamentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/stj-valida-conjunto-probatorio-locacao-equipamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STJ valida conjunto probatório na locação de equipamentos. Ausência de assinatura em notas fiscais não invalida cobranças de multas por não devolução, decide tribunal.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um equipamento não é devolvido no prazo estipulado, o problema para as empresas de <em>rental</em> muitas vezes ultrapassa a logística e se transforma em uma complexa disputa judicial. No entanto, uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) trouxe maior segurança jurídica ao setor, reafirmando que a cobrança de multas contratuais pela não devolução independe de assinaturas isoladas em documentos, desde que haja um sólido amparo documental.</p>
<p>O entendimento firmado no julgamento do AREsp 2.448.231/SP avaliou uma disputa envolvendo a locação de equipamentos e a tentativa da parte locatária de invalidar a cobrança de multas contratuais. O principal argumento da defesa para questionar o débito foi a ausência de assinatura em algumas notas fiscais de remessa.</p>
<h3>A força do conjunto probatório</h3>
<p>A decisão do STJ estabeleceu que o histórico completo da operação possui peso superior à eventual falta de assinaturas em documentos específicos. O tribunal validou a cobrança com base na análise minuciosa do conjunto das provas apresentadas pela empresa locadora.</p>
<p>Elementos como o contrato original assinado, notas diversas de remessa, recibos de entrada nos canteiros de obras e registros consistentes de movimentação dos equipamentos foram considerados totalmente idôneos e suficientes para demonstrar tanto a existência da relação jurídica quanto a materialidade do débito.</p>
<h3>Proteção da operação e segurança jurídica</h3>
<p>Para o mercado de locação de máquinas e equipamentos, a jurisprudência acende um alerta sobre a necessidade vital de uma gestão administrativa e documental rigorosa. Ter uma boa documentação não é apenas uma formalidade burocrática, mas a principal linha de defesa da operação, servindo para dar consistência jurídica àquilo que foi previamente acordado.</p>
<p>Além de a retenção indevida gerar as multas previstas em contrato, o entendimento reforça que a organização documental (como o envio de notificações extrajudiciais) é a melhor e mais eficaz ferramenta para as locadoras resguardarem seus ativos e garantirem a viabilidade econômica de seus negócios perante o Judiciário.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>IA revoluciona cadeia de suprimentos de materiais de construção</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/engenharia/ia-revoluciona-cadeia-de-suprimentos-de-materiais-de-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento internacional debate como a inteligência artificial e novas estratégias de varejo estão transformando o setor de forma definitiva.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia de suprimentos de materiais de construção está passando por uma profunda transformação digital. Para debater os impactos dessa nova realidade, um dos principais eventos internacionais do setor reúne lideranças de 28 países com foco no intercâmbio de conhecimento tecnológico.</p>
<p>O encontro tem o objetivo de conectar a indústria aos grandes distribuidores e varejistas, fomentando debates estratégicos sobre escalabilidade e governança corporativa. Segundo organizadores do evento, a ideia é proporcionar um ambiente onde a alta gestão possa alinhar parcerias de longo prazo em mesas de negociação direta, aliando inovação e fechamento de grandes negócios.</p>
<h3>Aplicações práticas da tecnologia</h3>
<p>O uso prático de inteligência artificial na logística e na gestão de estoques lidera as discussões do mercado. Especialistas apontam que a automação deixou de ser um conceito futuro para se tornar a ferramenta central na defesa de margens e na diferenciação dentro de um cenário omnicanal. Além da tecnologia, desafios como a atração de novos talentos e a profissionalização na transição geracional de empresas familiares também estão no radar das lideranças que ditam os próximos passos da construção civil no continente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Sensores IoT trazem rastreabilidade inédita ao transporte de concreto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/sensores-iot-trazem-rastreabilidade-inedita-ao-transporte-de-concreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova tecnologia elimina pontos cegos nas obras e permite o monitoramento em tempo real do trajeto das betoneiras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Garantir que a quantidade exata de concreto contratada chegue de forma integral e na hora certa ao canteiro de obras sempre foi um dos grandes desafios logísticos da engenharia. A falta de controle milimétrico no trajeto percorrido pelas betoneiras criava um ponto cego na cadeia produtiva, abrindo margem para perdas e atrasos em um setor ainda marcado pela baixa digitalização.</p>
<p>Embora pesquisas apontem que a grande maioria das empresas da construção civil ainda esteja em estágios muito iniciais de maturidade digital, soluções inovadoras estão começando a transformar essa realidade operacional através do uso de inteligência e dados estruturados.</p>
<h3>Rastreabilidade no canteiro</h3>
<p>A instalação de sensores de Internet das Coisas (IoT) diretamente no balão das betoneiras surge como a resposta definitiva para esse controle logístico. Essa tecnologia capta dados como o giro do tambor e cruza a informação com o GPS do veículo em tempo real. Especialistas em inovação da construção destacam que esse rastro digital transforma o que antes era apenas uma movimentação física imprecisa em uma informação totalmente verificável, revolucionando o controle de qualidade e mitigando de forma definitiva os desperdícios durante o fornecimento de materiais pesados.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Imóveis acessíveis impulsionam vendas no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/imoveis-acessiveis-impulsionam-vendas-no-bairro-antonio-bezerra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preço abaixo da média atrai compradores e consolida a região como o principal polo de novos lançamentos residenciais em Fortaleza.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mapa do mercado imobiliário em Fortaleza revelou um novo e surpreendente protagonista: o bairro Antônio Bezerra. A região assumiu a liderança absoluta no volume de vendas no início do segundo semestre, além de registrar um verdadeiro salto no número de novos lançamentos imobiliários.</p>
<p>Com a comercialização de dezenas de novas unidades em apenas um mês, o bairro foi responsável por uma fatia bastante expressiva de todas as transações realizadas na capital cearense, consolidando-se como um vetor de expansão habitacional.</p>
<h3>O fator custo-benefício</h3>
<p>O principal motor dessa alta demanda é, sem dúvida, o acesso a preços mais atrativos. O valor do metro quadrado na região é substancialmente mais baixo do que a média exigida pelos residenciais verticais em outras áreas de Fortaleza, reduzindo o custo final consideravelmente. Analistas do setor da construção civil apontam que, aliada a esse custo-benefício imbatível, a região oferece uma infraestrutura urbana consolidada, com ampla rede de serviços, comércio e boas opções de mobilidade, fatores que estão sendo decisivos para atrair famílias em busca de qualidade de vida e moradia econômica.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Nordeste supera média nacional e puxa crescimento econômico</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/nordeste-supera-media-nacional-e-puxa-crescimento-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região acumula alta de 2,4% no ano, enquanto o Ceará registra avanço mais moderado, mas acima do desempenho geral do País.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da região Nordeste demonstrou um fôlego considerável ao longo do último ano, descolando-se positivamente dos índices nacionais. Um estudo recente baseado em indicadores de atividade do Banco Central revelou que o crescimento nordestino atingiu a marca de 2,4% no acumulado de 12 meses até meados do ano, superando de forma significativa a média de 1,5% registrada pelo Brasil no mesmo período.</p>
<p>O cenário aponta para uma dinâmica regional robusta, impulsionada por setores estratégicos que mantiveram a estabilidade frente a desafios macroeconômicos.</p>
<h3>O desempenho do mercado cearense</h3>
<p>Dentro do contexto nordestino, o estado do Ceará também encerrou o ciclo no azul, registrando um avanço de 1,6%. Embora o índice cearense tenha ficado um pouco abaixo da forte média regional, ele ainda se provou superior à média nacional, confirmando a resiliência da economia do estado. Especialistas em economia regional destacam que essa trajetória positiva reflete uma base econômica consolidada, com sinais claros de estabilidade e expectativas otimistas para novos investimentos e atração de negócios na região.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>O terreno mais disputado do Brasil fica no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/o-terreno-mais-disputado-do-brasil-fica-no-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimento de R$ 200 bilhões da ByteDance no complexo do Pecém transforma a região e altera a lógica de valorização imobiliária no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com um investimento histórico anunciado, a ByteDance, empresa controladora do TikTok, prepara-se para instalar o seu maior data center fora da China. O complexo portuário do Pecém, localizado no estado do Ceará, foi o local escolhido para abrigar a megainfraestrutura, orçada em R$ 200 bilhões. Com previsão de início das operações para 2027 e com a possibilidade de instalação de até cinco unidades idênticas no mesmo complexo, o projeto sinaliza uma transformação profunda no setor tecnológico nacional e altera significativamente a lógica do mercado imobiliário.</p>
<h3>O Brasil como polo tecnológico na América Latina</h3>
<p>A movimentação da gigante chinesa ocorre em um cenário de forte expansão tecnológica. Apenas nos últimos dois anos, o Brasil registrou mais de R$ 150 bilhões em aportes anunciados voltados para a construção de data centers, consolidando-se como líder absoluto na região. Atualmente, o país já responde por cerca de 48% de toda a capacidade instalada desse tipo de infraestrutura na América Latina.</p>
<p>A escolha do complexo do Pecém, preterindo capitais e grandes centros urbanos tradicionais, obedece a novos e rigorosos critérios do setor de tecnologia. Para abrigar operações massivas de processamento de dados, três fatores tornaram-se indispensáveis: acesso abundante à energia limpa, conexão robusta de rede e terrenos com atributos muito específicos.</p>
<p>O projeto da ByteDance será alimentado integralmente por energia eólica, aproveitando parceiros de geração renovável já instalados na região. Além disso, o Pecém beneficia-se de uma localização geográfica altamente estratégica, próxima aos principais pontos de chegada de cabos submarinos de fibra óptica que conectam diretamente o Brasil aos continentes europeu e africano.</p>
<h3>A nova dinâmica de valorização de terras</h3>
<p>A chegada desse megaprojeto evidencia uma mudança no paradigma de valorização imobiliária. Enquanto o comércio tradicional busca essencialmente áreas com grande densidade e circulação populacional, o mercado de data centers exige propriedades que ofereçam, simultaneamente, energia renovável com custo competitivo, rede elétrica de altíssima capacidade, disponibilidade de água para modernos sistemas de resfriamento e infraestrutura de fibra óptica nas imediações.</p>
<p>Como resultado, regiões que historicamente passavam despercebidas pelo mercado imobiliário comercial começam a ser rapidamente reprecificadas. Segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor de data centers no país — que já conta com a atuação de gigantes como Ascenty, Equinix, Scala e ODATA — deve receber cerca de US$ 11,4 bilhões em aportes até 2026. A busca por terrenos que possuam esse conjunto específico de características tem gerado uma intensa disputa no setor.</p>
<p>Especialistas do mercado imobiliário alertam, no entanto, que a simples disponibilidade de grandes espaços físicos não garante atratividade aos investidores. Sem outorga de água para refrigeração e infraestrutura de rede pré-existente e confiável, as extensões de terra continuam sem serventia para essas empresas, o que torna as áreas efetivamente aptas cada vez mais raras e disputadas na nova economia digital.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Construtoras focam em moradias econômicas para manter vendas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/construtoras-alteram-rota-investimentos-focam-moradias-economicas-garantir-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mercado de alto padrão em desaceleração, programa habitacional do governo federal se consolida como o grande motor do setor imobiliário, dominando os lançamentos nas metrópoles.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de um mercado de médio e alto padrão que apresenta sinais claros de retração, as principais construtoras do país realizaram um recálculo estratégico em suas rotas de investimento. O foco, agora, está voltado quase integralmente para o segmento de moradias econômicas, transformando os subsídios federais no verdadeiro motor da construção civil nacional.</p>
<p>Os dados recentes revelam que os empreendimentos vinculados a programas habitacionais já representam mais da metade de todos os lançamentos e vendas de imóveis residenciais novos no Brasil. A dependência do setor em relação a essa faixa de mercado tornou-se ainda mais evidente em grandes centros urbanos, como São Paulo, onde os imóveis econômicos chegam a representar cerca de dois terços das negociações fechadas.</p>
<h3>O impacto dos novos limites de financiamento</h3>
<p>A mudança de portfólio por parte das incorporadoras foi impulsionada pela recente ampliação dos tetos de financiamento e pela reformulação dos subsídios governamentais. Com juros mais atrativos e condições facilitadas, o acesso à casa própria foi destravado para milhares de famílias, gerando um volume de demanda constante que as construtoras precisavam para manter seus canteiros de obras ativos.</p>
<h3>Perspectivas para o mercado imobiliário</h3>
<p>A migração massiva para o segmento econômico evidencia a sensibilidade do mercado imobiliário às políticas de crédito. Enquanto a classe média-alta adia decisões de compra frente ao cenário macroeconômico adverso, o setor de habitação popular desponta como o porto seguro para as empresas que buscam liquidez e giro rápido de estoque. A tendência é que os projetos voltados para a baixa renda continuem ditando o ritmo de lançamentos imobiliários até o fim do ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Falta de mão de obra acelera uso de IA nos canteiros de obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/escassez-mao-obra-acelera-introducao-inteligencia-artificial-canteiros-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricantes globais investem em robótica e inspeções autônomas para criar gêmeos digitais, otimizando a segurança e a produtividade da indústria pesada.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crônica escassez de mão de obra qualificada na indústria pesada e na construção civil está forçando as empresas a anteciparem a adoção de tecnologias de fronteira. Para suprir a falta de profissionais e garantir o avanço dos cronogramas, o setor tem recorrido cada vez mais à inteligência artificial física e à robótica avançada diretamente nos canteiros de obras.</p>
<p>Um exemplo prático dessa revolução tecnológica foi a recente aliança firmada entre gigantes da fabricação de equipamentos pesados e startups focadas em autonomia. O objetivo central é desenvolver soluções que consigam transformar observações cruas de campo em dados estruturados, em tempo real, sem a necessidade de intervenção humana constante.</p>
<h3>Gêmeos digitais e inspeções autônomas</h3>
<p>A primeira onda dessa inovação já pode ser observada através da implementação de inspeções autônomas. Veículos robotizados estão sendo programados para mapear as instalações industriais e de construção, criando visualizações dinâmicas conhecidas como &#8220;gêmeos digitais&#8221;. Essa replicação virtual do canteiro permite que os engenheiros identifiquem riscos estruturais, atrasos ou problemas operacionais antes mesmo que eles afetem a linha do tempo do projeto.</p>
<h3>O canteiro de obras do futuro</h3>
<p>A aplicação de IA não visa substituir a força de trabalho humana, mas sim otimizar a segurança e a produtividade frente a um cenário de recursos humanos limitados. A visão para os próximos anos é a de um ecossistema conectado, onde as máquinas inteligentes assumem as tarefas repetitivas e de alto risco, deixando o monitoramento, o planejamento e a gestão estratégica para as equipes de engenharia, marcando uma nova era de eficiência no desenvolvimento da infraestrutura global.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Setor logístico sustenta investimentos em infraestrutura no País</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/setor-portuario-aeroportuario-sustenta-mercado-investimentos-infraestrutura-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do recuo de quase 12% no volume financeiro total de fusões e aquisições no primeiro semestre, operações logísticas mantêm o dinamismo do mercado nacional.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/construcao/setor-portuario-aeroportuario-sustenta-mercado-investimentos-infraestrutura-brasileira/">Setor logístico sustenta investimentos em infraestrutura no País</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de fusões e aquisições na infraestrutura brasileira encontrou um novo ponto de sustentação. Enquanto o volume financeiro geral apresentou retração no primeiro semestre de 2026, as movimentações estratégicas nos setores portuário e aeroportuário garantiram o fôlego necessário para manter o segmento aquecido.</p>
<p>De acordo com o mais recente balanço trimestral do setor, o volume de negócios alcançou a marca de R$ 8,1 bilhões nos seis primeiros meses do ano. O destaque principal ficou por conta de operações de grande porte envolvendo players internacionais. A aquisição da Corredor Logística e Infraestrutura (CLI) pela Abu Dhabi Ports, avaliada em cerca de R$ 2,5 bilhões, evidenciou o forte apetite estrangeiro por ativos estratégicos no Brasil.</p>
<h3>O papel da logística no cenário econômico</h3>
<p>Embora o número total de transações tenha recuado para 23 operações — uma queda expressiva frente às 37 negociações do mesmo período do ano passado —, a qualidade e o porte dos acordos portuários compensaram a retração observada em outras áreas. A redução no ritmo de concessões rodoviárias foi o principal fator para a queda geral de 11,9% no volume financeiro, mas os ativos de logística continuaram atraindo o olhar atento de investidores institucionais.</p>
<h3>Fundos de private equity e o futuro das concessões</h3>
<p>Dos negócios firmados, os fundos de private equity e venture capital estiveram presentes em cinco operações. O cenário indica que, para o segundo semestre, o mercado aguarda uma retomada nos editais de rodovias e infraestrutura social para equilibrar a balança, enquanto os portos seguem como a principal vitrine para a atração de capital externo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/construcao/setor-portuario-aeroportuario-sustenta-mercado-investimentos-infraestrutura-brasileira/">Setor logístico sustenta investimentos em infraestrutura no País</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fortaleza marca lançamento do primeiro edifício torcido do País</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/arquitetura/predio-torcido-fortaleza-engenharia-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33678</guid>

					<description><![CDATA[<p>Localizado na capital cearense, projeto desafia padrões arquitetônicos com rotação milimétrica a cada andar e unidades luxuosas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um desafio matemático e estrutural está redefinindo o horizonte do Nordeste. A cada nova laje concretada, ocorre um minucioso deslocamento angular em relação ao andar imediatamente inferior. Essa precisão extrema de engenharia, que foge completamente da repetição de andares idênticos comum em edifícios comerciais, é o segredo por trás do primeiro prédio torcido a ser erguido em solo nacional.</p>
<h3>Altura e exclusividade no mercado corporativo</h3>
<p>O projeto, situado no prestigiado bairro da Aldeota, eleva-se a impressionantes 115 metros de altura. Distribuídos por 30 andares corporativos, o edifício não apenas conquistará o título de torre comercial mais alta da cidade, mas também trará uma proposta de altíssimo padrão. As unidades comercializadas apresentam valores superiores a 9,5 milhões de reais, refletindo o caráter exclusivo e o elevado custo da inovação construtiva empregada.</p>
<h3>Previsão de entrega e impacto urbano</h3>
<p>Com a obra já emergindo do canteiro, os moradores locais começam a perceber o efeito dinâmico da fachada em espiral. A estrutura, centralizada por um núcleo rígido de elevadores de alta performance, tem previsão de conclusão para setembro de 2027. Ao final, a obra colocará a cidade em um seleto grupo internacional que ostenta esse tipo de complexidade arquitetônica, marcando uma nova era para a engenharia civil na região.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará ultrapassa 100 mil novos negócios com impulso de serviços e indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/expansao-negocios-ceara-servicos-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33675</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela crescimento de 15% na abertura de empresas no estado, impulsionado pelo setor terciário e forte recuperação industrial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria cearense surpreendeu positivamente no fechamento dos resultados recentes, registrando uma expansão de 21% no número de novos negócios. Esse salto industrial foi o grande destaque percentual dentro de um cenário de aquecimento econômico generalizado no estado durante os primeiros sete meses do ano.</p>
<h3>O panorama geral do empreendedorismo</h3>
<p>O desempenho da indústria compõe um quadro mais amplo de recuperação econômica. Até julho, o Ceará superou a expressiva marca de 100 mil novos registros comerciais, o que representa um incremento de 15% na abertura de empresas em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse volume demonstra uma retomada robusta da confiança dos investidores locais e nacionais na região.</p>
<h3>Serviços continuam liderando em volume absoluto</h3>
<p>Apesar do salto percentual na indústria, o setor de serviços continua sendo a grande âncora do volume total de novos empreendimentos. A flexibilidade operacional e a menor barreira de entrada mantêm o segmento terciário como o principal vetor da abertura de empresas no estado. A combinação entre a liderança dos serviços e o forte avanço da indústria sinaliza uma diversificação saudável da economia local, reduzindo a dependência de áreas específicas e promovendo uma geração de empregos mais descentralizada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Transição energética impulsiona adoção de baterias de larga escala</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/engenharia/armazenamento-energia-baterias-setor-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33672</guid>

					<description><![CDATA[<p>Necessidade de estabilizar fontes renováveis e modernizar a rede coloca os sistemas de armazenamento como protagonistas do mercado nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A matriz renovável brasileira, mundialmente reconhecida por sua força, enfrenta atualmente o desafio da intermitência. Com a expansão acelerada de parques eólicos e fazendas solares, a injeção de energia na rede apresenta flutuações inevitáveis. É exatamente para solucionar essa instabilidade que uma nova tecnologia começa a dominar as discussões estratégicas do país.</p>
<h3>O papel do armazenamento na segurança nacional</h3>
<p>Para garantir a confiabilidade do abastecimento e evitar desperdícios nos momentos de pico de geração, o setor elétrico tem voltado suas atenções para os sistemas de armazenamento em larga escala (BESS &#8211; Battery Energy Storage Systems). O uso de baterias industriais deixou de ser uma tendência distante para se tornar uma resposta imediata às limitações da infraestrutura de transmissão existente.</p>
<h3>Uma nova fronteira de mercado</h3>
<p>Empresas de engenharia e operadoras de energia estão redesenhando seus orçamentos para incorporar esses robustos sistemas de armazenamento. Com a queda gradual dos custos de produção e a evolução na densidade energética das baterias de lítio e de outras composições emergentes, a integração desses ativos à rede elétrica nacional já é tratada não apenas como viável, mas como uma necessidade técnica imperativa para sustentar o próximo ciclo de crescimento verde do Brasil.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Juros elevados mantêm pressão e vendas de máquinas agrícolas recuam</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/queda-vendas-maquinas-agricolas-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indústria de implementos sofre nova retração em julho, mas aposta em feiras e programas de crédito para recuperação no segundo semestre.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O elevado custo de captação financeira e a política monetária restritiva seguem sufocando a capacidade de investimento no campo. A falta de crédito acessível tem postergado a renovação das frotas de maquinário, resultando em um impacto direto nas esteiras de produção industrial do país, refletindo o compasso de espera do produtor rural brasileiro.</p>
<h3>Balanço negativo no mês e no ano</h3>
<p>Esse cenário restritivo foi quantificado recentemente pela associação representativa do setor. Em julho, as vendas de máquinas agrícolas e implementos totalizaram 4,86 bilhões de reais, o que representou uma contração de 2,1% em comparação a junho, e uma forte queda de 27,5% quando confrontado com o mesmo mês do ano anterior. O acumulado dos sete primeiros meses não traz alívio: os 26,2 bilhões de reais movimentados indicam uma retração expressiva de quase 26% frente a 2025.</p>
<h3>Expectativas para o futuro próximo</h3>
<p>Apesar dos números preocupantes, a indústria vislumbra a possibilidade de um alívio sazonal iminente. A aposta recai sobre o tradicional pico de negociações que ocorre no terceiro trimestre. Para reverter o viés negativo, a associação concentra suas esperanças na efetividade de programas federais de financiamento, como o Moderfrota e o Pronaf, aliados à ligeira recuperação nas cotações internacionais das principais commodities, fatores que podem destravar o apetite de compra no campo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção recua no 2º trimestre com o peso dos juros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/construcao-recuo-avanco-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33649</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora o PIB do setor tenha recuado 0,4% no segundo trimestre, o forte impulso das grandes obras garantiu crescimento acumulado e saldo recorde de empregos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A montanha-russa econômica de 2026 deixou marcas evidentes nos canteiros de obras pelo Brasil. Segundo dados recém-divulgados pelo IBGE, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) nacional avançou 0,5% no segundo trimestre, a <strong>construção civil</strong> escorregou e registrou uma retração de 0,4% no mesmo período.</p>
<h3>A Força do Semestre</h3>
<p>Contudo, se a fotografia recente preocupa, o filme do ano ainda tem final feliz. O recuo trimestral não foi capaz de apagar o excelente desempenho do setor no início de 2026. No balanço acumulado do primeiro semestre, o PIB da construção ainda sustenta um crescimento sólido de 1,1% em comparação ao ano anterior.</p>
<p>Para a economista-chefe da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, essa freada reflete a perda de dinamismo das pequenas obras e reformas e a piora da expectativa para os juros, afetando o humor dos empresários.</p>
<h3>Custo do Crédito em Foco</h3>
<p>Desde que a taxa Selic voltou ao patamar de dois dígitos, o custo do crédito se consolidou como um dos maiores entraves do setor. A mudança no cenário macroeconômico, agravada por conflitos internacionais, fez o empresariado recalcular rotas. A inflação da construção atuando acima dos índices de consumo freia a expansão de forma direta, encarecendo materiais básicos e segurando novos lançamentos.</p>
<p>Apesar de o ambiente estar mais adverso e desafiador para os próximos meses de 2026 e o ano de 2027, as perspectivas gerais não são de terra arrasada. A CBIC decidiu manter sua projeção oficial de que o PIB da construção crescerá 1,2% até dezembro, com forte aposta de que o Minha Casa Minha Vida e o alto volume de investimentos consigam segurar o peso dos juros no restante do ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Mineração aposta em IA para lucrar sem abrir novas minas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/mineracao-estrategia-sem-novas-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custos ambientais e regulatórios forçam o setor extrativista a adotar Inteligência Artificial para extrair mais valor das plantas já existentes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A era de cavar buracos incessantemente em busca de novos lucros está passando por uma drástica revisão estratégica. Com o licenciamento ambiental cada vez mais rigoroso, além de altos custos regulatórios e de capital, as empresas de mineração mudaram a rota: o novo ouro é a <strong>produtividade das minas que já existem</strong>.</p>
<h3>Inteligência Artificial no Canteiro</h3>
<p>Ao invés de gastar bilhões desbravando novos territórios, os gestores do setor estão investindo pesadamente em inteligência artificial, aprendizado de máquina (machine learning) e gêmeos digitais (digital twins). O objetivo? Extrair o último centavo de valor dos ativos instalados.</p>
<p>A otimização algorítmica permite que as plantas extratoras tomem decisões autônomas, balizando em tempo real a recuperação mineral com o volume processado. O Brasil tem despontado como uma verdadeira incubadora continental dessas soluções. Especialistas da Rockwell Automation destacam que o maquinário pesado já absorveu investimentos bilionários nas últimas décadas, mas os processos humanos não acompanharam a escalada produtiva. A IA atua justamente preenchendo essa lacuna operacional.</p>
<h3>Desafios da Expansão Interna</h3>
<p>Otimizar uma planta em pleno vapor, no entanto, é trocar o pneu com o caminhão andando. Modificar processos fabris enquanto a mineração opera diariamente exige manobras de extrema complexidade.</p>
<p>Além da óbvia ameaça cibernética em redes agora superconectadas, se uma falha sistêmica da nova tecnologia travar as esteiras, a planta pode perder a rentabilidade prometida pela inovação. O segredo que divide as mineradoras líderes das ultrapassadas não é apenas comprar os melhores algoritmos, mas garantir infraestrutura de dados sólida e o treinamento contínuo de equipes. Afinal, a tecnologia que não ensina o humano a operar melhor, acaba perdendo sua validade quando a tela do computador é desligada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PIB brasileiro surpreende e tem 5ª maior expansão global</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/pib-brasileiro-surpreende-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33655</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impulsionado no segundo trimestre, Brasil consolida a décima posição global e cresce em ritmo superior à média do G7, Estados Unidos e Europa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As expectativas pessimistas foram atropeladas pelos resultados macroeconômicos recém apresentados. Desbancando a previsão do mercado financeiro, a economia nacional avançou vigorosos 0,5% na transição para o segundo trimestre de 2026. A métrica foi o suficiente para catapultar o Brasil à invejável <strong>quinta colocação mundial</strong> no ranking de crescimento econômico no período.</p>
<h3>À Frente das Potências</h3>
<p>O levantamento formulado pela Austin Rating cruzou o cenário atual com a base de dados do poderoso Fundo Monetário Internacional (FMI). A análise escancarou um feito relevante: o crescimento tupiniquim esmagou a média conjunta do G7 (as sete economias mais ricas do mundo), bem como as margens da Zona do Euro. Em termos proporcionais de crescimento entre trimestres adjacentes, o Brasil fechou o meio de ano avançando mais rápido do que nações colossais como China e Estados Unidos.</p>
<p>A medalha de ouro ficou cravada no peito da Irlanda (+1,0%), que abriu distância da Indonésia, Angola e Malásia na disputa pelas posições cimeiras de avanço produtivo do ranking que computou 50 países avaliados.</p>
<h3>Brasil Entre as Dez Maiores</h3>
<p>O efeito prático dessa guinada pode ser sentido no ranqueamento global oficial dos blocos financeiros. A Austin Rating confirmou que os brasileiros abandonaram a amarga 11ª posição registrada em 2025 para assumir novamente a cadeira da <strong>décima maior economia</strong> do mundo. Atualmente com uma fortuna rodando as engrenagens de aproximadamente US$ 2,64 trilhões, o país encosta na Rússia (US$ 2,66 trilhões) na corrida global por influência financeira, e ameaça roubar o nono lugar do vizinho já no início de 2027.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preço de imóveis acelera e bate a inflação em agosto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/preco-imoveis-acima-inflacao-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o índice IPCA-15 indicou deflação, o metro quadrado habitacional encareceu 0,53% em agosto, liderado pelos mercados de Vitória e Brasília.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem apostou no mercado imobiliário para proteger seu capital nos primeiros oito meses de 2026 tem bons motivos para comemorar. O metro quadrado residencial registrou um avanço de 0,53% somente em agosto (de acordo com o índice FipeZap), um ganho veloz considerando que o mesmo mês apresentou uma surpreendente deflação de 0,40% no pré-índice IPCA-15.</p>
<h3>Ganhos Reais Frente a Inflação</h3>
<p>Com os números de agosto, o cenário de rentabilidade inverteu a balança a favor dos tijolos. Entre janeiro e o oitavo mês do ano, os imóveis acumularam valorização geral de 3,44%. Paralelamente, o custo de vida mensurado pelo IPCA estacionou na faixa dos 3,02%. Na prática, os imóveis não apenas protegeram o dinheiro dos investidores contra a desvalorização da moeda, como geraram ganho real (e até superaram os 1,85% de alta do temido IGP-M, a métrica oficial dos aluguéis).</p>
<p>O perfil que puxou essa valorização chama a atenção: os imóveis espaçosos de três dormitórios saltaram 0,63% de preço, ditando o ritmo, enquanto que propriedades maiores de quatro quartos ou mais ficaram na rabeira com altas mais tímidas (+0,29%).</p>
<h3>O Eixo Fora de São Paulo</h3>
<p>Analisando os mercados locais, o crescimento se mostra longe de ser um fenômeno concentrado na principal metrópole. Dezenove das vinte e duas capitais observadas registraram saldo imobiliário positivo.</p>
<p>O pódio nacional foi dominado por <strong>Vitória</strong> (que não apenas encabeçou as maiores altas mensais com 1,31%, como ostenta absurdos 10,24% de valorização acumulada em 2026), seguida pelo plano piloto de <strong>Brasília</strong> (+1,28%) e a litorânea <strong>Aracaju</strong> (+1,07%). Já a robusta capital paulista subiu modestos 0,37% em agosto. Por outro lado, quem comprou para investir em Curitiba (-0,25%) amargou leves perdas em agosto.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construção civil garante 20% das vagas nacionais</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/construcao-lidera-geracao-empregos-julho-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33627</guid>

					<description><![CDATA[<p>Setor comemora o segundo melhor desempenho no Caged de julho, mas ascende alerta sobre o volume de saques da poupança, principal fonte de funding</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho formal no Brasil ganhou um fôlego considerável em julho de 2026, e a <strong>construção civil</strong> foi uma das principais responsáveis por manter a economia girando. Sozinha, a indústria construtiva foi a responsável por abrir 12.691 postos de trabalho com carteira assinada, o que representa nada menos que 21,67% de todas as 58.568 novas vagas criadas no país durante o mês.</p>
<h3>Infraestrutura Domina as Contratações</h3>
<p>O setor ficou com a medalha de prata na geração de empregos em julho, perdendo apenas para os serviços. O destaque, segundo os números extraídos do Novo Caged pelo Ministério do Trabalho e analisados pela CBIC, foi a área de <strong>obras de infraestrutura</strong>. Este segmento injetou 7.087 novos empregados no mercado.</p>
<p>Na retaguarda, vieram os serviços especializados (4.253 vagas) e a tradicional construção de edifícios (1.351 vagas). O bom momento não se restringe a julho: no acumulado do ano, o setor já soma mais de 180 mil empregos formais gerados, com salários de admissão (média de R$ 2.634,50) superando a média nacional.</p>
<h3>O Gargalo do Crédito: A Luz Amarela da Poupança</h3>
<p>No entanto, a engrenagem pujante do mercado imobiliário e das obras pesadas pode encontrar um gargalo desafiador pela frente. Historicamente atrelado aos recursos da caderneta de poupança (via SBPE), o setor viu o financiamento oriundo dessa fonte saltar 28,5% no primeiro semestre (R$ 93,7 bilhões), com um incrível aumento de 107% especificamente nos créditos para construção civil.</p>
<p>O problema é que a fonte está sendo drenada mais rápido do que é preenchida. Nos primeiros seis meses do ano, os brasileiros sacaram R$ 30,6 bilhões a mais do que depositaram nas poupanças. Embora o estoque total seja alto e seguro no curto prazo, a pressão estrutural é evidente: como financiar a expansão de um mercado aquecido se sua fonte de recursos primária mostra sinais de estagnação?</p>
<p>As empresas precisarão buscar saídas criativas e novas fontes de funding caso queiram continuar impulsionando a maior fatia de empregos do país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/construcao/construcao-lidera-geracao-empregos-julho-2026/">Construção civil garante 20% das vagas nacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ALERTA: Indústria se preocupa com o aumento no preço de máquinas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/jornada-menor-pode-encarecer-maquinas-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33630</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sem o necessário repasse em ganhos produtivos, a redução legal da carga horária para menos de 44 horas forçaria repasse de 6,2% aos consumidores</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/jornada-menor-pode-encarecer-maquinas-industria/">ALERTA: Indústria se preocupa com o aumento no preço de máquinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate em torno do encurtamento da jornada de trabalho ganhou um balde de água fria do setor industrial. Segundo cálculos recém-divulgados pela Abimaq e pelo Sindimaq, se o Brasil aplicar o corte compulsório da semana de 44 horas e instituir dois dias de descanso remunerado sem nenhuma contrapartida de eficiência, o saldo será um aumento de <strong>6,2% nos preços</strong> dos equipamentos.</p>
<h3>A Matemática do Custo-Hora</h3>
<p>A entidade elaborou o impacto baseado na perda de 9% no tempo produtivo diário das fábricas que compõem a base nacional do setor. A matemática é simples e cruel com as finanças industriais: para uma linha de produção fabricar o exato mesmo número de máquinas trabalhando menos, será obrigatório a adesão a horas extras excessivas (+55,2%) ou a contratação de novos quadros funcionais (+9,8%).</p>
<p>A somatória resultaria no inchaço de 9% nas folhas de pagamentos, uma margem insustentável para a maioria das empresas. Como os <strong>custos fixos estruturais</strong> (manutenção do pavilhão, maquinário contínuo e aluguéis) continuam correndo a cada minuto, independentemente da carga horária do operador humano, a única saída corporativa é dissolver a despesa na ponta. O custo final do maquinário aumenta, reduzindo a margem ou ferindo o bolso do cliente.</p>
<h3>O Abismo do &#8220;Custo Brasil&#8221; e Alternativas</h3>
<p>Para a indústria de equipamentos pesados, repassar 6% ao consumidor significa cavar um fosso de competitividade perante a importação. Hoje, o temido Custo Brasil — entrelaçado na burocracia, taxas e logística deficiente — já encarece a produção nacional em 26% frente aos estrangeiros.</p>
<p>Aumentar os custos em decorrência da jornada de trabalho faria as empresas nacionais perderem licitações e orçamentos para os rivais asiáticos e europeus.</p>
<p>Ao invés da imposição imediata, a Abimaq sugere que a discussão siga outras quatro frentes vitais de <strong>produtividade</strong>: qualificar a mão de obra, inserir tecnologias inteligentes e IA nas fábricas, promover um ecossistema econômico estável e investir em gestão processual. Assim, as empresas podem eventualmente absorver a redução de carga através da eficiência que a robótica proporciona, e não por força puramente burocrática, preservando negociações focadas nas peculiaridades de cada setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Resorts de luxo miram Jericoacoara com injeção de R$ 700 milhões até 2029</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/nordeste-recebe-resorts-milionarios-gav-hoteis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33636</guid>

					<description><![CDATA[<p>GAV Hotéis e Resorts fortalece presença no Nordeste com complexos imobiliários que gerarão centenas de empregos diretos e indiretos na região</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A costa cearense segue consolidando seu status de potência turística e atraindo os olhos dos gigantes do setor imobiliário e hoteleiro. Reforçando sua presença de expansão estratégica pelo Nordeste, a <strong>GAV Hotéis e Resorts</strong> aposta firme nas belezas de Cruz, região da badalada Jericoacoara, com planos de injetar cerca de R$ 700 milhões na construção de dois suntuosos resorts.</p>
<h3>Dois Projetos, Uma Vocação</h3>
<p>O município cearense não foi escolhido por acaso. A logística facilitada pelo Aeroporto Regional de Jericoacoara e a crescente demanda por um destino que é unanimidade mundial transformaram o local no terreno perfeito para a companhia, que mira fechar o ano de 2026 faturando R$ 3,7 bilhões nacionalmente.</p>
<p>O primeiro empreendimento, batizado de <em>Jeriquiá Lagoa</em>, já está em fase de acabamento e deve abrir suas portas aos hóspedes no final deste ano. Simultaneamente, o grupo acaba de lançar o <em>Jeriquiá Dunas</em>, projetado para ser entregue até o ano de 2029. Juntos, os complexos somarão 600 acomodações voltadas para o alto padrão, erguidas estrategicamente no entorno da Lagoa do Paraíso.</p>
<h3>Impacto Sustentável e Empregabilidade</h3>
<p>Para Manoel Pereira, CEO da companhia, o aporte não se resume apenas a aumentar a oferta de leitos, mas em realizar uma inserção sustentável e econômica. &#8220;A região tem espaço para a expansão da hotelaria de forma sustentável, sem excesso de oferta. Queremos crescer junto com o destino e gerar impacto positivo&#8221;, explicou.</p>
<p>O impacto mencionado por Pereira já é medido nas carteiras de trabalho. Somente a fase de obras dos resorts absorveu aproximadamente 400 funcionários. A expectativa é que, com ambas as unidades operando em plena capacidade, pelo menos 600 novos postos de trabalho sejam efetivados de forma direta nos setores operacionais, além de movimentar ativamente toda a cadeia logística de alimentos, bebidas e serviços no Ceará.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Litoral cearense desponta em congresso do mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-cearense-atrai-investidores-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33633</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em pauta no CIMI 360, no Rio de Janeiro, o estado atrai olhares estrangeiros e nacionais, alavancado pelas opções de funding do Ministério do Turismo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro foi palco na última semana do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI 360), evento robusto que agrupou mais de 25 mil profissionais e delegações de 42 países no Riocentro. No entanto, o grande foco das conversas sobre oportunidades em solo brasileiro apontou para uma latitude diferente: o <strong>Ceará</strong>.</p>
<h3>Um Leque de Oportunidades Geográficas</h3>
<p>Participando do painel que apresentou os melhores negócios imobiliários do Brasil ao lado de Bahia, São Paulo e Minas Gerais, o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará (CRECI-CE), Tibério Benevides, evidenciou o diferencial competitivo do estado. Segundo ele, não é apenas o extenso litoral de 573 quilômetros que movimenta a máquina, mas a pluralidade.</p>
<p>&#8220;É muito fácil vender um estado que tem tantos climas, turismo religioso, sítios arqueológicos e serras. O Ceará hoje desponta e o interesse estrangeiro é frequente, embora o próprio brasileiro já desenvolva intensamente o litoral oeste&#8221;, avaliou Benevides, destacando que essa diversidade topográfica atrai desde loteamentos massivos a complexos hoteleiros focados em públicos específicos.</p>
<h3>Ponte Entre Estado, Turismo e Crédito</h3>
<p>A força do mercado cearense não se apoia apenas na natureza, mas no crescente alinhamento do turismo com incentivos governamentais. Com o Brasil registrando o marco histórico de 9,2 milhões de turistas estrangeiros no fim de 2025, a urgência por expansão na rede hoteleira e em resorts abriu precedentes para injetar capital no setor.</p>
<p>Neste viés, a presença do Ministério do Turismo no congresso selou as estratégias para as construtoras. Carlos Henrique Sobral, secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos no Turismo, apresentou ao público do CIMI 360 o Novo Fundo Geral de Turismo (Fungetur). Trata-se de uma linha estruturada de crédito focada em financiar reformas, modernizações, ampliações e injeção de capital de giro em projetos turísticos.</p>
<p>Com essa união entre demanda orgânica por turismo, geografia privilegiada e caminhos facilitados de funding, o mercado imobiliário cearense se consolida como uma aposta madura e indispensável para a cartela de investidores globais nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Avanço da construção modular impulsiona negócios no setor</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/construcao-industrializada-abre-novos-mercados-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33597</guid>

					<description><![CDATA[<p>Soluções modulares ganham força para suprir déficit de mão de obra e geram frentes inéditas de negócio, como no caso da Eternit</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desafio não é novo, mas tem forçado a construção civil brasileira a buscar saídas urgentes: a <strong>falta de mão de obra qualificada</strong>. Com a escassez crônica de pedreiros e outros profissionais nos canteiros, a resposta do mercado veio através de uma mudança na própria maneira de edificar. A construção industrializada tem assumido o protagonismo, impulsionando um ambiente de negócios que contraria o cenário de juros altos.</p>
<h3>O Paradigma Modular Contra a Crise de Empregos</h3>
<p>O método de pré-fabricação, seja por meio de <i>steel frame</i>, <i>wood frame</i> ou blocos modulares, não é apenas uma tendência tecnológica. Trata-se de uma estratégia de sobrevivência e otimização para muitas incorporadoras. De acordo com os dados mais recentes da FGV (Fundação Getulio Vargas), a adoção de sistemas construtivos industrializados deu um salto substancial, passando de 26,4% das empresas em 2025 para 33,6% em 2026. Se somarmos os usos parciais, quase metade do setor (48,2%) já flerta com esse modelo.</p>
<p>A grande vantagem dessa frente de negócios reside na sua velocidade e independência de grandes equipes locais, garantindo entregas mais rápidas e margens de erro quase nulas.</p>
<h3>A Transformação de uma Gigante</h3>
<p>O movimento atingiu em cheio grandes conglomerados. Um dos maiores exemplos é a <strong>Eternit</strong>, que viu sua matriz de receita se transformar nos últimos anos. Conhecida por suas coberturas tradicionais, a empresa centenária teve que se reinventar, especialmente após as sanções ao uso do amianto no Brasil em 2017 e a necessidade de descolar sua receita do volátil ciclo de juros do país.</p>
<p>O resultado dessa adaptação? A divisão de soluções industrializadas, que representava cerca de 2% do faturamento de materiais no período pré-pandemia, hoje mira a fatia de 17% até o fim deste ano. No segundo trimestre de 2026, esse segmento registrou uma expansão expressiva de 50,3% em relação ao ano passado, movimentando valores na casa dos R$ 70 milhões anualizados.</p>
<h3>Modelos de Negócio &#8220;Tailor-Made&#8221; e Inovações na Logística</h3>
<p>Diferente da venda no varejo pulverizado, a construção industrializada demanda soluções <em>tailor-made</em> (sob medida). As fornecedoras entram diretamente na linha de montagem e no projeto estrutural do cliente, permitindo maior margem e fidelidade comercial, já que não se trata de uma mera venda de cimento e tijolos.</p>
<p>Neste contexto de inovações e reinvenções, novos braços comerciais surgem. A Eternit, por exemplo, não parou apenas na mudança do material. A empresa aproveitou o modelo para criar a sua própria transportadora, a EliteMov. Projetada inicialmente para facilitar a distribuição e mitigar a dependência de intermediários, a frente logística rapidamente se transformou em mais uma linha de faturamento.</p>
<p>Vendendo o chamado <i>backhaul</i> (frete de retorno) para outras indústrias no Centro-Oeste, o serviço de transporte interno saltou de R$ 200 mil no segundo trimestre de 2025 para impressionantes R$ 7,4 milhões no mesmo período de 2026, gerando lucros expressivos onde antes só existia custo operacional.</p>
<h3>Impactos da Reforma Tributária no Setor</h3>
<p>Com as iminentes mudanças do sistema tributário nacional, as perspectivas para a construção modular tornam-se ainda mais favoráveis. Hoje, as contratações pulverizadas de autônomos para fases da obra não geram créditos tributários às construtoras.</p>
<p>Com a nova regulação, a contratação de pacotes completos e industrializados permitirá uma organização financeira superior através do aproveitamento de crédito, o que deve consolidar ainda mais esse nicho de mercado, tornando-o atraente não só por razões logísticas e operacionais, mas também fiscais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Preços na indústria recuam, com alta recorde no setor de eletrônicos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/custos-industria-recuo-julho-eletronicos-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:33:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33600</guid>

					<description><![CDATA[<p>IPP registra retração puxada por químicos e derivados de petróleo, enquanto a indústria tecnológica sente o peso do mercado externo de chips</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um movimento contrastante que marcou a indústria brasileira em julho de 2026, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) apontou uma deflação média nas fábricas, porém encobriu um verdadeiro <strong>choque de custos no setor de tecnologia e eletrônicos</strong>. Enquanto o índice geral caiu, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos explodiram com uma alta inédita de 11,37% na porta de fábrica.</p>
<h3>A Disparada dos Preços na Tecnologia</h3>
<p>Foi a maior variação mensal no setor de tecnologia desde o início da série histórica do IBGE, em 2010. Nunca antes o segmento havia registrado inflação na casa dos dois dígitos entre meses consecutivos (o último pico foi 5,63% na pandemia, em abril de 2020).</p>
<p>O que motivou essa escalada foi a pressão internacional. O mercado global de memórias NAND e DRAM passou por fortes reajustes durante as renovações de contrato. Esse repasse cambial e tarifário rapidamente invadiu as esteiras de montagem nacionais, encarecendo a produção de componentes, celulares, placas e computadores pessoais em solo brasileiro. Com esse salto, a tecnologia se tornou a líder absoluta de aumentos tanto no acumulado do ano (17,56%) quanto na janela de 12 meses (21,10%).</p>
<h3>O Contraponto do Petróleo e da Indústria Química</h3>
<p>Apesar do estrago na cadeia de semicondutores, a média global do IPP &#8211; índice que exclui impostos e fretes para medir a variação nas fábricas &#8211; conseguiu manter sua trajetória de retração, caindo 0,83% em julho. O resultado sucedeu a baixa de -0,81% verificada em junho, resultando em um acumulado positivo no ano de apenas 3,09%.</p>
<p>Essa &#8220;salvação&#8221; da média geral foi sustentada, em sua ampla maioria, pelo forte recuo na ponta dos derivados de petróleo e da petroquímica. O <strong>refino de petróleo e biocombustíveis</strong> foi o maior peso negativo, caindo 5,65% no período, seguido pelos produtos químicos que retraíram 4,49%.</p>
<p>Essa redução marca uma mudança de cenário em relação ao início do ano, quando tensões no Oriente Médio haviam encarecido o mercado energético. Com a diminuição das pressões externas sobre o barril e uma demanda petroquímica global desaquecida, o repasse chegou finalmente ao setor produtivo.</p>
<h3>Análise dos Bens de Produção</h3>
<p>As assimetrias na variação dos custos deixam claro o atual perfil da produção. Dos 24 setores pesquisados, quase a metade (11) apresentaram deflação no mês de julho, mostrando um quadro mais flexível se comparado a junho, quando apenas seis grupos haviam barateado.</p>
<p>A categoria de <strong>bens intermediários</strong>, que é a espinha dorsal e representa mais da metade (54,10%) de toda a indústria analisada, foi a principal âncora que puxou os números totais para baixo, ajudada também pelas indústrias extrativas, que somaram -4,38% de variação no mês. Por outro lado, setores como borracha, plásticos e alimentos apresentaram uma dinâmica mista e contida, fechando o quadro de um mês de respiro geral, exceto para as montadoras de aparelhos eletrônicos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Otimismo no mercado imobiliário tenta driblar alta na taxa Selic</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-mantem-confianca-alta-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desemprego em baixa e valorização de aluguéis sustentam otimismo nas construtoras, embora a classe média comece a dar sinais de alerta</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vive um paradoxo econômico que reflete intensamente no setor de construção e incorporação. Mesmo com a taxa básica de juros (Selic) pairando nos dolorosos 14,25% ao ano — um cenário tradicionalmente tóxico para financiamentos —, a grande maioria dos empresários do setor mantém o foco no crescimento. Uma pesquisa divulgada pela Sienge mostra que <strong>76% dos players do mercado imobiliário</strong> tencionam aplicar novos investimentos ao longo de 2025.</p>
<h3>As Engrenagens do Otimismo Setorial</h3>
<p>O que sustenta a confiança de um setor cujo desempenho costuma estar intimamente atrelado à facilidade de crédito? De acordo com Renato Lomonaco, diretor de assuntos econômicos e administrativos da Abrainc, a resposta está na resiliência do próprio mercado, ancorada por bases macroeconômicas favoráveis, como o boom nas exportações e, principalmente, <strong>o mercado de trabalho</strong>.</p>
<p>A taxa de desemprego alcançou sua menor marca trimestral desde 2012, caindo praticamente pela metade quando comparada aos níveis de 2021. &#8220;Quando a economia brasileira está bem é porque a construção empurra. Mas o emprego é um critério de vendas fundamental&#8221;, analisa Lomonaco. Pessoas empregadas têm confiança e lastro para assumir dívidas de longo prazo, como a compra da casa própria.</p>
<h3>A Lógica Invertida do Aluguel vs. Compra</h3>
<p>Outro fenômeno que empurra os compradores para o mercado, apesar dos juros elevados, é a escalada desenfreada dos aluguéis. Desde 2020, o valor médio das locações disparou 63,6%, deixando para trás a inflação acumulada de 33,5% do período.</p>
<p>Esse avanço agressivo nas parcelas mensais gera um movimento duplo: por um lado, investidores são atraídos pelas margens altas e pela rentabilidade do aluguel; por outro, locatários se sentem &#8220;expulsos&#8221; e pressionados a adquirir imóveis, enxergando na parcela do financiamento, mesmo cara, um ativo mais seguro a longo prazo. Esse fluxo, somado ao crescimento demográfico contínuo do Brasil, garante a demanda constante nas incorporadoras.</p>
<h3>A Luz Amarela na Classe Média</h3>
<p>Apesar da visão positiva no panorama geral, há <strong>rachaduras perigosas</strong> no tecido do mercado. Fabrício Schveitzer, conselheiro de negócios da Sienge, destaca que a carga dos juros atua de maneira muito desigual na sociedade.</p>
<p>Enquanto o setor de alto padrão possui capital próprio e é praticamente imune às variações de crédito, e as moradias populares são amplamente subsidiadas por programas governamentais (como o Minha Casa, Minha Vida), <strong>a classe média é quem absorve o choque.</strong> Composta predominantemente por assalariados sem acesso a grandes subsídios, a camada média da população começa a demonstrar forte desaceleração e cansaço na aquisição de imóveis, incapaz de encaixar o peso dos juros brutais no orçamento familiar.</p>
<p>A gestão desse desafio nos próximos trimestres — entre alavancar a emissão de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e estruturar ofertas atrativas — ditará o ritmo da construção civil em um Brasil de Selic alta, mas de economia pulsante.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Porcelanato: Como escolher o melhor tipo para cada ambiente</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/arquitetura/guia-definitivo-escolher-porcelanato-ideal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33603</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dos grandes formatos às texturas rústicas, saiba como harmonizar acabamentos, garantir durabilidade e transformar a estética do seu projeto</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher o revestimento de um imóvel é um dos passos mais importantes — e definitivos — de uma obra ou reforma. E quando o assunto é aliar estética imponente à durabilidade, o <strong>porcelanato</strong> segue como a escolha principal nos projetos de arquitetura e interiores. No entanto, a enorme variedade de tamanhos, bordas e acabamentos pode gerar mais dúvidas do que certezas no momento da compra.</p>
<p>Seja para compor uma sala de estar elegante ou garantir a segurança na área da piscina, entender as características de cada modelo é a chave para evitar prejuízos e reformas precoces.</p>
<h3>Os Três Acabamentos Principais</h3>
<p>A primeira grande decisão envolve a textura da superfície da peça, que dita não apenas o estilo do ambiente, mas sua funcionalidade:</p>
<ul>
<li><strong>Porcelanato Polido:</strong> É o queridinho para ambientes internos e secos, como salas de estar e dormitórios. Ele recebe um polimento rigoroso que lhe confere um brilho espelhado intenso e altíssima sofisticação. A desvantagem? Fica extremamente escorregadio em contato com água e é suscetível a riscos, não sendo indicado para garagens, cozinhas ou banheiros.</li>
<li><strong>Porcelanato Acetinado:</strong> Com uma textura fosca e suave, ele é muito menos propenso a arranhões do que o polido e não reflete luz, oferecendo uma sensação visual de conforto e aconchego. Por ser menos liso, pode ser usado com cautela em cozinhas e áreas sociais.</li>
<li><strong>Porcelanato Rústico (ou EXT):</strong> Possui textura áspera e abrasiva, criado especificamente para prevenir acidentes. É a escolha obrigatória para áreas externas, bordas de piscinas, banheiros e varandas abertas. A rugosidade exige uma limpeza um pouco mais rigorosa, mas garante a segurança contra derrapagens.</li>
</ul>
<h3>A Era dos Grandes Formatos</h3>
<p>Nos últimos anos, o design de interiores foi tomado pelas maxiplacas. Os porcelanatos em <strong>grandes formatos</strong> (peças que partem de 90x90cm e podem superar os 3 metros de altura) revolucionaram os projetos.</p>
<p>A maior vantagem do uso dessas lajes gigantes é a continuidade visual. Como cobrem grandes extensões, elas exigem pouquíssimas linhas de rejunte. Isso cria a ilusão de um piso ou parede monolítico e uniforme, ampliando consideravelmente a sensação de espaço no ambiente. No entanto, o transporte e a instalação requerem mão de obra altamente especializada e niveladores precisos, encarecendo a execução.</p>
<h3>Borda Reta x Borda Arredondada</h3>
<p>Por fim, o estilo da borda interfere diretamente no resultado final e na percepção de luxo. A grande maioria dos porcelanatos modernos é vendida na versão <strong>Retificada</strong> (borda reta). Elas são cortadas perfeitamente em 90 graus, permitindo que as placas fiquem instaladas muito próximas umas das outras — usando um rejunte de 1mm a 1,5mm. É o segredo para aquele visual contínuo e limpo.</p>
<p>Em contrapartida, modelos mais acessíveis possuem borda <strong>Bold</strong> (arredondada), que exige um espaçamento maior de rejunte (geralmente de 3mm a 5mm) para acomodar as variações naturais da cerâmica, criando uma estética mais rústica e segmentada.</p>
<p>Compreender essas dinâmicas é fundamental para investir na peça certa e valorizar cada centímetro quadrado do seu projeto residencial.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Mão de obra encarece e puxa custo da construção em agosto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/mao-de-obra-incc-m-agosto-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33583</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto materiais e equipamentos desaceleram, o grupo de trabalhadores avança 1,56% no mês e responde pelo maior impulso do INCC-M</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O custo com mão de obra na construção civil subiu 1,56% em agosto de 2026, quase o dobro do registrado em julho, quando havia ficado em 0,93%. Foi esse avanço expressivo no grupo de trabalhadores que puxou o Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) de 0,62% para 0,85% no período, segundo dados divulgados pelo FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (27).</p>
<h3>Materiais desaceleram, serviços avançam levemente</h3>
<p>Enquanto a mão de obra pressionou o índice para cima, o comportamento dos demais grupos seguiu direção contrária. O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,33%, abaixo dos 0,40% de julho. Dentro da categoria, os materiais para acabamento tiveram uma perda de ritmo marcante: passaram de 0,73% no mês anterior para apenas 0,13% em agosto.</p>
<p>Já o grupo de serviços acelerou levemente, saindo de 0,25% para 0,33%, influenciado principalmente pelo item &#8220;aluguel de máquinas e equipamentos&#8221;, que ficou mais caro durante o período de coleta.</p>
<h3>Acumulado anual ainda menor que o de 2025</h3>
<p>Apesar da aceleração mensal, o cenário de 12 meses apresenta uma leitura mais favorável. O INCC-M acumula alta de 6,56% nos últimos 12 meses — um patamar ainda abaixo dos 7,49% registrados no mesmo período de 2025. O índice reflete a coleta de preços realizada entre 21 de julho e 20 de agosto de 2026.</p>
<p>O INCC-M é um dos principais indicadores para o setor da construção civil, frequentemente utilizado em contratos de compra e venda de imóveis na planta. Variações acima do esperado no índice podem impactar o valor final dos imóveis financiados e afetar o custo de execução de obras em andamento.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Perspectivas e presente: Índices apontam deterioração na indústria brasileira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/confianca-industria-brasil-queda-agosto-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ISA e IE recuam ao menor nível em meses, indicando que empresários avaliam mal tanto o momento atual quanto os próximos meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As perspectivas para os próximos meses preocupam tanto quanto o momento atual. Em agosto de 2026, o Índice de Expectativas (IE) da indústria brasileira recuou 2,0 pontos e chegou a 92,6 pontos — o menor patamar desde novembro de 2025. Para a FGV (Fundação Getulio Vargas), que divulgou os dados nesta quinta-feira (27), o resultado reflete uma percepção de desaceleração à frente, agravada pela incerteza com o debate eleitoral.</p>
<h3>Situação atual também deteriora</h3>
<p>No campo do momento presente, o quadro é igualmente desfavorável. O ISA (Índice de Situação Atual) caiu 5,0 pontos em agosto, atingindo 94,9 pontos — o nível mais baixo desde dezembro de 2025. O indicador mede como os empresários avaliam as condições presentes do setor e aponta que, na prática, a percepção de quem está no chão de fábrica é de retração.</p>
<p>O resultado consolidado, o ICI (Índice de Confiança da Indústria), recuou 3,5 pontos no mês, para 93,7 pontos. Trata-se da maior queda em um ano e foi provocada pela combinação de demanda menos aquecida e novo acúmulo de estoques — dois sinais clássicos de que o ritmo de produção pode ser cortado nos meses seguintes.</p>
<h3>Juros e eleições dividem o cenário</h3>
<p>&#8220;Em relação ao futuro, o resultado reflete uma perspectiva geral de desaceleração da atividade econômica e possíveis aumentos da incerteza com a intensificação dos debates sobre as eleições&#8221;, explicou Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE.</p>
<p>O analista destacou que, apesar da estabilidade no mercado de trabalho e das políticas de estímulo setoriais, o cenário macroeconômico segue dividido. Os juros elevados e a pressão inflacionária são apontados como fatores determinantes para a desaceleração da confiança. &#8220;Setores relacionados a bens de capital e de consumo duráveis mantêm alguma resiliência devido a políticas setoriais, mas seguem sensíveis à política monetária&#8221;, completou Pacini.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Massey Ferguson lança nova linha compacta para o pequeno produtor</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/massey-ferguson-mf-2700-expointer-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33586</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desenvolvida em conjunto com o grupo europeu Same Deutz-Fahr, a série MF 2700 chega à Expointer 2026 com foco em custo-benefício e versatilidade para propriedades de menor porte</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Massey Ferguson chegou à Expointer 2026 com uma estratégia clara para ampliar sua presença entre os pequenos e médios produtores rurais brasileiros: a nova série MF 2700, linha de tratores compactos desenvolvida em parceria com o grupo europeu SDF (Same Deutz-Fahr). A escolha da maior feira agropecuária do Brasil — realizada em Esteio (RS) entre os dias 29 de agosto e 6 de setembro — para o lançamento não é coincidência. É o palco certo para alcançar o público ao qual a linha se dirige.</p>
<h3>O que define a série MF 2700</h3>
<p>Os tratores da linha MF 2700 operam com potências entre 35 cv e 60 cv, equipados com motores mecânicos de três cilindros projetados para oferecer robustez com simplicidade de manutenção. A transmissão de oito velocidades foi pensada para facilitar a operação em áreas menores e espaços reduzidos, sem exigir grande curva de aprendizado do operador.</p>
<p>Os modelos atendem aos padrões internacionais de emissão Stage 3A e incluem, dependendo da versão, sistema hidráulico com controle de descida, trava hidráulica, tomada de força independente e capacidade de levante adequada para diferentes implementos. A plataformagem em parceria com a SDF é o principal diferencial: garante escala global de produção, o que se reflete no custo de aquisição e, especialmente, no custo de peças e manutenção ao longo da vida útil do equipamento.</p>
<h3>Aplicações e perfil de produtor</h3>
<p>A versatilidade da linha é um dos argumentos centrais da marca. A série MF 2700 foi desenhada para trabalhar em horticultura, fruticultura, produção de grãos em pequena escala, pecuária e serviços gerais dentro da propriedade, incluindo transporte interno. Seu tamanho compacto permite operar em espaços onde tratores maiores não chegam — um ganho prático para quem trabalha com cultivos em fileiras ou em terrenos acidentados.</p>
<p>O lançamento reforça o movimento da Massey Ferguson de ocupar o segmento de entrada do mercado de tratores no Brasil, historicamente dominado por marcas de menor custo. Com o respaldo técnico da parceria SDF e a presença consolidada da marca no país, a estratégia é oferecer ao produtor de menor porte uma opção com credencial internacional e suporte de rede local.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Caucaia lidera boom de lançamentos e se consolida como novo polo imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/rmf-lancamentos-caucaia-ceara-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33589</guid>

					<description><![CDATA[<p>Região Metropolitana de Fortaleza registrou salto de 64% nos lançamentos em 2026, com Caucaia respondendo por metade das unidades lançadas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caucaia está no centro de uma expansão imobiliária que reposiciona a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) no mapa do mercado imobiliário cearense. De janeiro a julho de 2026, a RMF registrou 4.409 unidades habitacionais lançadas — alta de 64% sobre os 2.692 do mesmo período de 2025. A cidade de Caucaia respondeu por 24 dos 48 lançamentos da região, ou seja, exatamente 50% do total. Maracanaú (11), Eusébio (8) e Aquiraz (5) completaram a lista.</p>
<h3>O que revelam os dados financeiros da RMF</h3>
<p>A transformação não é apenas em volume. O Valor Geral Lançado (VGL) na RMF saltou 63%, chegando a R$ 1,2 bilhão nos sete primeiros meses do ano. Em Fortaleza, o movimento foi inverso: os lançamentos encolheram 14% em valor, somando R$ 2,6 bilhões — reflexo da pressão do custo da terra na capital e da migração de incorporadores para municípios com mais espaço e menor custo de produção.</p>
<p>O total de lançamentos no Ceará entre janeiro e julho chegou a 10.809 unidades, crescimento de 32% sobre o mesmo período de 2025, com VGL total de R$ 3,9 bilhões, praticamente estável (+1%).</p>
<h3>Vendas e VGV crescem com Fortaleza na liderança financeira</h3>
<p>No lado das vendas, o mercado cearense comercializou 10.067 imóveis no período, alta de 3% sobre 2025. O Valor Geral de Vendas (VGV) chegou a R$ 795 milhões apenas em julho — um salto de 22% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro a julho, o VGV somou R$ 5,3 bilhões, 13% acima de 2025.</p>
<p>Fortaleza concentrou R$ 4,2 bilhões desse total (+19%), enquanto a RMF registrou R$ 1,1 bilhão, com recuo de 3% na comparação anual — indicando que, embora a região esteja em expansão de lançamentos, o volume de vendas ainda está em fase de maturação.</p>
<p>Os dados foram divulgados na quarta-feira (26) pelo Sinduscon Ceará, com base em estudo patrocinado pelo Sebrae e desenvolvido com apoio da Brain Inteligência Estratégica. A pesquisa analisou 427 empreendimentos de 149 empresas em Fortaleza e na RMF.</p>
<p>Para Patriolino Dias de Sousa, presidente do Sinduscon Ceará, a expansão fora da capital exige atenção estrutural. &#8220;Esse movimento exige planejamento, infraestrutura e segurança jurídica para que o crescimento se traduza em cidades mais integradas e em oportunidades de moradia para diferentes faixas de renda&#8221;, afirmou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Juros reais e reforma tributária travam a construção civil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/reforma-tributaria-juros-travam-construcao-civil-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33550</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lideranças do setor imobiliário alertam que a combinação de carga tributária recorde e crédito caro limita o investimento e o acesso das famílias à moradia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A carga tributária brasileira atingiu o patamar histórico de 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto deste ano, conforme dados revisados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional. O número acendeu um alerta durante a Convenção Secovi-SP de 2026, realizada nesta quarta-feira (26), reunindo nomes do mercado imobiliário e da economia para discutir os obstáculos ao crescimento do setor.</p>
<p>Para o economista e ex-presidente do Banco do Brics, Marcos Troyjo, o contraste com as políticas adotadas pelos Estados Unidos é preocupante. Enquanto o governo americano avança em um processo de desregulamentação, desburocratização e corte de impostos — com a carga tributária em queda em relação ao PIB —, o Brasil caminha na direção contrária. &#8220;A tendência de fechamento do mercado chinês pode direcionar capital para outros países, e o Brasil tem potencial para atrair esses recursos. Mas a questão fiscal e a burocracia podem desviar esse fluxo para locais mais abertos a novos investidores&#8221;, avaliou Troyjo.</p>
<p>O Brasil ocupa atualmente a segunda posição entre os países com maior juro real do mundo. Segundo ranking elaborado pela MoneYou em parceria com a Lev Intelligence referente a agosto, a taxa real brasileira chegou a 9,33% ao ano após a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O único país à frente é a Rússia, com 9,67%.</p>
<p>O presidente da Secovi-SP, Jorge Cury, foi direto ao avaliar o efeito desse cenário sobre o mercado. &#8220;O patamar sufoca a capacidade de investimento do setor produtivo e restringe drasticamente o acesso das famílias ao crédito imobiliário de longo prazo&#8221;, afirmou, em referência ao nível atual de juros.</p>
<p>Apesar de a Selic ter recuado para 14% ao ano em seu ciclo mais recente de cortes, o ritmo de queda ainda não satisfaz o setor produtivo. Cury defendeu que a responsabilidade fiscal é condição indispensável para que as reduções sejam mais consistentes e sustentadas. Na avaliação do presidente da Secovi-SP, o ambiente de negócios depende também de segurança jurídica — e nesse ponto, a reforma tributária em curso preocupa. &#8220;A reforma tributária como está é inaplicável&#8221;, sentenciou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Case aposta em etanol e telemetria para o futuro da construção</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/case-etanol-telemetria-maquinas-construcao-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33547</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fabricante apresenta pá-carregadeira a etanol em fase de testes e revela que 100% de seus equipamentos saem de fábrica com telemetria embarcada</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fábrica da CNH em Contagem (MG) recebeu em 2025 um aporte de US$ 13,8 milhões — cerca de R$ 73 milhões — para modernização de suas instalações, reforçando o papel estratégico de Minas Gerais na operação global da Case Construction Equipment. A unidade produz cinco das oito linhas de produtos da marca e é o centro mundial de fabricação de tratores de esteira. Dois terços da produção abastece o mercado brasileiro; um terço vai para exportação.</p>
<p>Foi nesse cenário de investimento que a Case revelou, entre os dias 18 e 20 de agosto, no Centro de Experiência de Construções (CEC), em Sarzedo (MG), que 100% dos equipamentos de construção fabricados em Contagem já saem de fábrica com telemetria embarcada. A tecnologia permite monitorar dados operacionais em tempo real, apoiar a manutenção preditiva, analisar desempenho e tornar mais eficiente a gestão de frotas — sem necessidade de retrofit.</p>
<p>O Case Experience, evento realizado no CEC para clientes, parceiros e imprensa, reuniu também o destaque mais aguardado da programação: a pá-carregadeira Case 721E a etanol. O equipamento é um projeto-conceito ainda em fase de testes, desenvolvido a partir da plataforma já existente do modelo 721E e adaptado às demandas do setor sucroalcooleiro. Sem previsão imediata de comercialização, a máquina foi projetada para operar com etanol produzido pelas próprias usinas, o que pode reduzir a dependência do diesel e as emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>Para atender às aplicações com materiais de baixa densidade — como o bagaço de cana —, a máquina recebeu configurações específicas: caçamba de maior capacidade e pneus adequados para garantir tração e estabilidade em superfícies irregulares com acúmulo de material.</p>
<p>Inaugurado há pouco mais de um ano, o CEC ocupa 962 m² e foi construído com investimento de R$ 12 milhões. O espaço reúne salas de treinamento, auditório, oficina conectada, recursos de realidade aumentada e campo de provas com áreas de asfalto e terra para demonstrações e validações de equipamentos.</p>
<p>&#8220;A experiência prática é fundamental para aproximar nossos clientes e parceiros das tecnologias que estamos desenvolvendo. Fazer isso em Minas Gerais torna esse encontro ainda mais especial e estratégico para a Case, pela relevância do estado para o nosso negócio e pela nossa presença produtiva&#8221;, destacou Henrique Sá, líder da Case Construction Equipment para a América Latina.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>IPCA-15 cai 0,46% em agosto e fica abaixo da meta</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ipca-15-deflacao-agosto-2026-energia-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda na energia elétrica, nos alimentos in natura e nos transportes explica a deflação da prévia do IBGE; índice acumula 4,24% em 12 meses</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três segmentos da economia puxaram os preços para baixo em agosto e garantiram à prévia da inflação o segundo resultado negativo em pouco mais de um ano: habitação, transportes e alimentação e bebidas. O IPCA-15, indicador que o IBGE utiliza como antecedente do índice oficial de inflação, registrou queda de 0,46 ponto percentual em relação ao que havia sido medido em julho, quando a taxa havia subido 0,06%.</p>
<p>O principal responsável pela deflação foi o setor de habitação, com recuo de 1,41%. A força dessa queda está diretamente ligada à energia elétrica residencial: o bônus de Itaipu, que incide nas contas de agosto, somou R$ 1,85 a cada 100 kWh, mesmo com a bandeira amarela ainda em vigor. O efeito sobre o bolso do consumidor foi imediato e amplificou a queda do índice.</p>
<p>Na alimentação e bebidas, a deflação chegou a 0,57%, impulsionada principalmente por produtos frescos. O tomate registrou a queda mais expressiva: mais de 27%. A batata recuou 25%, a cenoura 17% e o café moído perdeu 2,31% de seu valor. Em sentido contrário, o leite subiu 3,41% e as frutas, 3,11%, segurando parte do alívio que poderia ter sido ainda maior.</p>
<p>Em São Paulo, os efeitos foram mais contidos. A capital paulista registrou a menor deflação entre todas as 11 regiões pesquisadas, com queda de apenas 0,06%. A baixa queda no preço do leite e os custos de conserto de veículos contribuíram para segurar o recuo. No extremo oposto, Curitiba teve a maior deflação, de 0,82%, influenciada pelo barateamento das passagens aéreas.</p>
<p>Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula alta de 3,09% no ano e de 4,24% nos últimos 12 meses — abaixo dos 4,52% registrados no período anterior e dentro do teto da meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 4,5%. Em agosto de 2025, o índice havia ficado em -0,14%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MCMV bate recorde e responde por 58% dos lançamentos no semestre</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mcmv-recorde-lancamentos-vendas-imoveis-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33556</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com 226 mil unidades vendidas entre janeiro e junho de 2026, mercado cresce 5,4% mesmo diante de juros elevados; MCMV bate recorde histórico de participação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) alcançou em abril, maio e junho deste ano sua maior fatia histórica nos lançamentos imobiliários residenciais do país. Das 107.161 unidades colocadas à venda no segundo trimestre de 2026, 62.129 — ou 58% do total — estavam enquadradas no programa do governo federal, o maior percentual desde o início da série histórica, em 2019. No primeiro trimestre deste ano, essa participação era de 50%.</p>
<p>A distribuição regional revela diferenças significativas. No Norte, o MCMV respondeu por 68% dos lançamentos do período; no Sudeste, por 66%; no Nordeste, 60%; no Centro-Oeste, 52%. O Sul apresentou o menor índice de adesão ao programa, com 29% de participação.</p>
<p>&#8220;O Minha Casa, Minha Vida poucas vezes representou mais de 50% dos lançamentos e, neste trimestre, chegou a 58%. O programa ganhou participação no mercado e ainda há espaço para avançar, podendo chegar a 60% ou até 65% dos lançamentos&#8221;, avaliou Celso Petrucci, conselheiro da CBIC e diretor de economia do Secovi-SP, durante a apresentação dos Indicadores Imobiliários Nacionais do segundo trimestre de 2026 nesta segunda-feira (24).</p>
<p>Nas vendas, o MCMV respondeu por 51% das 113.676 unidades comercializadas no período — 58.392 unidades, alta de 5% frente ao primeiro trimestre.</p>
<p>No panorama geral do semestre, o mercado imobiliário brasileiro registrou 226.536 unidades vendidas de janeiro a junho, crescimento de 5,4% sobre as 214.910 negociadas no mesmo período de 2025. Os lançamentos totalizaram 211.651 unidades nos seis meses, praticamente estáveis em relação às 212.338 do primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A tipologia mais comercializada continuou sendo a de dois dormitórios, que concentrou 65,2% das vendas no segundo trimestre. Em seguida vieram imóveis de um dormitório (23,1%), três dormitórios (10%) e quatro dormitórios (1,8%).</p>
<p>O Valor Geral de Vendas (VGV) ficou em R$ 66,2 bilhões no segundo trimestre — estável em relação ao trimestre anterior, mas 5,5% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. O ticket médio dos imóveis vendidos recuou 10,3% na comparação anual, reflexo direto do crescimento da participação do MCMV, cujos imóveis têm menor valor unitário. No Valor Geral de Lançamentos (VGL), o segundo trimestre registrou R$ 62,4 bilhões.</p>
<p>A oferta de imóveis novos disponíveis encerrou junho com 355.290 unidades, queda de 2,1% em relação a março, mas alta de 8,2% sobre o segundo trimestre de 2025. Para o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, o resultado confirma a solidez do setor mesmo num ambiente adverso. &#8220;Os números mostram um mercado saudável e estável, com lançamentos e vendas avançando mesmo em um ambiente de juros elevados&#8221;, afirmou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mcmv-recorde-lancamentos-vendas-imoveis-2026/">MCMV bate recorde e responde por 58% dos lançamentos no semestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Alta de 7,43% no m² deixa custo da construção no Ceará o 3º mais caro</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/alta-de-743-no-m%c2%b2-deixa-custo-da-construcao-no-ceara-3o-mais-caro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33532</guid>

					<description><![CDATA[<p>Custo médio de construção chegou a R$ 1.883,24 em julho, acima da média nordestina; Maranhão e Paraíba lideram a região, enquanto SINAPI aponta alta nacional de 0,48%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ceará ocupa a terceira posição entre os estados nordestinos com maior custo médio de construção civil por metro quadrado. Em julho de 2026, o valor chegou a R$ 1.883,24 — acima da média da região Nordeste —, com variação de 5,27% no acumulado do ano e alta de 7,43% nos últimos 12 meses. Os dados são do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI), produzido em conjunto pelo IBGE e pela Caixa Econômica Federal.</p>
<h3>Nordeste abaixo da média nacional, mas com variações expressivas</h3>
<p>No panorama nacional, o custo médio por metro quadrado subiu de R$ 1.976,37 em junho para R$ 1.985,53 em julho — variação de 0,48% no mês. O Nordeste, como região, registrou custo médio abaixo dessa referência nacional, embora os estados apresentem comportamentos distintos entre si.</p>
<p>O Maranhão lidera o ranking nordestino com o maior custo médio: R$ 1.963,74 por metro quadrado. A Paraíba aparece em segundo lugar, e o Ceará em terceiro, com R$ 1.883,24. A leitura regional mostra que, apesar do custo cearense ser inferior ao nacional, a trajetória de alta acumulada — especialmente nos últimos 12 meses — coloca pressão sobre o orçamento das obras e o acesso à habitação.</p>
<h3>O que explica a variação acumulada</h3>
<p>A alta de 7,43% em 12 meses no custo do metro quadrado cearense está alinhada à pressão inflacionária sobre materiais de construção, mão de obra e logística que marcou o período recente. O SINAPI é o principal índice de referência para contratos de obras financiadas com recursos públicos, incluindo o Minha Casa, Minha Vida — o que torna a trajetória do indicador um fator relevante tanto para o setor privado quanto para as políticas habitacionais estaduais e federais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Estoque alto e juros travam reajuste de preços do aço</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/estoque-alto-e-juros-travam-reajuste-de-precos-do-aco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distribuidoras sustentam 3,6 meses de estoque — acima do nível considerado saudável pelo Inda — e mercado descarta altas no curto prazo diante da concorrência das importações</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estoques em 3,6 meses — patamar considerado elevado pelo Instituto Brasileiro de Distribuição de Aço (Inda) — e juros básicos em torno de 14% ao ano, o mercado de aço não vê espaço para reajustes de preço no curto prazo. A leitura é do próprio Inda, que aponta o custo de carregamento de estoque como um desincentivo adicional à manutenção de posições elevadas nos distribuidores.</p>
<h3>Por que os estoques subiram — e o que frustrou a estratégia</h3>
<p>O acúmulo de estoque nas distribuidoras não foi casual. Segundo o Inda, a percepção dominante no mercado era de que as usinas produtoras elevariam seus preços — o que levou os distribuidores a aumentar as compras para garantir volumes pelo preço anterior. Como essa perspectiva de grandes reajustes não se concretizou, a estratégia perdeu a racionalidade e gerou o excesso atual.</p>
<p>Com juros a 14% ao ano, manter capital imobilizado em produtos estocados representa um custo financeiro expressivo para as empresas. A orientação do Inda é clara: &#8220;Seria saudável, e é o que recomendamos aos nossos associados, que diminuam esses estoques&#8221;, afirmou o representante da entidade.</p>
<h3>Importação indireta aperta a demanda interna</h3>
<p>Além do excesso de estoques, o mercado de aço enfrenta outro vetor de pressão: a concorrência da importação indireta. Trata-se do aço incorporado aos produtos industrializados importados pelo Brasil — que reduz a demanda doméstica pelos produtos siderúrgicos nacionais sem aparecer nas estatísticas de importação direta de aço.</p>
<p>As compras das distribuidoras avançaram em julho, mas o acumulado do ano permanece negativo, com retração de 2,9%. A perspectiva do Inda aponta crescimento de aproximadamente 1,5% nas vendas de agosto em relação a julho, porém insuficiente para reverter o resultado negativo do acumulado. &#8220;Dificilmente vamos ver um crescimento do aço esse ano&#8221;, sintetizou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Lançamentos no setor de máquinas são destaque em evento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/lancamentos-no-setor-de-maquinas-sao-destaque-em-evento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conectividade, inteligência artificial e eletrificação estarão no centro das discussões e lançamentos da 17ª edição do Concrete Show</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 17ª edição do Concrete Show reúne, de 25 a 27 de agosto, mais de 450 marcas expositoras no São Paulo Expo para apresentar lançamentos e novidades em máquinas pesadas e equipamentos para construção civil. Entre os destaques estão novos modelos de autobombas, betoneiras e fresadoras lançados por fabricantes alemães e chineses — muitos deles inéditos no mercado brasileiro. O evento serve também como palco para o anúncio de tendências tecnológicas que os fabricantes identificam como centrais para o setor nos próximos anos: conectividade, inteligência artificial e eletrificação.</p>
<h3>Liebherr: nova linha de autobombas desenvolvida para o Brasil</h3>
<p>A alemã Liebherr escolheu o Concrete Show para apresentar ao mercado brasileiro sua nova geração de autobombas e bombas rebocáveis para concreto — equipamentos até então ausentes do portfólio local da empresa. &#8220;Desenvolvemos essa linha para atender às necessidades do mercado brasileiro e latino-americano. Com esse lançamento, ampliamos nossa atuação também na etapa de distribuição do concreto, oferecendo soluções que combinam alta produtividade, robustez e manutenção facilitada&#8221;, afirmou Gian Romano, gerente divisional de Tecnologia do Concreto da Liebherr.</p>
<p>O executivo destaca a fabricação nacional como diferencial: a estrutura local garante suporte técnico ágil, disponibilidade de peças originais e maior disponibilidade mecânica, fatores críticos para clientes que operam sob pressão de prazo.</p>
<h3>Schwing-Stetter: bomba para até 70 pavimentos e betoneiras de nova geração</h3>
<p>A Schwing-Stetter apresentará a autobomba XS10022MA, projetada para bombeamento em altura de edifícios de até 70 pavimentos — equipamento relevante diante do avanço da verticalização nas grandes cidades brasileiras. Completam o portfólio os modelos XS8010GB e XS12013GB para operações de alto volume, além das novas autobetoneiras AM8FHC e AM10FHC, desenvolvidas para rápida absorção de agregados e homogeneização mínima do concreto.</p>
<p>Para o presidente da Schwing-Stetter, Renato Torres, o cenário de juros elevados tornou os clientes mais criteriosos: &#8220;Eles priorizam confiabilidade, disponibilidade mecânica e suporte técnico especializado&#8221;. O executivo antecipa também o lançamento de autobetoneiras elétricas montadas sobre caminhões da XCMG, previsto para o final de 2026.</p>
<h3>Chinesas ampliam presença: XCMG, Zoomlion e o portfólio de lançamentos</h3>
<p>A XCMG Brasil apresentará a Fresadora XM1005H e a Vibroacabadora RP505, ampliando sua estratégia no segmento de pavimentação. Já a Zoomlion leva três novidades: a autobomba K110-13R, uma betoneira de 10 m³ para caminhões de quatro eixos e a perfuratriz modelo 255R, para aplicações com estaca hélice.</p>
<p>Completam o evento marcas como Putzmeister, Fiori e Yanmar — esta última com miniescavadeiras das séries SV e VIO e rompedor SB40. O conjunto de lançamentos confirma que o mercado brasileiro, mesmo pressionado por juros e custos operacionais, mantém-se como destino prioritário para os grandes fabricantes mundiais de equipamentos para construção.</p>
<h3>Informações do evento</h3>
<p><strong>Evento:</strong> Concrete Show 2026 — 17ª edição<br />
<strong>Data:</strong> 25 a 27 de agosto de 2026<br />
<strong>Horário:</strong> Das 13h às 20h<br />
<strong>Local:</strong> São Paulo Expo — Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 — São Paulo/SP<br />
<strong>Site oficial:</strong> <a href="https://www.concreteshow.com.br" target="_blank" rel="noopener">concreteshow.com.br</a></p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Ceará lidera com investimentos via incentivos fiscais</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/ceara-lidera-com-investimentos-via-incentivos-fiscais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33529</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com aprovação R$ 675 milhões em investimentos e 6,43 mil empregos, Estado lidera com 139 projetos e alcançam 22 municípios de Cariri ao Litoral Leste</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor calçadista emerge como o grande destaque da terceira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Condec) em 2026. Os projetos ligados à indústria de calçados somam mais de R$ 49 milhões em investimentos aprovados — número que, somado aos projetos correlatos, deve superar R$ 90 milhões — com potencial de gerar mais de 1.200 empregos diretos em municípios cearenses.</p>
<h3>R$ 675 milhões e 6.430 vagas: o escopo total da rodada</h3>
<p>No total, a reunião do Condec aprovou 139 novos pedidos de empresas interessadas em se instalar ou expandir operações no Ceará. O volume global de investimentos aprovados supera R$ 675 milhões, com projeção de geração de aproximadamente 6.430 novos empregos. Os projetos contemplam 22 municípios distribuídos por diferentes regiões do Estado: Cariri, Grande Fortaleza, Litoral Leste e outras áreas do interior.</p>
<p>Do total aprovado, 19 empresas em fase de implantação devem aportar mais de R$ 340 milhões e criar cerca de 3.111 empregos diretos — refletindo o avanço de uma carteira de projetos que vai da instalação de novas unidades à ampliação de fábricas já em operação.</p>
<h3>Dilly Calçados chega a Pentecoste</h3>
<p>Um dos anúncios mais impactantes da rodada é a instalação da Dilly Calçados no município de Pentecoste, no interior cearense. O empreendimento prevê investimento superior a R$ 49 milhões e simboliza a estratégia do Estado de interiorizar a geração de emprego e renda por meio da atração de indústrias intensivas em mão de obra.</p>
<h3>Diversificação setorial como marca da rodada</h3>
<p>Além do setor calçadista, a rodada contempla empresas de diferentes segmentos, o que reforça a política de diversificação da base industrial cearense. Com a chegada de novos projetos e a expansão das unidades já instaladas, o Ceará amplia sua capacidade de atrair capital privado e de reduzir a dependência de setores tradicionais, consolidando um modelo de desenvolvimento que combina incentivos fiscais com geração de renda distribuída pelo território estadual.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Materiais de construção mantém faturamento estável, apesar de recuo</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/materiais-de-construcao-mantem-faturamento-estavel-apesar-de-recuo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor acumula queda de 2,7% até julho; acabamentos lideram perdas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de materiais de construção fechou julho com faturamento estável em relação ao mesmo mês de 2025, mas registrou recuo de 1,0% frente a junho nos dados dessazonalizados. No acumulado de janeiro a julho, o faturamento deflacionado do setor acumula queda de 2,7% ante o mesmo período do ano anterior. Os números integram a primeira edição do Pulso Abramat, novo relatório mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).</p>
<h3>Acabamentos puxam as perdas; materiais básicos também recuam</h3>
<p>Entre os segmentos, os materiais de acabamento registram queda de 3,2% no acumulado — a maior retração entre os grupos monitorados. Os materiais básicos apresentam recuo de 2,4% no mesmo período. A Abramat projeta redução gradual dessas perdas ao longo dos próximos meses, sustentada por dois programas que ganham tração no segundo semestre: Minha Casa, Minha Vida e Reforma Casa Brasil.</p>
<h3>Reforma Casa Brasil acelera contratações</h3>
<p>O Programa Reforma Casa Brasil, após revisão de suas condições, apresentou evolução significativa: a média de contratações em junho e julho mais do que dobrou em relação à média dos cinco primeiros meses do ano. São Paulo, Minas Gerais, Pará e Bahia lideraram o volume de contratações, com expectativa de que o avanço se reflita nas revendas nos próximos meses.</p>
<h3>Empresas sinalizam melhora para agosto</h3>
<p>A sondagem de percepção realizada com as empresas do setor aponta melhora nas expectativas para agosto. Em julho, 47% das companhias avaliaram o desempenho das vendas como regular, 31% como ruim ou muito ruim e 21% como bom ou muito bom. Para agosto, 53% projetam desempenho regular e 32% esperam resultado bom ou muito bom — reduzindo para 16% a parcela que antecipa resultado ruim.</p>
<p>&#8220;O resultado de julho reforça que, embora lenta e não linear, a melhora observada mês a mês deve continuar no segundo semestre, reduzindo as perdas em relação a 2025&#8221;, avaliou Mauro Franco, presidente executivo da Abramat. A entidade mantém projeção de crescimento de 0,5% para o setor ao longo de 2026, condicionada ao desempenho da infraestrutura e dos programas habitacionais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Sotreq expande sua estrutura para o sistema de ferrovias</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/sotreq-expande-sua-estrutura-para-o-sistema-de-ferrovias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representante da Caterpillar no Brasil atende Vale, MRS, Rumo, FTL e VLI com foco em motores industriais, peças e serviços para locomotivas e equipamentos de via</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sotreq Cat, representante oficial da Caterpillar no Brasil, anunciou a criação de uma equipe exclusiva dedicada ao mercado ferroviário. A estrutura tem foco na comercialização de motores industriais, fornecimento de peças e prestação de serviços especializados para operadoras de locomotivas e fabricantes de equipamentos (OEMs) que atuam na malha ferroviária brasileira.</p>
<h3>Clientes de peso na carteira ferroviária</h3>
<p>A empresa já atende operadoras de referência no setor: Vale, MRS Logística, Rumo, FTL e VLI compõem a carteira ferroviária da Sotreq. A criação de uma estrutura dedicada — com profissionais especializados e interlocução direta — busca dar mais agilidade no atendimento a um mercado onde o tempo de resposta é crítico para a continuidade das operações.</p>
<h3>Por que o setor exige especialização</h3>
<p>Wilson Junior, consultor multiproduto da Sotreq, explica que máquinas de manutenção de via — responsáveis pelo nivelamento e alinhamento dos trilhos — são ativos de altíssima disponibilidade exigida: &#8220;Quando uma dessas máquinas para, toda a cadeia logística é impactada, gerando prejuízos diretos para as operadoras.&#8221; A disponibilidade de peças e suporte técnico imediato, portanto, é tão estratégica quanto o próprio equipamento.</p>
<p>O consultor acrescenta que a nova estrutura permite oferecer &#8220;soluções sob medida para cada operação&#8221;, diferentemente do atendimento convencional, que tende a tratar o setor ferroviário como extensão do mercado de construção ou mineração.</p>
<h3>Brasil investe pouco na malha, mas movimenta volumes expressivos</h3>
<p>Segundo Wilson Junior, o Brasil ainda investe proporcionalmente pouco na expansão e modernização de sua malha ferroviária em comparação com outros países. Ainda assim, o setor movimenta volumes expressivos de cargas — especialmente minério de ferro e grãos — que dependem de equipamentos em perfeito estado para manter a competitividade das cadeias produtivas.</p>
<p>A decisão de estruturar uma equipe dedicada posiciona a Sotreq para capturar oportunidades em um segmento com perspectivas de crescimento, à medida que projetos de concessão e ampliação de corredores logísticos avançam no país.</p>
<h6>Fonte: Assessoria de Imprensa</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção industrial supera linha divisória pela 2ª vez no ano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/producao-industrial-supera-linha-divisoria-pela-2a-vez-no-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI supera o patamar neutro pela segunda vez no ano, mas estoques sobem pelo mesmo motivo, indicando que recuperação ainda não é plena</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de evolução da produção industrial subiu 2,6 pontos em julho, atingindo 51 pontos e cruzando a linha de 50 pela segunda vez em 2026 — a outra havia sido em março. O resultado, apurado pela Sondagem Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indica que a produção cresceu no mês frente a junho, após um longo período de resultados abaixo do nível neutro.</p>
<h3>Estoques também crescem pelo mesmo motivo</h3>
<p>O avanço da produção veio acompanhado de um sinal de alerta: o índice de evolução dos estoques de produtos finais também subiu 1,7 ponto, chegando a 51 pontos — a primeira vez no ano que o indicador passou de 50, após oito meses consecutivos de queda. O aumento simultâneo de produção e estoques sugere que a retomada ainda não está totalmente sustentada por demanda equivalente, o que pode limitar a velocidade de recuperação nos próximos meses.</p>
<h3>Emprego segue em retração</h3>
<p>O índice de evolução do número de empregados cresceu 0,4 ponto em julho, mas permanece em 48,6 pontos — abaixo dos 50. Isso significa que o mercado de trabalho na indústria continuou enxugando postos de trabalho no mês, ainda que em ritmo menor do que o observado anteriormente.</p>
<h3>Capacidade instalada estagnada</h3>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se manteve em 70% em julho, patamar um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período de 2024 e 2025. A estabilidade do indicador reforça que, apesar do avanço da produção, o parque industrial nacional ainda opera com folga relevante — o que reduz a pressão por investimentos em expansão de capacidade no curto prazo.</p>
<p>O ambiente macroeconômico segue adverso: a especialista da CNI Larissa Nocko reitera que juros elevados, custos de produção crescentes e aumento das importações continuam pressionando as intenções de investimento, que registraram o terceiro recuo consecutivo em agosto, chegando ao menor índice do ano (52,6 pontos).</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundos imobiliários batem recorde com 3,3 mi de investidores e R$ 11,6 bi negociados</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios-batem-recorde-com-33-mi-de-investidores-e-r-116-bi-negociados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33510</guid>

					<description><![CDATA[<p>Base de cotistas cresceu 47 mil em um mês e estoque de cotas encerrou julho em R$ 196 bi; especialista aponta maturidade do varejo brasileiro no segmento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de fundos imobiliários encerrou julho de 2026 com 3,297 milhões de investidores, novo recorde histórico da série da B3. O número representa um acréscimo de aproximadamente 47 mil cotistas em relação a junho, quando a base somava 3,250 milhões. No comparativo de médio prazo, o segmento cresceu 14,2% em nove meses, absorvendo 410 mil novos investidores desde outubro de 2025.</p>
<h3>Perfil dos cotistas: maioria é pessoa física com ticket baixo</h3>
<p>Pessoas físicas representam 73,7% da base de investidores em FIIs, enquanto investidores institucionais respondem por 20,6% do total. Um dado que reforça a democratização do produto: 75% das pessoas físicas investidas possuem até R$ 40 mil na classe, e 50% têm carteiras de até R$ 5 mil. &#8220;É um veículo acessível, de entrada, que permite grande diversificação e acesso a ativos sofisticados com ticket baixo&#8221;, destacou Anita Scal, sócia e diretora de investimentos imobiliários da Rio Bravo.</p>
<h3>Volume negociado supera os meses anteriores</h3>
<p>Em termos financeiros, julho movimentou R$ 11,6 bilhões em volume negociado — acima dos R$ 9,6 bilhões de junho e dos R$ 10,5 bilhões de maio. O estoque financeiro de cotas de FIIs encerrou o mês em R$ 196 bilhões, no mesmo patamar de junho, porém abaixo dos R$ 198 bilhões de maio e dos R$ 201 bilhões de abril. A queda no estoque ao longo do trimestre reflete o movimento de mercado sobre os preços das cotas, não necessariamente uma redução na base de ativos.</p>
<h3>Resiliência mesmo com Selic elevada</h3>
<p>A diretora da Rio Bravo ressaltou que o segmento manteve base superior a 2,8 milhões de cotistas durante todo o ano de 2025, mesmo diante das oscilações da taxa Selic — sinal de que o investidor de FIIs passou a tratar o produto como instrumento de longo prazo voltado à proteção contra a inflação e acesso a contratos de renda real, e não como posição especulativa sujeita ao humor do ciclo de juros.</p>
<p>&#8220;Os dados revelam maturidade do varejo brasileiro. É a prova de que o brasileiro passou a enxergar os FIIs como ferramenta para construção de patrimônio&#8221;, avaliou Anita Scal.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gerdau leva aço de baixo carbono e emenda mecânica a evento de negócios</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/gerdau-leva-aco-de-baixo-carbono-e-emenda-mecanica-a-evento-de-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33496</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em sua 17ª participação na maior feira da construção civil da América Latina, a companhia apresenta a linha NewEco e novas soluções para industrialização de canteiros</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 25 e 27 de agosto, o São Paulo Expo será o palco da 17ª edição do Concrete Show, considerado o maior evento de negócios da cadeia produtiva da construção civil da América Latina. A Gerdau marcará presença com um portfólio orientado a dois eixos estratégicos do setor: a descarbonização da produção de aço e a industrialização dos canteiros de obras.</p>
<h3>NewEco: a aposta da Gerdau no aço de baixo carbono</h3>
<p>O destaque da participação é o lançamento da linha Gerdau NewEco, composta por produtos de aço com menor pegada de emissões de carbono, desenvolvida para apoiar construtoras e incorporadoras que buscam certificações ambientais e o cumprimento de compromissos ESG. A linha se posiciona como resposta direta à crescente pressão do mercado financeiro e dos grandes clientes corporativos por materiais com rastreabilidade de impacto ambiental.</p>
<h3>Emenda Mecânica: substituição da técnica de traspasse</h3>
<p>Outra novidade em destaque no estande é a Emenda Mecânica Gerdau, solução que une barras de aço de armaduras de concreto por meio de luvas metálicas especiais. A tecnologia elimina a necessidade da emenda tradicional por traspasse e dispensa o uso de torquímetros em obra, pois chega integrada ao processo de corte e dobra da própria Gerdau — reduzindo a dependência de equipamentos extras e acelerando a execução das armaduras.</p>
<h3>Portfólio completo para a industrialização da obra</h3>
<p>Completando a exposição, a companhia apresentará as linhas de vergalhões GG 50 e GG 70, sendo o último o primeiro vergalhão de alta resistência do mercado nacional, capaz de reduzir a quantidade de barras utilizadas sem comprometer o desempenho estrutural. Também estarão em exibição soluções de Corte &amp; Dobra, Carretel, Perfis Estruturais e Produtos Prontos (PPG), voltados à precisão dimensional e à redução do desperdício de material em obra.</p>
<p>&#8220;A construção civil é um dos principais motores do desenvolvimento do Brasil e o Concrete Show é o ambiente ideal para estreitarmos nossa parceria com o setor. Chegamos a esta edição com um portfólio focado em entregar soluções que impulsionam a industrialização, a produtividade e a sustentabilidade nos canteiros&#8221;, afirmou Débora Baum, líder de marketing da Gerdau.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juros altos e importações travam intenção de investir da indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/mercado/industria-intencao-investimento-cni-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice da CNI cai pelo terceiro mês seguido e chega ao menor patamar de 2026 em agosto, com expectativas de exportações e emprego entrando na zona de retração</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intenção de investimento da indústria brasileira atingiu o menor nível do ano em agosto, segundo a Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice que mensura esse apetite por expansão recuou 0,6 ponto, passando de 53,2 para 52,6 pontos — o terceiro declínio consecutivo em 2026.</p>
<h3>Três fatores pressionam as decisões de inversão</h3>
<p>Para a CNI, o cenário que desincentiva a tomada de decisão de investir é uma combinação de variáveis que se reforçam mutuamente. Larissa Nocko, especialista em políticas e indústria da entidade, aponta três causas principais: o patamar elevado da taxa básica de juros, o aumento dos custos de produção e a pressão crescente de produtos importados sobre o mercado interno.</p>
<p>Com o crédito mais caro e as margens comprimidas, as empresas adiam ou redimensionam planos de expansão de capacidade produtiva, perpetuando um ciclo de cautela que dificulta a retomada do dinamismo industrial.</p>
<h3>Exportações e emprego entram na zona de queda</h3>
<p>A mesma sondagem revelou piora em outros indicadores prospectivos. O índice de expectativa de quantidade exportada caiu 1,5 ponto, para 49,5 pontos, enquanto o indicador de número de empregados recuou 0,7 ponto, atingindo 49,4 pontos. Ambos ficaram abaixo da linha de 50 pontos, o que sinaliza que mais empresas esperam queda do que crescimento nas vendas externas e no volume de vagas nos próximos seis meses.</p>
<h3>Estoque e produção dão sinais contraditórios</h3>
<p>Em contraste com as perspectivas negativas, o levantamento registrou avanços em dois indicadores de curto prazo referentes a julho. O índice de evolução da produção industrial subiu 2,6 pontos e cruzou os 50 pontos pela segunda vez no ano, sinalizando crescimento da produção no mês. O índice de estoques de produtos finais também subiu 1,7 ponto, chegando a 51 pontos — a primeira vez em 2026 que o indicador indicou acúmulo de estoque, após oito meses consecutivos de queda.</p>
<p>A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou estável em 70%, patamar um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período de 2024 e 2025, evidenciando que o parque industrial opera com folga, sem pressão por novas instalações no curto prazo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Deere aposta em virada do agronegócio em 2027 após dois anos de queda</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/deere-recuperacao-maquinas-agricolas-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricante revisou projeção de lucro para US$ 4,75 bi a US$ 5 bi no exercício, enquanto CEO aponta melhora nos estoques de usados e nos pedidos da nova frota</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Deere &amp; Company, fabricante dos icônicos tratores verdes e amarelos, projeta 2026 como o fundo do poço do atual ciclo de máquinas agrícolas e aposta em uma recuperação consistente a partir de 2027. O CEO global da companhia, John May, divulgou comunicado afirmando que os indicadores recentes — especialmente a evolução dos estoques de equipamentos usados e o ritmo dos pedidos de novos produtos — sustentam o otimismo para o próximo ano fiscal.</p>
<h3>Revisão da previsão de lucro</h3>
<p>Acompanhando a divulgação das perspectivas setoriais, a Deere ajustou sua estimativa de lucro líquido para o exercício em curso, fixando a faixa entre US$ 4,75 bilhões e US$ 5 bilhões — acima da projeção anterior, que variava de US$ 4,5 bilhões a US$ 5 bilhões. A revisão para cima, ainda que modesta, reflete a estabilização das condições do setor, com os esforços da empresa de redução voluntária de produção contribuindo para o equilíbrio entre oferta e demanda de máquinas.</p>
<h3>O que gerou o ciclo de baixa</h3>
<p>A pressão sobre as vendas de maquinário agrícola acumulou-se ao longo de vários anos. A combinação de preços relativamente baixos das principais commodities — que reduziram o poder de compra dos produtores rurais — com custos mais altos de fertilizantes e combustíveis comprimiu as margens do setor e adiou decisões de renovação de frota em diversas regiões produtoras globais.</p>
<h3>Sinais de recuperação no horizonte</h3>
<p>O cenário começa a mudar com a alta recente nos preços do trigo, que atingiu os maiores patamares desde 2024, impulsionada por ondas de calor, secas e pela escalada dos conflitos entre Rússia e Ucrânia — que geram incertezas sobre o volume de exportações pelo Mar Negro. Se os preços dos grãos continuarem em trajetória ascendente, os agricultores terão mais fluxo de caixa disponível para modernizar o parque de máquinas.</p>
<p>O setor de fabricantes, no entanto, exibe perspectivas divergentes. A CNH Industrial elevou suas projeções anuais e também aposta na retomada em 2027, citando o envelhecimento da frota como vetor de demanda reprimida. Já a AGCO manteve postura mais cautelosa, reduzindo estimativas diante da pressão contínua de insumos sobre os produtores rurais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza absorve estoques e VGV bate R$ 6,7 bi em 12 meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fortaleza-mercado-imobiliario-vgv-record/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 11 mil lançamentos em nove meses, capital cearense vendeu 916 unidades a mais do que lançou no 2º trimestre, com oferta disponível recuando 7,8%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de Fortaleza entrou em uma nova fase no segundo trimestre de 2026. Após um ciclo de expansão intensa de oferta, a capital cearense passou a absorver parte do estoque formado nos últimos meses: foram comercializadas 2.694 unidades no período, contra 1.778 lançamentos — saldo positivo de 916 vendas sobre os novos produtos inseridos no mercado. Os dados são do levantamento da Brain Inteligência Estratégica, divulgado em agosto.</p>
<h3>Contexto: 11 mil lançamentos em três trimestres</h3>
<p>O resultado do segundo trimestre de 2026 precisa ser lido à luz de uma sequência excepcional de oferta. Fortaleza colocou 3.937 unidades no mercado no terceiro trimestre de 2025, outras 3.698 no quarto trimestre e 3.490 no primeiro trimestre de 2026 — somando mais de 11 mil imóveis novos em apenas nove meses. Esse ritmo acelerado de entrada de produtos elevou o estoque disponível em 26% na comparação anual, o maior crescimento percentual entre as cinco capitais nordestinas monitoradas pela Brain.</p>
<h3>Estoque começa a recuar</h3>
<p>A combinação de menos lançamentos e volume de vendas ainda robusto no segundo trimestre gerou a primeira inversão da tendência de acúmulo. O estoque disponível em Fortaleza caiu de 11.669 para 10.753 unidades entre o primeiro e o segundo trimestre, redução de 7,8%. No recorte regional, enquanto Salvador reduziu sua oferta em 27% e Maceió em 15,4%, as demais capitais nordestinas ainda registraram acréscimo: João Pessoa (+9,2%) e Recife (+1,7%).</p>
<h3>VGV atinge maior patamar histórico da série</h3>
<p>O Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado nos 12 meses encerrados em junho chegou a R$ 6,717 bilhões — o patamar mais alto registrado na série histórica da Brain, iniciada em 2021. No mesmo intervalo, foram comercializadas 10.689 unidades. O dado revela que o ticket médio dos imóveis vendidos subiu de forma relevante, elevando o valor financeiro do mercado mesmo sem o número de unidades estar no pico absoluto da série.</p>
<p>Os próximos trimestres indicarão se o movimento de absorção de estoques se consolida como uma nova etapa do ciclo ou se representou apenas uma acomodação pontual após o período de expansão acelerada da oferta.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontro em Fortaleza reúne experts em edificações</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/encontro-em-fortaleza-reune-experts-em-edificacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33476</guid>

					<description><![CDATA[<p>BTB, Colmeia, Diagonal e Moura Dubeux estão entre as construtoras presentes no evento com participação de consultoras internacionais especializadas em grandes alturas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortaleza sedia, nesta quarta-feira (19), um encontro técnico de alto nível sobre os desafios de engenharia envolvidos na concepção e execução de arranha-céus e edifícios de grande porte. O evento reúne empresas cearenses e nacionais do setor de construção civil ao lado de profissionais internacionais com vasta experiência em projetos de torre de alta complexidade.</p>
<h3>Perfil dos participantes e relevância do setor</h3>
<p>Entre as empresas representadas estão BTB Engenharia, Colmeia, CR Duarte, Diagonal e Moura Dubeux — nomes de peso no mercado imobiliário nordestino e nacional. A composição do evento reflete o crescente interesse do setor em aprofundar conhecimentos técnicos diante da aceleração da verticalização nas capitais brasileiras, sobretudo no Nordeste.</p>
<h3>Especialistas internacionais no programa</h3>
<p>O encontro tem como um dos destaques a participação de Stéphane Domeneghini, diretora executiva da Talls Solutions, consultoria europeia especializada em edifícios altos e supertall — categoria que abrange construções com mais de 300 metros de altura. Com mais de 15 anos de atuação no segmento, ela é referência no desenvolvimento de metodologias específicas para torres de grande escala.</p>
<p>Também integra a programação Fatih Yalniz, profissional com experiência consolidada em empreendimentos de porte internacional, incluindo participação em projetos como o World Trade Center.</p>
<h3>Contexto: verticalização como tendência estrutural</h3>
<p>O avanço dos projetos de edifícios altos no Brasil acompanha a valorização do solo urbano nas grandes cidades e o crescimento da demanda por unidades residenciais e comerciais de alto padrão em localidades com infraestrutura consolidada. Esse cenário exige das empresas de engenharia o domínio de técnicas estruturais, sistemas de ventilação, análise de cargas de vento e logística de obra específicas para empreendimentos verticalizados de grande altura.</p>
<p>A realização do evento em Fortaleza sinaliza o protagonismo crescente do Nordeste nesse segmento, com a capital cearense figurando entre as praças com maior volume de lançamentos verticais de alto padrão no país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bamaq debuta em evento no Norte com novos equipamentos da linha amarela</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/bamaq-debuta-em-evento-no-norte-com-novos-equipamentos-da-linha-amarela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:22:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33473</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresa participará pela primeira vez da feira agropecuária do Amazonas, que espera 230 mil visitantes, 600 expositores e R$ 260 milhões em negócios</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bamaq Máquinas marca presença pela primeira vez na Exposição Agropecuária do Amazonas (Expoagro), realizada entre os dias 16 e 23 de agosto, no Parque Multiuso Dr. Eurípedes Ferreira Lins, no quilômetro 2 da BR-174, em Manaus. A participação inaugura a atuação da empresa no principal evento do agronegócio amazônico, consolidado como vitrine de tecnologia e máquinas voltadas à produção rural da região Norte.</p>
<h3>48ª edição com recordes esperados de público e negócios</h3>
<p>A 48ª Expoagro projeta a presença de aproximadamente 600 expositores e um público estimado em 230 mil visitantes ao longo dos oito dias de evento. O volume esperado de negócios alcança R$ 260 milhões, com entrada gratuita para todos os visitantes — elemento que amplia o acesso de produtores rurais de diferentes portes à programação comercial e técnica da feira.</p>
<h3>Portfólio da New Holland em destaque no estande</h3>
<p>No estande da Bamaq Máquinas, os visitantes terão contato direto com equipamentos da linha amarela da New Holland Construction, segmento voltado a maquinário de construção e terraplanagem aplicado ao ambiente agropecuário. As máquinas em exposição cobrem diferentes etapas das operações rurais, desde a preparação do solo e abertura de estradas internas até a manutenção da infraestrutura das propriedades.</p>
<p>A participação na Expoagro representa para a Bamaq uma oportunidade de ampliar sua presença no mercado da região Norte, onde a demanda por equipamentos de alta produtividade cresce junto com a expansão das fronteiras agrícolas do Amazonas.</p>
<h3>Importância estratégica do evento para o setor</h3>
<p>A Expoagro é considerada o maior vitrine do agronegócio do Amazonas e um ponto de encontro entre produtores, fabricantes, distribuidores e financiadores do setor. Edições anteriores registraram crescimento consistente em volume de negócios e no número de marcas participantes, consolidando a feira como termômetro das tendências e da tecnologia disponível para o campo amazônico.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ceará mira cadeia global de baterias com novo projeto no interior</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/ceara-mira-cadeia-global-de-baterias-com-novo-projeto-no-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimento de R$ 5 bilhões da Serdan Mineração em Quixeramobim pode transformar o interior cearense em fornecedor estratégico de matéria-prima para veículos elétricos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um projeto de mineração de R$ 5 bilhões no município cearense de Quixeramobim começa a redesenhar o perfil econômico do Sertão Central e posiciona o estado como um potencial fornecedor de insumos críticos para a indústria de mobilidade elétrica. A Serdan Mineração confirmou o empreendimento, que prevê a extração e o beneficiamento de espodumênio, minério do qual se obtém o lítio.</p>
<h3>De extração a processamento: o escopo do empreendimento</h3>
<p>O projeto contempla não apenas a lavra das reservas minerais, mas a construção de uma infraestrutura industrial integrada. A produção será escoada pela Ferrovia Transnordestina até o Complexo Industrial e Portuário do Pecém, onde está prevista uma unidade de processamento de lítio. Em etapa posterior, os planos da companhia incluem a possibilidade de instalação de uma fábrica de baterias, o que deslocaria o Ceará de fornecedor de matéria-prima para participante de elos mais avançados da cadeia produtiva.</p>
<p>A Transnordestina foi apontada como fator determinante para a viabilização do investimento: a chegada dos trilhos ao interior do estado foi o elemento que destravou a decisão da mineradora, ao garantir eficiência logística para o escoamento da futura produção até o porto, conectado ao mercado europeu por meio de parceria com o Porto de Roterdã.</p>
<h3>Impacto para a região e para a economia local</h3>
<p>O aporte tem potencial para movimentar setores adjacentes do Sertão Central, como construção civil, serviços especializados e capacitação de mão de obra industrial. Para uma região que historicamente convive com as adversidades climáticas da seca, a instalação de uma operação de grande porte estimula o surgimento de novos negócios e amplia as oportunidades de renda formal.</p>
<p>O Complexo do Pecém, que já abriga a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e infraestrutura portuária de grande capacidade, reforça sua posição como vetor de atração de projetos voltados à economia verde e à indústria de alta tecnologia.</p>
<h3>Lítio na vanguarda da nova economia</h3>
<p>Classificado como mineral estratégico para a transição energética global, o lítio é componente essencial de baterias para veículos elétricos, sistemas de armazenamento de energia renovável e eletrônicos de consumo. A crescente demanda internacional por tecnologias de baixo carbono eleva a pressão por reservas e capacidade de processamento, tornando projetos como o de Quixeramobim parte de uma disputa geopolítica e industrial em escala mundial.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Madeira engenheirada atrai tech companies e incorporadoras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/engenharia/madeira-engenheirada-atrai-tech-companies-e-incorporadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produto estrutural introduzido nos anos 1990 na Europa combina resistência, leveza e capacidade de sequestro de carbono, tornando-se alternativa viável ao aço e ao concreto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um material que ficou restrito por décadas ao mercado europeu começa a despertar o interesse de incorporadoras e empresas de tecnologia no Brasil e nos Estados Unidos. A madeira engenheirada — conhecida internacionalmente como mass timber — reúne propriedades estruturais competitivas com o aço e o concreto e adiciona um diferencial que nenhum dos concorrentes oferece: o sequestro de carbono como atributo mensurável de ESG.</p>
<h3>Da Europa ao mercado global: a trajetória do produto</h3>
<p>Introduzida na Europa na década de 1990, a madeira engenheirada se apresenta sob diferentes formas industrializadas, como a madeira lamelada colada (MLC) e os painéis de madeira cruzada (CLT). Ao contrário da madeira convencional, esses produtos são fabricados por meio de laminações e colagens controladas, o que confere maior uniformidade estrutural, resistência ao fogo e estabilidade dimensional.</p>
<p>À medida que o mercado financeiro passou a vincular linhas de crédito e incentivos aos compromissos de ESG, construtoras e incorporadoras passaram a enxergar no produto uma vantagem competitiva tangível: não apenas a redução da pegada de carbono da obra, mas a possibilidade de certificação e comunicação mensurável do impacto ambiental positivo.</p>
<h3>Startups e IA como vetores de escala</h3>
<p>Um dos obstáculos históricos para a expansão do mass timber é a fragmentação da cadeia de fornecimento. Iniciativas como a plataforma Cambium buscam resolver esse gargalo conectando fornecedores de árvores reaproveitadas a construtoras e fabricantes, com o auxílio de inteligência artificial para rastreamento de origem, precificação e condições ambientais da madeira. A receita da empresa quintuplicou em um ano como resultado dessa abordagem tecnológica.</p>
<p>Outra empresa em destaque, a Mosaic Timber, com sede na Califórnia, produz painéis leves e resistentes ao fogo a partir de madeira com capacidade documentada de sequestro de carbono — atributo que tem atraído tanto o setor imobiliário de alto padrão quanto empresas de tecnologia em busca de sedes com credenciais ambientais sólidas.</p>
<h3>Potencial e desafios para o mercado brasileiro</h3>
<p>No Brasil, a escala necessária para tornar o produto competitivo em custo ainda é um desafio. A oferta de insumo é condicionada ao volume que as construtoras conseguem comprometer, criando uma barreira circular entre demanda e produção. O avanço do mercado depende, portanto, tanto de inovação logística quanto de mudanças no ambiente regulatório que facilitem o acesso às florestas manejadas e reaproveitadas como matéria-prima.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Aporte em P&#038;D e IA eleva receita de fabricantes de bens de capital</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/inovacao-tecnologica-industria-maquinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa, inteligência artificial e soluções focadas em descarbonização impulsionam a receita de gigantes dos setores aeroespacial, médico e automotivo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de bens de capital e equipamentos de precisão consolida-se como um dos principais motores do avanço tecnológico na indústria brasileira. Dados do ranking Valor Inovação Brasil 2026 destacam empresas que transformaram o aporte contínuo em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) no pilar central de expansão de seus negócios.</p>
<h3>Foco em P&amp;D e desenvolvimento de soluções customizadas</h3>
<p>Na liderança do segmento, a Embraer destina cerca de 5% de seu faturamento anual a projetos de inovação. A estratégia tem se refletido nos resultados financeiros, uma vez que produtos desenvolvidos nos últimos anos respondem por até 50% da receita corrente da companhia no mercado aeronáutico global.</p>
<p>No setor de tecnologia médica, a Siemens Healthineers investiu R$ 15 milhões em P&amp;D no último ano, somando mais de R$ 120 milhões aplicados no país na última década. Entre os destaques estão a tomografia por contagem de fótons e sistemas de operação remota de ressonância magnética, desenvolvidos localmente e exportados para a rede global da marca.</p>
<h3>Eficiência energética e transição ecológica</h3>
<p>A refrigeração comercial e industrial também passa por transformações motivadas pela sustentabilidade. A Nidec Global Appliance (detentora da marca Embraco) direciona até 4% de sua receita líquida para pesquisa. A empresa desenvolveu compressores de velocidade variável que utilizam fluido natural R290, reduzindo o peso do equipamento pela metade e diminuindo o consumo de matérias-primas e energia.</p>
<p>No segmento de componentes estruturais para transporte pesado e maquinário agrícola, a Tupy faturou R$ 9,7 bilhões e aplicou R$ 46 milhões em novos negócios, incluindo inteligência artificial, motores a biocombustíveis e reciclagem de baterias. Já a Schulz investiu R$ 33,1 milhões em projetos de indústria 4.0 e predição veicular em tempo real para frotas de caminhões.</p>
<h3>Parcerias com universidades e ecossistema de startups</h3>
<p>Um ponto comum entre as líderes do setor é a integração com centros de excelência acadêmica, como USP, UFSC, UFC e IPT, além do ecossistema de startups. A colaboração estratégica acelera a aplicação de conceitos de inteligência de dados, descarbonização e reutilização de resíduos industriais, garantindo maior competitividade no mercado internacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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