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	<title>Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Oct 2026 17:41:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Construa Negócios</title>
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		<title>Obras de infraestrutura impulsionam empregos na construção civil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/empregos-na-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 17:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segmento cria mais de 79 mil vagas formais em oito meses e bate recorde histórico, puxado por mobilidade e energia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão de grandes intervenções logísticas e de mobilidade urbana elevou a abertura de <strong>empregos na construção civil</strong> ao seu patamar mais alto já registrado no Brasil. De acordo com levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com base em dados do Novo Caged, o segmento de obras de infraestrutura gerou 79.057 postos formais de trabalho nos primeiros oito meses de 2026.</p>
<p>O resultado representa um avanço expressivo de 26,89% em comparação com igual período de 2025, quando haviam sido criadas 62.302 oportunidades no segmento. Trata-se do melhor desempenho de toda a série histórica das contratações formais no setor de infraestrutura, consolidando as obras pesadas como o principal motor do emprego com carteira assinada na construção nacional.</p>
<h3>Fatores que impulsionam os empregos na construção civil</h3>
<p>A aceleração nas contratações tem sido sustentada pela confluência de aportes públicos e privados em setores estratégicos. Projetos voltados à ampliação da malha rodoviária federal, implantação de redes de saneamento básico, linhas de transmissão de energia e modernização de terminais portuários concentraram a maior absorção de mão de obra direta nos estados.</p>
<p>Ao todo, a indústria da construção civil brasileira acumulou um saldo positivo de 200.431 novas vagas formais entre janeiro e agosto deste ano, evidenciando que a infraestrutura respondeu por quase 40% de todo o contingente admitido pelo setor no país.</p>
<h3>Efeito multiplicador e perspectivas para os próximos meses</h3>
<p>Lideranças do setor destacam que os empreendimentos de infraestrutura possuem uma capacidade ímpar de desencadear dinamismo socioeconômico em cadeias produtivas associadas. A mobilização de operários, maquinistas e equipes de engenharia movimenta o comércio regional, a hotelaria e a prestação de serviços nos municípios onde as intervenções ocorrem.</p>
<p>A expectativa de entidades setoriais é de que o fluxo contínuo de leilões de concessões rodoviárias e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento assegurem estabilidade às contratações no último trimestre do ano, preservando o ritmo favorável do mercado de trabalho na construção pesada.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Avanço do sistema SteelFrame na construção acelera andamento de obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/sistema-steel-frame-na-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 17:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Método industrializado com perfis de aço galvanizado ganha espaço com redução de prazos e desperdício quase nulo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consolidação da construção a seco vem transformando os métodos construtivos tradicionais no país. A utilização do <strong>sistema steel frame na construção</strong> civil cresce impulsionada pela necessidade de racionalizar custos operacionais, encurtar os calendários de execução e atender a padrões rigorosos de sustentabilidade em empreendimentos residenciais e corporativos.</p>
<p>O aquecimento desse mercado é respaldado por dados estatísticos. O Índice Geral de Industrialização da Construção, formulado pelo FGV IBRE, aponta que a participação de tecnologias construtivas industrializadas no segmento de edificações avançou de 16,1 para 18,8 pontos, refletindo uma adesão progressiva de projetistas e construtoras a métodos que substituem a alvenaria artesanal por montagens estruturadas de alta precisão.</p>
<h3>Integração multidisciplinar e o sistema steel frame na construção</h3>
<p>A principal distinção técnica do modelo reside na inversão da tomada de decisões. Enquanto em obras convencionais de tijolo e argamassa diversos detalhes são ajustados no próprio canteiro, as estruturas formadas por perfis leves de aço galvanizado exigem planejamento prévio detalhado e compatibilização milimétrica de todas as disciplinas antes do início da montagem.</p>
<p>A adoção da metodologia BIM (Building Information Modeling) tornou-se indispensável para viabilizar esse fluxo integrado, permitindo aos profissionais:</p>
<ul>
<li><strong>Eliminação de retrabalho e interferências:</strong> Mapeamento tridimensional antecipado entre arquitetura, cálculo estrutural, passagens elétricas e redes hidráulicas em ambiente virtual.</li>
<li><strong>Velocidade de montagem:</strong> Redução do cronograma físico total em até 60% quando comparado à construção úmida tradicional, agilizando a entrega e o retorno financeiro do investimento.</li>
<li><strong>Sustentabilidade e canteiro limpo:</strong> Índice de desperdício de insumos próximo a zero, expressiva economia no uso de água e descarte mínimo de entulhos nas imediações da obra.</li>
</ul>
<h3>Desempenho termoacústico e futuro do setor</h3>
<p>Além da precisão executiva, as vedações em placas cimentícias combinadas com isolamentos térmicos em lã de vidro ou rocha conferem às edificações conforto térmico e eficiência acústica superiores às paredes de alvenaria simples. Esse ganho proporciona economia contínua de energia com climatização artificial ao longo da vida útil do imóvel.</p>
<p>Debates recentes promovidos em seminários técnicos de engenharia apontam que o contínuo treinamento de mão de obra montadora e o fortalecimento de normas técnicas específicas serão determinantes para acelerar a expansão do steel frame nos próximos anos, consolidando a industrialização como caminho sem volta na construção civil brasileira.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Crise de crédito contrai o mercado de máquinas agrícolas em 21,6%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/mercado-de-maquinas-agricolas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 17:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34556</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vendas internas de tratores e colheitadeiras despencam com juros altos e quebras de safra, reduzindo faturamento da indústria.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A retração no nível de investimentos no campo atingiu fortemente as linhas de montagem de equipamentos pesados no Brasil. O <strong>mercado de máquinas agrícolas</strong> acumulou uma queda de 21,6% no faturamento líquido entre janeiro e setembro de 2026 em comparação com igual período do ano passado, somando uma receita de R$ 41,47 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).</p>
<p>O recuo foi ainda mais severo no mercado doméstico, onde as vendas internas desabaram 24,8% no intervalo, somando R$ 34,71 bilhões. O descompasso financeiro dos agricultores, agravado por perdas decorrentes de adversidades climáticas extremas — sobretudo no Rio Grande do Sul — e pela queda nos preços internacionais das commodities agrícolas, paralisou as decisões de renovação de frotas rurais.</p>
<h3>Queda nas vendas e desaquecimento no mercado de máquinas agrícolas</h3>
<p>A desaceleração atinge com intensidade particular os maquinários de maior valor agregado do agronegócio. As saídas das fábricas registraram recuos alarmantes no acumulado de 2026:</p>
<ul>
<li><strong>Colheitadeiras:</strong> As entregas fabris acumulam expressiva retração de 55,7% em unidades físicas, somando apenas 255 máquinas comercializadas em setembro.</li>
<li><strong>Tratores agrícolas:</strong> O volume expedido pelas montadoras caiu 26% no ano, com 3.140 unidades faturadas em setembro — uma queda de 48,4% na comparação direta com o mesmo mês de 2025.</li>
<li><strong>Postos de trabalho formais:</strong> O corte na produção levou à eliminação de vagas na cadeia mecânica, com o contingente de trabalhadores do segmento recuando 11,9% em doze meses, encerrando setembro com cerca de 110 mil operários.</li>
</ul>
<h3>Exportações e avanço da concorrência de equipamentos importados</h3>
<p>Em contraste com a fraqueza interna, as exportações de maquinário agrícola brasileiro cresceram 12,1% no acumulado do ano, atingindo US$ 1,31 bilhão. Contudo, o faturamento externo representou apenas um alívio pontual diante do tamanho do mercado doméstico paralisado.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a indústria nacional enfrenta o avanço expressivo de equipamentos importados, que passaram a ocupar 47,6% do consumo brasileiro no setor de máquinas em geral. Lideradas por fornecedores chineses, que cresceram 17,7% nas vendas ao país, as máquinas estrangeiras ganham espaço frente aos custos elevados de produção local.</p>
<p>Para a Abimaq, a reativação dos investimentos na mecanização do campo exige medidas imediatas de redução das taxas de juros no crédito rural, renegociação de dívidas das lavouras atingidas pelo clima e equalização de custos financeiros para preservar a indústria nacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Alta de distratos no mercado imobiliário atinge 21% das vendas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/distratos-no-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 17:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito restritivo e juros elevados levam cancelamentos de contratos de médio e alto padrão ao maior patamar desde 2020.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A incidência de rescisões contratuais voltou a preocupar incorporadoras e instituições financeiras no país. O volume de <strong>distratos no mercado imobiliário</strong> atingiu o equivalente a 21% do total de vendas brutas de imóveis de médio e alto padrão ao longo do primeiro semestre de 2026, de acordo com dados consolidados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).</p>
<p>A taxa apurada representa o nível mais elevado registrado pelo setor desde o primeiro semestre de 2020, quando o início da crise sanitária provocou um choque momentâneo na economia. O aumento das devoluções de unidades decorre fundamentalmente do encarecimento das taxas de juros no crédito imobiliário, da inflação acumulada nos custos de construção e do comprometimento da renda das famílias de classe média alta.</p>
<h3>Regras legais e impactos dos distratos no mercado imobiliário</h3>
<p>A legislação vigente disciplina com clareza as consequências financeiras do cancelamento de aquisições de imóveis na planta. De acordo com os parâmetros estabelecidos pela Lei dos Distratos (Lei nº 13.786/2018), a penalidade aplicável varia conforme a estrutura jurídica do empreendimento:</p>
<ul>
<li><strong>Empreendimentos sob patrimônio de afetação:</strong> Caso o edifício conte com patrimônio de afetação — onde as receitas da obra são segregadas do caixa geral da construtora —, a incorporadora pode reter até 50% dos valores pagos pelo comprador em caso de desistência imotivada.</li>
<li><strong>Regime tradicional de incorporação:</strong> Para projetos sem a blindagem da afetação, a retenção máxima autorizada em lei fica limitada a 25% das quantias já quitadas.</li>
<li><strong>Atraso de obra superior a 180 dias:</strong> Se a construtora ultrapassar o prazo de tolerância legal sem entregar as chaves, o comprador adquire o direito de rescindir o contrato com devolução integral de 100% dos valores pagos corrigidos, além da incidência de multa moratória.</li>
</ul>
<h3>Aumento de queixas e cautela na gestão de recebíveis</h3>
<p>Paralelamente às rescisões voluntárias por restrição financeira dos adquirentes, o setor observa um crescimento expressivo nas reclamações motivadas pelo descumprimento de prazos construtivos. Levantamentos em órgãos de defesa do consumidor apontam mais de 1,2 mil queixas formalizadas contra incorporadoras até outubro decorrentes de atrasos na entrega dos edifícios.</p>
<p>Diante desse cenário de maior fricção, analistas do setor recomendam que as construtoras reforcem a análise de crédito prévia no momento da assinatura das promessas de compra e venda, evitando a formação de estoques artificiais e resguardando o fluxo financeiro até a conclusão definitiva das obras.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INCC na construção civil acumula alta de 6,69% em 12 meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/construcao/incc-na-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34540</guid>

					<description><![CDATA[<p>Puxado pela mão de obra, índice da FGV encarece obras e eleva o saldo devedor nos contratos de imóveis na planta.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A escalada contínua do <strong>INCC na construção civil</strong> reforça a necessidade de planejamento orçamentário tanto para construtoras quanto para compradores de imóveis. O Índice Nacional de Custo da Construção – 10 (INCC-10), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou variação de 0,28% em outubro, acumulando avanço de 6,14% no ano e uma alta de 6,69% nos últimos doze meses.</p>
<p>A evolução dos custos no setor tem sido pressionada predominantemente pelos gastos com recursos humanos. Enquanto o grupo de materiais e serviços registrou elevação de 5,66% em um ano, o custo médio da mão de obra avançou expressivos 7,73% no mesmo período, refletindo dissídios salariais e a escassez de operários qualificados nos principais canteiros urbanos.</p>
<h3>Como o INCC na construção civil afeta o saldo devedor na planta</h3>
<p>Para quem adquire um imóvel na fase de lançamento ou obras, o comportamento do indicador exerce impacto financeiro direto. Durante o período de edificação, os contratos de promessa de compra e venda estabelecem que as parcelas intermediárias e o montante a ser financiado junto aos bancos na entrega das chaves sejam corrigidos mensalmente pelo índice.</p>
<p>Especialistas em direito imobiliário alertam que os adquirentes não devem considerar apenas o valor nominal divulgado no estande de vendas. A recomposição inflacionária dos insumos construtivos acumula-se mês a mês sobre o saldo devedor residual, o que exige dos mutuários a criação de uma margem de reserva financeira para absorver os reajustes contratuais até a expedição do Habite-se.</p>
<h3>Previsibilidade e estratégias de contenção pelas incorporadoras</h3>
<p>Diante da volatilidade dos preços, as empresas do setor têm intensificado a busca por maior eficiência executiva. A ampliação de métodos construtivos industrializados, como painéis pré-moldados e kits hidráulicos prontos, tem sido uma das saídas adotadas pelas construtoras para mitigar o desperdício de materiais e encurtar prazos de execução.</p>
<p>Ao racionalizar os processos no canteiro, os incorporadores buscam preservar suas margens operacionais sem repassar integralmente a pressão dos custos para a tabela final de vendas, mantendo a atratividade do mercado residencial mesmo em ciclos de crédito mais restritivo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Venda de máquinas e equipamentos avança 1,6% em setembro</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/equipamentos/venda-de-maquinas-e-equipamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho da indústria foi sustentado pelas exportações, enquanto juros elevados continuam contendo investimentos nacionais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A receita líquida total da indústria brasileira sinalizou leve recuperação ao final do terceiro trimestre. As transações na <strong>venda de máquinas e equipamentos</strong> atingiram R$ 23,44 bilhões no mês de setembro, representando uma elevação de 1,6% em comparação com o mês anterior, de acordo com indicadores consolidados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).</p>
<p>O resultado positivo foi impulsionado primordialmente pelo desempenho das vendas externas, que registraram avanço de 12,8% sobre agosto, somando US$ 1,34 bilhão em exportações. Os mercados dos Estados Unidos, Argentina e Singapura figuraram como os principais destinos das exportações de maquinário pesado e ferramentas de precisão brasileiras.</p>
<h3>Exportações sustentam a venda de máquinas e equipamentos</h3>
<p>Enquanto o mercado externo demonstrou dinamismo, o ambiente de negócios doméstico continuou operando sob forte pressão restritiva. A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em patamares elevados tem postergado planos de modernização fabril e renovação de frotas de equipamentos pesados nos canteiros de obras e no agronegócio nacional.</p>
<p>A radiografia setorial aponta um equilíbrio operacional delicado entre os principais indicadores da indústria mecânica:</p>
<ul>
<li><strong>Utilização da capacidade fabril:</strong> O nível de ocupação das plantas industriais estabilizou-se em 79,5% em setembro, demonstrando cautela dos fabricantes em relação ao aumento de turnos.</li>
<li><strong>Carteira média de encomendas:</strong> Os pedidos acumulados subiram para 10,3 semanas de atendimento, superando a média de 8,9 semanas registrada em igual mês do ano anterior.</li>
<li><strong>Empregabilidade no setor:</strong> O contingente formal de trabalhadores empregados na fabricação de maquinário encerrou o trimestre em 409.983 profissionais.</li>
</ul>
<h3>Desafios do crédito para os investimentos produtivos</h3>
<p>O consumo aparente de máquinas no país — que combina produção doméstica com importações líquidas — totalizou R$ 31,81 bilhões em setembro. Contudo, entidades da indústria apontam que a reativação plena do mercado interno depende de linhas de financiamento mais competitivas para bens de capital.</p>
<p>Para os próximos meses, o setor aposta no fortalecimento de programas governamentais de renovação de ativos industriais e no avanço de obras de infraestrutura para recompor a demanda interna e acelerar as encomendas de bens de capital.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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